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No sistema estelar X, há uma estação espacial que abriga uma equipe de 28 especialistas, cada um com formação em astrobiologia, engenharia espacial, pesquisa planetária ou comunicações interplanetárias. Sabe-se que, nessa estação, existem pelo menos quatro especialistas em cada uma dessas áreas de atuação. Sendo assim, a quantidade máxima possível de especialistas formados em comunicações interplanetárias é
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Em um projeto de desenvolvimento de um aplicativo de realidade aumentada, uma equipe de programadores precisa posicionar objetos virtuais, em uma área retangular, com X metros de comprimento por 10 metros de largura, e um perímetro total de 36 metros. Sendo assim, o comprimento X dessa área retangular é
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoPonto e Vírgula
Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
No trecho “Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em um ano: 9,5 trilhões de quilômetros”, (linhas 11 e 12) observa-se a utilização de dois-pontos. Assim, dentre as alternativas apresentadas, assinale a que pode corretamente substituí-lo.
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. (linhas 16 e 17)
A oração, destacada em negrito, apresenta valor de
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro (...), ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro (...). (linhas 19 e 20)
Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro. Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco”. (linhas 23 e 24)
A articulação dos períodos acima é feita através de
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
“ “Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”, disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor principal de um dos estudos”. (linhas 13 a 15)
Assinale a alternativa que preserva o significado do excerto.
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro. Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação de maré”. (linha 23 a 26)
Assinale a alternativa que contém a palavra presente no trecho acima com correta classificação.
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
No trecho “Mas o evento de perturbação de maré foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia”, (linhas 37 e 38) o segmento destacado, em negrito no período acima, em relação ao trecho imediatamente anterior, apresenta caráter de
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Texto para as questões de 1 a 16.
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Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro”. (linha 19 e 20)
Desconsiderando as mudanças de significado, assinale a alternativa que contém o correto emprego dos tempos verbais.
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Texto para as questões de 1 a 16.
Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela
Evento foi detectado em fevereiro e é o primeiro desde 2011; a estrela tinha massa centena de milhares de vezes superior à do Sol
1 Astrônomos detectaram um ato de violência extrema sendo cometido do outro lado do universo conhecido, com um
buraco negro destruindo uma estrela que chegou perto demais desse selvagem celestial. Mas não foi um caso corriqueiro de
buraco negro faminto.
De acordo com cientistas, foi 1 de apenas 4 exemplos – e o primeiro desde 2011— de um buraco negro observado
5 no processo de dilacerar uma estrela que estava passando ao lado, num chamado evento de perturbação de maré, e então
lançando jatos luminosos de partículas de alta energia em direções opostas no espaço. E foi o mais distante e também o mais
luminoso evento desse tipo já registrado.
Astrônomos descreveram o evento em estudos publicados na quarta-feira (30) nos periódicos científicos Nature e
Nature Astronomy.
10 O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do
nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em
um ano: 9,5 trilhões de quilômetros.
“Pensamos que a estrela era semelhante ao nosso Sol, possivelmente com massa maior, mas de um tipo comum”,
disse o astrônomo Igor Andreoni, da Universidade de Maryland e do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, autor
15 principal de um dos estudos.
O evento foi detectado em fevereiro por meio da sondagem astronômica Zwicky Transient Facility, usando uma câmera
fixada a um telescópio do Observatório Palomar, na Califórnia. A distância foi calculada usando o Very Large Telescope, do
European Southern Observatory, no Chile.
“Quando uma estrela chega perigosamente perto de um buraco negro – não se preocupem, isso não vai acontecer com
20 o Sol —, ela é dilacerada violentamente pela força de maré gravitacional do buraco negro, algo semelhante ao modo como
a Lua puxa as marés na Terra, mas com força maior”, disse Michael Coughlin, astrônomo da Universidade do Minnesota e
coautor do estudo.
“Em seguida, pedaços da estrela são captados em um disco que gira em alta velocidade e orbita o buraco negro.
Finalmente, o buraco negro consome o que resta da estrela destruída no disco. Em alguns casos muito raros, que estimamos
25 serem cem vezes mais raros, fortes jatos de material são lançados em direções opostas quando ocorre o evento de perturbação
de maré”, acrescentou Coughlin.
Andreoni e Coughlin disseram que o buraco negro provavelmente está girando em alta velocidade. Isso pode ajudar a
explicar como os dois jatos poderosos foram lançados no espaço quase à velocidade da luz.
O astrônomo Dheeraj Pasham, do Massachusetts Institute of Technology e autor principal do outro estudo, disse que
30 os pesquisadores puderam observar o evento desde muito cedo – menos de uma semana depois de o buraco negro começar
a consumir a estrela condenada.
Pesquisadores detectam eventos de perturbação de maré cerca de duas vezes por mês, mas eventos desse tipo que
produzem jatos são extremamente raros. Um dos jatos que emana desse buraco negro parece estar apontado na direção
da Terra, de modo que ele parece mais brilhante do que se estivesse dirigido em outra direção. É um efeito conhecido como
35 “reforço de Doppler”, semelhante ao som intensificado de uma sirene policial quando passa ao lado do observador.
Acredita-se que o buraco negro supermassivo resida no centro de uma galáxia, mais ou menos do mesmo modo como
a Via Láctea e a maioria das galáxias têm um buraco negro desse tipo em seu núcleo. Mas o evento de perturbação de maré
foi tão brilhante que obscureceu a luz das estrelas da galáxia.
“Em seu auge, a fonte parecia mais brilhante que mil trilhões de sóis”, disse Pasham.
DUNHAM, Will. Buraco negro distante é flagrado aniquilando uma estrela. São Paulo: Folha de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/buraco-negro-distante-e-flagrado-aniquilando-uma-estrela.shtml Acesso em: 18 maio 2023.
“O “culpado” parece ser um buraco negro supermassivo que teria massa centenas de milhões de vezes superior à do nosso Sol, situado a cerca de 8,5 bilhões de anos-luz de distância da Terra”. (linha 10 e 11)
No destacado do excerto acima foi utilizada uma técnica específica de referenciação para preservar a coesão sem prejudicar a fluidez do texto. O enunciador adotou, corretamente, a estratégia de utilizar
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