Foram encontradas 50 questões.
Sobre a Tuberculose podemos aferir:
I - Tuberculose ocorre quase exclusivamente por inalação de partículas em suspensão (núcleos de gotículas) que contêm o M. tuberculosis.
II - Núcleos de gotículas (partículas com diâmetro < 5 micron) contendo bacilos de tuberculose podem flutuar em correntes de ar em cômodos durante várias horas, aumentando a chance de disseminação.
III - A tuberculose pulmonar ativa não tratada é altamente variável em termos de contagiosidade. Certas cepas de M. tuberculosis são mais contagiosas e os pacientes com baciloscopia positiva são mais contagiosos do que aqueles com resultados positivos apenas na cultura.
IV - Fatores ambientais também são importantes. A transmissão aumenta pela exposição frequente ou prolongada a pacientes não tratados que dispersam grande volume de bacilos da tuberculose em espaços superlotados, fechados e pouco ventilados; assim, pessoas que vivem em condições precárias ou em instituições têm mais risco. Aproximadamente um quarto dos contatos domésticos adquirem a infecção.
V - A contagiosidade diminui rapidamente quando o tratamento eficaz começa; a tosse diminui, e os organismos não são infecciosos, mesmo que persistam no escarro. Estudos epidemiológicos com contatos domiciliares sugerem que a transmissão cessa em 2 semanas depois do início de um tratamento eficaz; contudo, estudos mais precisos em humanos e animais sugerem que a transmissão cessa alguns dias após o início do tratamento.
Os itens corretos são:
I - Tuberculose ocorre quase exclusivamente por inalação de partículas em suspensão (núcleos de gotículas) que contêm o M. tuberculosis.
II - Núcleos de gotículas (partículas com diâmetro < 5 micron) contendo bacilos de tuberculose podem flutuar em correntes de ar em cômodos durante várias horas, aumentando a chance de disseminação.
III - A tuberculose pulmonar ativa não tratada é altamente variável em termos de contagiosidade. Certas cepas de M. tuberculosis são mais contagiosas e os pacientes com baciloscopia positiva são mais contagiosos do que aqueles com resultados positivos apenas na cultura.
IV - Fatores ambientais também são importantes. A transmissão aumenta pela exposição frequente ou prolongada a pacientes não tratados que dispersam grande volume de bacilos da tuberculose em espaços superlotados, fechados e pouco ventilados; assim, pessoas que vivem em condições precárias ou em instituições têm mais risco. Aproximadamente um quarto dos contatos domésticos adquirem a infecção.
V - A contagiosidade diminui rapidamente quando o tratamento eficaz começa; a tosse diminui, e os organismos não são infecciosos, mesmo que persistam no escarro. Estudos epidemiológicos com contatos domiciliares sugerem que a transmissão cessa em 2 semanas depois do início de um tratamento eficaz; contudo, estudos mais precisos em humanos e animais sugerem que a transmissão cessa alguns dias após o início do tratamento.
Os itens corretos são:
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Síncope é a perda de consciência súbita e
breve com perda do tônus postural seguida
de restabelecimento espontâneo. O paciente
fica imóvel e flácido e geralmente com
membros frios, pulso fraco e respiração
superficial. Às vezes ocorrem movimentos
musculares abruptos involuntários breves,
que lembram uma convulsão.
Sobre este assunto, analise as alternativas e assinale a correta:
I - O retorno venoso pode ser reduzido por hemorragia, aumento de pressão intratorácica, de tônus vagal (que também pode diminuir a frequência cardíaca) e perda do tônus simpático (p. ex., por fármacos, pressão no seio carotídeo e disfunção autonômica). A síncope que envolve esses mecanismos (exceto por hemorragia), geralmente, é denominada vasovagal ou neurocardiogênica, sendo comum e benigna.
II - O sistema nervoso central necessita de oxigênio e glicose para funcionar. Mesmo com fluxo sanguíneo normal, o deficit significativo de qualquer um deles causará perda de consciência. Na prática, a hipoglicemia é primariamente a causa, pois a hipóxia raramente ocorre de forma a causar perda de consciência abrupta (exceto em acidentes de voo ou mergulho). Perda de consciência decorrente de hipoglicemia é, raramente, tão abrupta como na síncope ou nas convulsões pela ocorrência de sinais de alerta (exceto em pacientes que utilizam betabloqueadores); mas o início pode ser pouco evidente para o examinador, a menos que o evento tenha sido testemunhado.
III - Sinais de Alerta: Certos achados sugerem uma etiologia mais grave – Síncope aos esforços, múltiplas recidivas em curto período de tempo, Sopro cardíaco ou outros achados que sugiram cardiopatia estrutural (por exemplo: dor torácica), Idade Avançada, Lesão significativa durante a síncope, História familiar de morte súbita e inesperada, síncope por esforço, ou síncope recorrente inexplicada ou convulsões.
Sobre este assunto, analise as alternativas e assinale a correta:
I - O retorno venoso pode ser reduzido por hemorragia, aumento de pressão intratorácica, de tônus vagal (que também pode diminuir a frequência cardíaca) e perda do tônus simpático (p. ex., por fármacos, pressão no seio carotídeo e disfunção autonômica). A síncope que envolve esses mecanismos (exceto por hemorragia), geralmente, é denominada vasovagal ou neurocardiogênica, sendo comum e benigna.
II - O sistema nervoso central necessita de oxigênio e glicose para funcionar. Mesmo com fluxo sanguíneo normal, o deficit significativo de qualquer um deles causará perda de consciência. Na prática, a hipoglicemia é primariamente a causa, pois a hipóxia raramente ocorre de forma a causar perda de consciência abrupta (exceto em acidentes de voo ou mergulho). Perda de consciência decorrente de hipoglicemia é, raramente, tão abrupta como na síncope ou nas convulsões pela ocorrência de sinais de alerta (exceto em pacientes que utilizam betabloqueadores); mas o início pode ser pouco evidente para o examinador, a menos que o evento tenha sido testemunhado.
III - Sinais de Alerta: Certos achados sugerem uma etiologia mais grave – Síncope aos esforços, múltiplas recidivas em curto período de tempo, Sopro cardíaco ou outros achados que sugiram cardiopatia estrutural (por exemplo: dor torácica), Idade Avançada, Lesão significativa durante a síncope, História familiar de morte súbita e inesperada, síncope por esforço, ou síncope recorrente inexplicada ou convulsões.
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No início do século XX, o cientista alemão
Paul Ehrlich descreveu um medicamento
ideal como uma “bala mágica”. Esse
medicamento seria direcionado precisamente
ao local da doença e não prejudicaria os
tecidos saudáveis. Embora muitos novos
medicamentos sejam direcionados de forma
mais precisa do que seus antecessores,
nenhum deles conseguiu, até o momento,
atingir exclusivamente seu alvo.
Sobre reações adversas aos medicamentos, analise as alternativas e assinale a incorreta:
Sobre reações adversas aos medicamentos, analise as alternativas e assinale a incorreta:
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O último levantamento feito pelo IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), em 2018, revelou que a
expectativa de vida do brasileiro aumentou
nos últimos anos, sendo de 72,8 anos para os
homens e de 79,9 para as mulheres. E esse
aumento está diretamente relacionado à
medicina preventiva, que evita o
desenvolvimento de doenças — fator
imprescindível para garantir a longevidade
dos pacientes.
Sobre este tema analise os itens a seguir e assinale a correta:
I - Criado no século XX, o conceito de medicina preventiva surgiu com o intuito de mudar a prática médica, que antes disso era focada somente no tratamento de patologias. A especialidade tem como objetivo principal evitar o desenvolvimento de doenças, bem como reduzir os impactos de eventuais problemas na saúde dos pacientes e oferecer uma melhor qualidade de vida para aqueles que estão realizando algum tipo de recurso terapêutico.
II - A prevenção secundária é quando se faz o diagnóstico da doença, em que o objetivo principal é agir imediatamente para conter o seu avanço. Com isso, mesmo que o paciente seja diagnosticado com uma condição, é possível impedir que ela evolua para quadros mais graves.
III - A aplicação da etapa quaternária visa identificar o paciente com risco de excesso de medicação ou intervenção desnecessária, como cirurgias. Para tanto, são propostas opções menos invasivas, de modo a evitar potenciais danos à saúde do indivíduo que possam ser mais graves que a própria doença.
IV - Em tempos de pandemia, é fundamental destacar a importância de ações de higiene pessoal, como a limpeza e desinfecção frequente das mãos, uso de álcool em gel e máscara, além do distanciamento social, que evita a proliferação da COVID-19 e demais problemas.
Sobre este tema analise os itens a seguir e assinale a correta:
I - Criado no século XX, o conceito de medicina preventiva surgiu com o intuito de mudar a prática médica, que antes disso era focada somente no tratamento de patologias. A especialidade tem como objetivo principal evitar o desenvolvimento de doenças, bem como reduzir os impactos de eventuais problemas na saúde dos pacientes e oferecer uma melhor qualidade de vida para aqueles que estão realizando algum tipo de recurso terapêutico.
II - A prevenção secundária é quando se faz o diagnóstico da doença, em que o objetivo principal é agir imediatamente para conter o seu avanço. Com isso, mesmo que o paciente seja diagnosticado com uma condição, é possível impedir que ela evolua para quadros mais graves.
III - A aplicação da etapa quaternária visa identificar o paciente com risco de excesso de medicação ou intervenção desnecessária, como cirurgias. Para tanto, são propostas opções menos invasivas, de modo a evitar potenciais danos à saúde do indivíduo que possam ser mais graves que a própria doença.
IV - Em tempos de pandemia, é fundamental destacar a importância de ações de higiene pessoal, como a limpeza e desinfecção frequente das mãos, uso de álcool em gel e máscara, além do distanciamento social, que evita a proliferação da COVID-19 e demais problemas.
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A Otite Média Aguda (OMA) é infecção
bacteriana ou viral da orelha média,
geralmente acompanhando infecção do trato
respiratório superior. Os sistemas incluem
otalgia, muitas vezes associado aos sintomas
sistêmicos (por ex., febre, náuseas, vômitos,
diarreia), especialmente em pessoas muito
jovens. O diagnóstico baseia-se na otoscopia.
O tratamento é feito com analgésicos e, às
vezes, antibióticos. Sobre este assunto analise os itens e assinale
a correta:
I - Embora OMA possa ocorrer em qualquer idade, ela é mais comum entre os 3 meses de idade e 3 anos. Nessa idade, a tuba de eustáquio é estrutural e funcionalmente imatura; a tuba é mais horizontalizada e o ângulo do músculo tensor do véu palatino e da porção cartilaginosa da tuba torna o mecanismo de abertura menos eficiente.
II - A etiologia da otite média aguda pode ser viral ou bacteriana. As infecções virais são quase sempre complicadas por infecção bacteriana secundária. Em recém-nascidos, bacilos gram-negativos entéricos, em particular Escherichia coli, e Staphylococcus aureus, causam otite média aguda.
III - Em recém-nascidos e crianças com < 14 anos, os microrganismos mais comuns são Streptococcus pneumoniae, Moraxella (Branhamella) catarrhalis, e Haemophilus influenzae não tipável; agentes menos comuns são estreptococos do grupo A betahemolítico e S. aureus.
VI - Em pacientes > 14 anos, S. pneumoniae, estreptococos do grupo A betahemolítico e S. aureus são os mais comuns, seguidos por H. influenzae.
I - Embora OMA possa ocorrer em qualquer idade, ela é mais comum entre os 3 meses de idade e 3 anos. Nessa idade, a tuba de eustáquio é estrutural e funcionalmente imatura; a tuba é mais horizontalizada e o ângulo do músculo tensor do véu palatino e da porção cartilaginosa da tuba torna o mecanismo de abertura menos eficiente.
II - A etiologia da otite média aguda pode ser viral ou bacteriana. As infecções virais são quase sempre complicadas por infecção bacteriana secundária. Em recém-nascidos, bacilos gram-negativos entéricos, em particular Escherichia coli, e Staphylococcus aureus, causam otite média aguda.
III - Em recém-nascidos e crianças com < 14 anos, os microrganismos mais comuns são Streptococcus pneumoniae, Moraxella (Branhamella) catarrhalis, e Haemophilus influenzae não tipável; agentes menos comuns são estreptococos do grupo A betahemolítico e S. aureus.
VI - Em pacientes > 14 anos, S. pneumoniae, estreptococos do grupo A betahemolítico e S. aureus são os mais comuns, seguidos por H. influenzae.
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Sobre a síndrome de imunodeficiência. As
doenças primárias decorrentes de
imunodeficiência são classificadas pela parte
do sistema imunológico que é afetada. Sobre
este assunto analise as alternativas e assinale
a incorreta:
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As doenças decorrentes de
imunodeficiência envolvem o mau
funcionamento do sistema imunológico
resultando na presença de infecções que se
desenvolvem e aparecem com uma frequência
maior do que o normal, são mais graves e
duradouras. Sobre o assunto de síndrome de
imunodeficiência, podemos inferir:
I - As doenças decorrentes de imunodeficiência resultam normalmente do uso de um medicamento ou de uma doença séria de longa duração (tal como o câncer), mas ocasionalmente são hereditárias.
II - As pessoas normalmente apresentam infecções frequentes, atípicas ou incomumente graves ou prolongadas e podem desenvolver uma doença autoimune ou câncer.
III - O médico suspeita de imunodeficiência com base nos sintomas e são feitos exames de sangue para identificar uma doença em particular.
IV - Podem ser prescritos fármacos antimicrobianos (como antibióticos) para prevenir e tratar as infecções.
V - Pode ser administrada imunoglobulina se a pessoa tiver deficiência de anticorpos (imunoglobulinas) ou se não estiverem funcionando normalmente.
VI - Para alguns distúrbios de imunodeficiência grave, às vezes se faz um transplante de células-tronco.
I - As doenças decorrentes de imunodeficiência resultam normalmente do uso de um medicamento ou de uma doença séria de longa duração (tal como o câncer), mas ocasionalmente são hereditárias.
II - As pessoas normalmente apresentam infecções frequentes, atípicas ou incomumente graves ou prolongadas e podem desenvolver uma doença autoimune ou câncer.
III - O médico suspeita de imunodeficiência com base nos sintomas e são feitos exames de sangue para identificar uma doença em particular.
IV - Podem ser prescritos fármacos antimicrobianos (como antibióticos) para prevenir e tratar as infecções.
V - Pode ser administrada imunoglobulina se a pessoa tiver deficiência de anticorpos (imunoglobulinas) ou se não estiverem funcionando normalmente.
VI - Para alguns distúrbios de imunodeficiência grave, às vezes se faz um transplante de células-tronco.
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Sobre os cálculos renais, podemos afirmar
que:
I - Ter água suficiente na urina é essencial para prevenir a formação de cálculos. Pacientes que costumam desenvolver cálculos bebem, em média, menos de 300 à 500 ml de água por dia, quando comparados com pessoas que nunca tiveram pedra nos rins.
II -O tipo de líquido ingerido pode influenciar o risco de formação de cálculos. Sabemos, por exemplo, que as bebidas açucaradas, seja à base de cola ou não, aumentam o risco de formação de cálculos. Já o suco de laranja, rico em substâncias que inibem a cristalização dos minerais na urina, parece reduzir a chance de formação de pedras.
III - Alguns trabalhos sugerem que além de água, café e chás (incluindo o famoso chá de quebra-pedra) possam ter algum benefício. Já que o suco de toranja (jamboa ou grapefruit) parece ser prejudicial, aumentando o risco de formação das pedras.
I - Ter água suficiente na urina é essencial para prevenir a formação de cálculos. Pacientes que costumam desenvolver cálculos bebem, em média, menos de 300 à 500 ml de água por dia, quando comparados com pessoas que nunca tiveram pedra nos rins.
II -O tipo de líquido ingerido pode influenciar o risco de formação de cálculos. Sabemos, por exemplo, que as bebidas açucaradas, seja à base de cola ou não, aumentam o risco de formação de cálculos. Já o suco de laranja, rico em substâncias que inibem a cristalização dos minerais na urina, parece reduzir a chance de formação de pedras.
III - Alguns trabalhos sugerem que além de água, café e chás (incluindo o famoso chá de quebra-pedra) possam ter algum benefício. Já que o suco de toranja (jamboa ou grapefruit) parece ser prejudicial, aumentando o risco de formação das pedras.
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Sobre os distúrbios hidroeletrolíticos e
seu diagnóstico, podemos inferir que:
I - Aumento do hiato aniônico é mais comumente causado por acidose metabólica em que ácidos com cargas negativas — principalmente cetonas, lactatos, sulfatos ou metabólitos de metanol, etilenoglicol ou salicilatos — consomem (são tamponados por) HCO3 − . Outras causas de aumento do hiato aniônico incluem hiperalbuminemia ou uremia (aumento de ânions) e hipocalcemia ou hipomagnesemia (diminuição de cátions).
II - Diminuição do hiato aniônico não se relaciona à acidose metabólica, mas é causada por hipoalbuminemia (diminuição de ânions), hipercalcemia, hipermagnesemia, intoxicação por lítio e hipergamaglobulinemia como ocorre no mieloma (aumento de cátions), ou hiperviscosidade ou intoxicação por haleto (brometo ou iodeto). O efeito da concentração baixa de albumina pode ser considerado, ajustando-se a hiato aniônico 2,5 mEq/L (2,5 mmol/L) para baixo para cada queda de 1 g/dL (10 g/L) na albumina.
III -Intervalo de ânions negativo ocorre raramente, como um artefato laboratorial nos casos de hipernatremia grave, hiperlipidemia e intoxicação por brometos.
IV - Diferença delta: a diferença entre o hiato aniônico do paciente e o hiato aniônico normal é denominado intervalo delta. Essa quantidade é considerada um equivalente de HCO3 − , porque para cada unidade de aumento do hiato aniônico, o HCO3 − deve diminuir 1 unidade (por tamponamento). Assim, se for acrescentada a diferença delta ao HCO3 − medido, o resultado deve estar dentro de valores normais de HCO3 − ; elevação indica a presença adicional de uma alcalose metabólica.
I - Aumento do hiato aniônico é mais comumente causado por acidose metabólica em que ácidos com cargas negativas — principalmente cetonas, lactatos, sulfatos ou metabólitos de metanol, etilenoglicol ou salicilatos — consomem (são tamponados por) HCO3 − . Outras causas de aumento do hiato aniônico incluem hiperalbuminemia ou uremia (aumento de ânions) e hipocalcemia ou hipomagnesemia (diminuição de cátions).
II - Diminuição do hiato aniônico não se relaciona à acidose metabólica, mas é causada por hipoalbuminemia (diminuição de ânions), hipercalcemia, hipermagnesemia, intoxicação por lítio e hipergamaglobulinemia como ocorre no mieloma (aumento de cátions), ou hiperviscosidade ou intoxicação por haleto (brometo ou iodeto). O efeito da concentração baixa de albumina pode ser considerado, ajustando-se a hiato aniônico 2,5 mEq/L (2,5 mmol/L) para baixo para cada queda de 1 g/dL (10 g/L) na albumina.
III -Intervalo de ânions negativo ocorre raramente, como um artefato laboratorial nos casos de hipernatremia grave, hiperlipidemia e intoxicação por brometos.
IV - Diferença delta: a diferença entre o hiato aniônico do paciente e o hiato aniônico normal é denominado intervalo delta. Essa quantidade é considerada um equivalente de HCO3 − , porque para cada unidade de aumento do hiato aniônico, o HCO3 − deve diminuir 1 unidade (por tamponamento). Assim, se for acrescentada a diferença delta ao HCO3 − medido, o resultado deve estar dentro de valores normais de HCO3 − ; elevação indica a presença adicional de uma alcalose metabólica.
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Os distúrbios hidroeletrolíticos no corpo
humano e um dos assuntos mais complexos
já estudados pela medicina. Sobre este
assunto analise as alternativas e assinale a
incorreta:
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