Foram encontradas 981 questões.
Sobre a catalogação de recursos bibliográficos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A área do número normalizado inclui, além do
número de registro do documento, a data e a
forma de sua aquisição.
( ) A área dos detalhes específicos do material
é utilizada para manuscritos e deve registrar
informações relativas à produção e à digitalização
do documento.
( ) A ISBD (International Standard Bibliographic
Description) dividiu as informações descritivas
em áreas que correspondem aos tipos de
informações registradas.
( ) As áreas e os elementos da descrição são
indicados pela pontuação e pela posição, que
correspondem à sintaxe e à semântica da
representação descritiva.
Assinale a sequência correta.
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Sobre os sistemas de classificação bibliográfica, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A CDD abrange um número imenso de assuntos e
é um esquema de classificação mais generalista,
não atendendo às especificidades necessárias a
bibliotecas especializadas.
( ) A CDU utiliza, no processo de formação da
notação de assunto, caracteres numéricos ou
alfanuméricos, além de outros símbolos.
( ) A CDD possui uma hierarquia rígida entre os
assuntos e divide o conhecimento humano em 10
grandes classes que, por sua vez, são divididas
em outras dez subclasses e assim por diante.
Assinale a sequência correta.
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As citações bibliográficas são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações consultadas para a realização de um trabalho. Podem ser diretas (textuais) ou indiretas (livres).
Assinale a citação elaborada de forma correta, conforme estabelece a NBR 10520 (ABNT, 2002).
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Leia o trecho da reportagem a seguir.
Britânicos apagam as luzes para relembrar a I Guerra Mundial
Em Liége, onde acontece a principal cerimônia europeia, o Reino Unido foi representado pelo príncipe William
Londres – “As luzes estão se apagando na Europa; talvez não voltemos a vê-las em nossas vidas”. Para recordar a frase de um ministro às vésperas da Primeira Guerra Mundial, os britânicos apagarão as luzes na noite desta segunda-feira (04/08/14).
Disponível em: https://extra.globo.com/noticias/mundo/ britanicos-apagarao-as-luzes-para-lembrar-primeira-guerramundial-13483775.html. Acesso em: 25 abr. 2022.
A frase do ministro inglês, às vésperas da Grande Guerra (1914-1918), mencionada na reportagem, é um importante documento histórico ao se relacionar diretamente ao(à)
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Analise a charge a seguir.
Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ fichaTecnicaAula.html?aula=53752/. Acesso em: 22 abr. 2022.
Abordar o gênero textual charge nas aulas de História é fundamental para a construção do pensamento crítico dos alunos. As charges, como a apresentada, revelam aspectos que marcaram a política brasileira nos anos 1950 e 1960, ironizando a
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O Tio Sam está querendo
Conhecer a nossa batucada.
Anda dizendo que o molho da baiana melhorou o seu prato.
Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará [...].
Na Casa Branca já dançou
A batucada de Ioiô, Iaiá.
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar [...].
Eu quero ver, eu quero ver eu quero ver o Tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar.
VALENTE, Assis. Brasil Pandeiro . Disponível em: https://www. letras.mus.br/os-novos-baianos/122199/. Acesso em: 22 out. 2022.
A canção, como documento, tem a rica capacidade de tornar uma narrativa assimilável. Desse modo, ela se torna uma forma importante de conectar o aluno ao que é ensinado.
A canção “Brasil Pandeiro”, composta em 1940, pode ser utilizada em sala de aula para retratar as relações entre Estados Unidos e Brasil, nesse contexto, ao sinalizar a
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Analise a charge a seguir.
Disponível em: https://latuffcartoons.files.wordpress. com/2014/04/. Acesso em: 14 abr. 2022.
A imagem destaca uma interpretação sobre o processo de abertura do Regime Civil-Militar (1964-1985), que provocou e provoca grandes repercussões no país.
Essa interpretação questiona o(a)
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Leia os textos a seguir.
Texto I
Não é natural, nem podemos esperar, que todos os trabalhadores escravos, adquirindo a liberdade, permaneçam nos estabelecimentos agrícolas e se dediquem aos rudes serviços da lavoura. Com a modificação do sistema, a fixação do salário e os esforços do proprietário, muitos libertos poderão, embora deslocando-se das fazendas em que viveram como escravos, continuar a prestar serviços à lavoura. Creio, porém, que a maior parte, pelo menos ao primeiro período da libertação, fugirá ao trabalho, entregando-se ao ócio e à vadiagem.
Relatório da Província de São Paulo, intitulado Transformação do trabalho, publicado pelo Correio Paulistano nos dias 11 e 12 de janeiro de 1888. Disponível em: https://www.historia.uff. br/stricto/files/public_ppgh/hol_2011_CaminhosLiberdade.pdf. Acesso em: 25 abr. 2022.
Texto II
Na história da humanidade, este fato [a emancipação dos escravos em São Paulo] será assinalado para glória da iniciativa dos fazendeiros paulistas, que, colocando-se à frente do movimento emancipador, deram a mais brilhante prova, tanto da sua prudência econômica, como da coragem heroica com que souberam enfrentar as dificuldades da situação aflitiva em que se viram colocados.
Correio Paulistano, 17 de janeiro de 1888. Disponível em: https://www.historia.uff.br/stricto/files/public_ppgh/hol_2011_ CaminhosLiberdade.pdf. Acesso em: 25 abr. 2022.
Esses textos, publicados no Brasil no contexto da abolição da escravidão, podem enriquecer os debates sobre essa temática em sala de aula.
Assinale a alternativa em que uma análise desses textos, que deve ser feita nesses debates, é apresentada corretamente.
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Leia o texto a seguir.
No final do século XIX, o Paraguai era um país paupérrimo do ponto de vista econômico, praticamente sem autoestima do passado e carente de heróis paradigmáticos. O Paraguai era apresentado como um país de déspotas e derrotado em uma guerra da qual fora o agressor. Ao mesmo tempo, despontava uma geração de estudantes universitários e secundaristas – poucos e concentrados em Assunção –, desejosos de construir uma sociedade melhor, mas sem encontrar um pensamento que, ao mesmo tempo, recuperasse a autoestima nacional e rompesse o sentimento de inferioridade em relação às outras nações, e apontasse para a superação da realidade miserável. Esses jovens necessitavam de heróis que encarnassem os valores, supostos ou verdadeiros, da nacionalidade paraguaia. A educação liberal oferecia-lhes quase que unicamente a denúncia do passado e dos “anti-heróis”, os três ditadores que governaram o país até 1870. Essas circunstâncias viabilizaram o nascimento, no Paraguai, do revisionismo histórico da figura de Solano López, também conhecido como lopizmo. Esse movimento buscou transformar a imagem de Solano López de ditador, responsável pelo desencadear de uma guerra desastrosa para seu país, em herói, vítima da agressão da Tríplice Aliança e sinônimo de coragem e patriotismo.
DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra : nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 80.
A Guerra do Paraguai é um tema que levantou e levanta debates historiográficos, que hoje são abordados nos materiais didáticos e que devem ser discutidos em sala de aula. Sobre o debate, apresentado no texto, é correto afirmar:
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- História GeralSegunda Grande Guerra – 1939-1945
- História GeralDemandas políticas e sociais no mundo atual
- História GeralQuestões Internacionais: história do tempo presente
Na economia, grandes multinacionais alemãs de sucesso, famosas e presentes até hoje, tiveram relação com esse sistema totalitário entre os anos 30 e 40 do século passado. Elas admitem que se beneficiaram de políticas do governo nazista, ou mesmo da proximidade com seus líderes, e hoje lamentam a situação no passado. Volkswagen, BMW e Mercedes usaram trabalhadores forçados de campos de concentração durante o regime nazista na Alemanha. A grife Hugo Boss confeccionou uniformes para o exército alemão antes e durante a Segunda Guerra Mundial. O Deutsche Bank confiscou bens de judeus no mesmo período e vendeu ouro de vítimas do Holocausto. Muitas dessas empresas financiaram estudos para revelar fatos obscuros do próprio passado e pagaram compensações a vítimas do Holocausto por meio da “Erinnerung, Verantwortung, Zukunft” (Lembrança, Responsabilidade e Futuro), fundação criada no final dos anos 1990 por empresas alemãs e o governo do país com o objetivo de indenizar escravos, trabalhadores forçados e outras vítimas do nazismo.
Disponível em: https://economia.uol.com.br/ noticias/redacao/2017/09/12/empresas-nazismo. htm#:~:text=Economia-,Volks%2C%20BMW%2C%20 Hugo%20Boss%3A%20essas%20e,outras%20gigantes%20 ajudaram%20Alemanha%20nazista. Acesso em: 10 abr. 2022.
O século XX foi marcado por novas relações políticas e econômicas, conforme é exemplificado na reportagem.
Por meio dos estudos das informações apresentadas na reportagem, os estudantes poderão constatar que
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