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Segundo o manual do MS, doenças infecciosas e parasitárias, aquelas doenças que surgiram, ou foram identificadas, em período recente, ou aquelas que assumiram novas condições de transmissão, seja devido a modificações das características do agente infeccioso, seja passando de doenças raras a restritas para constituírem problemas de saúde pública são denominadas doenças:
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Considere o seguinte quadro clínico: doença infecciosa febril de início abrupto, que pode variar desde um processo inaparente até formas graves, com alta letalidade. Geração de infecção humana através da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados.
A penetração do microrganismo ocorre através da pele com presença de lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através da mucosa. Uma das formas de medidas de prevenção está relacionada a fonte de infecção, tais como controle de roedores. O quadro se refere a:
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O combate ao Aedes aegypti no Brasil foi institucionalizado de forma sistematizada a partir do século XIX. Em consequência da necessidade de implantação do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Brasil, foi criado o Manual de Normas Técnicas do Ministério da Saúde (MS) contendo instruções para o pessoal de combate ao vetor Aedes aegypti. Segundo o Manual em sua terceira edição de 2001, todos os depósitos, tanques, pneus, cisternas entre outros, que contenham água podem servir como criadouro ou foco desse mosquito, por isso devem cuidadosamente ser:
A. inspecionados.
B. tratados.
C. eliminados.
( ) aquele que foi inutilizado como criadouro.
( ) aquele que foi aplicado larvicida ou adulticida.
( ) aquele que contém água parada, onde o agente de saúde utiliza o auxílio de luz ou pesca-larva para examiná-lo.
A sequência correta que define cada uma das três ações citadas acima, realizadas pelos agentes de saúde junto aos postos, conforme o manual do MS é:
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O programa de controle de roedores de um determinado município deve estar fundamentado em dados que mostrem às autoridades da região os prejuízos econômicos e sanitários causados pela proliferação desses animais. Nos municípios de pequeno porte, estes dados nem sempre são de fácil obtenção, sendo necessária a reunião do maior número de informações possível, a fim de oferecer suporte a uma proposta de implantação de um programa. Segundo o Manual de Controle de Roedores do MS de 2002, os itens que devem ser levantados para o diagnóstico do problema de roedores são:
I. identificação e caracterização do município.
II. levantamento dos problemas causados por roedores à população e à economia do município.
III. pesquisa domiciliar para coleta de dados com relação à visualização por parte da comunidade, de roedores nos tetos das casas.
IV. levantamento do índice de infestação predial.
Estão corretas, apenas:
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A operacionalização da vigilância epidemiológica compreende um ciclo de funções específicas e intercomplementares, desenvolvidas de modo contínuo, permitindo conhecer, a cada momento, o comportamento da doença ou agravo selecionado como alvo das ações, para que as medidas de intervenção pertinentes possam ser desencadeadas com oportunidade e eficácia. São funções da vigilância epidemiológica:
I. coleta e processamento de dados.
II. análise e interpretação dos dados processados.
III. recomendação das medidas de prevenção e controle apropriadas.
IV. promoção das ações de prevenção e controle indicadas.
Estão corretas:
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Doença de notificação compulsória nacional, conhecida também como “Úlcera de Bauru”, “Nariz de tapir” e “Botão do oriente”, é primeiramente uma infecção zoonótica, que afeta outros animais que não o homem, o qual pode ser envolvido secundariamente. Já foram registradas como hospedeiros e possíveis reservatórios naturais algumas espécies de roedores, marsupiais, edentados e canídeos silvestres. A doença descrita refere-se ao(à):
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Arboviroses são as doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem, de acordo com o portal do CONASS, os vírus da:
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Sejam os conjuntos A ={a,c,e, f , i, s};
B ={c,d,e, f , g}; C ={a, j, r,u}.
Assinale a alternativa correta.
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A ÁGUIA E A GALINHA
Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse a rainha de todos os pássaros.
Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro não é uma galinha. É uma águia.
- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor e as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou pra junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! - Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
- No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse uma nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
(História narrada pelo educador popular James Aggrey)
Quanto à regência verbal, todas as alternativas estão corretas, EXCETO em:
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Uma cidade com 52 000 habitantes tem 54% de mulheres. Sabendo que nessa cidade 35% das mulheres são casadas, o número de mulheres solteiras é:
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