Foram encontradas 446 questões.
A distância entre a rodoviária de uma cidade,
até o hospital, na mesma, é de 5,6 Km. Caso
uma pessoa ande esse percurso, ela terá
andando quantos metros, no total:
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2671954
Ano: 2022
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Provas:
Antônio aplicou R$ 82 000,00 no regime de
juros simples, a uma taxa de 3% ao mês. O
tempo que essa quantia ficou aplicada foi de
dois anos, então o montante recebido, após
esse tempo, foi de:
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Um terreno de forma trapezoidal foi vendido.
O mesmo possui medidas de: 5,6 m de base
maior, 4,8 m de base menor e altura de 8 m.
Daí, a área desse terreno é:
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Dado o sistema de equação do primeiro grau,
abaixo, é possível identificar que os valores de X e Y, respectivamente, são:
2x + 3y = 17,5 x − 4y = −5
2x + 3y = 17,5 x − 4y = −5
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O Dinheiro não traz felicidade
(Millôr Fernandes)
Só e triste vivia o pobre marceneiro José dos
Andrajos. Sem parentes, ele morava na sua loja
humilde, trabalhando dia e noite para ganhar o
que mal e mal lhe bastava para sustentar-se
(era como qualquer um).
Mesmo assim, porém, conseguia economizar
cinquenta cruzeiros cada mês. No fim do ano,
com seiscentos cruzeiros juntos, lá ia ele para
o "Fasanelo... e nada mais", e comprava um
bilhete inteiro.
Os que sabiam de sua mania riam dele, mas ele
acreditava que era através da loteria e não do
trabalho que iria fazer-se independente. E
assim foi.
No quinto ano de sua insistência junto à loteria
("insista, não desista."), esta lhe deu cem mil
contos. Surgiram fotógrafos e repórteres dos
jornais, surgiram os amigos para participar do
jantar que ele deu para comemorar sua sorte.
José fechou imediatamente a loja e, daí em
diante, sua vida foi uma festa contínua. Saía
em passeios de lancha pela manhã, à tarde ia
para os bares, à noite para as boates e cabarés,
sempre cercado por amigos entusiasmados e
senhoras entusiasmadíssimas.
Mas, está visto, no meio de tanta efusão, o
dinheiro não durou um ano. E, certo dia,
vestido de novo com suas roupas humildes, o
nosso marceneiro voltou a abrir sua humilde
loja para cair outra vez em seu trabalho
estafante e monótono. Tornou a economizar
seus cinquenta cruzeiros por mês,
aparentemente mais por hábito do que pelo
desejo de voltar a tirar a sorte grande, o que,
aliás, parecia impossível.
Os conhecidos continuavam zombando dele,
agora afirmando-lhe que a oportunidade não
bate duas vezes (a oportunidade só bate uma
vez. Quem bate inúmeras vezes são as visitas
chatas.).
No caso de nosso marceneiro, porém, ela abriu
uma exceção. Pois no terceiro ano em que
comprava o bilhete, novamente foi assaltado
pelos amigos e repórteres que, numa algazarra
incrível, festejavam sua estupenda sorte.
Mas, desta vez, o marceneiro não ficou
contente como quando foi sorteado pela
primeira vez. Olhou para os amigos e
jornalistas com ar triste e murmurou: "- Deus
do céu; vou ter que passar por tudo aquilo outra
vez!?"
MORAL: PARA MUITA GENTE DÁ UM
CERTO CANSAÇO TER QUE
COMPARECER À FESTA DA VIDA.
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O Dinheiro não traz felicidade
(Millôr Fernandes)
Só e triste vivia o pobre marceneiro José dos
Andrajos. Sem parentes, ele morava na sua loja
humilde, trabalhando dia e noite para ganhar o
que mal e mal lhe bastava para sustentar-se
(era como qualquer um).
Mesmo assim, porém, conseguia economizar
cinquenta cruzeiros cada mês. No fim do ano,
com seiscentos cruzeiros juntos, lá ia ele para
o "Fasanelo... e nada mais", e comprava um
bilhete inteiro.
Os que sabiam de sua mania riam dele, mas ele
acreditava que era através da loteria e não do
trabalho que iria fazer-se independente. E
assim foi.
No quinto ano de sua insistência junto à loteria
("insista, não desista."), esta lhe deu cem mil
contos. Surgiram fotógrafos e repórteres dos
jornais, surgiram os amigos para participar do
jantar que ele deu para comemorar sua sorte.
José fechou imediatamente a loja e, daí em
diante, sua vida foi uma festa contínua. Saía
em passeios de lancha pela manhã, à tarde ia
para os bares, à noite para as boates e cabarés,
sempre cercado por amigos entusiasmados e
senhoras entusiasmadíssimas.
Mas, está visto, no meio de tanta efusão, o
dinheiro não durou um ano. E, certo dia,
vestido de novo com suas roupas humildes, o
nosso marceneiro voltou a abrir sua humilde
loja para cair outra vez em seu trabalho
estafante e monótono. Tornou a economizar
seus cinquenta cruzeiros por mês,
aparentemente mais por hábito do que pelo
desejo de voltar a tirar a sorte grande, o que,
aliás, parecia impossível.
Os conhecidos continuavam zombando dele,
agora afirmando-lhe que a oportunidade não
bate duas vezes (a oportunidade só bate uma
vez. Quem bate inúmeras vezes são as visitas
chatas.).
No caso de nosso marceneiro, porém, ela abriu
uma exceção. Pois no terceiro ano em que
comprava o bilhete, novamente foi assaltado
pelos amigos e repórteres que, numa algazarra
incrível, festejavam sua estupenda sorte.
Mas, desta vez, o marceneiro não ficou
contente como quando foi sorteado pela
primeira vez. Olhou para os amigos e
jornalistas com ar triste e murmurou: "- Deus
do céu; vou ter que passar por tudo aquilo outra
vez!?"
MORAL: PARA MUITA GENTE DÁ UM
CERTO CANSAÇO TER QUE
COMPARECER À FESTA DA VIDA.
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O Dinheiro não traz felicidade
(Millôr Fernandes)
Só e triste vivia o pobre marceneiro José dos
Andrajos. Sem parentes, ele morava na sua loja
humilde, trabalhando dia e noite para ganhar o
que mal e mal lhe bastava para sustentar-se
(era como qualquer um).
Mesmo assim, porém, conseguia economizar
cinquenta cruzeiros cada mês. No fim do ano,
com seiscentos cruzeiros juntos, lá ia ele para
o "Fasanelo... e nada mais", e comprava um
bilhete inteiro.
Os que sabiam de sua mania riam dele, mas ele
acreditava que era através da loteria e não do
trabalho que iria fazer-se independente. E
assim foi.
No quinto ano de sua insistência junto à loteria
("insista, não desista."), esta lhe deu cem mil
contos. Surgiram fotógrafos e repórteres dos
jornais, surgiram os amigos para participar do
jantar que ele deu para comemorar sua sorte.
José fechou imediatamente a loja e, daí em
diante, sua vida foi uma festa contínua. Saía
em passeios de lancha pela manhã, à tarde ia
para os bares, à noite para as boates e cabarés,
sempre cercado por amigos entusiasmados e
senhoras entusiasmadíssimas.
Mas, está visto, no meio de tanta efusão, o
dinheiro não durou um ano. E, certo dia,
vestido de novo com suas roupas humildes, o
nosso marceneiro voltou a abrir sua humilde
loja para cair outra vez em seu trabalho
estafante e monótono. Tornou a economizar
seus cinquenta cruzeiros por mês,
aparentemente mais por hábito do que pelo
desejo de voltar a tirar a sorte grande, o que,
aliás, parecia impossível.
Os conhecidos continuavam zombando dele,
agora afirmando-lhe que a oportunidade não
bate duas vezes (a oportunidade só bate uma
vez. Quem bate inúmeras vezes são as visitas
chatas.).
No caso de nosso marceneiro, porém, ela abriu
uma exceção. Pois no terceiro ano em que
comprava o bilhete, novamente foi assaltado
pelos amigos e repórteres que, numa algazarra
incrível, festejavam sua estupenda sorte.
Mas, desta vez, o marceneiro não ficou
contente como quando foi sorteado pela
primeira vez. Olhou para os amigos e
jornalistas com ar triste e murmurou: "- Deus
do céu; vou ter que passar por tudo aquilo outra
vez!?"
MORAL: PARA MUITA GENTE DÁ UM
CERTO CANSAÇO TER QUE
COMPARECER À FESTA DA VIDA.
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O Dinheiro não traz felicidade
(Millôr Fernandes)
Só e triste vivia o pobre marceneiro José dos
Andrajos. Sem parentes, ele morava na sua loja
humilde, trabalhando dia e noite para ganhar o
que mal e mal lhe bastava para sustentar-se
(era como qualquer um).
Mesmo assim, porém, conseguia economizar
cinquenta cruzeiros cada mês. No fim do ano,
com seiscentos cruzeiros juntos, lá ia ele para
o "Fasanelo... e nada mais", e comprava um
bilhete inteiro.
Os que sabiam de sua mania riam dele, mas ele
acreditava que era através da loteria e não do
trabalho que iria fazer-se independente. E
assim foi.
No quinto ano de sua insistência junto à loteria
("insista, não desista."), esta lhe deu cem mil
contos. Surgiram fotógrafos e repórteres dos
jornais, surgiram os amigos para participar do
jantar que ele deu para comemorar sua sorte.
José fechou imediatamente a loja e, daí em
diante, sua vida foi uma festa contínua. Saía
em passeios de lancha pela manhã, à tarde ia
para os bares, à noite para as boates e cabarés,
sempre cercado por amigos entusiasmados e
senhoras entusiasmadíssimas.
Mas, está visto, no meio de tanta efusão, o
dinheiro não durou um ano. E, certo dia,
vestido de novo com suas roupas humildes, o
nosso marceneiro voltou a abrir sua humilde
loja para cair outra vez em seu trabalho
estafante e monótono. Tornou a economizar
seus cinquenta cruzeiros por mês,
aparentemente mais por hábito do que pelo
desejo de voltar a tirar a sorte grande, o que,
aliás, parecia impossível.
Os conhecidos continuavam zombando dele,
agora afirmando-lhe que a oportunidade não
bate duas vezes (a oportunidade só bate uma
vez. Quem bate inúmeras vezes são as visitas
chatas.).
No caso de nosso marceneiro, porém, ela abriu
uma exceção. Pois no terceiro ano em que
comprava o bilhete, novamente foi assaltado
pelos amigos e repórteres que, numa algazarra
incrível, festejavam sua estupenda sorte.
Mas, desta vez, o marceneiro não ficou
contente como quando foi sorteado pela
primeira vez. Olhou para os amigos e
jornalistas com ar triste e murmurou: "- Deus
do céu; vou ter que passar por tudo aquilo outra
vez!?"
MORAL: PARA MUITA GENTE DÁ UM
CERTO CANSAÇO TER QUE
COMPARECER À FESTA DA VIDA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Dinheiro não traz felicidade
(Millôr Fernandes)
Só e triste vivia o pobre marceneiro José dos
Andrajos. Sem parentes, ele morava na sua loja
humilde, trabalhando dia e noite para ganhar o
que mal e mal lhe bastava para sustentar-se
(era como qualquer um).
Mesmo assim, porém, conseguia economizar
cinquenta cruzeiros cada mês. No fim do ano,
com seiscentos cruzeiros juntos, lá ia ele para
o "Fasanelo... e nada mais", e comprava um
bilhete inteiro.
Os que sabiam de sua mania riam dele, mas ele
acreditava que era através da loteria e não do
trabalho que iria fazer-se independente. E
assim foi.
No quinto ano de sua insistência junto à loteria
("insista, não desista."), esta lhe deu cem mil
contos. Surgiram fotógrafos e repórteres dos
jornais, surgiram os amigos para participar do
jantar que ele deu para comemorar sua sorte.
José fechou imediatamente a loja e, daí em
diante, sua vida foi uma festa contínua. Saía
em passeios de lancha pela manhã, à tarde ia
para os bares, à noite para as boates e cabarés,
sempre cercado por amigos entusiasmados e
senhoras entusiasmadíssimas.
Mas, está visto, no meio de tanta efusão, o
dinheiro não durou um ano. E, certo dia,
vestido de novo com suas roupas humildes, o
nosso marceneiro voltou a abrir sua humilde
loja para cair outra vez em seu trabalho
estafante e monótono. Tornou a economizar
seus cinquenta cruzeiros por mês,
aparentemente mais por hábito do que pelo
desejo de voltar a tirar a sorte grande, o que,
aliás, parecia impossível.
Os conhecidos continuavam zombando dele,
agora afirmando-lhe que a oportunidade não
bate duas vezes (a oportunidade só bate uma
vez. Quem bate inúmeras vezes são as visitas
chatas.).
No caso de nosso marceneiro, porém, ela abriu
uma exceção. Pois no terceiro ano em que
comprava o bilhete, novamente foi assaltado
pelos amigos e repórteres que, numa algazarra
incrível, festejavam sua estupenda sorte.
Mas, desta vez, o marceneiro não ficou
contente como quando foi sorteado pela
primeira vez. Olhou para os amigos e
jornalistas com ar triste e murmurou: "- Deus
do céu; vou ter que passar por tudo aquilo outra
vez!?"
MORAL: PARA MUITA GENTE DÁ UM
CERTO CANSAÇO TER QUE
COMPARECER À FESTA DA VIDA.
Pela leitura inicial do texto, percebe-se que o autor descreve o personagem como um homem:
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POEMA EM LINHA RETA
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido
campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco,
tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência
para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo,
absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos
tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho,
submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido
mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos
moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras,
pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me
tenho agachado,
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas
coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste
mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala
comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu
enxovalho,
Nunca foi senão príncipe — todos eles
príncipes — na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma
infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma
cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse
que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta
terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos — mas ridículos
nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido
traído,
Como posso eu falar com os meus superiores
sem titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
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