Foram encontradas 605 questões.
São fatores que contribuíram para a abdicação de Dom Pedro I:
1. Questão sucessória do trono português.
2. A invasão do Rio Grande do Sul pelas tropas paraguaias.
3. A Guerra da Cisplatina e a independência do Uruguai.
4. A morte de Frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Na segunda metade do século XVIII, numerosas famílias das Ilhas dos Açores e da Madeira foram convencidas pelo governo português a virem para o Brasil, instalando-se no litoral de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
Assinale a alternativa que identifica causas deste movimento que é conhecido como “Povoamento Açoriano”.
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Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu na cidade de São João del Rey, em 1746, mas foi criado em Vila Rica (atual Ouro Preto), em Minas Gerais. Foi um dos líderes de um movimento que, entre outros objetivos, pretendia a separação da Capitania e a proclamação da República.
Assinale a alternativa que identifica corretamente o movimento.
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Analise as afirmativas abaixo.
- Na segunda metade do século XIX, houve um significativo aumento da produção, em decorrência do avanço tecnológico e da expansão da industrialização para outras regiões (França, Bélgica, Rússia, Japão, Estados Unidos).
- O crescimento da produção industrial, a falta de mercados na Europa, a necessidade de assegurar um fluxo de matéria-prima e os interesses estratégicos das grandes potências impulsionaram a corrida imperialista (expansionista).
- O Imperialismo foi ideologicamente justificado pela suposta missão civilizadora do homem branco (que seria superior às demais raças).
- O processo de expansão se iniciou na África que foi retalhada pelas potências europeias.
- Em face do poderio do Império Turco que vigorosamente se opôs às potências industrializadas europeias, o vasto continente asiático manteve-se a salvo da expansão europeia.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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A chamada Revolução Industrial teve seu início na Inglaterra, no século XVIII.
Assinale a alternativa que indica algumas das consequências desse processo.
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Texto 4
Leia o texto para responder às questões 31 e 32.
- Ao dizer: “Fazei penitência”, etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
- Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
- No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula, se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
- Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
- O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
- O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.
Martinho Lutero, Wittenberg, 1517.
Disponível em: https://www.luteranos.com.br/lutero/95_teses.html
Assinale a alternativa que identifica alguns dos pilares da doutrina de Lutero.
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Implicações da questão da variação
linguística para a prática pedagógica
A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em Língua Portuguesa está se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. Embora no Brasil haja relativa unidade linguística e apenas uma língua nacional, notam-se diferenças de pronúncia, de emprego de palavras, de morfologia e de construções sintáticas, as quais não somente identificam os falantes de comunidades linguísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam em uma mesma comunidade de fala. Não existem, portanto, variedades fixas: em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais.
Mais ainda, em uma sociedade como a brasileira, marcada por intensa movimentação de pessoas e intercâmbio cultural constante, o que se identifica é um intenso fenômeno de mescla linguística, isto é, em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais. O uso de uma ou outra forma de expressão depende, sobretudo, de fatores geográficos, socioeconômicos, de faixa etária, de gênero (sexo), da relação estabelecida entre os falantes e do contexto de fala. A imagem de uma língua única, mais próxima da modalidade escrita da linguagem, subjacente às prescrições normativas da gramática escolar, dos manuais e mesmo dos programas de difusão da mídia sobre o que se deve e o que não se deve falar e escrever, não se sustenta na análise empírica dos usos da língua.
E isso por duas razões básicas.
Em primeiro lugar, está o fato de que ninguém escreve como fala, ainda que em certas circunstâncias se possa falar um texto previamente escrito (é o que ocorre, por exemplo, no caso de uma conferência, de um discurso formal, dos telejornais) ou mesmo falar tendo por referência padrões próprios da escrita, como em uma exposição de um tema para auditório desconhecido, em uma entrevista, em uma solicitação de serviço junto a pessoas estranhas. Há casos ainda em que a fala ganha contornos ritualizados, como nas cerimônias religiosas, comunicados formais, casamentos, velórios etc. No dia a dia, contudo, a organização da fala, incluindo a escolha de palavras e a organização sintática do discurso, segue padrões significativamente diferentes daqueles que se usam na produção de textos escritos.
Em segundo lugar, está o fato de que, nas sociedades letradas (aquelas que usam intensamente a escrita), há a tendência de tomarem-se as regras estabelecidas para o sistema de escrita como padrões de correção de todas as formas linguísticas. Esse fenômeno, que tem na gramática tradicional sua maior expressão, muitas vezes faz com que se confunda falar apropriadamente à situação com falar segundo as regras de bem dizer e escrever, o que, por sua vez, faz com que se aceite a ideia despropositada de que ninguém fala corretamente no Brasil e que se insista em ensinar padrões gramaticais anacrônicos e artificiais.
Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília, 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/portugues.pdf> . pp. 29-30. Acesso em: 08 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Analise a frase abaixo:
“Assim, quando se fala em Língua Portuguesa está se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades.”
Mantendo o mesmo sentido, a frase acima pode ser reescrita da seguinte forma:
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Implicações da questão da variação
linguística para a prática pedagógica
A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em Língua Portuguesa está se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. Embora no Brasil haja relativa unidade linguística e apenas uma língua nacional, notam-se diferenças de pronúncia, de emprego de palavras, de morfologia e de construções sintáticas, as quais não somente identificam os falantes de comunidades linguísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam em uma mesma comunidade de fala. Não existem, portanto, variedades fixas: em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais.
Mais ainda, em uma sociedade como a brasileira, marcada por intensa movimentação de pessoas e intercâmbio cultural constante, o que se identifica é um intenso fenômeno de mescla linguística, isto é, em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais. O uso de uma ou outra forma de expressão depende, sobretudo, de fatores geográficos, socioeconômicos, de faixa etária, de gênero (sexo), da relação estabelecida entre os falantes e do contexto de fala. A imagem de uma língua única, mais próxima da modalidade escrita da linguagem, subjacente às prescrições normativas da gramática escolar, dos manuais e mesmo dos programas de difusão da mídia sobre o que se deve e o que não se deve falar e escrever, não se sustenta na análise empírica dos usos da língua.
E isso por duas razões básicas.
Em primeiro lugar, está o fato de que ninguém escreve como fala, ainda que em certas circunstâncias se possa falar um texto previamente escrito (é o que ocorre, por exemplo, no caso de uma conferência, de um discurso formal, dos telejornais) ou mesmo falar tendo por referência padrões próprios da escrita, como em uma exposição de um tema para auditório desconhecido, em uma entrevista, em uma solicitação de serviço junto a pessoas estranhas. Há casos ainda em que a fala ganha contornos ritualizados, como nas cerimônias religiosas, comunicados formais, casamentos, velórios etc. No dia a dia, contudo, a organização da fala, incluindo a escolha de palavras e a organização sintática do discurso, segue padrões significativamente diferentes daqueles que se usam na produção de textos escritos.
Em segundo lugar, está o fato de que, nas sociedades letradas (aquelas que usam intensamente a escrita), há a tendência de tomarem-se as regras estabelecidas para o sistema de escrita como padrões de correção de todas as formas linguísticas. Esse fenômeno, que tem na gramática tradicional sua maior expressão, muitas vezes faz com que se confunda falar apropriadamente à situação com falar segundo as regras de bem dizer e escrever, o que, por sua vez, faz com que se aceite a ideia despropositada de que ninguém fala corretamente no Brasil e que se insista em ensinar padrões gramaticais anacrônicos e artificiais.
Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília, 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/portugues.pdf> . pp. 29-30. Acesso em: 08 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Considerando o texto 4, é correto afirmar que:
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- Sintaxe
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisCharges
Texto 3

Disponível em: < https://ndmais.com.br/opiniao/charges/rascunho- -automatico-41/. Acesso em: 07 de abr. 2020.
Sobre o texto 3, é correto o que se afirma em:
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Considerando que a Gramática apresenta abordagens diversas, sendo dividida, então, em tipos distintos, assinale a alternativa que se alinha com o conceito de gramática descritiva.
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