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Foram encontradas 210 questões.

2446455 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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O maior ângulo formado pelos ponteiros de um relógio, quando este marca 2h30min, é
 

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2446454 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)
Enunciado 3547750-1
No último parágrafo do texto, entre os recursos de coesão usados estão, EXCETO
 

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2446453 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara(a). Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade(b), entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins(c): 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária(d).
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)
Enunciado 3547749-1
Em todas os contextos, há palavras que foram acentuadas obedecendo à mesma regra, EXCETO
 

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2446452 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)
Enunciado 3547748-1
Considere o trecho: "... e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral.
Tendo em vista os elementos formadores da palavra em destaque e o contexto em que está inserida, NÃO se pode afirmar:
 

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2446451 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)
Enunciado 3547746-1
Considere o trecho: "Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária."
Em relação à sintaxe desse trecho, pode-se afirmar, EXCETO
 

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2446450 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas(c) nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara(a). Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade(b), entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa)(d). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)
Enunciado 3547745-1
Em todos os contextos abaixo, as vírgula que separaram adjuntos adverbiais, EXCETO
 

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2444075 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Em relação à entrevista motivacional, analise as afirmativas abaixo.
I - A entrevista motivacional, basicamente, foi delineada para ajudar aos clientes na decisão de mudança nos comportamentos considerados aditivos.
II - A entrevista motivacional é uma técnica inspirada em várias abordagens.
III - A entrevista motivacional como processo terapêutico jamais pode ser aplicada utilizando-se menos de dez entrevistas.
Estão CORRETAS as afirmativas
 

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2443942 Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A figura apresentada abaixo indica a representação de um material bastante utilizado em projetos arquitetônicos. Qual seria esse material?
Enunciado 3141582-1
 

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2443865 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina(c). Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade(b), e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema"(a), desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente(d). O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Ao longo do texto, são apresentadas críticas ao governo e à sociedade em relação ao tratamento que é dispensado ao idoso no Brasil. Assinale a alternativa que NÃO constitui explicitamente uma crítica.
 

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2443820 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A cultura organizacional pode criar disfunções, que prejudicam a capacidade de resolver problemas de convivência interna e adaptação externa. São exemplos de disfunções da cultura, EXCETO
 

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