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Um carro, estava a uma certa velocidade, mas vendo uma placa que dizia que a velocidade máxima permitida naquela via, era de 80 km/h, reduziu sua velocidade em 20% para atingir a velocidade máxima permitida. Após isso, aumentou-a novamente para 90 km/h.. Qual a soma da velocidade que o carro estava antes de diminuir os 20% com os 90 km/h?
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Gabriel pegou R$ 1 760,00 emprestado de seu pai, e poderia pagá-lo quando pudesse. Um mês após o empréstimo, pagou 1/4 desse valor. Após mais um mês, pagou 2/3 do valor que faltava, e por fim, após outro mês, pagou mais 1/4 do valor emprestado inicialmente. Quanto falta ainda para Gabriel pagar, para poder quitar a dívida?
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Considerando o excerto a seguir, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um sinônimo do termo em destaque:
Em geral, houve um aumento discreto na intensidade de sintomas ansiosos ou depressivos, mas que não configura um aumento no número de diagnósticos de doenças psiquiátricas.
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Assinale a alternativa que contém a conjugação CORRETA do verbo haver, conforme a gramatica tradicional da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa na qual o emprego da crase está INCORRETO:
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EDITORIAL: Cadê a Vacina?
Nos últimos tempos, negar fatos e evidências tornou-se um comportamento corriqueiro no Brasil e no mundo, como uma espécie de resposta da hipocrisia instaurada em relação à pandemia da Covid-19, na insistência de algumas pessoas em viver suas vidas como se nada estivesse acontecendo. Não se têm mais dúvidas que, em parte, a gravidade da doença, com um número trágico de contaminados e de óbitos no país, deve-se ao comportamento de adeptos ao negacionismo. Com a chegada da vacina, ainda a conta-gotas, as consequências dessa negação parecem ficar mais evidentes. Discursos antivacinas não faltam, sobretudo, nas redes sociais.
Cientistas de vários países passaram meses estudando uma fórmula, em tempo recorde, que salvasse vidas e diminuísse o impacto da contaminação do coronavírus. E quando finalmente a sonhada vacina está entre nós, um número significativo de pessoas questiona sua eficácia e, não apenas isso, afirma que a pandemia não é perigosa como a imprensa noticia. Além disso, os próprios órgãos governamentais perderam a oportunidade de se prepararem com antecedência para um plano de vacinação mais amplo.
Antes mesmo que a vacina contra a Covid-19 fosse testada, o movimento antivacina brasileiro já vinha dando seus sinais. Em 2019, por exemplo, casos de sarampo voltaram a ser notificados e, em 2016, o número de crianças vacinadas contra a poliomielite (paralisia infantil) ficou abaixo da média, fato que não ocorria desde 1990. Os adeptos do movimento antivacina demonstram uma descrença absurda na ciência e alegam que a vacina coloca em risco sua saúde como justificativa para não se proteger. Teorias de que chips seriam implantados através da vacina para monitorar as pessoas circulam pela internet e o que mais espanta é a quantidade de pessoas que acreditam nessa ideia absurda, mesmo em um mundo com tanto acesso à informação como o que vivemos. É no mínimo assustador observar que nos dias de hoje essas teorias, sem o menor fundamento, ganham mais força que aquelas comprovadas e defendidas por profissionais qualificados e especialistas, que dedicam sua vida às pesquisas e a soluções para os problemas de saúde pública.
Adaptado de: O CONSOANTE, 2021.Disponível em: http://oconsoante.com.br/2021/02/05/editorial- cade-a-vacina/
Ainda sobre a expressão “a conta-gotas” é CORRETO afirmar que:
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EDITORIAL: Cadê a Vacina?
Nos últimos tempos, negar fatos e evidências tornou-se um comportamento corriqueiro no Brasil e no mundo, como uma espécie de resposta da hipocrisia instaurada em relação à pandemia da Covid-19, na insistência de algumas pessoas em viver suas vidas como se nada estivesse acontecendo. Não se têm mais dúvidas que, em parte, a gravidade da doença, com um número trágico de contaminados e de óbitos no país, deve-se ao comportamento de adeptos ao negacionismo. Com a chegada da vacina, ainda a conta-gotas, as consequências dessa negação parecem ficar mais evidentes. Discursos antivacinas não faltam, sobretudo, nas redes sociais.
Cientistas de vários países passaram meses estudando uma fórmula, em tempo recorde, que salvasse vidas e diminuísse o impacto da contaminação do coronavírus. E quando finalmente a sonhada vacina está entre nós, um número significativo de pessoas questiona sua eficácia e, não apenas isso, afirma que a pandemia não é perigosa como a imprensa noticia. Além disso, os próprios órgãos governamentais perderam a oportunidade de se prepararem com antecedência para um plano de vacinação mais amplo.
Antes mesmo que a vacina contra a Covid-19 fosse testada, o movimento antivacina brasileiro já vinha dando seus sinais. Em 2019, por exemplo, casos de sarampo voltaram a ser notificados e, em 2016, o número de crianças vacinadas contra a poliomielite (paralisia infantil) ficou abaixo da média, fato que não ocorria desde 1990. Os adeptos do movimento antivacina demonstram uma descrença absurda na ciência e alegam que a vacina coloca em risco sua saúde como justificativa para não se proteger. Teorias de que chips seriam implantados através da vacina para monitorar as pessoas circulam pela internet e o que mais espanta é a quantidade de pessoas que acreditam nessa ideia absurda, mesmo em um mundo com tanto acesso à informação como o que vivemos. É no mínimo assustador observar que nos dias de hoje essas teorias, sem o menor fundamento, ganham mais força que aquelas comprovadas e defendidas por profissionais qualificados e especialistas, que dedicam sua vida às pesquisas e a soluções para os problemas de saúde pública.
Adaptado de: O CONSOANTE, 2021.Disponível em: http://oconsoante.com.br/2021/02/05/editorial- cade-a-vacina/
Assinale a alternativa que melhor substituiria a expressão “a conta-gotas” sem prejuízo de sentido.
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De acordo com a gramática tradicional da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que melhor define a classe gramatical dos verbos.
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