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3894625 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.

O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.

Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.

Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa.

Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.

Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.

Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.

A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.

Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.

A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado."

Analise o emprego da crase no enunciado acima e identifique a alternativa correta:

 

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3894624 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.

O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.

Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.

Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa.

Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.

Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.

Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.

A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.

Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.

A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos." O pronome oblíquo 'os' substituiu 'doces' adequadamente. Agora, analise as substituições propostas nos enunciados a seguir:

I.O escritor compõe os livros. (O escritor compõe-no).

II.Os negociantes vendem as mercadorias. (Os negociantes vendem-nas).

III.O chapeleiro faz chapéus. (O chapeleiro fá-los).

IV.Eu amo você muito. (Eu lhe amo muito).

Quanto à substituição dos complementos pelos pronomes oblíquos, estão corretas:

 

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3894623 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.

O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.

Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.

Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa.

Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.

Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.

Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.

A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.

Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.

A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração." Com base na estruturação linguística do texto, julgue as afirmativas:

I.As expressões 'das rainhas' e 'de receitas' exercem a mesma função sintática no período apresentado.

II.A expressão 'feitas' exerce a mesma função sintática da expressão destacada em: A tarde permaneceu 'chuvosa'.

III.A expressão 'principalmente' exerce a função sintática de adjunto adverbial, destacando qual aspecto da alteração é mais evidente.

IV.As expressões 'você' e 'que' desempenham a mesma função sintática na estrutura da oração, atuando como termos essenciais, indispensáveis para a construção do sentido completo do enunciado.

É correto o que se afirma em:

 

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3894622 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.

O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.

Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.

Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa.

Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.

Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.

Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.

A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.

Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.

A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos."

Os vícios de linguagem são erros gramaticais causados por descuido ou falta de conhecimento das normas em diversos níveis da língua.

No trecho acima, observa-se um vício de linguagem denominado:

 

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3894621 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.

O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.

Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.

Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa.

Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.

Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.

Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.

A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.

Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.

A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

Quanto à acentuação dos vocábulos extraídos do texto, julgue as afirmativas a seguir:

I.Considerando-se unicamente as regras de acentuação, o vocábulo 'Luís' está acentuado corretamente; porém, se fosse grafado com 'z', como em 'Luiz', não levaria acento.

II.Os vocábulos 'país', 'extraído' e 'açaí' são palavras acentuadas corretamente, no entanto, seguem regras distintas de acentuação.

III.Os vocábulos 'séculos' e 'Páscoa' seguem as regras de acentuação das palavras proparoxítonas.

IV.O vocábulo 'oceania' é um exemplo de palavra que possui dupla prosódia, isto é, pode ser pronunciada de duas maneiras: Oceania ou Oceânia.

É correto o que se afirma em:

 

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3894620 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC
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A promoção da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é uma preocupação crescente nas organizações. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Programas de QVT devem se restringir a oferecer benefícios como plano de saúde e vale-alimentação, pois estes são os principais fatores de satisfação.

(__)A integração eficaz de funcionários com deficiência é um componente importante da QVT, pois promove um ambiente de trabalho mais inclusivo, diverso e respeitoso.

(__)O conceito de QVT envolve apenas a ausência de fatores negativos, como estresse e acidentes, não se preocupando com a promoção de aspectos positivos, como o desenvolvimento pessoal.

(__)Um clima organizacional positivo, com boas relações interpessoais e suporte da liderança, é um dos principais determinantes da percepção de Qualidade de Vida no Trabalho.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

 

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3894619 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC
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As teorias da personalidade oferecem diferentes visões sobre a estrutura e a dinâmica do psiquismo. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Na teoria psicanalítica de Freud, o Id é a instância psíquica que representa os valores morais e os ideais, funcionando como um "juiz" interno.

(__)A abordagem humanista de Carl Rogers postula que o ser humano possui uma tendência inerente ao crescimento e à autorrealização, denominada tendência atualizante.

(__)A teoria comportamental radical de Skinner explica a personalidade como um conjunto de traços inatos e estáveis que determinam o comportamento do indivíduo em diversas situações.

(__)Para a psicanálise, o Ego opera segundo o princípio da realidade, mediando as exigências do Id, as ordens do Superego e as condições do mundo externo.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

 

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3894618 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC
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A compreensão dos transtornos mentais exige o conhecimento de seus critérios diagnósticos. Sobre o Transtorno Depressivo Maior, conforme o DSM-5, analise as afirmativas a seguir.

I.A presença de humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, ou a perda acentuada de interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades (anedonia) é um critério essencial.

II.A ocorrência de um episódio maníaco ou hipomaníaco em algum momento da vida do indivíduo é um critério de exclusão para o diagnóstico.

III.É necessário que os sintomas estejam presentes por, no mínimo, seis meses e causem sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social e ocupacional.

Está correto o que se afirma em:

 

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3894617 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC
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A avaliação de desempenho é uma ferramenta estratégica na gestão de pessoas. Acerca dos objetivos e métodos deste processo, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Um dos objetivos da avaliação de desempenho é identificar as necessidades de treinamento e desenvolvimento dos colaboradores.

(__)A avaliação de desempenho deve ser utilizada como um instrumento para subsidiar decisões sobre remuneração e promoções.

(__)O método de avaliação por objetivos consiste em comparar o desempenho do funcionário com o de seus colegas de equipe, criando um ranking de performance.

(__)O feedback é uma etapa crucial do processo de avaliação de desempenho, devendo ser conduzido de forma construtiva e dialogada.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

 

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3894616 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Jardinópolis-SC
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A avaliação de desempenho é um processo crucial na gestão de pessoas, visando analisar a performance do indivíduo no trabalho. Considerando os objetivos e métodos deste processo, analise as afirmativas a seguir.

I.Um dos principais objetivos da avaliação de desempenho é fornecer feedback aos funcionários, permitindo que eles compreendam seus pontos fortes e as áreas que necessitam de desenvolvimento.

II.A avaliação de desempenho serve como um subsídio importante para a tomada de decisões gerenciais, como promoções, transferências, treinamentos e desligamentos.

III.O método de avaliação 360 graus consiste em o funcionário ser avaliado exclusivamente por seu superior imediato, que tem a visão mais completa de seu trabalho.

Está correto o que se afirma em:

 

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