A importância da segurança do trabalho é
imensurável e, felizmente, a implantação de práticas
seguras no trabalho vem crescendo bastante ultimamente.
Hoje é difícil encontrar um funcionário que
“nunca” tenha passado por pelo menos uma palestra sobre
prevenção de acidentes de trabalho, uso do EPI,
integração, etc. A segurança do trabalho possibilita a
realização de um serviço mais organizado. Isso leva não
somente a evitar acidentes mas também ao aumento da
produção, pois, tornado o ambiente mais agradável, os
funcionários produzirão mais e com melhor qualidade.
A Segurança do Trabalho proporciona também
melhoria nas relações entre patrões e funcionários.
Quando o funcionário perceber melhorias no ambiente de
trabalho, passará a ter mais carinho e respeito com a
direção da empresa. O resultado pode aparecer em
produtos de mais qualidade.
O ponto alto da Segurança do Trabalho é evitar
acidentes. Através das ações de prevenção desenvolvidas
na empresa podemos evitar o aparecimento de acidentes
de trabalho e as doenças ocupacionais.
A Segurança do Trabalho se aplica a todos os
segmentos. Evidentemente cada segmento tem suas
características e riscos específicos e, exatamente por isso,
cada ambiente precisa ser “cuidado” com um olhar
particular.
É importante que o profissional de Segurança do
Trabalho tenha capacidade técnica necessária para avaliar
desde os riscos grandes até os pequenos. O risco pequeno
de hoje pode se tornar grande amanhã. Acidentes são
acidentes, todos são desagradáveis.
(https://segurancadotrabalhonwn.com)
Na frase “Com um sorriso amargo despediu-se do
emprego.”, a expressão grifada caracteriza a seguinte
figura de linguagem:
A importância da segurança do trabalho é
imensurável e, felizmente, a implantação de práticas
seguras no trabalho vem crescendo bastante ultimamente.
Hoje é difícil encontrar um funcionário que
“nunca” tenha passado por pelo menos uma palestra sobre
prevenção de acidentes de trabalho, uso do EPI,
integração, etc. A segurança do trabalho possibilita a
realização de um serviço mais organizado. Isso leva não
somente a evitar acidentes mas também ao aumento da
produção, pois, tornado o ambiente mais agradável, os
funcionários produzirão mais e com melhor qualidade.
A Segurança do Trabalho proporciona também
melhoria nas relações entre patrões e funcionários.
Quando o funcionário perceber melhorias no ambiente de
trabalho, passará a ter mais carinho e respeito com a
direção da empresa. O resultado pode aparecer em
produtos de mais qualidade.
O ponto alto da Segurança do Trabalho é evitar
acidentes. Através das ações de prevenção desenvolvidas
na empresa podemos evitar o aparecimento de acidentes
de trabalho e as doenças ocupacionais.
A Segurança do Trabalho se aplica a todos os
segmentos. Evidentemente cada segmento tem suas
características e riscos específicos e, exatamente por isso,
cada ambiente precisa ser “cuidado” com um olhar
particular.
É importante que o profissional de Segurança do
Trabalho tenha capacidade técnica necessária para avaliar
desde os riscos grandes até os pequenos. O risco pequeno
de hoje pode se tornar grande amanhã. Acidentes são
acidentes, todos são desagradáveis.
A importância da segurança do trabalho é
imensurável e, felizmente, a implantação de práticas
seguras no trabalho vem crescendo bastante ultimamente.
Hoje é difícil encontrar um funcionário que
“nunca” tenha passado por pelo menos uma palestra sobre
prevenção de acidentes de trabalho, uso do EPI,
integração, etc. A segurança do trabalho possibilita a
realização de um serviço mais organizado. Isso leva não
somente a evitar acidentes mas também ao aumento da
produção, pois, tornado o ambiente mais agradável, os
funcionários produzirão mais e com melhor qualidade.
A Segurança do Trabalho proporciona também
melhoria nas relações entre patrões e funcionários.
Quando o funcionário perceber melhorias no ambiente de
trabalho, passará a ter mais carinho e respeito com a
direção da empresa. O resultado pode aparecer em
produtos de mais qualidade.
O ponto alto da Segurança do Trabalho é evitar
acidentes. Através das ações de prevenção desenvolvidas
na empresa podemos evitar o aparecimento de acidentes
de trabalho e as doenças ocupacionais.
A Segurança do Trabalho se aplica a todos os
segmentos. Evidentemente cada segmento tem suas
características e riscos específicos e, exatamente por isso,
cada ambiente precisa ser “cuidado” com um olhar
particular.
É importante que o profissional de Segurança do
Trabalho tenha capacidade técnica necessária para avaliar
desde os riscos grandes até os pequenos. O risco pequeno
de hoje pode se tornar grande amanhã. Acidentes são
acidentes, todos são desagradáveis.
(https://segurancadotrabalhonwn.com)
A frase “A ficha de admissão deveria ser preenchida pelos
trabalhadores.”, se transformada para a voz ativa, o verbo
assumiria a seguinte forma:
“Quando nos lembramos de nossa infância, vem em nossa
mente os jogos e brincadeiras que praticávamos: jogar
bola, pular muro, pegar goiaba do vizinho eram algumas de
nossas práticas quase que diárias. Uma das brincadeiras
que mais fazíamos não tinha um nome ou título, mas
consistia em ter um chefe, e este, determinava o que os
outros fariam. Todos marchavam e ao sinal do chefe
deveríamos virar seguindo uma ordem aleatória: “direita
vou ver, esquerda vou ver, meia volta vou ver…”, e assim
alternadamente até que alguém errasse e, é claro, quem
não seguisse o comando era excluído até que restasse
somente um, o vencedor. Esta singela brincadeira de
criança se perdeu no tempo. Não vemos mais crianças a
praticá-la. Intuitivamente, esta brincadeira fazia com que
operássemos nossa lateralidade”
(TEIXEIRA, C. C.; CASTROGIOVANNI, A. C. Orientação e lateralidade: uma
proposta à luz da epistemologia genética. In: ENCONTRO DE PRÁTICAS DE
ENSINO DE GEOGRAFIA DA REGIÃO SUL, Florianópolis: UFSC, 2014).
Com base nesta reflexão e em seus conhecimentos sobre
os fundamentos da alfabetização geográfica no Ensino
Fundamental, identifique os itens certos e os itens errados.
( ) As brincadeiras de infância destacadas desenvolvem a
noção de lateralidade e, portanto, as escolas não precisam
trabalhar esse conceito que já vem nivelado da infância
das crianças.
( ) Atividades que envolvem o corpo, mais precisamente
a noção corporal de direita e esquerda ou hemisferização
corporal, desenvolvem domínios necessários para a leitura
de mapas.
( ) No estudo da orientação, o aluno precisa da
lateralidade para construir referências aos astros, como o
Sol por exemplo, e relacionar o sentido (Norte, Sul, Leste e
Oeste) à sua direita ou esquerda.
( ) Para entender a visão do mapa como sendo uma
representação plana, geralmente vista de frente, a questão
da lateralidade se torna espelhada: à esquerda ou à direita
de quem observa o mapa é o contrário da lateralidade dos
continentes.
A alternativa que apresenta a sequência correta é:
“Na segunda metade da década de 1990, um novo sistema
de comunicação eletrônica começou a ser formado a partir
da fusão da mídia de massa personalizada, globalizada,
com a comunicação mediada por computadores — a
multimídia, que estende o âmbito da comunicação
eletrônica para todo o domínio da vida: da casa ao
trabalho, de escolas a hospitais, de entretenimento a
viagens. [...] A possibilidade de fazer com que o conteúdo
do rádio, do cinema, e da televisão ganhe a flexibilidade e
a ubiquidade da Internet, até então limitada pela
capacidade de transmissão das linhas telefônicas, tornou-se realidade com as alternativas dos cabos e micro-ondas.
Já é possível — ouvir rádio, ver TV e assistir a [...]
Transações comerciais entre consumidores e empresas e
entre empresas começam a acontecer em tempo real,
onde é possível encontrar desde estatutos até denúncias,
bancos de dados, listas de discussões e questionários para
a elaboração de pesquisas”. (ZENHA, C. Mídia e informação
no cotidiano contemporâneo. In AARÃO, D. O século XX: v.
3 O tempo das dúvidas. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1999.
Sobre a revolução tecnológica do final do século XX, podese afirmar que:
“Uma prática tradicional na Escola Fundamental, adotada
nas aulas de estudos sociais, mas desenvolvida não apenas
sob sua égide, é o estudo do meio considerando que se
deve partir do próprio sujeito, estudando a criança
particularmente, a sua vida, a sua família, a escola, a rua, o
bairro, a cidade, e, assim, ir sucessivamente ampliando,
espacialmente, aquilo que é o conteúdo a ser trabalhado.
São os Círculos Concêntricos, que se sucedem numa
sequência linear, do mais simples e próximo ao mais
distante.” (CALLAI, H. Aprendendo a ler o mundo: a geografia nos anos
iniciais do ensino fundamental. Caderno Cedes. Campinas, vol. 25, n. 66,
p. 227-247, maio/ago, 2005).
“Quando se evita, no ensino de Geografia para o primeiro
ciclo do Ensino Fundamental, estabelecer a conexão entre
o lugar (próximo) e o global (longínquo) está fazendo um
desserviço para o ensino, pois ao invés de trazer a
realidade dos e aos alunos, está, na verdade, distanciando-os cada vez mais”. (STRAFORINI, R. A totalidade mundo nas primeiras séries do ensino
fundamental: um desafio a ser enfrentado. Terra Livre: São Paulo, Ano
18, vol. I, n. 18, p. 95-114, jan-jun, 2002.)
Sabemos que no Ensino de Geografia o estudo do meio a partir
da realidade e conhecimentos prévios dos alunos é importante.
No entanto, autores como Callai (2005) e Straforini (2002)
apresentam críticas ao ensino restrito a essa forma de
pensamento que vem sendo realizado nas escolas. Sendo assim,
utilizando-se de seus conhecimentos sobre o Ensino de Geografia
e partindo das reflexões dos autores, a alternativa que traduz
uma explicação razoável para as críticas dos estudiosos do tema é
a seguinte:
Passados quase 130 anos da abolição da escravatura, a
população quilombola continua sendo negligenciada como
organização de resistência a favor da cultura e da
população negra do país. O reconhecimento das
comunidades remanescentes de quilombos foi fragilizado
nos últimos 2 (dois) anos, obstaculizando ações afirmativas
de reparo a danos do período escravagista sentidos ainda
hoje. A não equidade dada à população negra é
comprovada nos estudos que demonstram que a
qualidade de vida desta parcela da população apresenta
quase uma década de atraso quando comparada à
população branca (PNUD; IPEA; FJP, 2017). De acordo com
o mapa a seguir, o Brasil apresenta em torno de 3 (três) mil
comunidades quilombolas:
Número de comunidades remanescentes de quilombos
por Estado Alguns motivos ajudam a explicar esse relativo abandono
em relação às políticas afirmativas de raça:
Segundo Damiani: “É possível, embora este não seja o
único objetivo, realizar um trabalho educativo, visando
esclarecer os indivíduos sobre sua condição de cidadãos,
quando se apropriam do mundo, do país, da cidade, da
casa e, ao mesmo tempo, decifrando os inúmeros limites
decorrentes das alienações”.
(DAMIANI, A. L. A geografia e a construção da cidadania. In: CARLOS,
A.F.A. (org). Novos caminhos da geografia. São Paulo: Contexto, 1999).
Segundo Kaercher: “Os conceitos e vivências espaciais
(geográficas) são importantes, fazem parte de nossa vida a
toda instante. Em outras palavras: Geografia não é só o
que está no livro ou o que o professor fala. Você a faz
diariamente. Ao vir para a escola a pé, de carro ou de
ônibus, por exemplo, você mapeou, na sua cabeça, o
trajeto. Em outras palavras: o homem faz Geografia desde
sempre”. (KAERCHER, N. A. A geografia é o nosso dia a dia. In: CASTROGIOVANNI,
A.C. et al. Geografia em sala de aula, práticas e reflexões. Porto Alegre:
Associação dos Geógrafos Brasileiros. 1998).
A respeito do ensino de Geografia, analise as afirmativas a
seguir:
I. Em suas atividades diárias, alunos e professores
constroem geografia, pois, ao circularem,
brincarem, trabalharem pela cidade e pelos bairros,
eles constroem lugares, produzem espaço,
delimitam seus territórios.
II. Entre as recomendações presentes nos textos sobre
ensino de geografia está a de não considerar os
conhecimentos que os alunos trazem para a sala de
aula, sob o risco de estabelecer diferenciações
entre as turmas a respeito do ensino de um mesmo
tema de aula.
III. A prática cotidiana dos alunos é plena de
espacialidade e de conhecimento, cabendo à escola
trabalhar discutindo, ampliando e alterando a
qualidade das práticas dos alunos, no sentido de
uma prática reflexiva e crítica, necessária ao
exercício conquistado de cidadania.
IV. As percepções, as vivências e a memória dos
indivíduos e dos grupos sociais são considerados
fatores emocionais e, portanto, não são aceitos
como elementos importantes na constituição do
saber geográfico.
Entre as afirmativas destacadas, são verdadeiras apenas: