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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Em “As menina, que são minhas amiga, estuda na minha escola”, existem variantes linguísticas pertencentes à norma vernacular, entre as quais:
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Assinale a alternativa em que a função sintática do pronome relativo está corretamente indicada.
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Analise a frase abaixo:
“Os meus dente está doendo.”
Sobre a frase, é correto afirmar que se trata de uma sentença que pertence à norma:
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Leia o texto.
As peneiras da sabedoria
Meio dia em ponto!
Mais uma jornada de trabalho terminara.
Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob uma frondosa árvore para seu merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu ajudante predileto, que lhe diz:
— Mestre Hiram… Vou lhe contar o que disseram do rapaz que chegou ontem para trabalhar…
Hiram, com sua infinita sabedoria, responde:
— Calma, meu ajudante predileto… Antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas “Três Peneiras da Sabedoria?”.
— Peneiras da Sabedoria? Não me foram mostradas, respondeu o ajudante predileto!
— Sim, meu rapaz! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outra pessoa, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto:
— Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito o ajudante respondeu:
— Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram…
Hiram continua:
— Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e chegou à segunda, que é a peneira da BONDADE. E eu te pergunto:
— É alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
— De maneira alguma Mestre Hiram… Claro que não!
— Então a tua informação acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu na terceira e última: a da NECESSIDADE. Então eu te faço a derradeira pergunta:
— Achas mesmo necessário passar adiante essa informação sobre teu colega e companheiro?
— Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade…
— Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.
— Entendi, poderoso Mestre Hiram. Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
— Lembre-se: Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo!
As três verdades de Sócrates. https://andragogiabrasil.com.br/
Suponha que você precisa deixar um recado para seu colega, dizendo sobre o novo local de guardar a chave do portão de entrada.
Assinale a alternativa que apresenta a escrita correta.
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Leia o texto.
As peneiras da sabedoria
Meio dia em ponto!
Mais uma jornada de trabalho terminara.
Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob uma frondosa árvore para seu merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu ajudante predileto, que lhe diz:
— Mestre Hiram… Vou lhe contar o que disseram do rapaz que chegou ontem para trabalhar…
Hiram, com sua infinita sabedoria, responde:
— Calma, meu ajudante predileto… Antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas “Três Peneiras da Sabedoria?”.
— Peneiras da Sabedoria? Não me foram mostradas, respondeu o ajudante predileto!
— Sim, meu rapaz! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outra pessoa, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto:
— Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito o ajudante respondeu:
— Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram…
Hiram continua:
— Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e chegou à segunda, que é a peneira da BONDADE. E eu te pergunto:
— É alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
— De maneira alguma Mestre Hiram… Claro que não!
— Então a tua informação acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu na terceira e última: a da NECESSIDADE. Então eu te faço a derradeira pergunta:
— Achas mesmo necessário passar adiante essa informação sobre teu colega e companheiro?
— Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade…
— Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.
— Entendi, poderoso Mestre Hiram. Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
— Lembre-se: Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo!
As três verdades de Sócrates. https://andragogiabrasil.com.br/
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) tendo por base o texto.
( ) O texto ensina que, antes de levarmos adiante alguma informação que nos contaram, é preciso analisá-la sobre três aspectos.
( ) O texto pode servir de exemplo para o tempo em que vivemos, quando muitas informações falsas são passadas pela Internet.
( ) Se aquilo que iremos passar não nos prejudicaria se fosse a nosso respeito, já poderemos passar adiante.
( ) As três peneiras: a da verdade, a da bondade e a da necessidade são os três julgamentos que devemos fazer antes repassar alguma informação sobre alguém.
( ) A peneira da bondade é a mais importante das três, pois o Mestre Hiram falou dela em primeiro lugar.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente classificado.
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Assinale a frase que pode ser convertida para a voz passiva.
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Complete os espaços em branco com a forma adequada do termo entre parênteses.
- Muito ....................(obrigado), disse ela, antes de sair.
- ....................(Dado) a ampla publicidade que se deu ao evento, achei necessário controlar o acesso.
- É um jogo que tornará .................... (inesquecível) as emoções para atletas e torcedores.
- Pimenta é ....................(bom) para a digestão.
- Tinha motivos ....................(bastante) para não confiar nele.
- Aquela menina me parece ....................(meio) tímida para esta função.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
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Desenvolvimento dos Municípios
do Planalto Norte Catarinense
A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.
Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.
De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.
As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.
Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.
Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.
O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.
Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Analise a frase abaixo:
“Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.”
Sobre a frase, assinale a alternativa correta.
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Desenvolvimento dos Municípios
do Planalto Norte Catarinense
A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.
Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.
De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.
As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.
Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.
Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.
O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.
Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que ocorrem quatro ou mais desinências de plural.
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