Foram encontradas 575 questões.
Leia o poema a seguir, escrito por Machado de Assis, para responder à próxima questão.
“Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?”
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“O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!”
Na parte final do parágrafo, o cronista menciona a possibilidade de “chamar o Corpo de Bombeiros”. Com isso, o autor buscou:
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Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Machado de Assis, para responder à próxima questão.
“Bailando no ar, gemia inquieto vagalume:
‘Quem me dera que eu fosse aquela loira estrela
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!’
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
‘Pudesse eu copiar-te o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela’
Mas a lua, fitando o sol com azedume:
‘Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume’!
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
‘Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta luz e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vagalume’?”
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Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Machado de Assis, para responder à próxima questão.
“Bailando no ar, gemia inquieto vagalume:
‘Quem me dera que eu fosse aquela loira estrela
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!’
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
‘Pudesse eu copiar-te o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela’
Mas a lua, fitando o sol com azedume:
‘Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume’!
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
‘Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta luz e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vagalume’?”
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Leia atentamente o seguinte parágrafo, extraído da crônica “E a bolsa masculina?”, de Walcyr Carrasco.
“O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!”
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Leia atentamente o seguinte parágrafo, extraído da crônica “E a bolsa masculina?”, de Walcyr Carrasco.
“O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!”
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“Há palavras que são pronunciadas com a simples intenção de agir sobre os outros homens e de produzir algum efeito: o que sucede também quando se escreve. Elas não têm valor: as únicas palavras que contam são as pronunciadas tendo em vista a verdade e não o resultado”. (Louis Lavelle)
Assinale a alternativa que contém uma interpretação CORRETA sobre a ideia central do texto.
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“Se Deus me der força e saúde, hei de provar que ele não existe”.
Considere as alternativas a seguir e assinale a que NÃO indica um verbo presente na frase de Millôr Fernandes.
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Leia atentamente o seguinte parágrafo, extraído da crônica “E a bolsa masculina?”, de Walcyr Carrasco.
“O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!”
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