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Foram encontradas 1.416 questões.

765651 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG

Um funcionário de uma obra em construção, acidentalmente, preencheu completamente um tanque em formato cilíndrico com um combustível, sem observar que dentro desse tanque já havia 5 tijolos comuns, com formato de paralelepípedos reto retângulos. As dimensões do tanque são de 90 cm de altura e de 25 cm de raio da base, e as dimensões do tijolo são de 20 cm de comprimento, 9,5 cm de altura e 7,5 cm de largura. Considerando enunciado 765651-1o volume de combustível que foi efetivamente colocado nesse tanque, em centímetros cúbicos, é igual a

 

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765650 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Um colecionador de selos dispõe de 50 selos para serem colados em um álbum composto de 8 páginas. Nesse álbum, ainda não foi colado nenhum selo e em cada página podem ser colados até 6 selos. Após o colecionador ter preenchido todo esse álbum, colando o máximo de selos permitidos por página, o total de selos que sobraram, sem serem colados no álbum, é igual a
 

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765648 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Um médico receitou um remédio a sua paciente que deve ser tomado seis vezes ao dia em intervalos iguais. Se essa paciente tomou a primeira dose desse remédio às 4 horas da madrugada, então ela irá tomar a quarta dose exatamente às
 

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765647 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Diariamente um morador adiciona cloro à água da piscina de sua casa, que sempre está totalmente cheia de água, baseado na seguinte proporção: são 250 ml de cloro para cada 2 m3 de água na piscina. Se a piscina desse morador possui o formato de uma paralelepípedo reto-retângulo e suas medidas internas são iguais a 12 m de largura, 20 m de comprimento e profundidade de 1,8 m, então a quantidade de litros de cloro que esse morador deverá adicionar à água da piscina totalmente cheia da sua casa, diariamente, será igual a
 

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765644 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
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Na realidade, seus amigos não gostam de você,

diz a ciência


Sabe da última? As pessoas que você acha que são suas amigas provavelmente não são. Na verdade, de um modo geral, você é terrível em julgar a forma como as outras pessoas se sentem sobre você.

Esta conclusão otimista e iluminada saiu de um estudo publicado na PLOS ONE, que descobriu que quase metade das pessoas que pensamos ser nossos amigos não compartilham do sentimento.

Cientistas da Tel Aviv University trabalharam com pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology para avaliar o que 84 alunos de graduação israelenses pensam sobre seus colegas em uma escala de zero a cinco. Um zero significaria algo como “não conheço essa pessoa”, um três significava “amigo” e um cinco seria “um dos melhores amigos”.

Os pesquisadores também perguntaram aos alunos como eles achavam que seus amigos iriam avaliá-los. Apenas metade dos alunos que acharam que suas classificações sobre seus amigos seriam igualmente retribuídas estavam certos. 47% das classificações de amizade foram unilaterais, com um aluno classificando outro como amigo, mas não sendo classificado da mesma forma.

“A maioria das pessoas está errada sobre metade dos seus relacionamentos”, disse o Dr. Erez Shmueli, um dos autores do estudo, em uma entrevista por telefone. “Somos muito ruins em julgar os tipos de relacionamentos que temos”. Isso é lamentável, já que esta habilidade é crucial para determinar nossa própria influência social.

Dito isso, os pesquisadores descobriram alguns fatores que poderiam ajudar a prever se duas pessoas selecionariam um ao outro como amigos. Um dos fatores era o tamanho do círculo social de ambos e o outro, o número aproximado de amigos. Uma pessoa com poucos amigos, por exemplo tinha uma maior probabilidade de sentir uma conexão unilateral com alguém que tem muitos amigos, o que parece bastante intuitivo. Então, se os fatores que determinam nossas amizades parecem tão óbvios, por que erramos tanto em nossos julgamentos? Os pesquisadores acham que o ego é um ponto cego que nos impede de reconhecer quando as amizades são mútuas ou unilaterais.

“Se você considera alguém como amigo, você automaticamente espera que a pessoa sinta o mesmo”, disse Shmueli. Ou, como foi dito na pesquisa, “uma amizade não recíproca desafia a autoimagem”.

Então, basicamente, se você quer ter bons resultados na hora de saber quem são seus amigos verdadeiros, é melhor superar o ego e encarar a realidade de seus relacionamentos de forma honesta. “Em nossa vida diária, como indivíduos, podemos tentar entender os tipos de relacionamentos que temos de fato”, disse Shmueli. “Em quem podemos realmente confiar?”.


Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/na-realidade-seus-amigos-n%C3%A3o-gostam-de-voc%C3%AA-diz-081853584.html?-

nhp=1. Acesso em 10 mai. 2016.

Em relação ao uso dos porquês, assinale a alternativa correta.
 

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765643 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
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A internet pode ser mais estressante do que você imagina
Maribel Barros
Você anda estressado? Se a resposta para esta pergunta for sim, é possível que seu tempo na internet seja parcialmente responsável por isso, de acordo com um relatório da empresa Ericsson.
A cada dia, estamos mais conectados à internet, graças aos dispositivos móveis e todas as facilidades tecnológicas, mas poucos de nós percebem que isso pode ser uma poderosa fonte de estresse. Mas você sabia que o simples fato de carregar um vídeo aumenta a sua frequência cardíaca em até 38%?
Para chegar a esta conclusão, estudamos a atividade cerebral, a movimentação ocular e a pulsação de 30 voluntários na Dinamarca e determinamos como eles reagem a uma baixa velocidade de carregamento na internet. Todos eles receberam um dispositivo para assistir um vídeo na internet e foram divididos pelo tempo de carregamento de cada conexão.
O primeiro grupo não teve tempo de espera. O nível de estresse registrado foi de 13 pontos, considerado o valor base para futuras comparações.
O segundo grupo, que sofreu um atraso de dois segundos, registrou 16 pontos na escala de tensão, um aumento de 23%. O terceiro grupo, cuja conexão demorava até 6 segundos para carregar o vídeo, registrou um nível de estresse de 19 pontos, o equivalente a um aumento de 46%.
Além disso, eles notaram que, em média, os batimentos cardíacos dos participantes aumentaram em 38%.
Como se deu esta comparação?
Para nos dar uma maneira de comparar o estresse gerado por carregar um vídeo em uma internet lenta, gestores indicaram marcadores de estresse em várias outras atividades.
É correto afirmar, por exemplo, que o estresse causado por esta atividade é maior do que:
* Esperar na fila do supermercado.
* Assistir a um programa melodramático de televisão.
* Estar à beira de um precipício (literalmente).
* Assistir a um filme de terror.
Aparentemente, o estresse de esperar um vídeo carregar é igual ao gerado para resolver um problema de matemática.
Embora os resultados sejam interessantes, devem ser encarados com certa desconfiança, já que a Ericsson continua a ser uma empresa envolvida no negócio das conexões de internet e a amostragem não foi muito significativa. No entanto, há de se considerar que este estudo se baseou apenas no estresse gerado por carregar um vídeo e não em outros elementos, como participar de redes sociais, mensagens instantâneas, mapas, GPS e várias outras atividades estressantes disponíveis na internet.
[...]
“Viver um momento estressante não é o mesmo que viver sob estresse. A primeira situação é normal, inesperada e gerada pelo ambiente, enquanto a segunda é tóxica, gerada e procurada por nós mesmos, pois se tornou um hábito que nos impede de viver de outra forma”. Bernardo Stamateas.
Disponível em: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/144190143264/a-
internet-pode-ser-mais-estressante-do-que-voc%C3%AA. Acesso
em: 10 mai. 2016.
As palavras “poucos”, “estresse” e “cardíacos” são, respectivamente,
 

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765640 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG

Texto 3

Médico x “Dr. Google”


Não bastassem os alertas feitos durante as consultas, os meios de comunicação de massa estão sempre publicando reportagens e entrevistas com médicos sobre os riscos da automedicação. Se há algum tempo a Medicina tinha como grandes concorrentes os autodidatas e as crendices populares, com suas receitas infalíveis para todo tipo de doença, hoje o quadro ficou ainda mais grave. Com as infinitas informações veiculadas pela Internet, um certo senhor virtual armou-se de estetoscópio, colocou o jaleco e está disponível 24 horas para atender e diagnosticar os sintomas de pacientes desesperados em busca de alívio e cura para seus males. [...]

Os benefícios da Internet são inegáveis, mas nada substitui o relacionamento direto. O médico precisa ver o paciente e se este hoje já entra no consultório com uma série de informações que antes não tinha, o profissional deve estar pronto para dialogar e apontar os caminhos corretos. Não basta fazer críticas à Internet. Para a pesquisadora da Universidade de São Paulo, Wilma Madeira, o conhecimento adquirido na rede pode fazer com que o paciente questione melhor os “médicos reais”, pois terá acesso e compreenderá o significado de termos técnicos e de protocolos de atendimento. “Se não entendo o especialista, como posso questioná-lo?”, ela pergunta, destacando que poderá haver uma melhora na relação médico-paciente: “Se o médico entende dúvidas e angústias do paciente, poderá diagnosticá-lo melhor”.

Mas não é a Internet quem deve fazer o diagnóstico e a prescrição dos remédios. Imaginem se o cidadão, leigo e com problema cardíaco, for interpretar determinado exame pela Internet. Ali poderá deduzir que sua doença é tal e que até corre o risco de uma morte súbita. Como a tendência é quase sempre valorizar o pior, com certeza terá seus batimentos cardíacos acelerados sobremaneira. Por isto, para evitar alardes, melhor ir diretamente ao médico. [...]

(Fonte: https://prodoctor.net/blog/2015/08/medico-x-dr-google/)

Assinale a alternativa correta quanto à relação estabelecida entre as orações pelas expressões destacadas.
 

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765639 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
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A internet pode ser mais estressante do que você imagina
Maribel Barros
Você anda estressado? Se a resposta para esta pergunta for sim, é possível que seu tempo na internet seja parcialmente responsável por isso, de acordo com um relatório da empresa Ericsson.
A cada dia, estamos mais conectados à internet, graças aos dispositivos móveis e todas as facilidades tecnológicas, mas poucos de nós percebem que isso pode ser uma poderosa fonte de estresse. Mas você sabia que o simples fato de carregar um vídeo aumenta a sua frequência cardíaca em até 38%?
Para chegar a esta conclusão, estudamos a atividade cerebral, a movimentação ocular e a pulsação de 30 voluntários na Dinamarca e determinamos como eles reagem a uma baixa velocidade de carregamento na internet. Todos eles receberam um dispositivo para assistir um vídeo na internet e foram divididos pelo tempo de carregamento de cada conexão.
O primeiro grupo não teve tempo de espera. O nível de estresse registrado foi de 13 pontos, considerado o valor base para futuras comparações.
O segundo grupo, que sofreu um atraso de dois segundos, registrou 16 pontos na escala de tensão, um aumento de 23%. O terceiro grupo, cuja conexão demorava até 6 segundos para carregar o vídeo, registrou um nível de estresse de 19 pontos, o equivalente a um aumento de 46%.
Além disso, eles notaram que, em média, os batimentos cardíacos dos participantes aumentaram em 38%.
Como se deu esta comparação?
Para nos dar uma maneira de comparar o estresse gerado por carregar um vídeo em uma internet lenta, gestores indicaram marcadores de estresse em várias outras atividades.
É correto afirmar, por exemplo, que o estresse causado por esta atividade é maior do que:
* Esperar na fila do supermercado.
* Assistir a um programa melodramático de televisão.
* Estar à beira de um precipício (literalmente).
* Assistir a um filme de terror.
Aparentemente, o estresse de esperar um vídeo carregar é igual ao gerado para resolver um problema de matemática.
Embora os resultados sejam interessantes, devem ser encarados com certa desconfiança, já que a Ericsson continua a ser uma empresa envolvida no negócio das conexões de internet e a amostragem não foi muito significativa. No entanto, há de se considerar que este estudo se baseou apenas no estresse gerado por carregar um vídeo e não em outros elementos, como participar de redes sociais, mensagens instantâneas, mapas, GPS e várias outras atividades estressantes disponíveis na internet.
[...]
“Viver um momento estressante não é o mesmo que viver sob estresse. A primeira situação é normal, inesperada e gerada pelo ambiente, enquanto a segunda é tóxica, gerada e procurada por nós mesmos, pois se tornou um hábito que nos impede de viver de outra forma”. Bernardo Stamateas.
Disponível em: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/144190143264/a-
internet-pode-ser-mais-estressante-do-que-voc%C3%AA. Acesso
em: 10 mai. 2016.
Qual tipologia textual predomina no texto “A internet pode ser mais estressante do que você imagina”?
 

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765635 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
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Na realidade, seus amigos não gostam de você,

diz a ciência


Sabe da última? As pessoas que você acha que são suas amigas provavelmente não são. Na verdade, de um modo geral, você é terrível em julgar a forma como as outras pessoas se sentem sobre você.

Esta conclusão otimista e iluminada saiu de um estudo publicado na PLOS ONE, que descobriu que quase metade das pessoas que pensamos ser nossos amigos não compartilham do sentimento.

Cientistas da Tel Aviv University trabalharam com pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology para avaliar o que 84 alunos de graduação israelenses pensam sobre seus colegas em uma escala de zero a cinco. Um zero significaria algo como “não conheço essa pessoa”, um três significava “amigo” e um cinco seria “um dos melhores amigos”.

Os pesquisadores também perguntaram aos alunos como eles achavam que seus amigos iriam avaliá-los. Apenas metade dos alunos que acharam que suas classificações sobre seus amigos seriam igualmente retribuídas estavam certos. 47% das classificações de amizade foram unilaterais, com um aluno classificando outro como amigo, mas não sendo classificado da mesma forma.

“A maioria das pessoas está errada sobre metade dos seus relacionamentos”, disse o Dr. Erez Shmueli, um dos autores do estudo, em uma entrevista por telefone. “Somos muito ruins em julgar os tipos de relacionamentos que temos”. Isso é lamentável, já que esta habilidade é crucial para determinar nossa própria influência social.

Dito isso, os pesquisadores descobriram alguns fatores que poderiam ajudar a prever se duas pessoas selecionariam um ao outro como amigos. Um dos fatores era o tamanho do círculo social de ambos e o outro, o número aproximado de amigos. Uma pessoa com poucos amigos, por exemplo tinha uma maior probabilidade de sentir uma conexão unilateral com alguém que tem muitos amigos, o que parece bastante intuitivo. Então, se os fatores que determinam nossas amizades parecem tão óbvios, por que erramos tanto em nossos julgamentos? Os pesquisadores acham que o ego é um ponto cego que nos impede de reconhecer quando as amizades são mútuas ou unilaterais.

“Se você considera alguém como amigo, você automaticamente espera que a pessoa sinta o mesmo”, disse Shmueli. Ou, como foi dito na pesquisa, “uma amizade não recíproca desafia a autoimagem”.

Então, basicamente, se você quer ter bons resultados na hora de saber quem são seus amigos verdadeiros, é melhor superar o ego e encarar a realidade de seus relacionamentos de forma honesta. “Em nossa vida diária, como indivíduos, podemos tentar entender os tipos de relacionamentos que temos de fato”, disse Shmueli. “Em quem podemos realmente confiar?”.


Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/na-realidade-seus-amigos-n%C3%A3o-gostam-de-voc%C3%AA-diz-081853584.html?-

nhp=1. Acesso em 10 mai. 2016.

Em “[...] disse o Dr. Erez Shmueli, um dos autores do estudo, em uma entrevista por telefone.”, o trecho destacado é um
 

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765634 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
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Na realidade, seus amigos não gostam de você,

diz a ciência


Sabe da última? As pessoas que você acha que são suas amigas provavelmente não são. Na verdade, de um modo geral, você é terrível em julgar a forma como as outras pessoas se sentem sobre você.

Esta conclusão otimista e iluminada saiu de um estudo publicado na PLOS ONE, que descobriu que quase metade das pessoas que pensamos ser nossos amigos não compartilham do sentimento.

Cientistas da Tel Aviv University trabalharam com pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology para avaliar o que 84 alunos de graduação israelenses pensam sobre seus colegas em uma escala de zero a cinco. Um zero significaria algo como “não conheço essa pessoa”, um três significava “amigo” e um cinco seria “um dos melhores amigos”.

Os pesquisadores também perguntaram aos alunos como eles achavam que seus amigos iriam avaliá-los. Apenas metade dos alunos que acharam que suas classificações sobre seus amigos seriam igualmente retribuídas estavam certos. 47% das classificações de amizade foram unilaterais, com um aluno classificando outro como amigo, mas não sendo classificado da mesma forma.

“A maioria das pessoas está errada sobre metade dos seus relacionamentos”, disse o Dr. Erez Shmueli, um dos autores do estudo, em uma entrevista por telefone. “Somos muito ruins em julgar os tipos de relacionamentos que temos”. Isso é lamentável, já que esta habilidade é crucial para determinar nossa própria influência social.

Dito isso, os pesquisadores descobriram alguns fatores que poderiam ajudar a prever se duas pessoas selecionariam um ao outro como amigos. Um dos fatores era o tamanho do círculo social de ambos e o outro, o número aproximado de amigos. Uma pessoa com poucos amigos, por exemplo tinha uma maior probabilidade de sentir uma conexão unilateral com alguém que tem muitos amigos, o que parece bastante intuitivo. Então, se os fatores que determinam nossas amizades parecem tão óbvios, por que erramos tanto em nossos julgamentos? Os pesquisadores acham que o ego é um ponto cego que nos impede de reconhecer quando as amizades são mútuas ou unilaterais.

“Se você considera alguém como amigo, você automaticamente espera que a pessoa sinta o mesmo”, disse Shmueli. Ou, como foi dito na pesquisa, “uma amizade não recíproca desafia a autoimagem”.

Então, basicamente, se você quer ter bons resultados na hora de saber quem são seus amigos verdadeiros, é melhor superar o ego e encarar a realidade de seus relacionamentos de forma honesta. “Em nossa vida diária, como indivíduos, podemos tentar entender os tipos de relacionamentos que temos de fato”, disse Shmueli. “Em quem podemos realmente confiar?”.


Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/na-realidade-seus-amigos-n%C3%A3o-gostam-de-voc%C3%AA-diz-081853584.html?-

nhp=1. Acesso em 10 mai. 2016.

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam o mesmo número de sílabas.
 

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