Magna Concursos

Foram encontradas 20 questões.

A cidade de Lavrinhas conta com:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Complete segundo o artigo 187° da Lei Orgânica do Município:
Lavrinhas: comemorara, anualmente o _________data da emancipação político administrativo do Município.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235081 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.
Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.
Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.
Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.
Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio.
Leia atentamente as afirmações a seguir, acerca das figuras de linguagem presentes no poema:

I – No segundo verso – “vou de branco pela rua cinzenta.” –, ocorre a figura de linguagem “antítese”.
II – No terceiro verso – “Melancolias, mercadorias espreitam-me.” –, ocorre a figura de linguagem “prosopopeia”.
III – No trigésimo quinto verso – “Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego” – ocorre a figura de linguagem “metáfora”.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235079 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Assinale a alternativa em que o pronome relativo “que” exerce a função de sujeito da oração:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235078 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.
Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.
Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.
Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.
Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Neste poema, Carlos Drummond de Andrade representa a revolta do eu lírico frente ao mundo em que vive ao mesmo tempo em que mostra a esperança desse mesmo indivíduo com o aparecimento de uma flor que perturba.
II – Enquanto passeia pela cidade cinzenta, o eu lírico sente náusea. Seu desejo é de vomitar sobre tudo que lhe incomoda.
III – Na primeira estrofe, Carlos Drummond de Andrade indica que o eu lírico é uma pessoa presa à classe social à qual pertence.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235076 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Assinale a alternativa correta, segundo o padrão culto da Língua Portuguesa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o poema Geometria dos ventos de Rachel de Queiroz, escritora brasileira, para responder à questão.
Geometria dos Ventos
Eis que temos aqui a Poesia, a grande
Poesia Que não oferece signos nem
linguagem específica, não respeita sequer
os limites do idioma. Ela flui, como um rio.
como o sangue nas artérias, tão
espontânea que nem se sabe como foi
escrita.
E ao mesmo tempo tão elaborada - feito
uma flor na sua perfeição minuciosa, um
cristal que se arranca da terra já dentro
da geometria impecável da sua
lapidação. Onde se conta uma história,
onde se vive um delírio; onde a condição
humana exacerba, até à fronteira da loucura,
junto com Vincent e os seus girassóis de fogo,
à sombra de Eva Braun, envolta no mistério
ao
mesmo tempo
fácil e insolúvel da sua tragédia,
Sim, é o encontro com a Poesia.
Assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235071 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.
Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.
Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.
Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.
Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio.
Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A aproximação das palavras “melancolia” e “mercadoria”, no terceiro verso, somadas à informação presente no primeiro verso, mostram o apreço do eu lírico pelo mundo mercantilizado e capitalista.

II – Na terceira estrofe, percebe-se que a esperança do eu lírico para a mudança do cenário em que está inserido é pequena, dado que o único elemento que consola os doentes é o sol, embora tal consolo não produza muito efeito.

III – Na quarta estrofe, destaca-se a solidão vivenciada pelo momento histórico, a ditadura militar, já que as pessoas não conversam, não trocam correspondências e se informam apenas pelos jornais.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
235070 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Lavrinhas-SP
Assinale a alternativa em que a ocorrência de crase é facultativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o poema Geometria dos ventos de Rachel de Queiroz, escritora brasileira, para responder à questão.
Geometria dos Ventos
Eis que temos aqui a Poesia, a grande
Poesia Que não oferece signos nem
linguagem específica, não respeita sequer
os limites do idioma. Ela flui, como um rio.
como o sangue nas artérias, tão
espontânea que nem se sabe como foi
escrita.
E ao mesmo tempo tão elaborada - feito
uma flor na sua perfeição minuciosa, um
cristal que se arranca da terra já dentro
da geometria impecável da sua
lapidação. Onde se conta uma história,
onde se vive um delírio; onde a condição
humana exacerba, até à fronteira da loucura,
junto com Vincent e os seus girassóis de fogo,
à sombra de Eva Braun, envolta no mistério
ao
mesmo tempo
fácil e insolúvel da sua tragédia,
Sim, é o encontro com a Poesia.
No verso “até à fronteira da loucura,” a ocorrência da crase está:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas