Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
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Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
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Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.
A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.
A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.
(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)
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Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
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Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
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Observe a charge a seguir:

(Blog do AFTM. https://blogdoaftm.com.br/
charge-halloween-5/, 01.11.2025
Na charge, pode-se afirmar que há
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
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O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
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O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Observe as palavras destacadas nas passagens a seguir:
“O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo.” (1º parágrafo)
“Por isso torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social...” (3º parágrafo)
Essas palavras podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente por
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