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Que Deus nos ajude
Recentemente celebramos o Dia Internacional da Mulher. Contrariando muitos, talvez mais sofisticados do que eu, gosto de quaisquer dessas datas "oficiais". Não acho que basta dizer que "todo dia é dia da mãe, do pai, da mulher, do professor". Um momento especial traz tona sentimentos que talvez a banalidade e lutas do dia a dia estejam abafando.
Não considero caretice lembrar certas datas ou pessoas de um jeito diferente, com um abraço mais afetuoso, uma flor, uma lembrança, um
almoço que reúne gente querida. Pois o cotidiano apresenta o perigo da banalização: nem nos damos conta da importância daquela pessoa em nossa vida. Mas, se for caretice, que bom às vezes ser careta. E cuidado com o preconceito contra os caretas... Já temos juÍzes e árbitros demais, moralistas demais, arrogantes demais, cercando todos os setores da nossa vida pública e pessoal.
Volto ao assunto da mulher. Na véspera deste dia 8 de março, duas coisas me deixaram envergonhada de ser mulher brasileira. Uma foi a
invasão do exército de mulheres campesinas de rosto tapado e foices e paus nas mãos, destruindo - pasmem! - mudas de eucalipto, fruto de décadas de pesquisas, estudos e esforços de cientistas, que estavam colocando o Brasil - ao menos nisso, pois andamos na rabeira em quase tudo frente no mundo científico. Eram mudas de eucalipto destinadas a reflorestamento e produção de papel, para evitar desmatamentos.
Cientistas experientes choraram junto com funcionários calejados: o desconsolo foi geral, como em outras ocasiões semelhantes, inclusive
uma invasão e destruição no laboratório de biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foram aniquilados, ante os olhos estarrecidos do mundo, resultados de pesquisas preciosas para o progresso do país e menos miséria.
Essas hordas preferem que se desmate a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica para produzir papel? Isso prova como as massas são manipuláveis, caindo na indigência mental que não deixa enxergar a realidade. Se isso faz parte dos exércitos que o ex-presidente Lula andou convocando, que Deus nos ajude. Outro fato que me preocupou nesses dias foi, mais uma vez, a tentativa de uma figura do governo de banir Monteiro Lobato, o grande e maravilhoso escritor, das escolas (e possivelmente da literatura brasileira ) . A primeira coisa que me veio mente foi queimarem, na Alemanha hitlerista, obras dos mais renomados autores, como parte de purificação "racial".
Essa tentativa de criminalizar Monteiro Lobato é uma calamidade, um desrespeito à cultura brasileira, uma ignorância dos períodos históricos em que cada obra se situa, um perigoso ataque à liberdade, uma desconsideração com os próprios negros e um inadmissível estímulo a mais preconceito.
Enfatizo que tenho pessoas negras na minha família, como árabes e judias, e que nem me orgulho disso nem me preocupo: para mim,
para nós, é apenas natural. É crime instigar o ódio "racial" e de classes, que vemos em afirmações ignorantes como "os brancos de olhos azuis não querem que vocês tenham nada", ou "as elites odeiam os pobres". Ignorar a superação das diferenças, desrespeitar a cultura, e a arte, regalar-se no rancor e no preconceito, isso tudo é tão sério como ignorar a realidade atual que envolve corrupção, omissão, mentiras e nossos direitos ameaçados
A chamada "lista de Janot" revelou dados espantosos sobre o desvio de bilhões que deveríam favorecer o povo tão necessitado. Só investigação e punição rigorosas podem limpar a honra do país e dos brasileiros.
As forças políticas que imperam por aqui permitem muitas dúvidas e receios quanto a isso, mas nem a mais irreal divagação nem a mais doce retórica podem ocultar os riscos que corre a nossa democracia roída pela corrupção. Precisamos de uma liderança firme e competente para que, vencida a dramática situação atual, a gente deixe o fundo do poço e recupere a dignidade que nos roubaram.
E mais uma vez eu digo: que Deus nos ajude!
Disponívelem: <http://veja.abril.com.br/blog/ricardosetti/politi ca-cia/lya-luft-e-a-democracia-roida-pela-corrupcao-quedeus-
nos-ajude/> Acesso em: 27/03/2015
No trecho "(...) uma ignorância dos períodos históricos em que cada obra se situa (...)", a expressão sublinhada pode ser substituída, sem alterar o sentido e a correção gramatical do período por:
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Que Deus nos ajude
Recentemente celebramos o Dia Internacional da Mulher. Contrariando muitos, talvez mais sofisticados do que eu, gosto de quaisquer dessas datas "oficiais". Não acho que basta dizer que "todo dia é dia da mãe, do pai, da mulher, do professor". Um momento especial traz tona sentimentos que talvez a banalidade e lutas do dia a dia estejam abafando.
Não considero caretice lembrar certas datas ou pessoas de um jeito diferente, com um abraço mais afetuoso, uma flor, uma lembrança, um
almoço que reúne gente querida. Pois o cotidiano apresenta o perigo da banalização: nem nos damos conta da importância daquela pessoa em nossa vida. Mas, se for caretice, que bom às vezes ser careta. E cuidado com o preconceito contra os caretas... Já temos juÍzes e árbitros demais, moralistas demais, arrogantes demais, cercando todos os setores da nossa vida pública e pessoal.
Volto ao assunto da mulher. Na véspera deste dia 8 de março, duas coisas me deixaram envergonhada de ser mulher brasileira. Uma foi a
invasão do exército de mulheres campesinas de rosto tapado e foices e paus nas mãos, destruindo - pasmem! - mudas de eucalipto, fruto de décadas de pesquisas, estudos e esforços de cientistas, que estavam colocando o Brasil - ao menos nisso, pois andamos na rabeira em quase tudo frente no mundo científico. Eram mudas de eucalipto destinadas a reflorestamento e produção de papel, para evitar desmatamentos.
Cientistas experientes choraram junto com funcionários calejados: o desconsolo foi geral, como em outras ocasiões semelhantes, inclusive
uma invasão e destruição no laboratório de biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foram aniquilados, ante os olhos estarrecidos do mundo, resultados de pesquisas preciosas para o progresso do país e menos miséria.
Essas hordas preferem que se desmate a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica para produzir papel? Isso prova como as massas são manipuláveis, caindo na indigência mental que não deixa enxergar a realidade. Se isso faz parte dos exércitos que o ex-presidente Lula andou convocando, que Deus nos ajude. Outro fato que me preocupou nesses dias foi, mais uma vez, a tentativa de uma figura do governo de banir Monteiro Lobato, o grande e maravilhoso escritor, das escolas (e possivelmente da literatura brasileira ) . A primeira coisa que me veio mente foi queimarem, na Alemanha hitlerista, obras dos mais renomados autores, como parte de purificação "racial".
Essa tentativa de criminalizar Monteiro Lobato é uma calamidade, um desrespeito à cultura brasileira, uma ignorância dos períodos históricos em que cada obra se situa, um perigoso ataque à liberdade, uma desconsideração com os próprios negros e um inadmissível estímulo a mais preconceito.
Enfatizo que tenho pessoas negras na minha família, como árabes e judias, e que nem me orgulho disso nem me preocupo: para mim,
para nós, é apenas natural. É crime instigar o ódio "racial" e de classes, que vemos em afirmações ignorantes como "os brancos de olhos azuis não querem que vocês tenham nada", ou "as elites odeiam os pobres". Ignorar a superação das diferenças, desrespeitar a cultura, e a arte, regalar-se no rancor e no preconceito, isso tudo é tão sério como ignorar a realidade atual que envolve corrupção, omissão, mentiras e nossos direitos ameaçados
A chamada "lista de Janot" revelou dados espantosos sobre o desvio de bilhões que deveríam favorecer o povo tão necessitado. Só investigação e punição rigorosas podem limpar a honra do país e dos brasileiros.
As forças políticas que imperam por aqui permitem muitas dúvidas e receios quanto a isso, mas nem a mais irreal divagação nem a mais doce retórica podem ocultar os riscos que corre a nossa democracia roída pela corrupção. Precisamos de uma liderança firme e competente para que, vencida a dramática situação atual, a gente deixe o fundo do poço e recupere a dignidade que nos roubaram.
E mais uma vez eu digo: que Deus nos ajude!
Disponívelem: <http://veja.abril.com.br/blog/ricardosetti/politi ca-cia/lya-luft-e-a-democracia-roida-pela-corrupcao-quedeus-
nos-ajude/> Acesso em: 27/03/2015
A vírgula no trecho "Na véspera deste dia 8 de março, (...) foi usada pelo mesmo motivo apresentado pelo trecho da alternativa:
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Dentre as opções abaixo, são doenças ou agravos dê notificação compulsória imediata, mesmo em casos suspeitos:
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Conforme orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, o aleitamento materno exclusivo é indicado até os 6 meses de idade e traz muitas
vantagens para a criança e para a lactante. Acerca disso, assinale a alternativa correta:
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Paciente dê 45 anos com sobrepeso diabético e hipertenso, apresenta"" se no posto médico da empresa com queixa de \ dor no tórax em / aperto com irradiação para o braço esquerdo de início há 5 minutos, com sudorese fria. Considerando que se tratá de uma unidade de atendimento ambulatorial com farmácia básica e sem suporte de vida avançada, a medida que possui impacto na sobrevida deste paciente até que ele seja transferido para unidade>de emergência é:
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Acerca da Conferência Municipal de Saúde, de acordo com as Leis Federal 8.080/1990 e 8.142/1990, assinale a opção correta.
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Recentemente celebramos o Dia Internacional da Mulher. Contrariando muitos, talvez mais sofisticados do que eu, gosto de quaisquer dessas datas "oficiais". Não acho que basta dizer que "todo dia é dia da mãe, do pai, da mulher, do professor". Um momento especial traz tona sentimentos que talvez a banalidade e lutas do dia a dia estejam abafando.
Não considero caretice lembrar certas datas ou pessoas de um jeito diferente, com um abraço mais afetuoso, uma flor, uma lembrança, um
almoço que reúne gente querida. Pois o cotidiano apresenta o perigo da banalização: nem nos damos conta da importância daquela pessoa em nossa vida. Mas, se for caretice, que bom às vezes ser careta. E cuidado com o preconceito contra os caretas... Já temos juÍzes e árbitros demais, moralistas demais, arrogantes demais, cercando todos os setores da nossa vida pública e pessoal.
Volto ao assunto da mulher. Na véspera deste dia 8 de março, duas coisas me deixaram envergonhada de ser mulher brasileira. Uma foi a
invasão do exército de mulheres campesinas de rosto tapado e foices e paus nas mãos, destruindo - pasmem! - mudas de eucalipto, fruto de décadas de pesquisas, estudos e esforços de cientistas, que estavam colocando o Brasil - ao menos nisso, pois andamos na rabeira em quase tudo frente no mundo científico. Eram mudas de eucalipto destinadas a reflorestamento e produção de papel, para evitar desmatamentos.
Cientistas experientes choraram junto com funcionários calejados: o desconsolo foi geral, como em outras ocasiões semelhantes, inclusive
uma invasão e destruição no laboratório de biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foram aniquilados, ante os olhos estarrecidos do mundo, resultados de pesquisas preciosas para o progresso do país e menos miséria.
Essas hordas preferem que se desmate a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica para produzir papel? Isso prova como as massas são manipuláveis, caindo na indigência mental que não deixa enxergar a realidade. Se isso faz parte dos exércitos que o ex-presidente Lula andou convocando, que Deus nos ajude. Outro fato que me preocupou nesses dias foi, mais uma vez, a tentativa de uma figura do governo de banir Monteiro Lobato, o grande e maravilhoso escritor, das escolas (e possivelmente da literatura brasileira) . A primeira coisa que me veio mente foi queimarem, na Alemanha hitlerista, obras dos mais renomados autores, como parte de purificação "racial".
Essa tentativa de criminalizar Monteiro Lobato é uma calamidade, um desrespeito à cultura brasileira, uma ignorância dos períodos históricos em que cada obra se situa, um perigoso ataque à liberdade, uma desconsideração com os próprios negros e um inadmissível estímulo a mais preconceito.
Enfatizo que tenho pessoas negras na minha família, como árabes e judias, e que nem me orgulho disso nem me preocupo: para mim,
para nós, é apenas natural. É crime instigar o ódio "racial" e de classes, que vemos em afirmações ignorantes como "os brancos de olhos azuis não querem que vocês tenham nada", ou "as elites odeiam os pobres". Ignorar a superação das diferenças, desrespeitar a cultura, e a arte, regalar-se no rancor e no preconceito, isso tudo é tão sério como ignorar a realidade atual que envolve corrupção, omissão, mentiras e nossos direitos ameaçados
A chamada "lista de Janot" revelou dados espantosos sobre o desvio de bilhões que deveríam favorecer o povo tão necessitado. Só investigação e punição rigorosas podem limpar a honra do país e dos brasileiros.
As forças políticas que imperam por aqui permitem muitas dúvidas e receios quanto a isso, mas nem a mais irreal divagação nem a mais doce retórica podem ocultar os riscos que corre a nossa democracia roída pela corrupção. Precisamos de uma liderança firme e competente para que, vencida a dramática situação atual, a gente deixe o fundo do poço e recupere a dignidade que nos roubaram.
E mais uma vez eu digo: que Deus nos ajude!
Disponívelem: <http://veja.abril.com.br/blog/ricardosetti/politi ca-cia/lya-luft-e-a-democracia-roida-pela-corrupcao-quedeus-
nos-ajude/> Acesso em: 27/03/2015
Assinale a alternativa que preenche corretamente as linhas contínuas do texto.
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Sobre ariticoncepcionais orais de baixa dosagem considerar as assertivas abaixo:
I. Apresentam menor incidência de efeitos Colaterais e riscos em comparação com os de média e alta dosagem.
II. Podem ser usados por pacientes com trombofilias hereditárias.
III. Câncer de mama e hepatopatia contra indicam seu uso.
É(São) correta(s) a(s) assertiva(s):
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Recentemente celebramos o Dia Internacional da Mulher. Contrariando muitos, talvez mais sofisticados do que eu, gosto de quaisquer dessas datas "oficiais". Não acho que basta dizer que "todo dia é dia da mãe, do pai, da mulher, do professor". Um momento especial traz tona sentimentos que talvez a banalidade e lutas do dia a dia estejam abafando.
Não considero caretice lembrar certas datas ou pessoas de um jeito diferente, com um abraço mais afetuoso, uma flor, uma lembrança, um
almoço que reúne gente querida. Pois o cotidiano apresenta o perigo da banalização: nem nos damos conta da importância daquela pessoa em nossa vida. Mas, se for caretice, que bom às vezes ser careta. E cuidado com o preconceito contra os caretas... Já temos juÍzes e árbitros demais, moralistas demais, arrogantes demais, cercando todos os setores da nossa vida pública e pessoal.
Volto ao assunto da mulher. Na véspera deste dia 8 de março, duas coisas me deixaram envergonhada de ser mulher brasileira. Uma foi a
invasão do exército de mulheres campesinas de rosto tapado e foices e paus nas mãos, destruindo - pasmem! - mudas de eucalipto, fruto de décadas de pesquisas, estudos e esforços de cientistas, que estavam colocando o Brasil - ao menos nisso, pois andamos na rabeira em quase tudo frente no mundo científico. Eram mudas de eucalipto destinadas a reflorestamento e produção de papel, para evitar desmatamentos.
Cientistas experientes choraram junto com funcionários calejados: o desconsolo foi geral, como em outras ocasiões semelhantes, inclusive
uma invasão e destruição no laboratório de biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foram aniquilados, ante os olhos estarrecidos do mundo, resultados de pesquisas preciosas para o progresso do país e menos miséria.
Essas hordas preferem que se desmate a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica para produzir papel? Isso prova como as massas são manipuláveis, caindo na indigência mental que não deixa enxergar a realidade. Se isso faz parte dos exércitos que o ex-presidente Lula andou convocando, que Deus nos ajude. Outro fato que me preocupou nesses dias foi, mais uma vez, a tentativa de uma figura do governo de banir Monteiro Lobato, o grande e maravilhoso escritor, das escolas (e possivelmente da literatura brasileira ) . A primeira coisa que me veio mente foi queimarem, na Alemanha hitlerista, obras dos mais renomados autores, como parte de purificação "racial".
Essa tentativa de criminalizar Monteiro Lobato é uma calamidade, um desrespeito à cultura brasileira, uma ignorância dos períodos históricos em que cada obra se situa, um perigoso ataque à liberdade, uma desconsideração com os próprios negros e um inadmissível estímulo a mais preconceito.
Enfatizo que tenho pessoas negras na minha família, como árabes e judias, e que nem me orgulho disso nem me preocupo: para mim,
para nós, é apenas natural. É crime instigar o ódio "racial" e de classes, que vemos em afirmações ignorantes como "os brancos de olhos azuis não querem que vocês tenham nada", ou "as elites odeiam os pobres". Ignorar a superação das diferenças, desrespeitar a cultura, e a arte, regalar-se no rancor e no preconceito, isso tudo é tão sério como ignorar a realidade atual que envolve corrupção, omissão, mentiras e nossos direitos ameaçados
A chamada "lista de Janot" revelou dados espantosos sobre o desvio de bilhões que deveríam favorecer o povo tão necessitado. Só investigação e punição rigorosas podem limpar a honra do país e dos brasileiros.
As forças políticas que imperam por aqui permitem muitas dúvidas e receios quanto a isso, mas nem a mais irreal divagação nem a mais doce retórica podem ocultar os riscos que corre a nossa democracia roída pela corrupção. Precisamos de uma liderança firme e competente para que, vencida a dramática situação atual, a gente deixe o fundo do poço e recupere a dignidade que nos roubaram.
E mais uma vez eu digo: que Deus nos ajude!
Disponívelem: <http://veja.abril.com.br/blog/ricardosetti/politi ca-cia/lya-luft-e-a-democracia-roida-pela-corrupcao-quedeus-
nos-ajude/> Acesso em: 27/03/2015
A palavra sublinhada no trecho: "Pois o cotidiano apresenta o perigo da banalização(...)" pode ser substituída por:
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Acerca da responsabilidade profissional prevista no Código de Ética Médica, Resolução CFM n. 1931, de 17 de setembro 2009, assinale a opção correta:
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