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Foram encontradas 40 questões.

263572 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Marque a alternativa que preencha corretamente as lacunas do trecho seguinte retirado do inciso XIX do art. 37: "somente por lei específica poderá ser criada e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei , neste último caso, definir as áreas de sua atuação".
 

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262158 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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O integrante da Guarda Municipal é responsável pelo prejuízo a que der causa contra a Fazenda Pública ou contra terceiros:
I - no âmbito penal;
II - no âmbito civil;
IIII - no âmbito administrativo.
Após a leitura dos itens, marque a alternativa CORRETA:
 

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261558 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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O valor de um imóvel sofreu dois reajustes sucessivos no ano de 2010, totalizando 61%. Se o 1º reajuste foi de 40%, então o 2º reajuste foi de:
 

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261540 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Considere que Roberto tenha assassinado sua esposa imediatamente ao descobrir que ela o traia com seu melhor amigo.
Neste caso, é CORRETO afirmar que:
 

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260561 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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O coração nas eleições

Luis Fernando Veríssimo escreveu uma vez que serviço de marketing bom mesmo era o da pomba. O bicho é sujo, intrometido e transmite doenças, e no entanto é celebrado como símbolo da paz e da pureza. Quando o campeonato muda para os órgãos do corpo, serviço de marketing sem rival é o do coração. O órgão de verdade é um desengonçado músculo com forma de saco, perfurado por pequenos tubos, úmido de sangue. Está longe de oferecer um bonito espetáculo. E, no entanto, na representação que se convencionou fazer dele, que curvas graciosas, que harmoniosa simetria entre um lado e outro! É uma simples bomba de importância vital, claro, mas não maior do que a do fígado, dos rins ou dos pulmões, ao contrário do que quer fazer crer seu serviço de marketing. Para culminar, essa bomba sangrenta em forma de saco foi alçada a símbolo do amor- que prodígio de promoção, que alavancagem de prestígio!

Os amantes desenham o coração, em sua forma idealizada, e põem dentro seus nomes, como sinal supremo de afeição. Ama-se uma cidade, ou um país, e substituí-se, nas camisetas ou nos adesivos, o verbo amar por um coração, na versão dos marqueteiros. Ultimamente, entrou em moda desenhar o coração com os dedos, unindo-se os indicadores arqueados e os polegares retos, O gesto é praticado em shows de música, em campos de futebol e - claro - também entrou na campanha eleitoral. Tanto José Serra como Dilma Rousseff o exibiram - nos palanques, nas ruas (naquela atividade que a língua dos políticos chama sensualmente de "corpo a corpo"), nas famigeradas "carreatas". É a forma que encontraram para expressar, ele, o beato José Serra do Coração Divino, e ela, a sóror Dilma Maria da Encarnação dos Anjos, quão cheios de amor estão para dar. E no entanto ...

Desde 1989 não se assistia a uma campanha presidencial feroz como esta. Corações teriam nela mais cabimento se fosse para ilustrar quanto um gostaria de arrancar o do outro, ou trespassá-lo com uma fina lâmina. Os programas eleitorais e os debates caracterizaram-se pelas acusações mortais, a raiva vibrando na voz e chispando nos olhos dos contendores. O público tem a política como seara por excelência dos ladrões. Não é justo há políticos sérios e há outras atividades humanas em que a ladroagem campeia de forma tão ou mais aguda. Mas quem mais contribui para que a marca da roubalheira se impregne na política são os próprios políticos. Nas campanhas, a regra é chamarem-se uns aos outros de bandidos. Como o público não haverá de acreditar? Os debates da atual temporada, a tomar ao pé da letra o que um disse do outro, foram duelos entre chefes de malfeitores.

A campanha, felizmente, chegou ao fim. Não dava mais para aguentar. Mas, como talvez nunca, desde 1989, tresandou num rancor que contaminou boas parcelas da população. É hora de apagar o fogo. O Brasil tem de continuar, e, para a esmagadora maioria dos brasileiros, não dá para cair fora dele. Vamos ter todos de seguir coabitando neste paisão tolo, imaturo, injusto, mas também com boas perspectivas e mais aberto do que a média para a convivência de gente diferente.

O eleitorado é como o mar. Balança para um lado, balança para o outro. As vezes, toma-se de empolgação e avança como um tsunami. Em outras, decepciona-se e recua numa vazante de criar vários quilômetros de novas praias. Assim vai, ora para cá, ora para lá, até que um dia - o dia das eleições - é congelado - e esse seu estado determinará os rumos do país pelos quatro próximos anos.

Que dia tremendo, este. O dia em que o eleitorado, líquido como é de sua natureza, obedece à ordem de "Pare como está" e assim se determina quem governa pelo próximo período.

Trata-se evidentemente, de uma forma imperfeita de extrair um governante que reflita o exato desejo do povo. No dia seguinte, o resultado poderia ter sido outro. E, no anterior, outro ainda. Quantas vezes não se diz: "Se a campanha durasse mais uma semana...". Ou então: "Se tivesse terminando uma semana antes ... ". Agora mesmo se disse, da candidata Marina Silva, que, durasse a campanha mais uns dias, e ela poderia passar para o segundo turno. Se a forma é imperfeita, é também inevitável. A impossível alternativa seria fazer eleição todo dia, e ir trocando o governante de acordo com as mutações do eleitorado. Por isso mesmo, por ser inevitável, aumenta o peso desse dia, esse tremendo dia das eleições.

(Fonte: TOLEDO, Roberto Pompeu. Veja. Ed. 2189).

Assinale a alternativa que desrespeita a norma padrão.

 

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245460 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Marque a alternativa que defina corretamente, nos termos do art.4" da Lei n." 17.431, de 27 de outubro de 2010, o que seja "Hierarquia":
 

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245316 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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O coração nas eleições

Luis Fernando Veríssimo escreveu uma vez que serviço de marketing bom mesmo era o da pomba. O bicho é sujo, intrometido e transmite doenças, e no entanto é celebrado como símbolo da paz e da pureza. Quando o campeonato muda para os órgãos do corpo, serviço de marketing sem rival é o do coração. O órgão de verdade é um desengonçado músculo com forma de saco, perfurado por pequenos tubos, úmido de sangue. Está longe de oferecer um bonito espetáculo. E, no entanto, na representação que se convencionou fazer dele, que curvas graciosas, que harmoniosa simetria entre um lado e outro! É uma simples bomba de importância vital, claro, mas não maior do que a do fígado, dos rins ou dos pulmões, ao contrário do que quer fazer crer seu serviço de marketing. Para culminar, essa bomba sangrenta em forma de saco foi alçada a símbolo do amor- que prodígio de promoção, que alavancagem de prestígio!

Os amantes desenham o coração, em sua forma idealizada, e põem dentro seus nomes, como sinal supremo de afeição. Ama-se uma cidade, ou um país, e substituí-se, nas camisetas ou nos adesivos, o verbo amar por um coração, na versão dos marqueteiros. Ultimamente, entrou em moda desenhar o coração com os dedos, unindo-se os indicadores arqueados e os polegares retos, O gesto é praticado em shows de música, em campos de futebol e - claro - também entrou na campanha eleitoral. Tanto José Serra como Dilma Rousseff o exibiram - nos palanques, nas ruas (naquela atividade que a língua dos políticos chama sensualmente de "corpo a corpo"), nas famigeradas "carreatas". É a forma que encontraram para expressar, ele, o beato José Serra do Coração Divino, e ela, a sóror Dilma Maria da Encarnação dos Anjos, quão cheios de amor estão para dar. E no entanto ...

Desde 1989 não se assistia a uma campanha presidencial feroz como esta. Corações teriam nela mais cabimento se fosse para ilustrar quanto um gostaria de arrancar o do outro, ou trespassá-lo com uma fina lâmina. Os programas eleitorais e os debates caracterizaram-se pelas acusações mortais, a raiva vibrando na voz e chispando nos olhos dos contendores. O público tem a política como seara por excelência dos ladrões. Não é justo há políticos sérios e há outras atividades humanas em que a ladroagem campeia de forma tão ou mais aguda. Mas quem mais contribui para que a marca da roubalheira se impregne na política são os próprios políticos. Nas campanhas, a regra é chamarem-se uns aos outros de bandidos. Como o público não haverá de acreditar? Os debates da atual temporada, a tomar ao pé da letra o que um disse do outro, foram duelos entre chefes de malfeitores.

A campanha, felizmente, chegou ao fim. Não dava mais para aguentar. Mas, como talvez nunca, desde 1989, tresandou num rancor que contaminou boas parcelas da população. É hora de apagar o fogo. O Brasil tem de continuar, e, para a esmagadora maioria dos brasileiros, não dá para cair fora dele. Vamos ter todos de seguir coabitando neste paisão tolo, imaturo, injusto, mas também com boas perspectivas e mais aberto do que a média para a convivência de gente diferente.

O eleitorado é como o mar. Balança para um lado, balança para o outro. As vezes, toma-se de empolgação e avança como um tsunami. Em outras, decepciona-se e recua numa vazante de criar vários quilômetros de novas praias. Assim vai, ora para cá, ora para lá, até que um dia - o dia das eleições - é congelado - e esse seu estado determinará os rumos do país pelos quatro próximos anos.

Que dia tremendo, este. O dia em que o eleitorado, líquido como é de sua natureza, obedece à ordem de "Pare como está" e assim se determina quem governa pelo próximo período.

Trata-se evidentemente, de uma forma imperfeita de extrair um governante que reflita o exato desejo do povo. No dia seguinte, o resultado poderia ter sido outro. E, no anterior, outro ainda. Quantas vezes não se diz: "Se a campanha durasse mais uma semana...". Ou então: "Se tivesse terminando uma semana antes ... ". Agora mesmo se disse, da candidata Marina Silva, que, durasse a campanha mais uns dias, e ela poderia passar para o segundo turno. Se a forma é imperfeita, é também inevitável. A impossível alternativa seria fazer eleição todo dia, e ir trocando o governante de acordo com as mutações do eleitorado. Por isso mesmo, por ser inevitável, aumenta o peso desse dia, esse tremendo dia das eleições.

(Fonte: TOLEDO, Roberto Pompeu. Veja. Ed. 2189).

Empregaram-se as aspas em: "Se a campanha durasse mais uma semana ... ,"para:

 

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244458 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Marque a alternativa CORRETA que apresenta softwares aplicativos para criação de planilhas eletrônicas:
 

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243950 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Considere a seguinte situação hipotética:
Marcelo roubou uma motocicleta utilizando arma de fogo. Após o roubo, conheceu Leonardo, para quem ofereceu a motocicleta pelo valor de R$ 300,00. Leonardo, mesmo achando estranho o valor desproporcional que estava sendo cobrado, aceitou o negócio e comprou a motocicleta de Marcelo.
Neste caso, é CORRETO afirmar que:
 

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243946 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Marabá-PA
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Nos termos do § 4° do art. 9º, o que ocorrerá com o candidato do concurso público da Guarda Municipal de Marabá que, durante o curso de formação, tiver a sua conduta julgada inconveniente ou incompatível com os critérios de planejamento e os regulamentos do sistema de ensino?
 

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