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Foram encontradas 60 questões.

Acerca das penas disciplinares a que estão sujeitos os servidores públicos municipais infratores, dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Linhares-ES que a pena de REPREENSÃO será aplicada:
 

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1956375 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Em Linhares, há vários lugares, além das praias, considerados pontos turísticos. A Praça 22 de Agosto é um deles. A área da praça corresponde à área de um retângulo cujas dimensões são 400 metros e 300 metros.
A área da praça é de:
 

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1956363 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Nós escolhemos o traje que vamos utilizar observando, por exemplo, as condições do tempo. Uma criança verificou que é possível combinar suas camisetas e suas blusas de 20 maneiras diferentes.
Sabendo que ela possui 4 bermudas diferentes, a quantidade de blusas que a criança possui é de:
 

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1956339 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
O monumento Marco Zero está localizado na Praça 22 de Agosto. Uma das partes desse monumento é formada pela junção de um paralelepípedo e uma pirâmide. Considere as seguintes afirmativas relacionadas a essas duas figuras espaciais.
I - O paralelepípedo e a pirâmide são polígonos. II - O paralelepípedo e a pirâmide são poliedros. III - O paralelepípedo é um prisma e a pirâmide não. IV - O paralelepípedo e a pirâmide são prismas.

São verdadeiras, apenas, as seguintes afirmativas:
 

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1956335 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
A previsão do tempo sempre fascinou a humanidade. Observe o gráfico a seguir que apresenta a média mensal de temperaturas máximas e de temperaturas mínimas do período de 1984 a 2014 em Linhares/ES.

Enunciado 1956335-1 ( Fonte:https://meteorologia.incaper.es.gov.br/graficosda-serie-historica-vitoria - acessado em janeiro de 2020)

Considere as seguintes afirmativas sobre o gráfico.
I) As temperaturas mínimas médias dos três primeiros meses do ano foram inferiores a 20°C.
II) As temperaturas máximas médias dos três primeiros meses do ano foram superiores a 30°C.
III) A diferença entre as temperaturas médias máximas e mínimas em cada um dos meses é inferior 4°C.
IV) A diferença entre as temperaturas médias máximas e mínimas em cada um dos meses é superior a 4°C.
São verdadeiras, apenas, as seguintes afirmativas:
 

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Texto

O casamento da Lua

O que me contaram não foi nada disso. A mim, contaramme o seguinte: que um grupo de bons e velhos sábios, de mãos enferrujadas, rostos cheios de rugas e pequenos olhos sorridentes, começaram a reunir-se todas as noites para olhar a Lua, pois andavam dizendo que nos últimos cinco séculos sua palidez tinha aumentado consideravelmente. E de tanto olharem através de seus telescópios, os bons e velhos sábios foram assumindo um ar preocupado e seus olhos já não sorriam mais; puseramse, antes, melancólicos. E contaram-me ainda que não era incomum vê-los, peripatéticos, a conversar em voz baixa enquanto balançavam gravemente a cabeça.

E que os bons e velhos sábios haviam constatado que a Lua estava não só muito pálida, como envolta num permanente halo de tristeza. E que mirava o Mundo com olhos de um tal langor e dava tão fundos suspiros – ela que por milênios mantivera a mais virginal reserva – que não havia como duvidar: a Lua estava pura e simplesmente apaixonada. Sua crescente palidez, aliada a uma minguante serenidade e compostura no seu noturno nicho, induzia uma só conclusão: tratava-se de uma Lua nova, de uma Lua cheia de amor, de uma Lua que precisava dar. E a Lua queria dar-se justamente àquele de quem era a única escrava e que, com desdenhosa gravidade, mantinha-a confinada em seu espaço próprio, usufruindo apenas de sua luz e dando azo a que ela fosse motivo constante de poemas e canções de seus menestréis, e até mesmo de ditos e graças de seus bufões, para distraí-lo em suas periódicas hipocondrias de madurez.

Pois não é que ao descobrirem que era o Mundo a causa do sofrimento da Lua, puseram-se os bons e velhos sábios a dar gritos de júbilo e a esfregar as mãos, piscando-se os olhos e dizendo-se chistes que, com toda franqueza, não ficam nada bem em homens de saber... Mas o que se há de fazer? Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria, podendo mesmo chegar a dançar rodas e sarabandas, numa curiosa volta à infância. Por isso perdoemos aos bons e velhos sábios, que se assim faziam é porque tinham descoberto os males da Lua, que eram males de amor. E males de amor curam-se com o próprio amor – eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos, e que escreveram no final de um longo pergaminho crivado de números e equações, no qual fora estudado o problema da crescente palidez da Lua.

(MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 52-53, excerto.)

O substantivo sublinhado em “eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos” (3º §) está corretamente flexionado na forma do plural, segundo a norma culta da língua. Sabe-se, todavia, que os nomes terminados no singular em “-ão” constituem um problema de flexão para o plural porque são três terminações possíveis: “-ãos”, “- ães” e “-ões”. Dos nomes relacionados nas opções abaixo, fazem o plural com a mesma terminação os que estão relacionados em:
 

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1956315 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Começa a temporada de soltura de tartarugas marinhas nas praias de Linhares sexta, 03 de janeiro de 2020 Tem início neste sábado (4), a temporada de soltura de filhotes de tartarugas marinhas na praia de Pontal do Ipiranga. Além da tradicional programação de verão, a soltura também entra no calendário de eventos dos balneários de Regência e Povoação como forma de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental. "O verão é o período em que ocorre a desova das tartarugas – a eclosão dos ovos começa a partir do fim de dezembro – e os filhotes caminham para o mar. Como as praias têm um grande fluxo de pessoas nessa temporada, a atividade é uma forma de aproximá-las às ações de preservação e conscientização ambiental”, diz o secretário municipal de Meio Ambiente, Fabrício Folli. A atividade é uma atração para as famílias e, principalmente, para as crianças que curtem as praias de Linhares nesta estação do ano, e é sempre realizada na fase reprodutiva, que ocorre entre os meses de novembro a março, enquanto as tartarugas reabilitadas são entregues ao habitat natural durante todo o ano. A soltura de tartarugas marinhas é realizada pelo Projeto Tamar, que contribui para a recuperação de quatro espécies de tartarugas: tartaruga-oliva, tartaruga-depente, tartaruga-cabeçuda e tartaruga-de-couro. (Fonte: http://www.sitedelinhares.com.br/acessado em janeiro de 2020 )
Esse texto, que foi retirado de um site sobre o município de Linhares, é :
 

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Texto

O casamento da Lua

O que me contaram não foi nada disso. A mim, contaramme o seguinte: que um grupo de bons e velhos sábios, de mãos enferrujadas, rostos cheios de rugas e pequenos olhos sorridentes, começaram a reunir-se todas as noites para olhar a Lua, pois andavam dizendo que nos últimos cinco séculos sua palidez tinha aumentado consideravelmente. E de tanto olharem através de seus telescópios, os bons e velhos sábios foram assumindo um ar preocupado e seus olhos já não sorriam mais; puseramse, antes, melancólicos. E contaram-me ainda que não era incomum vê-los, peripatéticos, a conversar em voz baixa enquanto balançavam gravemente a cabeça.

E que os bons e velhos sábios haviam constatado que a Lua estava não só muito pálida, como envolta num permanente halo de tristeza. E que mirava o Mundo com olhos de um tal langor e dava tão fundos suspiros – ela que por milênios mantivera a mais virginal reserva – que não havia como duvidar: a Lua estava pura e simplesmente apaixonada. Sua crescente palidez, aliada a uma minguante serenidade e compostura no seu noturno nicho, induzia uma só conclusão: tratava-se de uma Lua nova, de uma Lua cheia de amor, de uma Lua que precisava dar. E a Lua queria dar-se justamente àquele de quem era a única escrava e que, com desdenhosa gravidade, mantinha-a confinada em seu espaço próprio, usufruindo apenas de sua luz e dando azo a que ela fosse motivo constante de poemas e canções de seus menestréis, e até mesmo de ditos e graças de seus bufões, para distraí-lo em suas periódicas hipocondrias de madurez.

Pois não é que ao descobrirem que era o Mundo a causa do sofrimento da Lua, puseram-se os bons e velhos sábios a dar gritos de júbilo e a esfregar as mãos, piscando-se os olhos e dizendo-se chistes que, com toda franqueza, não ficam nada bem em homens de saber... Mas o que se há de fazer? Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria, podendo mesmo chegar a dançar rodas e sarabandas, numa curiosa volta à infância. Por isso perdoemos aos bons e velhos sábios, que se assim faziam é porque tinham descoberto os males da Lua, que eram males de amor. E males de amor curam-se com o próprio amor – eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos, e que escreveram no final de um longo pergaminho crivado de números e equações, no qual fora estudado o problema da crescente palidez da Lua.

(MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 52-53, excerto.)

No fragmento “Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria” (3º §), o conectivo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por todos os abaixo relacionados, EXCETO por:
 

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1956311 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Para trabalhar com sua turma a noção de dígrafo - encontro de duas letras que representam apenas um som, um fonema – uma professora do quinto ano distribuiu cartões com palavras do texto, a serem analisados pelos grupos. O cartão que contém três palavras com dígrafo é o que traz as palavras:
 

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Texto

O casamento da Lua

O que me contaram não foi nada disso. A mim, contaramme o seguinte: que um grupo de bons e velhos sábios, de mãos enferrujadas, rostos cheios de rugas e pequenos olhos sorridentes, começaram a reunir-se todas as noites para olhar a Lua, pois andavam dizendo que nos últimos cinco séculos sua palidez tinha aumentado consideravelmente. E de tanto olharem através de seus telescópios, os bons e velhos sábios foram assumindo um ar preocupado e seus olhos já não sorriam mais; puseramse, antes, melancólicos. E contaram-me ainda que não era incomum vê-los, peripatéticos, a conversar em voz baixa enquanto balançavam gravemente a cabeça.

E que os bons e velhos sábios haviam constatado que a Lua estava não só muito pálida, como envolta num permanente halo de tristeza. E que mirava o Mundo com olhos de um tal langor e dava tão fundos suspiros – ela que por milênios mantivera a mais virginal reserva – que não havia como duvidar: a Lua estava pura e simplesmente apaixonada. Sua crescente palidez, aliada a uma minguante serenidade e compostura no seu noturno nicho, induzia uma só conclusão: tratava-se de uma Lua nova, de uma Lua cheia de amor, de uma Lua que precisava dar. E a Lua queria dar-se justamente àquele de quem era a única escrava e que, com desdenhosa gravidade, mantinha-a confinada em seu espaço próprio, usufruindo apenas de sua luz e dando azo a que ela fosse motivo constante de poemas e canções de seus menestréis, e até mesmo de ditos e graças de seus bufões, para distraí-lo em suas periódicas hipocondrias de madurez.

Pois não é que ao descobrirem que era o Mundo a causa do sofrimento da Lua, puseram-se os bons e velhos sábios a dar gritos de júbilo e a esfregar as mãos, piscando-se os olhos e dizendo-se chistes que, com toda franqueza, não ficam nada bem em homens de saber... Mas o que se há de fazer? Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria, podendo mesmo chegar a dançar rodas e sarabandas, numa curiosa volta à infância. Por isso perdoemos aos bons e velhos sábios, que se assim faziam é porque tinham descoberto os males da Lua, que eram males de amor. E males de amor curam-se com o próprio amor – eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos, e que escreveram no final de um longo pergaminho crivado de números e equações, no qual fora estudado o problema da crescente palidez da Lua.

(MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 52-53, excerto.)

Das alterações feitas na redação da oração adjetiva no fragmento “eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos” (3º §), aquela que está INCORRETA quanto à regência é:
 

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