Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto abaixo para responder as questões 09 e 10.

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/5207355813052985/
Sobre o termo na usado no texto, é CORRETO afirmar que:
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Disponível em:/https://br.pinterest.com/pin/424886546114549185/
O texto apresenta uma receita de bebida. Para o preparo, são passadas instruções.
As formas nominais dos verbos presentes nas instruções estão no modo:
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Disponível em https://amorizade.wordpress.com/2006/12/27/receita-medica/
O texto acima é um exemplo de receita médica que, de acordo com a tipologia, classifica-se como sendo:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAnacoluto
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAntítese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemHipérbole
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemProsopopeia/Personificação
Leia o texto a seguir para responder as questões 04, 05 e 06.
MONTE CASTELO (RENATO RUSSO)
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema
No trecho: “O amor é o fogo que arde sem se ver/É ferida que dói e não se sente/É um contentamento descontente/É dor que desatina sem doer”, identificamos a figura de pensamento chamada:
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Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, e 03

Fonte: https://br.pinterest.com/pin/43980533847957010/
Na tira, há uma sequência narrativa construída pela linguagem verbal e não verbal. No tocante ao verbal, o primeiro quadrinho apresenta:
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Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, e 03

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Na sequência da narrativa em questão, a expressão “Ah”, morfologicamente, classifica-se como sendo:
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Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, e 03

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No texto, as ações do personagem encadeadas pelas expressões “Ah! que delícia; Ah! que quentinho; Ah! Não!”, nessa perspectiva, representam RESPECTIVAMENTE:
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Leia o texto abaixo para responder as questões 09 e 10.

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No texto acima, os verbos permite e estressar, quanto à transitividade, são classificados, RESPECTIVAMENTE, como:
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Leia o texto a seguir para responder as questões 04, 05 e 06.
MONTE CASTELO (RENATO RUSSO)
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema
Em “O amor é o fogo”, os termos O amor e o fogo, quanto à função sintática, são, RESPECTIVAMENTE:
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Leia o texto a seguir para responder as questões 04, 05 e 06.
MONTE CASTELO (RENATO RUSSO)
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema
No verso “É um não se contentar de contente”, contentar-se classifica-se, quanto à colocação pronominal, como sendo:
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