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Foram encontradas 40 questões.

1673467 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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De acordo com o art. 39, §6° da CF/88, Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário publicarão ________________ os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.

Marque a alternativa que preenche de forma correta a lacuna acima.

 

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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto, inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas(d) interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.(b)
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso(b) de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos(c) jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar(a) que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
Quanto aos recursos da língua usados no texto, é correto afirmar:
 

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1666330 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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Segundo o art. 3º da Constituição Federal de 1988(CF/88), constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, EXCETO:

 

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1665574 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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A respeito do disposto na CF/88 acerca da associação profissional ou sindical, indique a opção INCORRETA.

 

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1658249 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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acordo com o art. 7° da CF/88, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais:

I. Ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de três anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de cinco anos após a extinção do contrato de trabalho.

II. Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

III. Duração do trabalho normal não superior a nove horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

IV. Repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.

A quantidade de assertivas corretas é:

 

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1649489 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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De acordo com o art. 5º, inciso XXXVIII da CF/88, é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados, EXCETO:

 

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1647871 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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Sobre as noções básicas acerca de Estado, Governo e Administração Pública, assinale a opção ERRADA.
 

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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto, inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade(a) nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história(b) de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro.(c) Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo,(d) a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
Exerce a mesma função sintática da expressão “das nações” o termo:
 

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1627919 Ano: 2019
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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De acordo com disposição expressa do art. 6º do Código de Obras e Posturas do município de Jijoca de Jericoacoara, as edificações com mais de ______________ deverão apresentar projeto de segurança contra incêndio, de acordo com as normas do Corpo de Bombeiros e NBR 9077.
Assinale a alternativa que preenche de forma correta a lacuna acima.
 

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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto,(a) inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões,(b) respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real(c) e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.(d)
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
A alternativa em que a oração transcrita tem função restritiva é:
 

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