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Leia o texto e responda à questão.
SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
"Isso nada tem a ver com delírio". A palavra destacada "Isso" é:
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
A palavra "sonho" foi empregada como substantivo e como verbo no texto. Marque a alternativa em que essa palavra é empregada como substantivo.
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
No trecho "Lamento, não vai acontecer.", as formas no futuro do presente e do futuro do pretérito do verbo lamentar são, respectivamente:
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
Marque a alternativa em que a letra maiúscula não identifica um substantivo próprio
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
O plural da palavra está inadequado em:
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
Identifica o número de substantivos e verbos, respectivamente, em: "Sonho não é delírio (...)"
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
Em: "E se eu rezar muito?", o "se" é:
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
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Ao caracterizar Mahatma Gandhi, o autor o apresenta como:
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Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
A frase "Delírio é um desejo que não tem factibilldade (...)" deve ser compreendida:
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SONHO.
Não quero nem me referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasiadamente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhi, ao lutar pela independência da Índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.
Quando dizemos "eu sonho ter uma casa " ou "eu sonho que meus filhos se formem" ou "eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.
Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível realizável.
Por exemplo não basta eu dizer: "Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. "E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. "E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.
Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p. 138.)
No texto, o autor não afirma:
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