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2149239 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Lajedo-PE
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento marcado por características singulares, decorrentes de sua condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva, Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com estruturas semântica, sintática e gramatical completas, apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua, especialmente no tocante à ausência de sonoridade, constituem de forma singular os processos de significação dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo fundamental para o seu desenvolvimento em todas as esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda, Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski, 2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais, apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes à forma peculiar de comunicação e de compreensão do mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações referentes à construção identitária, pois os surdos são bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos a esse alunado, diante de uma escola pensada e programada para os ouvintes, diz respeito a sua escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte, aparecendo como elemento central para o desenvolvimento (também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma língua se constitui, contraditoriamente, como fator de discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de fracasso dentro da escola, resultante das relações estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
Leia o texto 'A educação de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto deixa claro que a Língua de Sinais é a língua das pessoas surdas, embora seja pouco relevante para o desenvolvimento desses indivíduos, seja na esfera educacional ou mesmo cultural.
II. Uma das informações presentes no texto é a de que os alunos surdos não enfrentam qualquer desafio de aprendizado, ainda que as práticas escolares sejam planejadas para os ouvintes.

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2149238 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Lajedo-PE
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento marcado por características singulares, decorrentes de sua condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva, Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com estruturas semântica, sintática e gramatical completas, apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua, especialmente no tocante à ausência de sonoridade, constituem de forma singular os processos de significação dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo fundamental para o seu desenvolvimento em todas as esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda, Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski, 2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais, apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes à forma peculiar de comunicação e de compreensão do mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações referentes à construção identitária, pois os surdos são bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos a esse alunado, diante de uma escola pensada e programada para os ouvintes, diz respeito a sua escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte, aparecendo como elemento central para o desenvolvimento (também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma língua se constitui, contraditoriamente, como fator de discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de fracasso dentro da escola, resultante das relações estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
Leia o texto 'A educação de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto afirma que a Língua de Sinais é adquirida mediante treinamentos árduos e repetitivos por indivíduos surdos e, no entanto, não é possível aos ouvintes aprender essa língua.
II. A comunicação entre os indivíduos surdos se realiza por meio das mãos, prioritariamente, e se pauta nas experiências visuais e gestuais, como se pode perceber após a leitura do texto.

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2149237 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Lajedo-PE
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento marcado por características singulares, decorrentes de sua condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva, Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com estruturas semântica, sintática e gramatical completas, apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua, especialmente no tocante à ausência de sonoridade, constituem de forma singular os processos de significação dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo fundamental para o seu desenvolvimento em todas as esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda, Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski, 2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais, apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes à forma peculiar de comunicação e de compreensão do mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações referentes à construção identitária, pois os surdos são bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos a esse alunado, diante de uma escola pensada e programada para os ouvintes, diz respeito a sua escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte, aparecendo como elemento central para o desenvolvimento (também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma língua se constitui, contraditoriamente, como fator de discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de fracasso dentro da escola, resultante das relações estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
Leia o texto 'A educação de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A Língua de Sinais possui características que a distinguem das línguas escritas e faladas, como fica claro após a leitura do texto.
II. De acordo com o texto, os pesquisadores da área da surdez apontam a ausência de conflitos entre os surdos nas situações de inclusão escolar, dado que esse público tem maior facilidade de compreender mensagens faladas.

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O impossível
Por Cristiana Albuquerque, em 03/01/2022.
Existem áreas da ciência que são muito avançadas, enquanto outras progridem em um ritmo mais lento, sem que muitas pessoas se deem conta do potencial que poderiam ter se houvesse mais investimentos, pesquisas e, claro, mais “ousadia” por parte de muitos cientistas.
Recentemente, li um artigo no qual um físico afirma que, dentro de algum tempo, com os investimentos corretos, já será possível controlar o clima. Isso mesmo: pelo nível tecnológico de muitas áreas, em breve podemos estar controlando chuvas.
Imagine as possibilidades: acabaríamos com a escassez de água em muitas cidades no Brasil e, ao mesmo tempo, evitaríamos enchentes como as que ocorreram na Bahia. Não teríamos os níveis dos reservatórios tão baixos a ponto de afetar a geração de energia e nem problemas agrícolas.
Acredito que essa “ousadia” em imaginar novas tecnologias, algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes problemas da humanidade, é algo que está sendo cada vez menos comum entre nós. há alguns anos, enquanto lia uma bibliografia do grande gênio Nikola Tesla¹, conheci alguns dos seus projetos como um sistema de transmissão de energia sem fio e também uma espécie de espaçonave que não precisaria de foguetes.
Possivelmente, alguns desses projetos de Tesla podem ter sido apenas sonhos. Mas precisamos de cientistas, engenheiros e empreendedores com a mesma capacidade de sonhar, de desbravar o que hoje parece impossível.
Eu acredito que a tecnologia surge primeiramente na mente dos visionários. É necessário um fator de motivação para reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um conjunto de problemas para, depois de muito trabalho duro, solucionar uma grande questão. Ora, Elon Musk² quer levar o homem a Marte. Isso por si só vai empurrar a inovação em muitas áreas. Se formos capazes de plantar em Marte, seremos capazes de plantar no deserto do Saara.
Se não houver inovação não haverá progresso. O futuro exige que novas companhias, cientistas e muitos outros profissionais surjam explorando os limites da ciência.
Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que tenhamos um futuro melhor.
Observações:
1. Nikola Tesla: foi um inventor, engenheiro eletrotécnico e engenheiro mecânico sérvio, mais conhecido por suas contribuições ao projeto do moderno sistema de fornecimento de eletricidade em corrente alternada.
2. Elon Musk: é um bilionário fundador de diversas empresas de alta tecnologia que atuam em diversos ramos, desde automóveis até viagens espaciais.
Leia o texto 'O impossível' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Ao optar por utilizar um formato de texto injuntivo, a autora lançou mão de recursos valiosos, como a expressão da própria opinião – algo recorrente no texto – e as citações ou referências a outros textos e informações externas, como um artigo escrito por um físico.
II. No texto, a autora procura deixar claro que alguns fatores podem funcionar como impulsionadores da ciência. Entre esses fatores, ela inclui os esforços em pesquisa, os investimentos e a “ousadia” por parte dos cientistas. Ao longo do texto, fica claro o interesse da autora em explorar especificamente a importância de se ter “ousadia” na ciência.
III. No trecho “É necessário um fator de motivação para reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um conjunto de problemas”, a autora utiliza um verbo no infinitivo para exprimir a ideia de elementos que são separados, postos em oposição ou cerceados de alguma forma.

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O impossível
Por Cristiana Albuquerque, em 03/01/2022.
Existem áreas da ciência que são muito avançadas, enquanto outras progridem em um ritmo mais lento, sem que muitas pessoas se deem conta do potencial que poderiam ter se houvesse mais investimentos, pesquisas e, claro, mais “ousadia” por parte de muitos cientistas.
Recentemente, li um artigo no qual um físico afirma que, dentro de algum tempo, com os investimentos corretos, já será possível controlar o clima. Isso mesmo: pelo nível tecnológico de muitas áreas, em breve podemos estar controlando chuvas.
Imagine as possibilidades: acabaríamos com a escassez de água em muitas cidades no Brasil e, ao mesmo tempo, evitaríamos enchentes como as que ocorreram na Bahia. Não teríamos os níveis dos reservatórios tão baixos a ponto de afetar a geração de energia e nem problemas agrícolas.
Acredito que essa “ousadia” em imaginar novas tecnologias, algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes problemas da humanidade, é algo que está sendo cada vez menos comum entre nós. há alguns anos, enquanto lia uma bibliografia do grande gênio Nikola Tesla¹, conheci alguns dos seus projetos como um sistema de transmissão de energia sem fio e também uma espécie de espaçonave que não precisaria de foguetes.
Possivelmente, alguns desses projetos de Tesla podem ter sido apenas sonhos. Mas precisamos de cientistas, engenheiros e empreendedores com a mesma capacidade de sonhar, de desbravar o que hoje parece impossível.
Eu acredito que a tecnologia surge primeiramente na mente dos visionários. É necessário um fator de motivação para reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um conjunto de problemas para, depois de muito trabalho duro, solucionar uma grande questão. Ora, Elon Musk² quer levar o homem a Marte. Isso por si só vai empurrar a inovação em muitas áreas. Se formos capazes de plantar em Marte, seremos capazes de plantar no deserto do Saara.
Se não houver inovação não haverá progresso. O futuro exige que novas companhias, cientistas e muitos outros profissionais surjam explorando os limites da ciência.
Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que tenhamos um futuro melhor.
Observações:
1. Nikola Tesla: foi um inventor, engenheiro eletrotécnico e engenheiro mecânico sérvio, mais conhecido por suas contribuições ao projeto do moderno sistema de fornecimento de eletricidade em corrente alternada.
2. Elon Musk: é um bilionário fundador de diversas empresas de alta tecnologia que atuam em diversos ramos, desde automóveis até viagens espaciais.
Leia o texto 'O impossível' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No trecho “Elon Musk quer levar o homem a Marte”, a autora faz referência a uma figura publicamente conhecida como um recurso que atenua a força dos seus argumentos e, assim, torna mais crível e insólito o seu ponto de vista.
II. A autora defende no texto a ideia de que a “ousadia” em imaginar novas tecnologias é algo cada vez menos comum entre nós. Para ela, estimular os cientistas, os empreendedores e outros profissionais a pensar em algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes problemas da humanidade é uma atitude que pode beneficiar a todos.
III. No trecho “Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que tenhamos um futuro melhor”, a autora traça um paralelo entre ciência, economia e sociedade para que o leitor seja convencido de que os investimentos em projetos científicos sempre resultam em uma melhor qualidade de vida para todos.

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Analise as afirmativas a seguir:

I. O ambiente físico organizado, a postura displicente do servidor e a falta de informações disponíveis na entidade são fatores que influenciam positivamente a qualidade no atendimento ao público de uma instituição governamental.

II. O servidor público deve demonstrar proatividade, inabilidade, atenção e boa educação ao realizar o atendimento a um cidadão que busca os serviços prestados pela entidade, seja presencialmente ou por telefone.

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Analise as afirmativas a seguir:

I. É vedado ao servidor público iludir ou enganar as pessoas que necessitam dos serviços prestados pela entidade pública, pois o servidor tem o papel de garantir o direito do cidadão de acesso aos serviços públicos.

II. São exemplos de características e comportamentos do servidor favoráveis ao bom atendimento em uma entidade pública, entre outros, a capacidade de resposta, a autoconfiança, a comunicação incompreensível, a disponibilidade para resolver questões e o interesse em ajudar o cidadão.

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Analise as afirmativas a seguir:

I. É dever do servidor público demonstrar assiduidade e frequência adequadas durante o exercício das suas funções, pois essas características contribuem diretamente para a prestação de serviços de qualidade na instituição.

II. Ceder a todas as pressões de pessoas que visem a obter quaisquer favores ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais ou ilegais é dever do servidor público municipal.

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Analise as afirmativas a seguir:

I. Considere uma série de dados representada pelos números 51, 57, 83, 32 e 29. A partir dessa informação, é correto afirmar que a média dessa série é maior que 51,25.

II. Uma série de dados compreende os seguintes números: 166, 201, 202, X e 107. Se a média dessa série de dados é igual a 173, então é correto afirmar que X corresponde a um número menor que 166.

III. Considere 3 volumes que pesam, respectivamente, 1.200 gramas, 1.400 gramas e 1.900 gramas. Diante desses dados, é correto afirmar que o peso médio desses volumes é maior que 1,4 quilo.

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Analise as afirmativas a seguir:

I. Se um capital de R$ 100 for aplicado à taxa de 2% ao mês, ao longo de 11 meses, em regime de juros compostos, então ele renderá R$ 16,23 de juros ao final desse período.

II. Durante 7 meses, um capital de valor X foi aplicado a uma taxa de 1% ao mês, em regime de juros compostos. Assim, considerando apenas esses dados, é correto afirmar que, no período, essa aplicação renderá juros superiores a 8,4432%.

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