Foram encontradas 40 questões.
2148603
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
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Para o CFESS, a intervenção profissional na assistência social com ênfase na matricialidade sociofamiliar deve superar as abordagens que tratam as necessidades sociais como:
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Responda à questão a partir da escuta feita por uma assistente social da situação a seguir.
No CRAS, a assistente social atende uma família formada por uma mulher de 38 anos com câncer de colo de útero, em tratamento de quimioterapia e radioterapia, que vive com sua filha de 15 anos, seus pais, três irmãos adultos e solteiros, além de quatro sobrinhos cuja idade varia entre 6 e 11 anos. Todos os membros dessa família estão desempregados e não mantêm vínculo previdenciário, à exceção do pai da usuária, que é motorista de ônibus, cuja renda é de um salário mínimo e meio.
De acordo com a Lei de Regulamentação da Profissão, o encaminhamento das devidas providências e a prestação das orientações sociais dadas a essa família pela assistente social são caracterizados como:
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Responda à questão a partir da escuta feita por uma assistente social da situação a seguir.
No CRAS, a assistente social atende uma família formada por uma mulher de 38 anos com câncer de colo de útero, em tratamento de quimioterapia e radioterapia, que vive com sua filha de 15 anos, seus pais, três irmãos adultos e solteiros, além de quatro sobrinhos cuja idade varia entre 6 e 11 anos. Todos os membros dessa família estão desempregados e não mantêm vínculo previdenciário, à exceção do pai da usuária, que é motorista de ônibus, cuja renda é de um salário mínimo e meio.
Devido à situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza em que vive essa família, a profissional avalia que a mesma deve ser acompanhada pela política de assistência social por meio da modalidade da atenção denominada:
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Responda à questão a partir da escuta feita por uma assistente social da situação a seguir.
No CRAS, a assistente social atende uma família formada por uma mulher de 38 anos com câncer de colo de útero, em tratamento de quimioterapia e radioterapia, que vive com sua filha de 15 anos, seus pais, três irmãos adultos e solteiros, além de quatro sobrinhos cuja idade varia entre 6 e 11 anos. Todos os membros dessa família estão desempregados e não mantêm vínculo previdenciário, à exceção do pai da usuária, que é motorista de ônibus, cuja renda é de um salário mínimo e meio.
Dada a condição social dos irmãos da usuária, a assistente social busca possibilitar a integração dos mesmos ao mercado de trabalho, indicando a inscrição em cursos profissionalizantes oferecidos pela rede socioassistencial do município. Dessa forma, materializa um pressuposto jurídico-legal que é considerado como:
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2147610
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
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A primeira ocupação da região de Japaratuba pelos portugueses ocorreu no seguinte ano:
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TEXTO: UMA MANHÃ RARA NA BIBLIOTECA
Nas últimas duas décadas tenho frequentado algumas bibliotecas famosas em busca de fontes para meus livros. Nada, porém, se comparou à sensação de cruzar o portão daquela casa da rua Princesa Isabel, no bairro do Brooklin, em São Paulo. Frequentei a Biblioteca Mindlin uma dezena de vezes no final de 2006, um ano antes da publicação do meu primeiro livro, 1808. Minhas visitas eram sempre pela manhã. A biblioteca estava situada nos fundos, junto ao muro coberto de heras – uma construção moderna, de linhas discretas, em dois andares, sombreada por uma jabuticabeira. Ao abrir a porta, sentia-se o cheiro suave e inconfundível dos livros antigos.
Lá dentro imperava um silêncio religioso, quebrado de vez em quando pela voz das “três graças”, como Mindlin se referia às três mulheres que guardavam sua biblioteca. Cristina Antunes era responsável pela catalogação. Rosana Gonçalves respondia pelo acervo de periódicos e de fotografias. Elisa Nasarian cuidava dos arquivos de terceiros, da correspondência e da agenda de Mindlin.
Em uma daquelas visitas, sentei-me à mesa situada ao pé da escada que levava ao segundo andar. Cristina me trouxe um raríssimo livro de 1808, escrito por Manuel Vieira da Silva, médico e conselheiro particular de D. João VI. Entre as folhas amareladas pelo tempo, um bilhete ajudava a entender o valor da obra: “Primeiro tratado de Medicina publicado no Brasil: de grande valor bibliográfico”. Era uma anotação de Rubens Borba de Moraes, parceiro de quarenta anos de Mindlin na arte de colecionar. Na estante situada à minha esquerda havia um quadro com uma dedicatória: “Guita para José como prova de muito amor”. Era o projeto arquitetônico da biblioteca, que Mindlin ganhara da mulher, Guita, de aniversário, em 1983. (...)
Às 10h, ouviam-se passos leves descendo a escada, um ritual que se repetia todos os dias. Aos 92 anos, lúcido e sempre bem-humorado, o senhor chegava para mais uma jornada de trabalho. (...) As “graças” eram leitoras vorazes e estavam sempre bem informadas sobre os lançamentos do mercado editorial. Ao contratar suas colaboradoras, Mindlin fazia uma única exigência: que lessem muito, o tempo todo.
Em 2006, míope e vítima de uma deformação na retina, o maior bibliófilo do Brasil já não conseguia ler sozinho. Mas continuava devorando livros. Elas se revezavam na tarefa diária de ler em voz alta para ele. A leitura daquela manhã foi Equador, romance histórico do jornalista
português Miguel Sousa Tavares. A cena era tocante: sentado no canto do sofá, imóvel, de olhos fechados, o corpo franzino, as mãos postas sobre os joelhos, Mindlin sorvia cada frase e cada palavra da voz de Cristina Antunes, que preenchia o silêncio da biblioteca. A sensação de prazer no seu rosto era indisfarçável – como se aquele fosse o último, o único, o melhor de todos os oito mil livros que dizia ter lido na vida.
Mindlin morreu em fevereiro de 2010, aos 95 anos. Um de seus últimos e sempre grandiosos gestos foi doar o tesouro bibliográfico para a Universidade de São Paulo. É um dos centros de pesquisa mais modernos do Brasil, com todo o acervo digitalizado e disponível pela internet. A tecnologia facilitará muito a vida dos futuros pesquisadores, mas dificilmente reproduzirá a experiência de adentrar naquele santuário enquanto seu criador ainda estava vivo. É ela que levo para sempre na memória. Laurentino Gomes
Adaptado de oglobo.globo.com, 07/09/2014.
Um de seus últimos e sempre grandiosos gestos foi doar o tesouro bibliográfico para a Universidade de São Paulo.
A única palavra do trecho citado que não pode ser classificada gramaticalmente como adjetivo é:
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TEXTO: UMA MANHÃ RARA NA BIBLIOTECA
Nas últimas duas décadas tenho frequentado algumas bibliotecas famosas em busca de fontes para meus livros. Nada, porém, se comparou à sensação de cruzar o portão daquela casa da rua Princesa Isabel, no bairro do Brooklin, em São Paulo. Frequentei a Biblioteca Mindlin uma dezena de vezes no final de 2006, um ano antes da publicação do meu primeiro livro, 1808. Minhas visitas eram sempre pela manhã. A biblioteca estava situada nos fundos, junto ao muro coberto de heras – uma construção moderna, de linhas discretas, em dois andares, sombreada por uma jabuticabeira. Ao abrir a porta, sentia-se o cheiro suave e inconfundível dos livros antigos.
Lá dentro imperava um silêncio religioso, quebrado de vez em quando pela voz das “três graças”, como Mindlin se referia às três mulheres que guardavam sua biblioteca. Cristina Antunes era responsável pela catalogação. Rosana Gonçalves respondia pelo acervo de periódicos e de fotografias. Elisa Nasarian cuidava dos arquivos de terceiros, da correspondência e da agenda de Mindlin.
Em uma daquelas visitas, sentei-me à mesa situada ao pé da escada que levava ao segundo andar. Cristina me trouxe um raríssimo livro de 1808, escrito por Manuel Vieira da Silva, médico e conselheiro particular de D. João VI. Entre as folhas amareladas pelo tempo, um bilhete ajudava a entender o valor da obra: “Primeiro tratado de Medicina publicado no Brasil: de grande valor bibliográfico”. Era uma anotação de Rubens Borba de Moraes, parceiro de quarenta anos de Mindlin na arte de colecionar. Na estante situada à minha esquerda havia um quadro com uma dedicatória: “Guita para José como prova de muito amor”. Era o projeto arquitetônico da biblioteca, que Mindlin ganhara da mulher, Guita, de aniversário, em 1983. (...)
Às 10h, ouviam-se passos leves descendo a escada, um ritual que se repetia todos os dias. Aos 92 anos, lúcido e sempre bem-humorado, o senhor chegava para mais uma jornada de trabalho. (...) As “graças” eram leitoras vorazes e estavam sempre bem informadas sobre os lançamentos do mercado editorial. Ao contratar suas colaboradoras, Mindlin fazia uma única exigência: que lessem muito, o tempo todo.
Em 2006, míope e vítima de uma deformação na retina, o maior bibliófilo do Brasil já não conseguia ler sozinho. Mas continuava devorando livros. Elas se revezavam na tarefa diária de ler em voz alta para ele. A leitura daquela manhã foi Equador, romance histórico do jornalista
português Miguel Sousa Tavares. A cena era tocante: sentado no canto do sofá, imóvel, de olhos fechados, o corpo franzino, as mãos postas sobre os joelhos, Mindlin sorvia cada frase e cada palavra da voz de Cristina Antunes, que preenchia o silêncio da biblioteca. A sensação de prazer no seu rosto era indisfarçável – como se aquele fosse o último, o único, o melhor de todos os oito mil livros que dizia ter lido na vida.
Mindlin morreu em fevereiro de 2010, aos 95 anos. Um de seus últimos e sempre grandiosos gestos foi doar o tesouro bibliográfico para a Universidade de São Paulo. É um dos centros de pesquisa mais modernos do Brasil, com todo o acervo digitalizado e disponível pela internet. A tecnologia facilitará muito a vida dos futuros pesquisadores, mas dificilmente reproduzirá a experiência de adentrar naquele santuário enquanto seu criador ainda estava vivo. É ela que levo para sempre na memória. Laurentino Gomes
Adaptado de oglobo.globo.com, 07/09/2014.
Releia o fragmento abaixo e, depois, responda à questão.
Ao contratar suas colaboradoras, Mindlin fazia uma única exigência: que lessem muito,
A expressão sublinhada no trecho citado expressa a circunstância de:
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2146495
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
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É o único padrão de organização político-social capaz de garantir a explicitação dos valores essenciais da liberdade e da equidade, possibilitando a superação das limitações reais impostas pela ordem burguesa ao pleno desenvolvimento da cidadania e dos direitos sociais. Esse valor ético-político central contido no Código de Ética do Assistente Social de 1993 denomina-se:
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2146487
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Japaratuba-SE
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São Municípios que se limitam com Japaratuba:
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TEXTO: UMA MANHÃ RARA NA BIBLIOTECA
Nas últimas duas décadas tenho frequentado algumas bibliotecas famosas em busca de fontes para meus livros. Nada, porém, se comparou à sensação de cruzar o portão daquela casa da rua Princesa Isabel, no bairro do Brooklin, em São Paulo. Frequentei a Biblioteca Mindlin uma dezena de vezes no final de 2006, um ano antes da publicação do meu primeiro livro, 1808. Minhas visitas eram sempre pela manhã. A biblioteca estava situada nos fundos, junto ao muro coberto de heras – uma construção moderna, de linhas discretas, em dois andares, sombreada por uma jabuticabeira. Ao abrir a porta, sentia-se o cheiro suave e inconfundível dos livros antigos.
Lá dentro imperava um silêncio religioso, quebrado de vez em quando pela voz das “três graças”, como Mindlin se referia às três mulheres que guardavam sua biblioteca. Cristina Antunes era responsável pela catalogação. Rosana Gonçalves respondia pelo acervo de periódicos e de fotografias. Elisa Nasarian cuidava dos arquivos de terceiros, da correspondência e da agenda de Mindlin.
Em uma daquelas visitas, sentei-me à mesa situada ao pé da escada que levava ao segundo andar. Cristina me trouxe um raríssimo livro de 1808, escrito por Manuel Vieira da Silva, médico e conselheiro particular de D. João VI. Entre as folhas amareladas pelo tempo, um bilhete ajudava a entender o valor da obra: “Primeiro tratado de Medicina publicado no Brasil: de grande valor bibliográfico”. Era uma anotação de Rubens Borba de Moraes, parceiro de quarenta anos de Mindlin na arte de colecionar. Na estante situada à minha esquerda havia um quadro com uma dedicatória: “Guita para José como prova de muito amor”. Era o projeto arquitetônico da biblioteca, que Mindlin ganhara da mulher, Guita, de aniversário, em 1983. (...)
Às 10h, ouviam-se passos leves descendo a escada, um ritual que se repetia todos os dias. Aos 92 anos, lúcido e sempre bem-humorado, o senhor chegava para mais uma jornada de trabalho. (...) As “graças” eram leitoras vorazes e estavam sempre bem informadas sobre os lançamentos do mercado editorial. Ao contratar suas colaboradoras, Mindlin fazia uma única exigência: que lessem muito, o tempo todo.
Em 2006, míope e vítima de uma deformação na retina, o maior bibliófilo do Brasil já não conseguia ler sozinho. Mas continuava devorando livros. Elas se revezavam na tarefa diária de ler em voz alta para ele. A leitura daquela manhã foi Equador, romance histórico do jornalista
português Miguel Sousa Tavares. A cena era tocante: sentado no canto do sofá, imóvel, de olhos fechados, o corpo franzino, as mãos postas sobre os joelhos, Mindlin sorvia cada frase e cada palavra da voz de Cristina Antunes, que preenchia o silêncio da biblioteca. A sensação de prazer no seu rosto era indisfarçável – como se aquele fosse o último, o único, o melhor de todos os oito mil livros que dizia ter lido na vida.
Mindlin morreu em fevereiro de 2010, aos 95 anos. Um de seus últimos e sempre grandiosos gestos foi doar o tesouro bibliográfico para a Universidade de São Paulo. É um dos centros de pesquisa mais modernos do Brasil, com todo o acervo digitalizado e disponível pela internet. A tecnologia facilitará muito a vida dos futuros pesquisadores, mas dificilmente reproduzirá a experiência de adentrar naquele santuário enquanto seu criador ainda estava vivo. É ela que levo para sempre na memória. Laurentino Gomes
Adaptado de oglobo.globo.com, 07/09/2014.
Releia o fragmento abaixo e, depois, responda à questão.
Ao contratar suas colaboradoras, Mindlin fazia uma única exigência: que lessem muito,
Para manter a coerência, ao substituir a palavra “exigência” por “previsão”, o verbo “ler” pode ser flexionado assim:
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