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Foram encontradas 25 questões.

2433675 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Se x é um número real satisfazendo 2x − 7 > 3 − 2x, então x2
 

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2433095 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A massa de uma mala está para a massa de outra, assim como 32 está para 28. Sabendo-se que a diferença de massa entre essas duas malas é de 8kg, as massas das malas, em quilogramas, são
 

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2432275 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Considere a equação ax2 + bx + c = 0, na qual a,b,c !$ \in !$ IR, b > 0 e a ⋅ c < 0. Nessas condições, podemos afirmar que a equação
 

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2431876 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
O texto é iniciado com a frase: “Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012.”
Tendo em vista o conteúdo do texto, NÃO se pode afirmar que essa frase se refere
 

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2430114 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Leia o trecho: “Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. ‘Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias’, avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.”
Tendo em vista a estrutura e o contexto em que está inserida, a palavra destacada significa:
 

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2429606 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde(c), prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário(a) e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência(d) e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários(b) para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Em todas as alternativas, há palavras que foram acentuadas obedecendo à mesma regra, EXCETO
 

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2429319 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Considerando o trecho: “... que conta de pautar o envelhecimento ...”, assinale a alternativa que contém o verbo que NÃO seguirá a mesma regra de grafia que o verbo destacado acima, se conjugado na 3.ª pessoa do plural, no tempo presente do modo indicativo.
 

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2429235 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Um reservatório tem !$ \dfrac{2}{5} !$ da sua capacidade preenchida com água. Se ainda faltam 3600 litros para encher totalmente o reservatório, então sua capacidade total é de
 

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2428119 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Segundo Karla Giacomin, as ações que possibilitariam aos brasileiros envelhecer com dignidade seriam, EXCETO
 

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2427686 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Uma pilha de 20 jornais iguais, de 60 páginas cada, pesa 7,4kg. É CORRETO afirmar que outra pilha de 50 jornais iguais, de 96 páginas, pesa
 

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