Foram encontradas 60 questões.
Analise as afirmações
I. Se o fiscal de rendas está presente, então a declaração de impostos foi verificada.
II. Se o fiscal de urbanismo emitiu o alvará, então a construção é legalizada.
III. A declaração de impostos não foi verificada, mas o alvará de construção foi emitido.
Considerando-se as afirmações acima, é correto concluir que a construção
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Em um grupo de amigos, Fernando, Giovane e Henrique têm alturas diferentes. Além disso, a soma das alturas de Fernando e Giovane é igual 3,36 metros, a soma das alturas de Giovane e Henrique é igual a 3,38 metros e a soma das alturas de Fernando e Henrique é igual a 3,50 metros.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a diferença entre as alturas de Henrique e Fernando é igual a
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Há três conjuntos: A = {α, π, β, δ, λ}; B = {ω, λ, η, δ}; e C = {ε, π, ξ, λ}. Com relação a esses conjuntos, Paulo, um estudante de lógica, fez as quatro afirmações seguintes.
I. (A ∪ B) – C = {α, β, ω, η, δ}
II. (C ∩ B) – A = { }
III. (B – C) ∩ A = {ω} IV. (A ∩ C) ∪ B = {ω, λ, η, δ, ξ}
Com base nesse caso hipotético, assinale a opção correta.
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Considerando que N seja o conjunto dos números naturais, Z seja o conjunto dos números inteiros e Q seja o conjunto dos números racionais, assinale a opção que apresenta o diagrama que representa corretamente a composição dos elementos desses três conjuntos numéricos.
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Marcelo está planejando construir uma horta retangular em seu quintal. Ao analisar suas medidas, percebeu que a razão entre a largura da frente da horta e o comprimento lateral da horta é de 0,35. Além disso, Marcelo descobriu que o perímetro total da horta será igual a 270 metros.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a área total da horta, em metros quadrados, será de
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Língua Portuguesa
Texto para a questão seguinte.
Como o preconceito racial afeta a saúde mental da população negra?
Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídio é 45% maior entre jovens negros, em relação aos brancos
O índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior que entre brancos. Os dados são do Ministério da Saúde e mostram ainda que o risco aumentou 12% entre a população negra, nos últimos anos, e permaneceu estável entre brancos. Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre, principalmente do sexo masculino, que tem chance 50% maior de tirar a vida do que brancos da mesma idade. Os números são alarmantes e chamam a atenção, mas qual seria a principal causa desse alto índice de suicídio entre os negros? Por que eles são os mais vulneráveis?
De acordo com o advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, ONG que luta pelos direitos humanos e das minorias, é preciso analisar as causas e os efeitos desse que é um problema real no Brasil.
Santos destaca que, a princípio, precisamos pensar nas causas que levam ao suicídio, que são a depressão, transtornos, estresse, medo, dependência química e inúmeras outras doenças mentais que acometem o ser humano. “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e aos impactos sociais e econômicos desse sistema”.
Ele explica ainda que, além da falta de recursos para procurar um tratamento adequado, a população mais pobre, que concentra, em sua maioria, negros, também passa pela ridicularização, já que muitos recebem rótulos de “homem forte” e “mulher guerreira”, que precisam aguentar tudo, e isso abre um leque para a manifestação de doenças psicossomáticas, desencadeando no câncer e em problemas cardíacos, entre outras patologias.
Outro elemento de ordem cultural é o embasamento religioso, muito comum também entre a população com menos recursos. “Existe aquela máxima de achar que todo problema tem sua causa em ordens espirituais. As pessoas tentam resolver com rituais religiosos e acabam não procurando ajuda profissional e um tratamento multidisciplinar”.
A população negra tem ainda o agravante da falta de acesso a tratamento médico adequado já na primeira infância. “Por conta da questão econômica, as crianças de zero a três anos de idade não conseguem ser atendidas por um pediatra periodicamente, e isso pode criar lacunas na parte cognitiva e no desenvolvimento em geral. Além disso, muitas não têm acesso a uma alimentação adequada, com todos os nutrientes e suplementos necessários”. Toda essa lacuna por falta de recursos financeiros perdura ao longo da adolescência, da juventude e da vida adulta, mas de maneiras diferentes. Segundo o especialista, as escolas normalmente não possuem profissionais qualificados para lidar com a diversidade. As questões raciais e de gênero não são aprofundadas nas escolas, principalmente nas instituições privadas.
Internet: <https://www.cnnbrasil.com.br> (adaptado).
No trecho “Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre”, a função que o termo “que” exerce é a de
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Língua Portuguesa
Texto para a questão seguinte.
Como o preconceito racial afeta a saúde mental da população negra?
Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídio é 45% maior entre jovens negros, em relação aos brancos
O índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior que entre brancos. Os dados são do Ministério da Saúde e mostram ainda que o risco aumentou 12% entre a população negra, nos últimos anos, e permaneceu estável entre brancos. Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre, principalmente do sexo masculino, que tem chance 50% maior de tirar a vida do que brancos da mesma idade. Os números são alarmantes e chamam a atenção, mas qual seria a principal causa desse alto índice de suicídio entre os negros? Por que eles são os mais vulneráveis?
De acordo com o advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, ONG que luta pelos direitos humanos e das minorias, é preciso analisar as causas e os efeitos desse que é um problema real no Brasil.
Santos destaca que, a princípio, precisamos pensar nas causas que levam ao suicídio, que são a depressão, transtornos, estresse, medo, dependência química e inúmeras outras doenças mentais que acometem o ser humano. “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e aos impactos sociais e econômicos desse sistema”.
Ele explica ainda que, além da falta de recursos para procurar um tratamento adequado, a população mais pobre, que concentra, em sua maioria, negros, também passa pela ridicularização, já que muitos recebem rótulos de “homem forte” e “mulher guerreira”, que precisam aguentar tudo, e isso abre um leque para a manifestação de doenças psicossomáticas, desencadeando no câncer e em problemas cardíacos, entre outras patologias.
Outro elemento de ordem cultural é o embasamento religioso, muito comum também entre a população com menos recursos. “Existe aquela máxima de achar que todo problema tem sua causa em ordens espirituais. As pessoas tentam resolver com rituais religiosos e acabam não procurando ajuda profissional e um tratamento multidisciplinar”.
A população negra tem ainda o agravante da falta de acesso a tratamento médico adequado já na primeira infância. “Por conta da questão econômica, as crianças de zero a três anos de idade não conseguem ser atendidas por um pediatra periodicamente, e isso pode criar lacunas na parte cognitiva e no desenvolvimento em geral. Além disso, muitas não têm acesso a uma alimentação adequada, com todos os nutrientes e suplementos necessários”. Toda essa lacuna por falta de recursos financeiros perdura ao longo da adolescência, da juventude e da vida adulta, mas de maneiras diferentes. Segundo o especialista, as escolas normalmente não possuem profissionais qualificados para lidar com a diversidade. As questões raciais e de gênero não são aprofundadas nas escolas, principalmente nas instituições privadas.
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Quanto ao uso da vírgula, assinale a opção correta.
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Língua Portuguesa
Texto para a questão seguinte.
Como o preconceito racial afeta a saúde mental da população negra?
Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídio é 45% maior entre jovens negros, em relação aos brancos
O índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior que entre brancos. Os dados são do Ministério da Saúde e mostram ainda que o risco aumentou 12% entre a população negra, nos últimos anos, e permaneceu estável entre brancos. Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre, principalmente do sexo masculino, que tem chance 50% maior de tirar a vida do que brancos da mesma idade. Os números são alarmantes e chamam a atenção, mas qual seria a principal causa desse alto índice de suicídio entre os negros? Por que eles são os mais vulneráveis?
De acordo com o advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, ONG que luta pelos direitos humanos e das minorias, é preciso analisar as causas e os efeitos desse que é um problema real no Brasil.
Santos destaca que, a princípio, precisamos pensar nas causas que levam ao suicídio, que são a depressão, transtornos, estresse, medo, dependência química e inúmeras outras doenças mentais que acometem o ser humano. “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e aos impactos sociais e econômicos desse sistema”.
Ele explica ainda que, além da falta de recursos para procurar um tratamento adequado, a população mais pobre, que concentra, em sua maioria, negros, também passa pela ridicularização, já que muitos recebem rótulos de “homem forte” e “mulher guerreira”, que precisam aguentar tudo, e isso abre um leque para a manifestação de doenças psicossomáticas, desencadeando no câncer e em problemas cardíacos, entre outras patologias.
Outro elemento de ordem cultural é o embasamento religioso, muito comum também entre a população com menos recursos. “Existe aquela máxima de achar que todo problema tem sua causa em ordens espirituais. As pessoas tentam resolver com rituais religiosos e acabam não procurando ajuda profissional e um tratamento multidisciplinar”.
A população negra tem ainda o agravante da falta de acesso a tratamento médico adequado já na primeira infância. “Por conta da questão econômica, as crianças de zero a três anos de idade não conseguem ser atendidas por um pediatra periodicamente, e isso pode criar lacunas na parte cognitiva e no desenvolvimento em geral. Além disso, muitas não têm acesso a uma alimentação adequada, com todos os nutrientes e suplementos necessários”. Toda essa lacuna por falta de recursos financeiros perdura ao longo da adolescência, da juventude e da vida adulta, mas de maneiras diferentes. Segundo o especialista, as escolas normalmente não possuem profissionais qualificados para lidar com a diversidade. As questões raciais e de gênero não são aprofundadas nas escolas, principalmente nas instituições privadas.
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Na oração “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras”, as formas verbais “cometeram” e “passaram” encontram-se no pretérito
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Texto para a questão seguinte.
Como o preconceito racial afeta a saúde mental da população negra?
Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídio é 45% maior entre jovens negros, em relação aos brancos
O índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior que entre brancos. Os dados são do Ministério da Saúde e mostram ainda que o risco aumentou 12% entre a população negra, nos últimos anos, e permaneceu estável entre brancos. Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre, principalmente do sexo masculino, que tem chance 50% maior de tirar a vida do que brancos da mesma idade. Os números são alarmantes e chamam a atenção, mas qual seria a principal causa desse alto índice de suicídio entre os negros? Por que eles são os mais vulneráveis?
De acordo com o advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, ONG que luta pelos direitos humanos e das minorias, é preciso analisar as causas e os efeitos desse que é um problema real no Brasil.
Santos destaca que, a princípio, precisamos pensar nas causas que levam ao suicídio, que são a depressão, transtornos, estresse, medo, dependência química e inúmeras outras doenças mentais que acometem o ser humano. “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e aos impactos sociais e econômicos desse sistema”.
Ele explica ainda que, além da falta de recursos para procurar um tratamento adequado, a população mais pobre, que concentra, em sua maioria, negros, também passa pela ridicularização, já que muitos recebem rótulos de “homem forte” e “mulher guerreira”, que precisam aguentar tudo, e isso abre um leque para a manifestação de doenças psicossomáticas, desencadeando no câncer e em problemas cardíacos, entre outras patologias.
Outro elemento de ordem cultural é o embasamento religioso, muito comum também entre a população com menos recursos. “Existe aquela máxima de achar que todo problema tem sua causa em ordens espirituais. As pessoas tentam resolver com rituais religiosos e acabam não procurando ajuda profissional e um tratamento multidisciplinar”.
A população negra tem ainda o agravante da falta de acesso a tratamento médico adequado já na primeira infância. “Por conta da questão econômica, as crianças de zero a três anos de idade não conseguem ser atendidas por um pediatra periodicamente, e isso pode criar lacunas na parte cognitiva e no desenvolvimento em geral. Além disso, muitas não têm acesso a uma alimentação adequada, com todos os nutrientes e suplementos necessários”. Toda essa lacuna por falta de recursos financeiros perdura ao longo da adolescência, da juventude e da vida adulta, mas de maneiras diferentes. Segundo o especialista, as escolas normalmente não possuem profissionais qualificados para lidar com a diversidade. As questões raciais e de gênero não são aprofundadas nas escolas, principalmente nas instituições privadas.
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A expressão “doenças psicossomáticas” refere-se a doenças
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Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídio é 45% maior entre jovens negros, em relação aos brancos
O índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior que entre brancos. Os dados são do Ministério da Saúde e mostram ainda que o risco aumentou 12% entre a população negra, nos últimos anos, e permaneceu estável entre brancos. Nesse recorte, a faixa etária de dez a 29 anos é a que mais sofre, principalmente do sexo masculino, que tem chance 50% maior de tirar a vida do que brancos da mesma idade. Os números são alarmantes e chamam a atenção, mas qual seria a principal causa desse alto índice de suicídio entre os negros? Por que eles são os mais vulneráveis?
De acordo com o advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, ONG que luta pelos direitos humanos e das minorias, é preciso analisar as causas e os efeitos desse que é um problema real no Brasil.
Santos destaca que, a princípio, precisamos pensar nas causas que levam ao suicídio, que são a depressão, transtornos, estresse, medo, dependência química e inúmeras outras doenças mentais que acometem o ser humano. “Dados mostram que, entre as pessoas que cometeram suicídio, de 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e aos impactos sociais e econômicos desse sistema”.
Ele explica ainda que, além da falta de recursos para procurar um tratamento adequado, a população mais pobre, que concentra, em sua maioria, negros, também passa pela ridicularização, já que muitos recebem rótulos de “homem forte” e “mulher guerreira”, que precisam aguentar tudo, e isso abre um leque para a manifestação de doenças psicossomáticas, desencadeando no câncer e em problemas cardíacos, entre outras patologias.
Outro elemento de ordem cultural é o embasamento religioso, muito comum também entre a população com menos recursos. “Existe aquela máxima de achar que todo problema tem sua causa em ordens espirituais. As pessoas tentam resolver com rituais religiosos e acabam não procurando ajuda profissional e um tratamento multidisciplinar”.
A população negra tem ainda o agravante da falta de acesso a tratamento médico adequado já na primeira infância. “Por conta da questão econômica, as crianças de zero a três anos de idade não conseguem ser atendidas por um pediatra periodicamente, e isso pode criar lacunas na parte cognitiva e no desenvolvimento em geral. Além disso, muitas não têm acesso a uma alimentação adequada, com todos os nutrientes e suplementos necessários”. Toda essa lacuna por falta de recursos financeiros perdura ao longo da adolescência, da juventude e da vida adulta, mas de maneiras diferentes. Segundo o especialista, as escolas normalmente não possuem profissionais qualificados para lidar com a diversidade. As questões raciais e de gênero não são aprofundadas nas escolas, principalmente nas instituições privadas.
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A expressão “já que” estabelece entre as ideias que são por ela associadas uma relação
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