Foram encontradas 30 questões.
Foi feita uma pesquisa sobre a preferência de 800
jogadores de futebol sobre jogar utilizando camisas
de manga longa e manga curta. Dos participantes da
pesquisa, 342 jogadores gostam de jogar com os dois
tipos de camisas, enquanto 645 preferem camisa de
manga curta.
O número de jogadores que gosta de jogar utilizando camisa de manga longa é:
O número de jogadores que gosta de jogar utilizando camisa de manga longa é:
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Em uma empresa está acontecendo uma eleição para
os cargos de supervisor e co-supervisor. Essa empresa
possui 50 funcionários, sendo que metade deles irão
concorrer aos cargos.
De quantas maneiras podem ser escolhidos esses dois funcionários?
De quantas maneiras podem ser escolhidos esses dois funcionários?
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Marcos e Vinicius praticam caminhada e corrida. Marcos
caminha 6 dias seguidos e corre 1 dia. Já Vinicius
caminha 7 dias seguidos e corre um dia.
Se ambos estão praticando corrida no dia de hoje, daqui a quantos dias correrão juntos novamente?
Se ambos estão praticando corrida no dia de hoje, daqui a quantos dias correrão juntos novamente?
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A quadra de futebol de um bairro recebeu um revestimento
de grama sintética. Essa quadra tem formato retangular,
com 6 m de largura e 3 m de comprimento.
Quantos metros quadrados de grama sintética serão necessários para fazer o revestimento?
Quantos metros quadrados de grama sintética serão necessários para fazer o revestimento?
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Ludmila é colecionadora de figurinhas. Após abrir
32 pacotes encontrou 160 figurinhas para compor sua
coleção. Ela precisa de mais 380 figurinhas.
Quantos pacotes iguais aos já abertos Ludmila precisará abrir para chegar na quantidade desejada?
Quantos pacotes iguais aos já abertos Ludmila precisará abrir para chegar na quantidade desejada?
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NSTRUÇÃO
: Leia o texto a seguir para responder à questão.
DIA MUNDIAL SEM TABACO: BRASIL TEM
REDUÇÃO NO NÚMERO DE FUMANTES
Mesmo com queda no consumo do tabaco e nas mortes
relacionadas, Ministério da Saúde reforça a importância
do combate ao tabagismo; ações de promoção à saúde
e webinários marcam a data
O número de fumantes diminuiu no Brasil, e o grupo de
ex-usuários de tabaco é cada vez maior. Os dados são
da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
com o apoio do Ministério da Saúde, e divulgada nesta
segunda-feira (31/05/2021), quando é celebrado o Dia
Mundial sem Tabaco.
Apesar da redução, o cenário ainda é preocupante,
já que a quantidade de pessoas que tentam parar de
fumar também teve queda, de 51,1% para 46,6%
dos entrevistados. As informações alertam para a
necessidade de reforçar ações de combate ao fumo.
De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do
Ministério da Saúde, que apresenta o panorama do uso
atual de produtos derivados do tabaco, no Brasil, são
mais de 160 mil mortes anuais atribuíveis ao tabaco,
o que representa 443 mortes por dia. O tabaco é
responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano
no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por
10% do total de mortes globais.
Considerado um fator de risco importante para as
doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo está
relacionado ao desenvolvimento de aproximadamente
50 doenças, entre elas vários tipos de câncer, doenças
do aparelho respiratório, como enfisema pulmonar,
e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do
miocárdio, hipertensão arterial e acidente vascular
cerebral.
VIGITEL 2019
O Vigitel 2019, que realiza a vigilância de fatores de risco
e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico,
apontou queda de prevalência de fumantes nas capitais
brasileiras de 15,7% a 9,8% no período de 2006 a 2019.
Nas 27 capitais, a frequência de adultos fumantes foi de
9,8%, sendo maior no sexo masculino (12,3%) do que no
feminino (7,7%). No total da população, a frequência de
fumantes foi menor entre os adultos jovens (antes dos 25
anos de idade) e entre os adultos com 65 anos e mais.
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,4%
em Teresina e 14,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências de fumantes foram encontradas, entre
homens, em Rio Branco (17,1%), no Distrito Federal
(15,8%) e em São Paulo (15,6%); e, entre mulheres,
em Porto Alegre (14,1%), São Paulo (11,7%) e Curitiba
(11%). As menores frequências de fumantes, no sexo
masculino, ocorreram em Aracaju (5,7%), Maceió (5,9%)
e Teresina (6,4%); e, no sexo feminino, em Manaus
(2,2%), São Luís (2,7%) e Teresina (2,8%).
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE 2019
Os dados da última PNS, mostram que o percentual de
usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os
entrevistados. O número é menor do que o registrado
em 2013, de 14,9%. A região Nordeste registrou a
maior redução, de 14,7% em 2013 para 11% em 2019.
Nesse mesmo período, o grupo de ex-fumantes
aumentou, passando de 17,5% para 26,6%.
O perfil de usuários de produtos derivados do tabaco
foi de homens na faixa etária de 40 a 50 anos, sem
instrução e fundamental incompleto, entretanto, as
mulheres apresentaram maior frequência de exposição
ao fumo passivo, principalmente no ambiente domiciliar
e de trabalho.
Os dados apontam ainda o consumo de cigarro
eletrônico, que utiliza substâncias que possuem
nicotina, nos jovens, acima de 15 anos – 0,6% entre os
entrevistados. O uso desses produtos está concentrado
em cidades maiores e em classes sociais com maior
renda, indicando a vulnerabilidade dos grupos mais
jovens para a dependência de nicotina.
A fumaça também pode matar: os fumantes passivos,
que convivem de perto com o tabaco, podem desenvolver
várias doenças. No mundo, mais de 1,2 milhão de
pessoas morrem em decorrência do fumo passivo, de
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o percentual desse grupo foi de 9,2% em
2019, segundo a PNS, e as mulheres são maioria,
principalmente no ambiente domiciliar e no trabalho.
TRATAMENTO NO SUS
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
Para saber onde procurar atendimento, a população
deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria
de Saúde do município para informações sobre locais
e horários de tratamento. Outras informações ainda
podem ser consultadas na Coordenação de Controle
do Tabagismo na Secretaria Estadual de Saúde ou, por
telefone, no Disque Saúde 136.
CAMPANHA DO INCA
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem webinário,
nesta segunda-feira (31/05/2021), para celebrar o Dia
Mundial sem Tabaco. O tema, definido pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), é
“
Comprometa-se a parar
de fumar”. O foco da campanha é reduzir o número
de fumantes e, consequentemente, a incidência de
doenças relacionadas ao tabaco e o câncer no pulmão.
Já no dia 2 de junho, o INCA promove a webconferência
“
Tabagismo, Covid-19 e Reforma Tributária”. O encontro
reunirá especialistas para debater a relação entre
tabagismo e Covid-19.
Disponível em: https://bityli.com/fYuwb.
Acesso em: 1 maio 2022 (adaptado)
“ Para saber onde procurar atendimento , a população deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria de Saúde do município para informações sobre locais e horários de tratamento.”
O excerto destacado confere ao período uma ideia de
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NSTRUÇÃO
: Leia o texto a seguir para responder à questão.
DIA MUNDIAL SEM TABACO: BRASIL TEM
REDUÇÃO NO NÚMERO DE FUMANTES
Mesmo com queda no consumo do tabaco e nas mortes
relacionadas, Ministério da Saúde reforça a importância
do combate ao tabagismo; ações de promoção à saúde
e webinários marcam a data
O número de fumantes diminuiu no Brasil, e o grupo de
ex-usuários de tabaco é cada vez maior. Os dados são
da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
com o apoio do Ministério da Saúde, e divulgada nesta
segunda-feira (31/05/2021), quando é celebrado o Dia
Mundial sem Tabaco.
Apesar da redução, o cenário ainda é preocupante,
já que a quantidade de pessoas que tentam parar de
fumar também teve queda, de 51,1% para 46,6%
dos entrevistados. As informações alertam para a
necessidade de reforçar ações de combate ao fumo.
De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do
Ministério da Saúde, que apresenta o panorama do uso
atual de produtos derivados do tabaco, no Brasil, são
mais de 160 mil mortes anuais atribuíveis ao tabaco,
o que representa 443 mortes por dia. O tabaco é
responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano
no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por
10% do total de mortes globais.
Considerado um fator de risco importante para as
doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo está
relacionado ao desenvolvimento de aproximadamente
50 doenças, entre elas vários tipos de câncer, doenças
do aparelho respiratório, como enfisema pulmonar,
e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do
miocárdio, hipertensão arterial e acidente vascular
cerebral.
VIGITEL 2019
O Vigitel 2019, que realiza a vigilância de fatores de risco
e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico,
apontou queda de prevalência de fumantes nas capitais
brasileiras de 15,7% a 9,8% no período de 2006 a 2019.
Nas 27 capitais, a frequência de adultos fumantes foi de
9,8%, sendo maior no sexo masculino (12,3%) do que no
feminino (7,7%). No total da população, a frequência de
fumantes foi menor entre os adultos jovens (antes dos 25
anos de idade) e entre os adultos com 65 anos e mais.
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,4%
em Teresina e 14,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências de fumantes foram encontradas, entre
homens, em Rio Branco (17,1%), no Distrito Federal
(15,8%) e em São Paulo (15,6%); e, entre mulheres,
em Porto Alegre (14,1%), São Paulo (11,7%) e Curitiba
(11%). As menores frequências de fumantes, no sexo
masculino, ocorreram em Aracaju (5,7%), Maceió (5,9%)
e Teresina (6,4%); e, no sexo feminino, em Manaus
(2,2%), São Luís (2,7%) e Teresina (2,8%).
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE 2019
Os dados da última PNS, mostram que o percentual de
usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os
entrevistados. O número é menor do que o registrado
em 2013, de 14,9%. A região Nordeste registrou a
maior redução, de 14,7% em 2013 para 11% em 2019.
Nesse mesmo período, o grupo de ex-fumantes
aumentou, passando de 17,5% para 26,6%.
O perfil de usuários de produtos derivados do tabaco
foi de homens na faixa etária de 40 a 50 anos, sem
instrução e fundamental incompleto, entretanto, as
mulheres apresentaram maior frequência de exposição
ao fumo passivo, principalmente no ambiente domiciliar
e de trabalho.
Os dados apontam ainda o consumo de cigarro
eletrônico, que utiliza substâncias que possuem
nicotina, nos jovens, acima de 15 anos – 0,6% entre os
entrevistados. O uso desses produtos está concentrado
em cidades maiores e em classes sociais com maior
renda, indicando a vulnerabilidade dos grupos mais
jovens para a dependência de nicotina.
A fumaça também pode matar: os fumantes passivos,
que convivem de perto com o tabaco, podem desenvolver
várias doenças. No mundo, mais de 1,2 milhão de
pessoas morrem em decorrência do fumo passivo, de
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o percentual desse grupo foi de 9,2% em
2019, segundo a PNS, e as mulheres são maioria,
principalmente no ambiente domiciliar e no trabalho.
TRATAMENTO NO SUS
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
Para saber onde procurar atendimento, a população
deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria
de Saúde do município para informações sobre locais
e horários de tratamento. Outras informações ainda
podem ser consultadas na Coordenação de Controle
do Tabagismo na Secretaria Estadual de Saúde ou, por
telefone, no Disque Saúde 136.
CAMPANHA DO INCA
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem webinário,
nesta segunda-feira (31/05/2021), para celebrar o Dia
Mundial sem Tabaco. O tema, definido pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), é “Comprometa-se a parar
de fumar”. O foco da campanha é reduzir o número
de fumantes e, consequentemente, a incidência de
doenças relacionadas ao tabaco e o câncer no pulmão.
Já no dia 2 de junho, o INCA promove a webconferência
“Tabagismo, Covid-19 e Reforma Tributária”. O encontro
reunirá especialistas para debater a relação entre
tabagismo e Covid-19.
Disponível em: https://bityli.com/fYuwb.
Acesso em: 1 maio 2022 (adaptado)
“O tabaco é responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por 10% do total de mortes globais.”
Esse trecho pode, mantendo seu sentido original, ser reescrito da seguinte forma, exceto:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaPontuação
- SintaxeRegência
- SintaxeConcordância
NSTRUÇÃO
: Leia o texto a seguir para responder à questão.
DIA MUNDIAL SEM TABACO: BRASIL TEM
REDUÇÃO NO NÚMERO DE FUMANTES
Mesmo com queda no consumo do tabaco e nas mortes
relacionadas, Ministério da Saúde reforça a importância
do combate ao tabagismo; ações de promoção à saúde
e webinários marcam a data
O número de fumantes diminuiu no Brasil, e o grupo de
ex-usuários de tabaco é cada vez maior. Os dados são
da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
com o apoio do Ministério da Saúde, e divulgada nesta
segunda-feira (31/05/2021), quando é celebrado o Dia
Mundial sem Tabaco.
Apesar da redução, o cenário ainda é preocupante,
já que a quantidade de pessoas que tentam parar de
fumar também teve queda, de 51,1% para 46,6%
dos entrevistados. As informações alertam para a
necessidade de reforçar ações de combate ao fumo.
De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do
Ministério da Saúde, que apresenta o panorama do uso
atual de produtos derivados do tabaco, no Brasil, são
mais de 160 mil mortes anuais atribuíveis ao tabaco,
o que representa 443 mortes por dia. O tabaco é
responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano
no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por
10% do total de mortes globais.
Considerado um fator de risco importante para as
doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo está
relacionado ao desenvolvimento de aproximadamente
50 doenças, entre elas vários tipos de câncer, doenças
do aparelho respiratório, como enfisema pulmonar,
e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do
miocárdio, hipertensão arterial e acidente vascular
cerebral.
VIGITEL 2019
O Vigitel 2019, que realiza a vigilância de fatores de risco
e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico,
apontou queda de prevalência de fumantes nas capitais
brasileiras de 15,7% a 9,8% no período de 2006 a 2019.
Nas 27 capitais, a frequência de adultos fumantes foi de
9,8%, sendo maior no sexo masculino (12,3%) do que no
feminino (7,7%). No total da população, a frequência de
fumantes foi menor entre os adultos jovens (antes dos 25
anos de idade) e entre os adultos com 65 anos e mais.
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,4%
em Teresina e 14,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências de fumantes foram encontradas, entre
homens, em Rio Branco (17,1%), no Distrito Federal
(15,8%) e em São Paulo (15,6%); e, entre mulheres,
em Porto Alegre (14,1%), São Paulo (11,7%) e Curitiba
(11%). As menores frequências de fumantes, no sexo
masculino, ocorreram em Aracaju (5,7%), Maceió (5,9%)
e Teresina (6,4%); e, no sexo feminino, em Manaus
(2,2%), São Luís (2,7%) e Teresina (2,8%).
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE 2019
Os dados da última PNS, mostram que o percentual de
usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os
entrevistados. O número é menor do que o registrado
em 2013, de 14,9%. A região Nordeste registrou a
maior redução, de 14,7% em 2013 para 11% em 2019.
Nesse mesmo período, o grupo de ex-fumantes
aumentou, passando de 17,5% para 26,6%.
O perfil de usuários de produtos derivados do tabaco
foi de homens na faixa etária de 40 a 50 anos, sem
instrução e fundamental incompleto, entretanto, as
mulheres apresentaram maior frequência de exposição
ao fumo passivo, principalmente no ambiente domiciliar
e de trabalho.
Os dados apontam ainda o consumo de cigarro
eletrônico, que utiliza substâncias que possuem
nicotina, nos jovens, acima de 15 anos – 0,6% entre os
entrevistados. O uso desses produtos está concentrado
em cidades maiores e em classes sociais com maior
renda, indicando a vulnerabilidade dos grupos mais
jovens para a dependência de nicotina.
A fumaça também pode matar: os fumantes passivos,
que convivem de perto com o tabaco, podem desenvolver
várias doenças. No mundo, mais de 1,2 milhão de
pessoas morrem em decorrência do fumo passivo, de
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o percentual desse grupo foi de 9,2% em
2019, segundo a PNS, e as mulheres são maioria,
principalmente no ambiente domiciliar e no trabalho.
TRATAMENTO NO SUS
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
Para saber onde procurar atendimento, a população
deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria
de Saúde do município para informações sobre locais
e horários de tratamento. Outras informações ainda
podem ser consultadas na Coordenação de Controle
do Tabagismo na Secretaria Estadual de Saúde ou, por
telefone, no Disque Saúde 136.
CAMPANHA DO INCA
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem webinário,
nesta segunda-feira (31/05/2021), para celebrar o Dia
Mundial sem Tabaco. O tema, definido pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), é “Comprometa-se a parar
de fumar”. O foco da campanha é reduzir o número
de fumantes e, consequentemente, a incidência de
doenças relacionadas ao tabaco e o câncer no pulmão.
Já no dia 2 de junho, o INCA promove a webconferência
“Tabagismo, Covid-19 e Reforma Tributária”. O encontro
reunirá especialistas para debater a relação entre
tabagismo e Covid-19.
Disponível em: https://bityli.com/fYuwb.
Acesso em: 1 maio 2022 (adaptado)
Releia o trecho a seguir.
“Os dados da última PNS, mostram que o percentual de usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os entrevistados.”
O desvio gramatical presente nesse trecho está relacionado à
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NSTRUÇÃO
: Leia o texto a seguir para responder à questão.
DIA MUNDIAL SEM TABACO: BRASIL TEM
REDUÇÃO NO NÚMERO DE FUMANTES
Mesmo com queda no consumo do tabaco e nas mortes
relacionadas, Ministério da Saúde reforça a importância
do combate ao tabagismo; ações de promoção à saúde
e webinários marcam a data
O número de fumantes diminuiu no Brasil, e o grupo de
ex-usuários de tabaco é cada vez maior. Os dados são
da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
com o apoio do Ministério da Saúde, e divulgada nesta
segunda-feira (31/05/2021), quando é celebrado o Dia
Mundial sem Tabaco.
Apesar da redução, o cenário ainda é preocupante,
já que a quantidade de pessoas que tentam parar de
fumar também teve queda, de 51,1% para 46,6%
dos entrevistados. As informações alertam para a
necessidade de reforçar ações de combate ao fumo.
De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do
Ministério da Saúde, que apresenta o panorama do uso
atual de produtos derivados do tabaco, no Brasil, são
mais de 160 mil mortes anuais atribuíveis ao tabaco,
o que representa 443 mortes por dia. O tabaco é
responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano
no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por
10% do total de mortes globais.
Considerado um fator de risco importante para as
doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo está
relacionado ao desenvolvimento de aproximadamente
50 doenças, entre elas vários tipos de câncer, doenças
do aparelho respiratório, como enfisema pulmonar,
e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do
miocárdio, hipertensão arterial e acidente vascular
cerebral.
VIGITEL 2019
O Vigitel 2019, que realiza a vigilância de fatores de risco
e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico,
apontou queda de prevalência de fumantes nas capitais
brasileiras de 15,7% a 9,8% no período de 2006 a 2019.
Nas 27 capitais, a frequência de adultos fumantes foi de
9,8%, sendo maior no sexo masculino (12,3%) do que no
feminino (7,7%). No total da população, a frequência de
fumantes foi menor entre os adultos jovens (antes dos 25
anos de idade) e entre os adultos com 65 anos e mais.
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,4%
em Teresina e 14,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências de fumantes foram encontradas, entre
homens, em Rio Branco (17,1%), no Distrito Federal
(15,8%) e em São Paulo (15,6%); e, entre mulheres,
em Porto Alegre (14,1%), São Paulo (11,7%) e Curitiba
(11%). As menores frequências de fumantes, no sexo
masculino, ocorreram em Aracaju (5,7%), Maceió (5,9%)
e Teresina (6,4%); e, no sexo feminino, em Manaus
(2,2%), São Luís (2,7%) e Teresina (2,8%).
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE 2019
Os dados da última PNS, mostram que o percentual de
usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os
entrevistados. O número é menor do que o registrado
em 2013, de 14,9%. A região Nordeste registrou a
maior redução, de 14,7% em 2013 para 11% em 2019.
Nesse mesmo período, o grupo de ex-fumantes
aumentou, passando de 17,5% para 26,6%.
O perfil de usuários de produtos derivados do tabaco
foi de homens na faixa etária de 40 a 50 anos, sem
instrução e fundamental incompleto, entretanto, as
mulheres apresentaram maior frequência de exposição
ao fumo passivo, principalmente no ambiente domiciliar
e de trabalho.
Os dados apontam ainda o consumo de cigarro
eletrônico, que utiliza substâncias que possuem
nicotina, nos jovens, acima de 15 anos – 0,6% entre os
entrevistados. O uso desses produtos está concentrado
em cidades maiores e em classes sociais com maior
renda, indicando a vulnerabilidade dos grupos mais
jovens para a dependência de nicotina.
A fumaça também pode matar: os fumantes passivos,
que convivem de perto com o tabaco, podem desenvolver
várias doenças. No mundo, mais de 1,2 milhão de
pessoas morrem em decorrência do fumo passivo, de
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o percentual desse grupo foi de 9,2% em
2019, segundo a PNS, e as mulheres são maioria,
principalmente no ambiente domiciliar e no trabalho.
TRATAMENTO NO SUS
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
Para saber onde procurar atendimento, a população
deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria
de Saúde do município para informações sobre locais
e horários de tratamento. Outras informações ainda
podem ser consultadas na Coordenação de Controle
do Tabagismo na Secretaria Estadual de Saúde ou, por
telefone, no Disque Saúde 136.
CAMPANHA DO INCA
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem webinário,
nesta segunda-feira (31/05/2021), para celebrar o Dia
Mundial sem Tabaco. O tema, definido pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), é “Comprometa-se a parar
de fumar”. O foco da campanha é reduzir o número
de fumantes e, consequentemente, a incidência de
doenças relacionadas ao tabaco e o câncer no pulmão.
Já no dia 2 de junho, o INCA promove a webconferência
“Tabagismo, Covid-19 e Reforma Tributária”. O encontro
reunirá especialistas para debater a relação entre
tabagismo e Covid-19.
Disponível em: https://bityli.com/fYuwb.
Acesso em: 1 maio 2022 (adaptado)
Leia a charge a seguir.
Disponível em: https://bityli.com/vraKqB.
Acesso em: 1 maio 2022.
O trecho do texto que melhor corrobora o conteúdo dessa charge é
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NSTRUÇÃO
: Leia o texto a seguir para responder à questão.
DIA MUNDIAL SEM TABACO: BRASIL TEM
REDUÇÃO NO NÚMERO DE FUMANTES
Mesmo com queda no consumo do tabaco e nas mortes
relacionadas, Ministério da Saúde reforça a importância
do combate ao tabagismo; ações de promoção à saúde
e webinários marcam a data
O número de fumantes diminuiu no Brasil, e o grupo de
ex-usuários de tabaco é cada vez maior. Os dados são
da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
com o apoio do Ministério da Saúde, e divulgada nesta
segunda-feira (31/05/2021), quando é celebrado o Dia
Mundial sem Tabaco.
Apesar da redução, o cenário ainda é preocupante,
já que a quantidade de pessoas que tentam parar de
fumar também teve queda, de 51,1% para 46,6%
dos entrevistados. As informações alertam para a
necessidade de reforçar ações de combate ao fumo.
De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do
Ministério da Saúde, que apresenta o panorama do uso
atual de produtos derivados do tabaco, no Brasil, são
mais de 160 mil mortes anuais atribuíveis ao tabaco,
o que representa 443 mortes por dia. O tabaco é
responsável por mais de 8 milhões de mortes por ano
no mundo, contudo, até 2030, pode ser responsável por
10% do total de mortes globais.
Considerado um fator de risco importante para as
doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo está
relacionado ao desenvolvimento de aproximadamente
50 doenças, entre elas vários tipos de câncer, doenças
do aparelho respiratório, como enfisema pulmonar,
e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do
miocárdio, hipertensão arterial e acidente vascular
cerebral.
VIGITEL 2019
O Vigitel 2019, que realiza a vigilância de fatores de risco
e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico,
apontou queda de prevalência de fumantes nas capitais
brasileiras de 15,7% a 9,8% no período de 2006 a 2019.
Nas 27 capitais, a frequência de adultos fumantes foi de
9,8%, sendo maior no sexo masculino (12,3%) do que no
feminino (7,7%). No total da população, a frequência de
fumantes foi menor entre os adultos jovens (antes dos 25
anos de idade) e entre os adultos com 65 anos e mais.
A frequência de adultos que fumam variou entre 4,4%
em Teresina e 14,6% em Porto Alegre. As maiores
frequências de fumantes foram encontradas, entre
homens, em Rio Branco (17,1%), no Distrito Federal
(15,8%) e em São Paulo (15,6%); e, entre mulheres,
em Porto Alegre (14,1%), São Paulo (11,7%) e Curitiba
(11%). As menores frequências de fumantes, no sexo
masculino, ocorreram em Aracaju (5,7%), Maceió (5,9%)
e Teresina (6,4%); e, no sexo feminino, em Manaus
(2,2%), São Luís (2,7%) e Teresina (2,8%).
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE 2019
Os dados da última PNS, mostram que o percentual de
usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os
entrevistados. O número é menor do que o registrado
em 2013, de 14,9%. A região Nordeste registrou a
maior redução, de 14,7% em 2013 para 11% em 2019.
Nesse mesmo período, o grupo de ex-fumantes
aumentou, passando de 17,5% para 26,6%.
O perfil de usuários de produtos derivados do tabaco
foi de homens na faixa etária de 40 a 50 anos, sem
instrução e fundamental incompleto, entretanto, as
mulheres apresentaram maior frequência de exposição
ao fumo passivo, principalmente no ambiente domiciliar
e de trabalho.
Os dados apontam ainda o consumo de cigarro
eletrônico, que utiliza substâncias que possuem
nicotina, nos jovens, acima de 15 anos – 0,6% entre os
entrevistados. O uso desses produtos está concentrado
em cidades maiores e em classes sociais com maior
renda, indicando a vulnerabilidade dos grupos mais
jovens para a dependência de nicotina.
A fumaça também pode matar: os fumantes passivos,
que convivem de perto com o tabaco, podem desenvolver
várias doenças. No mundo, mais de 1,2 milhão de
pessoas morrem em decorrência do fumo passivo, de
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o percentual desse grupo foi de 9,2% em
2019, segundo a PNS, e as mulheres são maioria,
principalmente no ambiente domiciliar e no trabalho.
TRATAMENTO NO SUS
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
O Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito
para quem deseja parar de fumar, com medicamentos
como adesivos, pastilhas, gomas de mascar (terapia de
reposição de nicotina) e bupropiona.
Para saber onde procurar atendimento, a população
deve ir aos centros / postos de saúde ou à Secretaria
de Saúde do município para informações sobre locais
e horários de tratamento. Outras informações ainda
podem ser consultadas na Coordenação de Controle
do Tabagismo na Secretaria Estadual de Saúde ou, por
telefone, no Disque Saúde 136.
CAMPANHA DO INCA
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem webinário,
nesta segunda-feira (31/05/2021), para celebrar o Dia
Mundial sem Tabaco. O tema, definido pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), é “Comprometa-se a parar
de fumar”. O foco da campanha é reduzir o número
de fumantes e, consequentemente, a incidência de
doenças relacionadas ao tabaco e o câncer no pulmão.
Já no dia 2 de junho, o INCA promove a webconferência
“Tabagismo, Covid-19 e Reforma Tributária”. O encontro
reunirá especialistas para debater a relação entre
tabagismo e Covid-19.
Disponível em: https://bityli.com/fYuwb.
Acesso em: 1 maio 2022 (adaptado)
A derivação prefixal é a junção de um afixo ao início de uma palavra já existente para a criação de uma nova unidade lexical.
Assinale a alternativa que indica uma palavra formada por prefixação.
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