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Foram encontradas 50 questões.

3789505 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
A palavra que apresenta desvio ortográfico é:
 

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3789504 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica regência nominal incorreta.
 

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3789503 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um verbo irregular.
 

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3789502 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
Considere as seguintes palavras do texto: I. ecossistema, II. costeiro, III. cíclico e IV. quantidade. Verifica-se sufixo formador de adjetivos apenas em:
 

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3789501 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto indicado, aquela que pertence à classe gramatical de advérbio é:

 

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3789500 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”

A relação que se estabelece entre a primeira oração do período e as demais orações que nele ocorrem, no excerto indicado, é de:

 

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3789499 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o contexto a seguir para responder à questão.

““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”

No excerto apresentado, o emprego proclítico do pronome oblíquo átono de terceira pessoa decorre do uso:

 

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3789498 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o contexto a seguir para responder à questão.

““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”

No excerto apresentado, o emprego da expressão “essas tendências” é uma estratégia de coesão que retoma, textualmente:

 

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3789497 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
De acordo com o texto, as espécies não nativas da Antártica:
 

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3789496 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Lorena-SP
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
De acordo com o texto, o possível aparecimento de espécies não nativas na Antártica estaria relacionado:
 

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