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Foram encontradas 40 questões.

4055311 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Leia o texto para responder a questão.


A felicidade das pequenas coisas

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas

13/01/2025 | ISAAC ROITMAN — Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador emérito do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Movimento 2022–2030: O Brasil e o mundo que queremos

O título deste texto é de um filme originário do Butão e China com o nome original de Lunana: A yalk in the classroom, dirigido por Pawo Choyning Dorji. Foi um dos indicados para o Oscar de 2022 como melhor filme estrangeiro. Ele descreve a aventura de Ugyen, um jovem que está terminando sua formação de professor, sem ter nenhuma vocação para ensinar. Seu sonho é conseguir um visto para a Austrália, onde poderia cantar nos bares de Sydney. Ugyen mora em Thimphu com sua avó. Ele completou quatro de seus cinco anos obrigatórios¹ de treinamento como professor do governo. Quando ele é DESIGNADO/DESIGUINADO para ensinar na remota vila montanhosa de Lunana, pensa em largar seu emprego, mas sua avó o incentiva a completar sua tarefa de ensino. Ele decide aceitar e deixa a cidade.

Ugyen conhece Michen, um guia da vila que o leva pelo caminho a pé de seis dias até Lunana, uma vila com uma população de 56 pessoas, 4.800 metros acima do nível do mar. Os moradores ficam animados com sua chegada, mas Ugyen, horrorizado com as más condições do local, expressa seu ARRENPEDIMENTO/ARREPENDIMENTO por ter vindo e pede para ser levado de volta. Asha, o líder da vila, informa que as mulas precisam de tempo para descansar, e que ele pode levar Ugyen de volta em alguns dias. Na manhã seguinte, Ugyen é acordado por Pem Zam, a menina representante² de classe, que lhe diz que as crianças estão esperando por ele na sala de aula. Ugyen fica surpreso com a afeição que sentem por ele, pois as crianças acreditam que os professores têm a capacidade de "construir o futuro".

Ugyen retorna no dia seguinte mais bem preparado para dar aulas e improvisa uma solução para a falta de um quadro-negro escrevendo diretamente na parede com carvão. Ugyen lentamente faz melhorias na sala de aula, incluindo sacrificar o papel que cobre suas janelas quando as crianças rapidamente ficam sem material ESCASSO/EXCASSO para escrever. Eles ficam tristes quando descobrem que Ugyen planeja ir embora quando o inverno chegar e não retornará. Com a aproximação do inverno, ele deixa Lunana e recebe uma carta de todas as crianças na qual agradecem, o chamam de professor favorito e o incentivam a retornar na primavera.

O drama butanês-chinês³ parte de uma hipótese clara: as cidades tornam os indivíduos frios, desconectados da família e da natureza, enquanto o campo preservaria os verdadeiros guardiões das tradições e dos bons costumes. Em outras palavras, sustenta-se a tese do bom selvagem: o ser humano nasce puro, porém a sociedade o corrompe. Quando é enviado à "escola mais remota do mundo", ASSESSÍVEL/ACESSÍVEL após dias de trilhas rumo ao cume de uma montanha, ele detesta o local e as pessoas sorridentes que ali vivem.

No entanto, ganha um doce quem adivinhar as transformações sofridas pelo homem amargo, egoísta e preso aos aparelhos eletrônicos. Os seus desejos e sonhos atingiram outras dimensões emolduradas pela amorosidade e simplicidade das crianças e moradores de Lunana. A subida geográfica4 rumo à minúscula aldeia Lunana também funciona como uma ASSENÇÃO/ASCENSÃO aos céus, à pureza da humanidade em meio às nuvens. Embora Ugyen manifestasse um comportamento arredio com os vizinhos e colegas, continuava sendo tratado com cortesia e sorrisos. Aos poucos, foi sendo impregnado de otimismo e felicidade por osmose.

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas. Todos temos aspirações, necessidades que promovem a saúde emocional, como amor, superação, satisfação, bem-estar, tranquilidade, sonhos e sensação de realização, todos bens intocáveis que não se conseguem com dinheiro.

É pertinente revisitar os conceitos de Albert Einstein sobre felicidade. Ele acreditava que a verdadeira felicidade era encontrada nas coisas simples da vida e defendia que a busca incessante5 pelo sucesso material ou reconhecimento externo muitas vezes OBISCURECIA/OBSCURECIA a essência da felicidade genuína. Ele também acreditava que a empatia e a compressão contribuem para a felicidade, tanto própria quanto dos outros. Ele defendia que a capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros promovia relações mais saudáveis e satisfatórias. Finalmente, ele acreditava que a solidariedade e a luta pela justiça social eram fontes de felicidade.

Vamos todos buscar as pequenas coisas para a conquista da felicidade.

ROITMAN, Isaac. A felicidade das pequenas coisas. Correio Braziliense, 13 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2025/01/7032874-a-felicidade-das-pequenas-coisas.html. Adaptado.

Levando-se em consideração suas características de forma e de conteúdo, pode-se afirmar que o texto apresentado é classificado como um(a)
 

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4055310 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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A felicidade das pequenas coisas

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas

13/01/2025 | ISAAC ROITMAN — Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador emérito do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Movimento 2022–2030: O Brasil e o mundo que queremos

O título deste texto é de um filme originário do Butão e China com o nome original de Lunana: A yalk in the classroom, dirigido por Pawo Choyning Dorji. Foi um dos indicados para o Oscar de 2022 como melhor filme estrangeiro. Ele descreve a aventura de Ugyen, um jovem que está terminando sua formação de professor, sem ter nenhuma vocação para ensinar. Seu sonho é conseguir um visto para a Austrália, onde poderia cantar nos bares de Sydney. Ugyen mora em Thimphu com sua avó. Ele completou quatro de seus cinco anos obrigatórios¹ de treinamento como professor do governo. Quando ele é DESIGNADO/DESIGUINADO para ensinar na remota vila montanhosa de Lunana, pensa em largar seu emprego, mas sua avó o incentiva a completar sua tarefa de ensino. Ele decide aceitar e deixa a cidade.

Ugyen conhece Michen, um guia da vila que o leva pelo caminho a pé de seis dias até Lunana, uma vila com uma população de 56 pessoas, 4.800 metros acima do nível do mar. Os moradores ficam animados com sua chegada, mas Ugyen, horrorizado com as más condições do local, expressa seu ARRENPEDIMENTO/ARREPENDIMENTO por ter vindo e pede para ser levado de volta. Asha, o líder da vila, informa que as mulas precisam de tempo para descansar, e que ele pode levar Ugyen de volta em alguns dias. Na manhã seguinte, Ugyen é acordado por Pem Zam, a menina representante² de classe, que lhe diz que as crianças estão esperando por ele na sala de aula. Ugyen fica surpreso com a afeição que sentem por ele, pois as crianças acreditam que os professores têm a capacidade de "construir o futuro".

Ugyen retorna no dia seguinte mais bem preparado para dar aulas e improvisa uma solução para a falta de um quadro-negro escrevendo diretamente na parede com carvão. Ugyen lentamente faz melhorias na sala de aula, incluindo sacrificar o papel que cobre suas janelas quando as crianças rapidamente ficam sem material ESCASSO/EXCASSO para escrever. Eles ficam tristes quando descobrem que Ugyen planeja ir embora quando o inverno chegar e não retornará. Com a aproximação do inverno, ele deixa Lunana e recebe uma carta de todas as crianças na qual agradecem, o chamam de professor favorito e o incentivam a retornar na primavera.

O drama butanês-chinês³ parte de uma hipótese clara: as cidades tornam os indivíduos frios, desconectados da família e da natureza, enquanto o campo preservaria os verdadeiros guardiões das tradições e dos bons costumes. Em outras palavras, sustenta-se a tese do bom selvagem: o ser humano nasce puro, porém a sociedade o corrompe. Quando é enviado à "escola mais remota do mundo", ASSESSÍVEL/ACESSÍVEL após dias de trilhas rumo ao cume de uma montanha, ele detesta o local e as pessoas sorridentes que ali vivem.

No entanto, ganha um doce quem adivinhar as transformações sofridas pelo homem amargo, egoísta e preso aos aparelhos eletrônicos. Os seus desejos e sonhos atingiram outras dimensões emolduradas pela amorosidade e simplicidade das crianças e moradores de Lunana. A subida geográfica4 rumo à minúscula aldeia Lunana também funciona como uma ASSENÇÃO/ASCENSÃO aos céus, à pureza da humanidade em meio às nuvens. Embora Ugyen manifestasse um comportamento arredio com os vizinhos e colegas, continuava sendo tratado com cortesia e sorrisos. Aos poucos, foi sendo impregnado de otimismo e felicidade por osmose.

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas. Todos temos aspirações, necessidades que promovem a saúde emocional, como amor, superação, satisfação, bem-estar, tranquilidade, sonhos e sensação de realização, todos bens intocáveis que não se conseguem com dinheiro.

É pertinente revisitar os conceitos de Albert Einstein sobre felicidade. Ele acreditava que a verdadeira felicidade era encontrada nas coisas simples da vida e defendia que a busca incessante5 pelo sucesso material ou reconhecimento externo muitas vezes OBISCURECIA/OBSCURECIA a essência da felicidade genuína. Ele também acreditava que a empatia e a compressão contribuem para a felicidade, tanto própria quanto dos outros. Ele defendia que a capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros promovia relações mais saudáveis e satisfatórias. Finalmente, ele acreditava que a solidariedade e a luta pela justiça social eram fontes de felicidade.

Vamos todos buscar as pequenas coisas para a conquista da felicidade.

ROITMAN, Isaac. A felicidade das pequenas coisas. Correio Braziliense, 13 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2025/01/7032874-a-felicidade-das-pequenas-coisas.html. Adaptado.

Diante do contexto temático em que ocorre, em que tempo e/ou modo o verbo que inicia o último parágrafo do texto se encontra conjugado?
 

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4055309 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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A felicidade das pequenas coisas

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas

13/01/2025 | ISAAC ROITMAN — Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador emérito do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Movimento 2022–2030: O Brasil e o mundo que queremos

O título deste texto é de um filme originário do Butão e China com o nome original de Lunana: A yalk in the classroom, dirigido por Pawo Choyning Dorji. Foi um dos indicados para o Oscar de 2022 como melhor filme estrangeiro. Ele descreve a aventura de Ugyen, um jovem que está terminando sua formação de professor, sem ter nenhuma vocação para ensinar. Seu sonho é conseguir um visto para a Austrália, onde poderia cantar nos bares de Sydney. Ugyen mora em Thimphu com sua avó. Ele completou quatro de seus cinco anos obrigatórios¹ de treinamento como professor do governo. Quando ele é DESIGNADO/DESIGUINADO para ensinar na remota vila montanhosa de Lunana, pensa em largar seu emprego, mas sua avó o incentiva a completar sua tarefa de ensino. Ele decide aceitar e deixa a cidade.

Ugyen conhece Michen, um guia da vila que o leva pelo caminho a pé de seis dias até Lunana, uma vila com uma população de 56 pessoas, 4.800 metros acima do nível do mar. Os moradores ficam animados com sua chegada, mas Ugyen, horrorizado com as más condições do local, expressa seu ARRENPEDIMENTO/ARREPENDIMENTO por ter vindo e pede para ser levado de volta. Asha, o líder da vila, informa que as mulas precisam de tempo para descansar, e que ele pode levar Ugyen de volta em alguns dias. Na manhã seguinte, Ugyen é acordado por Pem Zam, a menina representante² de classe, que lhe diz que as crianças estão esperando por ele na sala de aula. Ugyen fica surpreso com a afeição que sentem por ele, pois as crianças acreditam que os professores têm a capacidade de "construir o futuro".

Ugyen retorna no dia seguinte mais bem preparado para dar aulas e improvisa uma solução para a falta de um quadro-negro escrevendo diretamente na parede com carvão. Ugyen lentamente faz melhorias na sala de aula, incluindo sacrificar o papel que cobre suas janelas quando as crianças rapidamente ficam sem material ESCASSO/EXCASSO para escrever. Eles ficam tristes quando descobrem que Ugyen planeja ir embora quando o inverno chegar e não retornará. Com a aproximação do inverno, ele deixa Lunana e recebe uma carta de todas as crianças na qual agradecem, o chamam de professor favorito e o incentivam a retornar na primavera.

O drama butanês-chinês³ parte de uma hipótese clara: as cidades tornam os indivíduos frios, desconectados da família e da natureza, enquanto o campo preservaria os verdadeiros guardiões das tradições e dos bons costumes. Em outras palavras, sustenta-se a tese do bom selvagem: o ser humano nasce puro, porém a sociedade o corrompe. Quando é enviado à "escola mais remota do mundo", ASSESSÍVEL/ACESSÍVEL após dias de trilhas rumo ao cume de uma montanha, ele detesta o local e as pessoas sorridentes que ali vivem.

No entanto, ganha um doce quem adivinhar as transformações sofridas pelo homem amargo, egoísta e preso aos aparelhos eletrônicos. Os seus desejos e sonhos atingiram outras dimensões emolduradas pela amorosidade e simplicidade das crianças e moradores de Lunana. A subida geográfica4 rumo à minúscula aldeia Lunana também funciona como uma ASSENÇÃO/ASCENSÃO aos céus, à pureza da humanidade em meio às nuvens. Embora Ugyen manifestasse um comportamento arredio com os vizinhos e colegas, continuava sendo tratado com cortesia e sorrisos. Aos poucos, foi sendo impregnado de otimismo e felicidade por osmose.

Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas. Todos temos aspirações, necessidades que promovem a saúde emocional, como amor, superação, satisfação, bem-estar, tranquilidade, sonhos e sensação de realização, todos bens intocáveis que não se conseguem com dinheiro.

É pertinente revisitar os conceitos de Albert Einstein sobre felicidade. Ele acreditava que a verdadeira felicidade era encontrada nas coisas simples da vida e defendia que a busca incessante5 pelo sucesso material ou reconhecimento externo muitas vezes OBISCURECIA/OBSCURECIA a essência da felicidade genuína. Ele também acreditava que a empatia e a compressão contribuem para a felicidade, tanto própria quanto dos outros. Ele defendia que a capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros promovia relações mais saudáveis e satisfatórias. Finalmente, ele acreditava que a solidariedade e a luta pela justiça social eram fontes de felicidade.

Vamos todos buscar as pequenas coisas para a conquista da felicidade.

ROITMAN, Isaac. A felicidade das pequenas coisas. Correio Braziliense, 13 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2025/01/7032874-a-felicidade-das-pequenas-coisas.html. Adaptado.

A leitura do texto apresentado permite inferir que seu autor
 

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4055308 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Analise o quadrinho a seguir.

Enunciado 4990489-1

MAY, Estela. Péssimas influências. Folha de São Paulo, 7 de janeiro de 2025. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/01/07/pessimasinfluencias-estela-may.shtml. Acesso em: 14 jan. 2025.


Qual é a classificação da oração que se inicia pelo conectivo QUE no texto verbal do quadrinho? 

 

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4055307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Analise tirinha a seguir.

Enunciado 4990488-1

GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 9 de janeiro de 2025. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/01/09/niquelnausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 14 jan. 2025.


Em que consiste a quebra de expectativa da tirinha?

 

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4055306 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Leia o excerto a seguir.

“Um morador acionou os bombeiros em Formosa (GO) após supostamente ver um corpo pendurado pela janela. Bombeiros foram chamados para socorrer uma pessoa que estaria enforcada. [________], ao chegar ao local, a equipe constatou que o ‘corpo’, na verdade, era uma cortina.”

HOMEM confunde cortina com corpo na casa do vizinho e aciona os bombeiros em Goiás. O Tempo, 14 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.otempo.com.br/brasil/2025/1/14/homem-confunde-cortina-com-corpona-casa-do-vizinho-e-aciona-os-bombeiros-em-goias. Acesso em: 14 jan. 2025. Adaptado.

Assinale a alternativa que NÃO apresenta um conectivo adequado para unir as ideias abordadas no parágrafo.

 

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4055305 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Lei o texto a seguir.

Enunciado 4990486-1

GRUPO EDITORES BLOG. Presença de animais selvagens nas cidades é cada vez mais comum. Blog do AFTM, 11 de janeiro de 2025. Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/chargepresenca-de-animais-selvahens/.


Caso um estudante queira utilizar a charge apresentada em um trabalho escolar, qual dos assuntos a seguir teria a menor probabilidade de ser abordado na tarefa? 

 

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4055344 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Sobre o trabalho interdisciplinar e multidisciplinar no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, é CORRETO afirmar:
Questão Anulada

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4055343 Ano: 2026
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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A Constituição Federal de 1988 consagra a educação como direito de todos, sendo regulada por princípios que asseguram sua universalidade e qualidade. Com base nos dispositivos constitucionais relativos à educação (art. 205 a 214), analise as afirmativas a seguir e escolha a alternativa CORRETA.

I. A educação básica obrigatória e gratuita, assegurada pela Constituição, compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, sendo a oferta responsabilidade exclusiva da União.

II. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa e ao preparo para o exercício da cidadania.

III. É assegurado pela Constituição que os estados e municípios podem organizar seus sistemas de ensino de forma independente, não sendo obrigados a colaborarem entre si para a promoção da educação.

IV. A garantia de educação pública gratuita é limitada às instituições de ensino fundamental, não se estendendo às universidades públicas, que podem cobrar taxas por serviços educacionais.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S)

Questão Anulada

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4055342 Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
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Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990, analise as afirmativas.

I. O direito à convivência familiar e comunitária é um direito fundamental assegurado pelo ECA, mas pode ser suspenso em casos de adoção internacional, mesmo que existam familiares dispostos a assumir a guarda da criança ou adolescente no território nacional.

II. Conforme o ECA, o adolescente autor de ato infracional pode ser submetido a medidas socioeducativas, como internação, por tempo indeterminado, desde que haja reincidência e gravidade na conduta.

III. A prioridade absoluta garantida às crianças e adolescentes, prevista no ECA, abrange, entre outros aspectos, a destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas à saúde, educação e assistência social.

IV. O ECA assegura o direito à liberdade de expressão às crianças e adolescentes, podendo ser restringido pelos pais ou responsáveis apenas nos casos em que o conteúdo veiculado esteja em desacordo com os valores familiares.



Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Questão Anulada

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