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Uma máquina de corte é programada para dividir uma
barra de aço de 12 metros em pedaços menores de 0,75
metros. O processo de corte de cada pedaço leva 30
segundos. Considerando que a máquina trabalha sem
interrupções, quanto tempo levará para cortar toda a
barra de aço em pedaços de 0,75 metros?
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Um tanque de água tem capacidade para armazenar até
5.000 litros. Durante um mês de 30 dias, o reservatório é
abastecido diariamente com 150 litros de água. Sabendo
que 30% do total de água recebida no mês foi utilizado
para irrigação, quantos litros de água restarão no
reservatório ao final do mês?
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João possui uma plantação de tomates que requer 10
horas de trabalho para ser irrigada utilizando 3 bombas
de água. Caso ele deseje realizar a irrigação em apenas
2 horas, quantas bombas de água serão necessárias
para atender a essa nova condição?
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A pintura de um automóvel requer uma mistura de tintas
em proporções específicas. Para conseguir a cor
desejada, o pintor deve misturar azul e amarelo na razão
de 3:2. Se ele usar 12 litros de tinta azul, quantos litros
de tinta amarela ele deve usar?
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Uma empresa fabrica e vende canetas. Em um mês, a
produção total foi de 500 canetas. Durante o período de
vendas, foram realizadas as seguintes transações:
•No primeiro dia, a empresa vendeu 120 canetas.
•No primeiro dia, a empresa vendeu 120 canetas.
•No segundo dia, foram vendidas 80 canetas.
•No terceiro dia, a empresa comercializou 40% do restante das canetas disponíveis.
Considerando esses dados, qual é a quantidade de canetas que sobrou após os três dias de vendas?
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Por Que é Preciso Capacitar Médicos Analógicos no
Uso das Tecnologias Digitais
Quando comecei a atuar como oftalmologista, os
pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos.
Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por
exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida
como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um
exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca.
Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do
coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa
ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos
ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas
com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz
surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e
permite que a gente viva mais e com mais saúde.
A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais
permeados pelas novidades tecnológicas. Tal
característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a
solução de um problema que parecia insolúvel, é vista
muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que,
de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a
norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a
ser recebido em um primeiro momento com ressalvas.
Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons
internos do corpo se popularizou definitivamente, nos
anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam
perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar
sua sensibilidade treinada pela intermediação de um
aparelho.
Reação semelhante vejo acontecer agora diante da
opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina.
De um lado, há pacientes duvidando que o médico
consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato
somente por meio de uma videochamada. De outro,
representantes da classe médica mostram temor de que
esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos
profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma
coisa nem outra.
A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande
contribuição ao ecossistema de saúde — em especial
aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se
empregada de forma a aproveitar uma das suas
principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes.
Pela consulta de vídeo o médico tem condições de
avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas
ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos
casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento
para um especialista ou recomendar atendimento
presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos,
evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a
telemedicina é uma maneira de levar atendimento à
população de regiões remotas. Durante a pandemia e,
mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul
do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como
pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o
monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19,
mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.
Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da
aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA)
nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e
tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um
sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar
mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA
é empregada com sucesso, por exemplo, na
interpretação de imagens como ressonâncias e
tomografias, na robótica cirúrgica garantindo
procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a
análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo
paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em
casos complexos.
O impacto das novas tecnologias para a medicina é
profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está
na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira
que entendem e sejam capazes de utilizar as
ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de
médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente,
isso não é um problema. Refiro-me aqueles
acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso
treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da
sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor
tecnologia não substitui o olho clínico.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/claudio-lottenberg-e-precisocapacitar-medicos-analogicos-no-uso-das-tecnologias-digitais/
O vocábulo destacado pertence a classe dos:
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Por Que é Preciso Capacitar Médicos Analógicos no
Uso das Tecnologias Digitais
Quando comecei a atuar como oftalmologista, os
pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos.
Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por
exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida
como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um
exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca.
Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do
coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa
ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos
ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas
com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz
surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e
permite que a gente viva mais e com mais saúde.
A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais
permeados pelas novidades tecnológicas. Tal
característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a
solução de um problema que parecia insolúvel, é vista
muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que,
de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a
norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a
ser recebido em um primeiro momento com ressalvas.
Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons
internos do corpo se popularizou definitivamente, nos
anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam
perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar
sua sensibilidade treinada pela intermediação de um
aparelho.
Reação semelhante vejo acontecer agora diante da
opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina.
De um lado, há pacientes duvidando que o médico
consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato
somente por meio de uma videochamada. De outro,
representantes da classe médica mostram temor de que
esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos
profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma
coisa nem outra.
A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande
contribuição ao ecossistema de saúde — em especial
aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se
empregada de forma a aproveitar uma das suas
principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes.
Pela consulta de vídeo o médico tem condições de
avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas
ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos
casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento
para um especialista ou recomendar atendimento
presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos,
evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a
telemedicina é uma maneira de levar atendimento à
população de regiões remotas. Durante a pandemia e,
mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul
do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como
pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o
monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19,
mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.
Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da
aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA)
nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e
tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um
sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar
mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA
é empregada com sucesso, por exemplo, na
interpretação de imagens como ressonâncias e
tomografias, na robótica cirúrgica garantindo
procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a
análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo
paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em
casos complexos.
O impacto das novas tecnologias para a medicina é
profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está
na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira
que entendem e sejam capazes de utilizar as
ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de
médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente,
isso não é um problema. Refiro-me aqueles
acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso
treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da
sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor
tecnologia não substitui o olho clínico.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/claudio-lottenberg-e-precisocapacitar-medicos-analogicos-no-uso-das-tecnologias-digitais/
O verbo destacado está no mesmo tempo e modo que o apresentado na alternativa:
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Por Que é Preciso Capacitar Médicos Analógicos no
Uso das Tecnologias Digitais
Quando comecei a atuar como oftalmologista, os
pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos.
Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por
exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida
como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um
exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca.
Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do
coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa
ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos
ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas
com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz
surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e
permite que a gente viva mais e com mais saúde.
A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais
permeados pelas novidades tecnológicas. Tal
característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a
solução de um problema que parecia insolúvel, é vista
muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que,
de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a
norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a
ser recebido em um primeiro momento com ressalvas.
Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons
internos do corpo se popularizou definitivamente, nos
anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam
perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar
sua sensibilidade treinada pela intermediação de um
aparelho.
Reação semelhante vejo acontecer agora diante da
opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina.
De um lado, há pacientes duvidando que o médico
consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato
somente por meio de uma videochamada. De outro,
representantes da classe médica mostram temor de que
esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos
profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma
coisa nem outra.
A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande
contribuição ao ecossistema de saúde — em especial
aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se
empregada de forma a aproveitar uma das suas
principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes.
Pela consulta de vídeo o médico tem condições de
avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas
ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos
casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento
para um especialista ou recomendar atendimento
presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos,
evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a
telemedicina é uma maneira de levar atendimento à
população de regiões remotas. Durante a pandemia e,
mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul
do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como
pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o
monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19,
mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.
Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da
aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA)
nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e
tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um
sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar
mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA
é empregada com sucesso, por exemplo, na
interpretação de imagens como ressonâncias e
tomografias, na robótica cirúrgica garantindo
procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a
análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo
paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em
casos complexos.
O impacto das novas tecnologias para a medicina é
profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está
na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira
que entendem e sejam capazes de utilizar as
ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de
médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente,
isso não é um problema. Refiro-me aqueles
acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso
treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da
sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor
tecnologia não substitui o olho clínico.
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Uso das Tecnologias Digitais
Quando comecei a atuar como oftalmologista, os
pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos.
Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por
exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida
como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um
exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca.
Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do
coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa
ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos
ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas
com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz
surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e
permite que a gente viva mais e com mais saúde.
A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais
permeados pelas novidades tecnológicas. Tal
característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a
solução de um problema que parecia insolúvel, é vista
muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que,
de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a
norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a
ser recebido em um primeiro momento com ressalvas.
Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons
internos do corpo se popularizou definitivamente, nos
anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam
perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar
sua sensibilidade treinada pela intermediação de um
aparelho.
Reação semelhante vejo acontecer agora diante da
opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina.
De um lado, há pacientes duvidando que o médico
consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato
somente por meio de uma videochamada. De outro,
representantes da classe médica mostram temor de que
esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos
profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma
coisa nem outra.
A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande
contribuição ao ecossistema de saúde — em especial
aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se
empregada de forma a aproveitar uma das suas
principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes.
Pela consulta de vídeo o médico tem condições de
avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas
ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos
casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento
para um especialista ou recomendar atendimento
presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos,
evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a
telemedicina é uma maneira de levar atendimento à
população de regiões remotas. Durante a pandemia e,
mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul
do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como
pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o
monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19,
mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.
Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da
aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA)
nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e
tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um
sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar
mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA
é empregada com sucesso, por exemplo, na
interpretação de imagens como ressonâncias e
tomografias, na robótica cirúrgica garantindo
procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a
análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo
paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em
casos complexos.
O impacto das novas tecnologias para a medicina é
profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está
na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira
que entendem e sejam capazes de utilizar as
ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de
médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente,
isso não é um problema. Refiro-me aqueles
acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso
treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da
sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor
tecnologia não substitui o olho clínico.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/claudio-lottenberg-e-precisocapacitar-medicos-analogicos-no-uso-das-tecnologias-digitais/
I.Os vocábulos 'médicos' e 'jovens' são substantivos simples.
II.'Alfabetizada' é um adjetivo que está concordando com 'médicos'.
III.O 'los' de 'treiná-los' é a forma do pronome oblíquo que está substituindo 'médicos'.
IV.'Experiência' e 'conhecimento' são substantivos.
V.'Geração' é um substantivo que apresenta o plural em 'ões' igual ao substantivo 'capitão'.
Estão corretas:
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Uso das Tecnologias Digitais
Quando comecei a atuar como oftalmologista, os
pacientes iam ao meu consultório para trocar de óculos.
Hoje, me procuram para se livrar deles fazendo, por
exemplo, a cirurgia refrativa, popularmente conhecida
como cirurgia de miopia. O eletrocardiograma é um
exame corriqueiro para a avaliação da função cardíaca.
Mas, há cerca de quatro décadas, os especialistas do
coração produziam seu diagnóstico sem o auxílio dessa
ferramenta. Ela, então, não existia. Ambos os casos
ilustram como a medicina sempre andou de mãos dadas
com os avanços da ciência. É essa simbiose que faz
surgir tratamentos inovadores, traz a cura de doenças e
permite que a gente viva mais e com mais saúde.
A medicina é um dos ramos da ciência cada vez mais
permeados pelas novidades tecnológicas. Tal
característica, ao mesmo tempo em que pode acelerar a
solução de um problema que parecia insolúvel, é vista
muitas vezes com desconfiança e até descrédito, o que,
de certa forma, é natural. Tudo aquilo que desafia a
norma estabelecida, o procedimento conhecido, tende a
ser recebido em um primeiro momento com ressalvas.
Quando o uso do estetoscópio para auscultar os sons
internos do corpo se popularizou definitivamente, nos
anos 1960, ouviu-se muito que os médicos estavam
perdendo a capacidade de fazer diagnósticos, ao trocar
sua sensibilidade treinada pela intermediação de um
aparelho.
Reação semelhante vejo acontecer agora diante da
opção pelas consultas remotas, a chamada telemedicina.
De um lado, há pacientes duvidando que o médico
consiga realizar um atendimento efetivo tendo contato
somente por meio de uma videochamada. De outro,
representantes da classe médica mostram temor de que
esse tipo de recurso possa limitar a atuação dos
profissionais de saúde. Na minha opinião, nem uma
coisa nem outra.
A telemedicina pode, ao contrário, dar uma grande
contribuição ao ecossistema de saúde — em especial
aos sobrecarregados serviços de saúde pública — se
empregada de forma a aproveitar uma das suas
principais virtudes: fazer a triagem inicial de pacientes.
Pela consulta de vídeo o médico tem condições de
avaliar sintomas como febre, dores, erupções cutâneas
ou problemas respiratórios, prescrever tratamento nos
casos mais simples, ou então fazer o encaminhamento
para um especialista ou recomendar atendimento
presencial. Esse filtro inicial ajuda a otimizar recursos,
evitando visitas desnecessárias as unidades de saúde, priorizando as situações mais urgentes.
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a
telemedicina é uma maneira de levar atendimento à
população de regiões remotas. Durante a pandemia e,
mais recentemente, nas enchentes que atingiram o sul
do país, entre abril e maio, a ferramenta mostrou como
pode ser útil dando acesso às consultas, permitindo o
monitoramento de pacientes e, no caso da Covid-19,
mitigando o risco de contágio de pacientes e médicos.
Citei o caso da telemedicina, mas posso falar da
aplicação cada vez maior da Inteligência Artificial (IA)
nos vários campos da medicina: pesquisa, diagnóstico e
tratamento. Trata-se de uma ferramenta formidável, um
sistema que pensa mais rápido e é capaz de processar
mais dados do que o nosso cérebro consegue fazer. A IA
é empregada com sucesso, por exemplo, na
interpretação de imagens como ressonâncias e
tomografias, na robótica cirúrgica garantindo
procedimentos mais preciso e menos invasivo, fazendo a
análise de dados clínicos e sintomas relatados pelo
paciente, auxiliando o médico na tomada de decisão em
casos complexos.
O impacto das novas tecnologias para a medicina é
profundo e positivo. Um grande desafio, ao meu ver, está
na capacitação dos profissionais de saúde, de maneira
que entendem e sejam capazes de utilizar as
ferramentas digitais em sua plenitude. À geração de
médicos mais jovens, que foi alfabetizada digitalmente,
isso não é um problema. Refiro-me aqueles
acostumados as práticas e rotinas tradicionais. É preciso
treiná-los para a nova realidade. Não podemos abrir da
sua experiência e conhecimento. Afinal, mesmo a melhor
tecnologia não substitui o olho clínico.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/09/claudio-lottenberg-e-precisocapacitar-medicos-analogicos-no-uso-das-tecnologias-digitais/
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