Os materiais de moldagem são usados para produzir uma réplica detalhada dos dentes e dos tecidos da cavidade oral. Desta réplica, ou moldagem, pode ser feito um modelo que será utilizado na confecção de próteses totais, próteses parciais, coroas, pontes e restaurações intracoronárias. Os materiais de moldagem podem ser classificados em materiais rígidos e elásticos. É um material rígido:
Como pode-se ver, no desenho abaixo está representada a arcada superior da dentição permanente. Portanto, pode-se dizer que I e II correspondem, respectivamente, aos elementos:
A erupção dentária é uma expressão usada para se referir ao momento no qual o dente irrompe na cavidade bucal. A cronologia de erupção corresponde à data que o dente irrompe na cavidade bucal. A sequência de erupção é a ordem na qual os dentes irrompem na boca. Para alguns autores, uma sequência de erupção correta é mais importante que a cronologia. Sendo assim, a sequência correta de erupção dos dentes permanentes é:
O período da dentição mista é aquele em que estão presentes na boca dentes decíduos e permanentes, sendo por isso, também chamado de período de transição. Consideramos, que a dentição mista tem início com a erupção dos primeiros molares permanentes e se encerra com a esfoliação dos molares decíduos. Como sabemos, em ambas as arcadas, os seres humanos têm, normalmente:
O processo de esterilização deve ser comprovado por meio de monitoramento físico, químico e biológico. Com relação a tais processos, é correto afirmar que:
Para que se obtenha um adequado processo de esterilização, é fundamental, a etapa do empacotamento e seleção de embalagens. A respeito dessa crucial etapa, é correto dizer que:
A esterilização é o processo que visa destruir ou eliminar todas as formas de vida microbiana presentes, por meio de processos físicos ou químicos. Para garantir a esterilização, é fundamental que os passos do processamento de artigos sejam seguidos corretamente.
Na Odontologia, os processos de esterilização indicados são:
O Artigo 8º da Lei nº 6.259, de 30 de outubro de 1975, diz que é dever de todo cidadão comunicar à autoridade sanitária local a ocorrência de casos de doença transmissível, sendo obrigatória a profissionais de saúde no exercício de sua profissão. A Portaria nº 1943, de 18 de outubro de 2001, definiu a relação de doenças de notificação compulsória para todo o território nacional e a Portaria nº 33, de 14 de julho de 2005, incluiu mais de quatro doenças à relação de notificação compulsória. São doenças constantes na lista de agravos de notificação compulsória:
A Lei nº 8080 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. Essa lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado. É um dos objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS) que constam no Artigo 5º da referida lei: