Foram encontradas 30 questões.
Disponível em: conexaoambiental.zip.net. Acesso em: 05 nov. 2025.
Na charge, o menino afirma compreender por que precisam de auxílio para sobreviver. A mensagem central do autor critica
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Dos municípios Limítrofes com Juruti, qual deles não faz parte da mesma Unidade Federativa?
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PANACHUK, Lilian; MELO, João Carlos; MUNHOZ, Jânua. (org.). Memórias de Rua: as vivências e as visagens históricas de Juruti. São Paulo: S/E, 2016.
Considerando o texto, é possível concluir que ele tem a função de
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A região do vale amazônico, pelo Tratado de Tordesilhas (1494), era de posse da Coroa espanhola. Assim sendo, a
foz do rio Amazonas foi descoberta por Vicente Yáñez Pinzón, um navegador espanhol que a alcançou em fevereiro de 1500.
Seu primo, Diego de Lepe, também alcançou a foz do rio Amazonas, em abril do mesmo ano. Os portugueses, com a finalidade de consolidar a região como território português, fundaram o Forte do Presépio, na então chamada Santa Maria de Belém
do Grão-Pará. A construção foi a primeira do modelo na Amazônia, e também a mais significativa no território amazônico até
1660. Apesar da construção do Forte, a ocupação do território foi desde cedo marcada por incursões de Neerlandeses e Ingleses em busca de especiarias. Daí a necessidade dos portugueses de fortificar a área.
Disponível em: www.pa.gov.br. Acesso em: 04 nov. 2025.
O texto apresenta o processo inicial de ocupação da Amazônia pelos portugueses, destacando a fundação do Forte do Presépio em Belém como forma de garantir o domínio sobre a região. Para compreender plenamente o sentido dessa ação, é necessário reconhecer que ela se relaciona
Disponível em: www.pa.gov.br. Acesso em: 04 nov. 2025.
O texto apresenta o processo inicial de ocupação da Amazônia pelos portugueses, destacando a fundação do Forte do Presépio em Belém como forma de garantir o domínio sobre a região. Para compreender plenamente o sentido dessa ação, é necessário reconhecer que ela se relaciona
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FESTRIBAL É RECONHECIDO COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DE NATUREZA IMATERIAL DO PARÁ
A festividade é uma celebração dos costumes indígenas e simboliza a luta dos povos da floresta pela valorização e respeito de suas tradições. Ao longo de suas três décadas de história, o Festribal tem movimentado o turismo da região, atraindo visitantes de todo o Brasil e reunindo um público estimado em cerca de 5 mil pessoas por edição.
Disponível em: oliberal.com. Acesso em: 18 maio, 2025.
Marque a alternativa que apresenta um tipo de patrimônio que pertence à mesma categoria do patrimônio apresentado acima.
A festividade é uma celebração dos costumes indígenas e simboliza a luta dos povos da floresta pela valorização e respeito de suas tradições. Ao longo de suas três décadas de história, o Festribal tem movimentado o turismo da região, atraindo visitantes de todo o Brasil e reunindo um público estimado em cerca de 5 mil pessoas por edição.
Disponível em: oliberal.com. Acesso em: 18 maio, 2025.
Marque a alternativa que apresenta um tipo de patrimônio que pertence à mesma categoria do patrimônio apresentado acima.
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TEXTO I
O geógrafo Milton Santos, no início dos anos 2000, propôs a regionalização brasileira segundo o meio técnico- científico-informacional os critérios de regionalização estão ligados a inserção das regiões brasileiras ao meio técnico- científico- informacional sendo as regiões diferenciadas pela densidade de recursos técnicos, informacionais e pela rede de transporte e comunicação integradas às atividades econômicas. Essa possibilidade de regionalização é conhecida como os “quatro brasis”: Região Amazônica, Nordeste, Centro-Oeste e região Concentrada.
Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
TEXTO II

Brasil: regiões geoeconômicas. Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
De acordo com os textos, o critério usado por Milton Santos para propor a regionalização do Brasil baseia-se principalmente em
O geógrafo Milton Santos, no início dos anos 2000, propôs a regionalização brasileira segundo o meio técnico- científico-informacional os critérios de regionalização estão ligados a inserção das regiões brasileiras ao meio técnico- científico- informacional sendo as regiões diferenciadas pela densidade de recursos técnicos, informacionais e pela rede de transporte e comunicação integradas às atividades econômicas. Essa possibilidade de regionalização é conhecida como os “quatro brasis”: Região Amazônica, Nordeste, Centro-Oeste e região Concentrada.
Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
TEXTO II

Brasil: regiões geoeconômicas. Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
De acordo com os textos, o critério usado por Milton Santos para propor a regionalização do Brasil baseia-se principalmente em
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Nas décadas de 1970 e 1980, o município de Juruti possuía como característica uma economia de subsistência, baseada na agricultura familiar e pesca em pequena escala. Grande parte da população morava na zona rural a qual se dividia
em região planaltina (terra firme) e várzea (ribeirinhos do rio Amazonas e seus afluentes). Mesmo os residentes na sede do
município tinham algum tipo de relação com o trabalho na roça. Algumas famílias que moravam em terra firme cultivavam
pequenas roças de mandioca, macaxeira, milho e alternavam com a criação de animais, como galinha, porco e pequenos
rebanhos de gado. Os ribeirinhos também cultivavam pequenas roças de mandioca, criação de animais e plantavam juta, que
era uma fibra utilizada para a fabricação de sacas para armazenar alimentos, principalmente, o café. Nesse período, a produção da fibra estava em franca decadência devido à concorrência com a fibra asiática.
COUTO, Raimundo Jorge da Cruz; COLARES, Anselmo Alencar. “História de saberes amazônicos e emancipação política: o artesanato em Juruti-PA”. Revista Cocar. v.15, n.33, 2021.
O texto descreve a cidade de Juruti nas décadas de 1970 e 1980, marcada pela agricultura familiar, pesca e pequenas criações, reconhecidas como economias sustentáveis. Considerando esse contexto, qual modelo de economia mais se aproxima das práticas citadas pelos autores?
COUTO, Raimundo Jorge da Cruz; COLARES, Anselmo Alencar. “História de saberes amazônicos e emancipação política: o artesanato em Juruti-PA”. Revista Cocar. v.15, n.33, 2021.
O texto descreve a cidade de Juruti nas décadas de 1970 e 1980, marcada pela agricultura familiar, pesca e pequenas criações, reconhecidas como economias sustentáveis. Considerando esse contexto, qual modelo de economia mais se aproxima das práticas citadas pelos autores?
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3982336
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
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É alta madrugada quando um estrondo rompe o silêncio na floresta. A pequena Amanda, de 3 anos, com o coração
disparado, corre para a rede do avô. “Ela sempre se assusta quando jogam essa âncora. Depois disso, ninguém mais dorme na
comunidade”. Quem fala é Amarildo Santos de Jesus, liderança [quilombola] na comunidade de Boa Vista.
Instalada a apenas 500 metros de Boa Vista na década de 1970, a mineradora transformou o estilo de vida da comunidade. Os quilombolas tiveram boa parte de seu território expropriado e viram a rica biodiversidade da região sofrer impactos irreversíveis. “A mineração fez a comunidade pensar que é igual uma cidade. Se a gente quer comer uma fruta, tem que comprar. Até farinha a gente compra, porque ela [a mineradora] foi tirando isso da gente”, constata Amarildo.
Disponível em: reporterbrasil.org.br. Acesso em: 26 out, 2025.
Considerando o texto e seus conhecimentos sobre a realidade socioambiental amazônica, o episódio descrito exemplifica
Instalada a apenas 500 metros de Boa Vista na década de 1970, a mineradora transformou o estilo de vida da comunidade. Os quilombolas tiveram boa parte de seu território expropriado e viram a rica biodiversidade da região sofrer impactos irreversíveis. “A mineração fez a comunidade pensar que é igual uma cidade. Se a gente quer comer uma fruta, tem que comprar. Até farinha a gente compra, porque ela [a mineradora] foi tirando isso da gente”, constata Amarildo.
Disponível em: reporterbrasil.org.br. Acesso em: 26 out, 2025.
Considerando o texto e seus conhecimentos sobre a realidade socioambiental amazônica, o episódio descrito exemplifica
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A menos de um mês para a COP30, em Belém, o Ibama acaba de conceder a licença para que a Petrobras explore
petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, região rica em biodiversidade marinha e que abriga um massivo sistema recifal de
relevante importância ecológica para o Oceano Atlântico e comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais que dependem
da Amazônia costeira para sobreviver.
“Às vésperas da COP 30, o Brasil se veste de verde no palco internacional, mas se mancha de óleo na própria casa. Enquanto o mundo se volta para a Amazônia em busca de soluções para a crise climática, vemos o Ibama conceder licença para que a Petrobras abra um poço de petróleo em pleno coração do planeta”, afirma a coordenadora da frente de Oceanos do Greenpeace Brasil, Mariana Andrade.
Além da contradição entre o discurso climático do Brasil e o avanço de uma nova fronteira de petróleo no país, Andrade ressalta que, em um cenário de emergência climática como o atual, a abertura de novos poços de petróleo contradiz os compromissos do próprio país com a transição energética e apenas reforça padrões excludentes, insustentáveis e ambientalmente predatórios. Disponível em: greenpeace.org. Acesso em: 26 out, 2025. A partir da leitura do texto, é possível constatar que seu objetivo é revelar
Disponível em: greenpeace.org. Acesso em: 26 out, 2025.
A partir da leitura do texto, é possível constatar que seu objetivo é revelar
“Às vésperas da COP 30, o Brasil se veste de verde no palco internacional, mas se mancha de óleo na própria casa. Enquanto o mundo se volta para a Amazônia em busca de soluções para a crise climática, vemos o Ibama conceder licença para que a Petrobras abra um poço de petróleo em pleno coração do planeta”, afirma a coordenadora da frente de Oceanos do Greenpeace Brasil, Mariana Andrade.
Além da contradição entre o discurso climático do Brasil e o avanço de uma nova fronteira de petróleo no país, Andrade ressalta que, em um cenário de emergência climática como o atual, a abertura de novos poços de petróleo contradiz os compromissos do próprio país com a transição energética e apenas reforça padrões excludentes, insustentáveis e ambientalmente predatórios. Disponível em: greenpeace.org. Acesso em: 26 out, 2025. A partir da leitura do texto, é possível constatar que seu objetivo é revelar
Disponível em: greenpeace.org. Acesso em: 26 out, 2025.
A partir da leitura do texto, é possível constatar que seu objetivo é revelar
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Lúcia construiu uma pequena horta quadrangular de 21 m2 no quintal de sua casa. Ela pretende dividi-la em quatro partes,
conforme mostra a figura.
Na parte destacada na figura, ela pretende plantar manjericão. Quanto mede a área dessa região?
Na parte destacada na figura, ela pretende plantar manjericão. Quanto mede a área dessa região?
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