Foram encontradas 30 questões.
Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
pesa, pondera:
outra parte
delira.
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”
Em seu poema, Ferreira Gullar emprega alguns pares de expressões com sentidos contrários. Marque a alternativa que NÃO indica um desses pares.
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todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
pesa, pondera:
outra parte
delira.
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”
Ao afirmar que “uma parte de mim é multidão”, o poeta emprega uma figura de linguagem que envolve a noção de comparação. Marque a alternativa que indica qual é essa figura de linguagem.
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“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
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“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
pesa, pondera:
outra parte
delira.
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”
Analise as afirmações a seguir e marque a que contém uma interpretação CORRETA sobre o sentido do poema.
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
pesa, pondera:
outra parte
delira.
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”
Em relação à palavra “vertigem”, que aparece na quarta estrofe do poema, marque a alternativa que indica um de seus possíveis significados.
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“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
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“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
pesa, pondera:
outra parte
delira.
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”
Em relação à estrutura fonética do termo “estranheza”, pode-se classificá-la como uma palavra:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
“No feriado da República, o atual ministro da Educação, , pôs-se a defender a monarquia em suas redes sociais. A Constituição não o proíbe de ter a opinião que for para as formas de governo. Em se tratando de um ministro de Estado, no entanto, manifestar predileção pela monarquia é, no mínimo, uma conduta inapropriada. Acometido por algo próximo de um 'surto antirrepublicano', ele chegou a classificar como 'infâmia' a proclamação de 15 de novembro de 1889 ”. (Fonte: Estadão, 19/11/19, com adaptações).
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