Foram encontradas 120 questões.
Em qual alternativa a concordância verbal está
CORRETA?
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CORRETO de colocação pronominal.
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Leia o texto para responder à questão.
“A vida não é útil”
Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais,
sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19,
ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma
hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade
como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como
somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema
natural bem maior e mais complexo.
Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem
como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida,
promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro
lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para
a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto
negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa
dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso,
mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.
Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista
tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e
nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo.
Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado,
impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando
à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo
vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento,
não apenas individual, mas principalmente coletiva.
Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma
tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos
donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer
nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir
responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos
relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o
equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.
Nesse contexto, é importante destacar que a
sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito
pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças
ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo
que dependemos uns dos outros e compartilhando a
responsabilidade.
Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A
vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial,
que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência.
Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente,
lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário.
Precisamos recuperar o sentido profundo da existência,
reconhecendo que viver é muito mais significativo do que
simplesmente produzir e consumir.
Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil.
São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
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“A vida não é útil”
Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais,
sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19,
ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma
hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade
como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como
somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema
natural bem maior e mais complexo.
Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem
como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida,
promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro
lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para
a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto
negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa
dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso,
mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.
Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista
tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e
nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo.
Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado,
impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando
à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo
vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento,
não apenas individual, mas principalmente coletiva.
Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma
tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos
donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer
nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir
responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos
relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o
equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.
Nesse contexto, é importante destacar que a
sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito
pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças
ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo
que dependemos uns dos outros e compartilhando a
responsabilidade.
Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A
vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial,
que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência.
Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente,
lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário.
Precisamos recuperar o sentido profundo da existência,
reconhecendo que viver é muito mais significativo do que
simplesmente produzir e consumir.
Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil.
São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
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“A vida não é útil”
Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais,
sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19,
ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma
hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade
como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como
somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema
natural bem maior e mais complexo.
Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem
como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida,
promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro
lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para
a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto
negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa
dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso,
mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.
Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista
tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e
nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo.
Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado,
impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando
à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo
vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento,
não apenas individual, mas principalmente coletiva.
Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma
tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos
donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer
nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir
responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos
relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o
equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.
Nesse contexto, é importante destacar que a
sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito
pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças
ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo
que dependemos uns dos outros e compartilhando a
responsabilidade.
Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A
vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial,
que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência.
Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente,
lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário.
Precisamos recuperar o sentido profundo da existência,
reconhecendo que viver é muito mais significativo do que
simplesmente produzir e consumir.
Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil.
São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
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“A vida não é útil”
Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais,
sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19,
ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma
hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade
como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como
somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema
natural bem maior e mais complexo.
Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem
como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida,
promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro
lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para
a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto
negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa
dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso,
mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.
Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista
tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e
nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo.
Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado,
impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando
à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo
vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento,
não apenas individual, mas principalmente coletiva.
Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma
tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos
donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer
nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir
responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos
relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o
equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.
Nesse contexto, é importante destacar que a
sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito
pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças
ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo
que dependemos uns dos outros e compartilhando a
responsabilidade.
Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A
vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial,
que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência.
Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente,
lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário.
Precisamos recuperar o sentido profundo da existência,
reconhecendo que viver é muito mais significativo do que
simplesmente produzir e consumir.
Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil.
São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
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Leia o texto para responder à questão.
“A vida não é útil”
Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais,
sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19,
ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma
hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade
como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como
somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema
natural bem maior e mais complexo.
Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem
como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida,
promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro
lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para
a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto
negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa
dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso,
mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.
Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista
tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e
nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo.
Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado,
impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando
à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo
vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento,
não apenas individual, mas principalmente coletiva.
Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma
tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos
donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer
nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir
responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos
relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o
equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.
Nesse contexto, é importante destacar que a
sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito
pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças
ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo
que dependemos uns dos outros e compartilhando a
responsabilidade.
Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A
vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial,
que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência.
Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente,
lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário.
Precisamos recuperar o sentido profundo da existência,
reconhecendo que viver é muito mais significativo do que
simplesmente produzir e consumir.
Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil.
São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
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3892241
Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Limoeiro Norte-CE
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Limoeiro Norte-CE
Em relação aos equipamentos utilizados na
higienização profissional, qual atitude CORRETA garante
melhor desempenho e segurança operacional?
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3892240
Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Limoeiro Norte-CE
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Limoeiro Norte-CE
Sobre o manuseio correto dos produtos químicos
utilizados para higiene em ambientes profissionais, qual
prática garante segurança e eficiência operacional?
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Cadernos
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