Foram encontradas 600 questões.
O diminutivo da palavra está INCORRETO em:
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Em: "(...) ele registrou (...)" a forma verbal está:
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"Intenção" é grafada com "Ç o que não deve ocorrer em:
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Marque a alternativa que apresenta um dígrafo (2 letras com 1 mesmo som) separável:
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Leia o texto e responda à questão.
Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
Assinale a alternativa em que a palavra é acentuada pelo mesmo motivo de "contrário":
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Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
O significado do nome está INADEQUADO em:
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Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
Não exemplifica forma nominal (infinitivo, gerúndio, particípio)do verbo presente em:"(...) que não aconteceu.":
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Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
Em: "A moralidade de um desejo existe (...)", há classificação correta da classe de palavras em:
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Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
Assinale a alternativa que apresenta um substantivo abstrato:
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Realização de desejos.
O desejo não é um direito, ele é uma intenção, algo que se quer, algo que se procura. Algumas pessoas, jovens especialmente, regularmente são acometidas por uma percepção distorcida: achar que desejos são direitos. Só porque ele ou ela quer, então tem que acontecer. É ruim supor que o desejo acontecerá só porque eu tenho aquilo como algo que vou encontrar e, portanto, eu o encontrarei automaticamente. Não, o desejo exige preparo.
O filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que chegou a viver exilado da Espanha durante o período franquista na Guerra Civil Espanhola, escreveu uma obra decisiva sobre o comportamento, chamada Rebelião das Massas. Um livro de 1930, no qual ele registrou que "é imoral pretender que uma coisa se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios de execução".
O que Ortega y Gasset quer dizer com isso? É imoral achar que algo vai acontecer magicamente, inclusive reclamar quando não acontece. A moralidade de um desejo existe quando conseguimos prover os meios, organizar a possibilidade, ter suficiência de instrumentos, recursos para que algo aconteça.
Do contrário, quem tem desejo e acha que ele magicamente será concretizado, acaba não só tendo uma frustração em relação à não realização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou à vida aquilo que não aconteceu.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Pensar bem nos faz bem! Vozes. p.91)
A forma verbal "escreveu", no segundo parágrafo, tem relação com o substantivo próprio:
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