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Foram encontradas 60 questões.

2443409 Ano: 2012
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Manaus-AM
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Em relação ao que normatiza o Código de Obras e Edificações do Município de Manaus, no que se refere às condições de conforto, habitabilidade e segurança geral nos compartimentos das edificações, assinale a alternativa correta
 

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Em relação à regência verbal, assinale a alternativa correta de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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As bolsas de Jaqueline, Luiza e Márcia são, não necessariamente nesta ordem, vermelha, preta e rosa. Uma das bolsas tem o fecho de zíper, a outra de fecho de botão e a outra tem fecho de fivela. A bolsa de Jaqueline tem fecho de botão; a bolsa de Márcia é rosa; a bolsa de Luiza não é preta e não tem fecho de zíper. Sendo assim, as cores das bolsas com fecho de zíper, de fivela e de botão são, respectivamente
 

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Quando da utilização do Microsoft Word 2007 para edição de textos, João se deparou com um problema. Ele está escrevendo um número de telefone com hífen, no final de uma linha do texto, e o software separou o número em duas partes (até o hífen na linha de cima e o resto do número na linha de baixo). Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta o que João deveria fazer para obrigar o software a não quebrar esse número em duas partes.
 

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A frase do exemplo abaixo apresenta um erro de pontuação. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma frase com o mesmo tipo de erro.

Ex.: Amanda, gosta de cachorros.

 

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2441492 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Manaus-AM
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em relação ao processo histórico de ocupação urbana das cidades da região amazônica, analise as assertivas abaixo.

I. A exploração da borracha, nas primeiras décadas do século XX, foi determinante na ocupação da Amazônia e representou um dos principais vetores do surgimento de cidades e do crescimento econômico – consequentemente, também vetor de construções e expansão das malhas urbanas.

II. As mudanças ocorridas na organização urbana da Amazônia indicam que, até 1960, verificou-se na região um padrão espacial predominantemente dendrítico, definido a partir dos rios, da rede urbana, com primazia de Belém como metrópole regional e uma expressão relativamente pequena da grande maioria dos centros urbanos regionais. Atualmente, o que se verifica é uma ruptura desse padrão – com um forte dinamismo das cidades localizadas ou que passam a surgir às margens das rodovias, em detrimento às cidades ribeirinhas – e uma urbanização concentrada nas capitais estaduais.

III. Com a abertura das novas rodovias, houve um revigoramento de centros urbanos tradicionais, cortados pela rodovia Transamazônica. Por esse motivo, os centros urbanos regionais de porte médio passam a acolher um contingente maior de pessoas diretamente ligadas a organismos e instituições responsáveis pela implementação da nova malha técnica, política, econômica e cultural da região.

IV. O traço mais marcante do recente processo de ocupação da região é o ritmo acelerado da urbanização que aconteceu no Brasil como um todo, mas com ênfase especial na Amazônia. Entre 1970 e 2000, a população urbana da Amazônia quase triplicou. Essa urbanização, contudo, se deu de forma desconcentrada, em decorrência, sobretudo, da criação de novos municípios após a Constituição de 1988.

É correto o que se afirma em

 

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Assinale a alternativa em que a palavra destacada está grafada, conjugada ou empregada corretamente na frase, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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Considere a afirmação Q abaixo.
Q: “Se P então T”
Onde P e T, por sua vez, são as seguintes proposições:
P: “Sônia é engenheira ambiental”.
T: “Fátima é engenheira civil ou Paulo é agrônomo”.
Sabe-se que a afirmação Q é falsa. Logo, é possível afirmar que
 

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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Como aprender o inglês

Levei um susto certa vez ao perceber que meu filho caçula, Samuel, então com 7 anos de idade, participava de um bate-papo via internet. Como qualquer pai, fiquei preocupado. O que fazia meu filhinho ali, sozinho, diante dos perigos virtuais do mundo todo?

Respondia a perguntas em inglês, que mal falava, quase sempre com a palavra “no”, mas de vez em quando enviava também um “yes”.

– Está falando com quem, filho? – perguntei.

– Com o vovô Garry.

– Como é que você achou o vovô na internet!?

– Foi ele quem me achou no Facebook, uai.

Meu saudoso pai, americano e monoglota, fazia perguntas do tipo: “Você está no quintal?”. Sammy escrevia “no”. – Na sala? – “No”. – Está no seu quarto? – “Yes”.

Tive de tirar o chapéu para o velho. Era uma aula genial de inglês. Quando os dois se encontravam na Califórnia, no entanto, meu pai preferia um idioma próprio – e incoerente – improvisado na hora. Isto se chama “gibberish” em inglês. Ele fizera o mesmo com meus filhos mais velhos, Lucas, hoje com 26, e Maria, com 20. Dizia, por exemplo: “Hama baba gullah cita”. Sammy retrucava de bate-pronto: “Cina mama nano baba”.

Era divertido. Meus filhos todos amavam essa brincadeira. O problema é que meu pai, um estudioso da educação, levava a sério. Continuava a falar “gibberish” ao entrar em restaurantes, com o maître (!), por exemplo, para o deleite incontrolável do Sammy (e desespero nosso), e continuava com o frentista do posto de gasolina, o caixa do supermercado, com qualquer um nos Estados Unidos.

O aprendizado de línguas estrangeiras se tornou uma questão na minha família desde que veio ao mundo meu primeiro filho em São Paulo. Corria o ano de 1984. O lado paterno falava inglês; o materno, português. O assunto ganhou ainda mais destaque, no início do século XXI, com o nascimento do primo chinês, Jared. A reação do Garry, avô de todos, foi de naturalidade na ocasião: “Uma pessoa a cada sete no mundo é chinesa. Faz sentido que meu sétimo neto seja chinês”, pontificou.

Sempre me orgulhei do meu português – com algum exagero, reconheço hoje. É um defeito. Húbris, como se diz em grego. Acreditei durante anos que não tinha sotaque nenhum. Quem me conhece pode rir. “LOL”. É a verdade. Confesso. Comecei a desconfiar da qualidade da própria elocução em português durante uma corrida de táxi, na Avenida Paulista, anos atrás. Assim que abri a boca, o motorista saiu-se com esta: “O senhor não é daqui, né?”. Respondi que não era mesmo e lhe perguntei: “De onde acha que sou?”. Ele pensou, pensou, foi pensando da Rua Augusta até quase a Peixoto Gomide, onde se saiu com: “Tatuí”? A cidade de Tatuí, no interior do estado de São Paulo, é conhecida pelo forte sotaque “caipira”.

De lá para cá, meu sotaque degringolou, como se diz (talvez por isso mesmo). É coisa de quem aprendeu português depois de adulto. Meus filhos, brasileiros todos, me corrigem: “Óleo é o que você coloca no carro, papai. Diga olho”.

Mas o pior mesmo aconteceu na semana passada. Fui ler um livro para Sammy na hora de dormir. Na maior parte das vezes, é a mãe quem faz isso, mas não sempre. E em tese, ao menos, quando eu leio, deveria escolher livros em inglês para ajudá-lo com o aprendizado, que vai indo bem. Mesmo assim é mais difícil para o Sammy. Não é sempre que ele entende todas as palavras contadas na língua do Harry Potter. Nessa noite, ofereci a opção de ouvir um livro em português, para facilitar sua compreensão e sua vida. Disse que era melhor escolher uma obra em inglês mesmo. Quando perguntei “por quê?”, Sammy respondeu, do alto dos seus 8 aninhos de idade: “Porque você lê melhor em inglês”.

Quando é que as crianças ficaram tão espertinhas? Vai ver que é a internet a responsável.

Matthew Shirts.
http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2242/como-aprender-ingles.

Com base no texto, assinale a alternativa incorreta.

 

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Leia a oração abaixo.

“ – Devemos partir daqui”, disse Antônio.

Assinale a alternativa em que a oração acima foi transposta corretamente do discurso direto para o discurso indireto.

 

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