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Foram encontradas 310 questões.

Para responder à questão, considere as disposições da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

Sobre a ordem social, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, on F, se falsas.

(   ) Tem como base o primado do trabalho.
(   ) Tem como objetivo o bem-estar e a justiça sociais.
(   ) O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, sem a participação da sociedade nos processos de formulação, em nenhuma hipótese.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Para responder à questão, considere as disposições da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Considerando as previsões em relação ao estado de defesa, analise as assertivas abaixo:

I. Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de vinte e quatro horas, submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta.
II. Na vigência do estado de defesa, a prisão por crime contra o Estado, determinada pelo executor da medida, será por este comunicada imediatamente ao juiz competente, que a relaxará, se não for legal, facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial.
III. O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem.

Quais estão corretas?
 

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Em junho de 2025, uma tragédia envolvendo um ____________ tripulado resultou em 8 mortos e 13 sobreviventes, entre as 21 pessoas que estavam a bordo. O acidente aconteceu na cidade de Praia Grande, em Santa Catarina, região conhecida como "Capadócia brasileira".

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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O ferro é um dos principais componentes da hemoglobina, pigmento presente nas células vermelhas do sangue. A deficiência desse mineral pode causar a produção insuficiente dessas células, levando ao quadro conhecido como:
 

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O ator Francisco Cuoco, considerado um dos maiores nomes da televisão brasileira, faleceu recentemente aos 91 anos. Sobre a sua vida e carreira, assinale a alternativa correta.
 

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O município de Lajeado desmembrou-se do município de ___________, do qual era segundo distrito desde 1882. Em 26 de janeiro de 1891, foi criado o município de Lajeado, tendo como sede a vila do mesmo nome, situada à margem direita do Rio Taquari.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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Lajeado tem hoje aproximadamente 95 mil habitantes, conforme a estimativa prévia do Censo de 2022. A população da cidade é formada por imigrantes alemães, na sua maioria, italianos, africanos e
 

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Em segredo, somos sempre estranhos

Por Fabrício Carpinejar


As grávidas têm desejos alimentares de exceção.

Existe uma explicação científica: os hormônios da gravidez, como estrogênio e

progesterona, alteram a percepção do sabor e do aroma dos alimentos, levando a mudanças

súbitas nas preferências tradicionais. A gestante também precisa de mais nutrientes para

sustentar o crescimento do feto, o que pode acarretar fantasias detalhistas por determinados

componentes. Por exemplo, a ______ de ferro é capaz de causar ______ por uma churrascaria.

Só que nem a ciência justifica certas combinações que as pessoas costumam adotar em seu

cotidiano de lanchinhos e refeições.

É quase inconcebível alguém querer completar chocotone com fatias cruas de presunto.

Não tem fundo racional, mas emocional. O paladar é um magneto de lembranças

confortáveis. Por alguma sensação de segurança, você retoma uma mistura que já fez na

infância, na casa dos avós ou em tempos de geladeira vazia.

Procura o que tranquiliza, reprimindo o medo e a ansiedade. É uma saciedade espiritual,

acima de tudo.

O inusitado também surge pelas sobras. A invenção nasce da escassez, juntando o que está

ao alcance: o doce com o salgado, a sobremesa com o prato principal ▲, num afã do apetite em

queimar etapas. Assim, casamentos atípicos atravessam gerações, como goiabada com queijo

— quem teve essa ideia no período colonial de Minas Gerais possivelmente sofreu preconceito

na época.

O que é intragável para uns é tradicional para outros. Cuscuz com leite no Nordeste, purê

no cachorro-quente em São Paulo, pastel com caldo de cana nas feiras do interior paulista e

nossa salada de batata com espeto corrido já são carteiras de identidade regionais.

Há ainda os arranjos extravagantes internacionais: a melancia com queijo feta na Grécia;

o chocolate com bacon, o picles com manteiga de amendoim ou as fritas com milk-shake nos

Estados Unidos.

A banana talvez seja a campeã das intercorrências invasivas, a maior penetra da festa das

mutações. Tem gente que come banana com feijão, com catchup, no pão com queijo coalho.

A maionese não perde em participações e duetos insólitos, cobrindo bolo doce ou gelatina

salgada.

Essa emulsão inocente de ovos e óleo é contumaz em seu crime de invasão: entra no miojo

como se fosse molho branco, na salsicha como se fosse mostarda, no sushi como se fosse cream

cheese, na salada de frutas como se fosse chantilly. Isso quando não soterra uma pizza inteira

como se fosse catupiry. É um dublê de molhos e coberturas.

Não dá para julgar nem condenar o comportamento de quem embaralha produtos. Não é

pecado, não é cafonice, não é falta de noção.

Guarde a sua careta, os seus pruridos, o seu beiço de nojo.

A ousadia é irmã gêmea da tentativa.

Se olhar no âmago de seus hábitos, encontrará uma alquimia um tanto improvável. Ou pela

cultura do lugar a que pertence, ou por uma criatividade que virou receita particular.

Em segredo, sem ninguém por perto, sem câmeras, longe das redes sociais, na intimidade

mais primitiva, somos sempre estranhos.



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2025/06/em-segredo-somossempre-estranhos - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que todas as palavras pertencem à classe dos adjetivos, de acordo com seu uso no texto-base.
 

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Em segredo, somos sempre estranhos

Por Fabrício Carpinejar


As grávidas têm desejos alimentares de exceção.

Existe uma explicação científica: os hormônios da gravidez, como estrogênio e

progesterona, alteram a percepção do sabor e do aroma dos alimentos, levando a mudanças

súbitas nas preferências tradicionais. A gestante também precisa de mais nutrientes para

sustentar o crescimento do feto, o que pode acarretar fantasias detalhistas por determinados

componentes. Por exemplo, a ______ de ferro é capaz de causar ______ por uma churrascaria.

Só que nem a ciência justifica certas combinações que as pessoas costumam adotar em seu

cotidiano de lanchinhos e refeições.

É quase inconcebível alguém querer completar chocotone com fatias cruas de presunto.

Não tem fundo racional, mas emocional. O paladar é um magneto de lembranças

confortáveis. Por alguma sensação de segurança, você retoma uma mistura que já fez na

infância, na casa dos avós ou em tempos de geladeira vazia.

Procura o que tranquiliza, reprimindo o medo e a ansiedade. É uma saciedade espiritual,

acima de tudo.

O inusitado também surge pelas sobras. A invenção nasce da escassez, juntando o que está

ao alcance: o doce com o salgado, a sobremesa com o prato principal ▲, num afã do apetite em

queimar etapas. Assim, casamentos atípicos atravessam gerações, como goiabada com queijo

— quem teve essa ideia no período colonial de Minas Gerais possivelmente sofreu preconceito

na época.

O que é intragável para uns é tradicional para outros. Cuscuz com leite no Nordeste, purê

no cachorro-quente em São Paulo, pastel com caldo de cana nas feiras do interior paulista e

nossa salada de batata com espeto corrido já são carteiras de identidade regionais.

Há ainda os arranjos extravagantes internacionais: a melancia com queijo feta na Grécia;

o chocolate com bacon, o picles com manteiga de amendoim ou as fritas com milk-shake nos

Estados Unidos.

A banana talvez seja a campeã das intercorrências invasivas, a maior penetra da festa das

mutações. Tem gente que come banana com feijão, com catchup, no pão com queijo coalho.

A maionese não perde em participações e duetos insólitos, cobrindo bolo doce ou gelatina

salgada.

Essa emulsão inocente de ovos e óleo é contumaz em seu crime de invasão: entra no miojo

como se fosse molho branco, na salsicha como se fosse mostarda, no sushi como se fosse cream

cheese, na salada de frutas como se fosse chantilly. Isso quando não soterra uma pizza inteira

como se fosse catupiry. É um dublê de molhos e coberturas.

Não dá para julgar nem condenar o comportamento de quem embaralha produtos. Não é

pecado, não é cafonice, não é falta de noção.

Guarde a sua careta, os seus pruridos, o seu beiço de nojo.

A ousadia é irmã gêmea da tentativa.

Se olhar no âmago de seus hábitos, encontrará uma alquimia um tanto improvável. Ou pela

cultura do lugar a que pertence, ou por uma criatividade que virou receita particular.

Em segredo, sem ninguém por perto, sem câmeras, longe das redes sociais, na intimidade

mais primitiva, somos sempre estranhos.



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2025/06/em-segredo-somossempre-estranhos - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a pontuação que substitui corretamente a figura na linha 16.
 

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Em segredo, somos sempre estranhos

Por Fabrício Carpinejar


As grávidas têm desejos alimentares de exceção.

Existe uma explicação científica: os hormônios da gravidez, como estrogênio e

progesterona, alteram a percepção do sabor e do aroma dos alimentos, levando a mudanças

súbitas nas preferências tradicionais. A gestante também precisa de mais nutrientes para

sustentar o crescimento do feto, o que pode acarretar fantasias detalhistas por determinados

componentes. Por exemplo, a ______ de ferro é capaz de causar ______ por uma churrascaria.

Só que nem a ciência justifica certas combinações que as pessoas costumam adotar em seu

cotidiano de lanchinhos e refeições.

É quase inconcebível alguém querer completar chocotone com fatias cruas de presunto.

Não tem fundo racional, mas emocional. O paladar é um magneto de lembranças

confortáveis. Por alguma sensação de segurança, você retoma uma mistura que já fez na

infância, na casa dos avós ou em tempos de geladeira vazia.

Procura o que tranquiliza, reprimindo o medo e a ansiedade. É uma saciedade espiritual,

acima de tudo.

O inusitado também surge pelas sobras. A invenção nasce da escassez, juntando o que está

ao alcance: o doce com o salgado, a sobremesa com o prato principal ▲, num afã do apetite em

queimar etapas. Assim, casamentos atípicos atravessam gerações, como goiabada com queijo

— quem teve essa ideia no período colonial de Minas Gerais possivelmente sofreu preconceito

na época.

O que é intragável para uns é tradicional para outros. Cuscuz com leite no Nordeste, purê

no cachorro-quente em São Paulo, pastel com caldo de cana nas feiras do interior paulista e

nossa salada de batata com espeto corrido já são carteiras de identidade regionais.

Há ainda os arranjos extravagantes internacionais: a melancia com queijo feta na Grécia;

o chocolate com bacon, o picles com manteiga de amendoim ou as fritas com milk-shake nos

Estados Unidos.

A banana talvez seja a campeã das intercorrências invasivas, a maior penetra da festa das

mutações. Tem gente que come banana com feijão, com catchup, no pão com queijo coalho.

A maionese não perde em participações e duetos insólitos, cobrindo bolo doce ou gelatina

salgada.

Essa emulsão inocente de ovos e óleo é contumaz em seu crime de invasão: entra no miojo

como se fosse molho branco, na salsicha como se fosse mostarda, no sushi como se fosse cream

cheese, na salada de frutas como se fosse chantilly. Isso quando não soterra uma pizza inteira

como se fosse catupiry. É um dublê de molhos e coberturas.

Não dá para julgar nem condenar o comportamento de quem embaralha produtos. Não é

pecado, não é cafonice, não é falta de noção.

Guarde a sua careta, os seus pruridos, o seu beiço de nojo.

A ousadia é irmã gêmea da tentativa.

Se olhar no âmago de seus hábitos, encontrará uma alquimia um tanto improvável. Ou pela

cultura do lugar a que pertence, ou por uma criatividade que virou receita particular.

Em segredo, sem ninguém por perto, sem câmeras, longe das redes sociais, na intimidade

mais primitiva, somos sempre estranhos.



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2025/06/em-segredo-somossempre-estranhos - texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais.

Coluna 1
1. "confortáveis" (l. 11).
2. "outros" (l. 20).
3. "talvez" (l. 26).

Coluna 2
( ) Adjetivo.
( ) Advérbio.
( ) Pronome.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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