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Foram encontradas 853 questões.

2529973 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Criança comparece a unidade básica de saúde com relato de diarreia. Ao exame profissional percebe que ela está com olhos fundos, muita sede, pouca saliva, choro sem lágrima, e segundo a mãe pouca diurese, nega vômito, ou seja, com sinais de desidratação. Assinale a alternativa incorreta:
 

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2529969 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Um jovem de 17 anos se queixa de edema escrotal, agudo e doloroso. À ultrassonografia, o aspecto é normal, mas há hematúria ao EAS. O diagnóstico mais provável para esse paciente é:
 

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2529870 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Indique a forma de tratamento oficial preferencial dedicada a um reitor de universidade, em terceira pessoa:
 

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2529861 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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O contador do município de Cruz Nova, atendendo uma solicitação do prefeito, elaborou um relatório das receitas ocorridas no período. O relatório indicava a arrecadação das seguintes receitas:
I. recebimento de aluguéis de prédios públicos.
II. alienação de bens móveis.
III. venda de produtos vegetais extraídos de
propriedades do governo.
IV. transferência de capital.
V. superávit do orçamento corrente.
São classificadas como Receitas de Capital APENAS
 

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2529718 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Risco Brasil
(Ferreira Gullar)
Todo mundo que tem um bicho de estimação – um gato, um cachorro – um dia se pergunta: e se ele morrer, o que faço? Onde o enterro? É que ninguém tem coragem de simplesmente jogar no lixo o corpo de seu amigo fiel.
Há a alternativa, surgida mais recentemente, de enterrar o animal de estimação num cemitério de animais, mas nem todo mundo gosta disso, considerando que é levar longe demais esta relação de amizade entre desiguais.
Não sei se dona Teresa chegou a estudar essa hipótese, porque, de fato, parecia-lhe quase uma traição ficar cogitando de onde enterrar o companheiro que, inocente e alegremente, saltava em sua volta abanando o rabo e lambendo-lhe o rosto. Não tomou nenhuma decisão, embora soubesse muito bem que seu cão era bastante idoso. Assim foi que, de repente, o My Friend morreu.
Pode-se imaginar o choque emocional que sofreu dona Maia Teresa, ao deparar com o cão estirado a um canto da área de serviço próximo ao prato de ração. No primeiro momento, achou que ele estava dormindo, embora ele não costumasse dormir naquela posição e com a língua de fora.
- My Friend, My Friend! – chamou ela, tocando-lhe com a mão.
Como ele não acordou nem se moveu, ela entrou em pânico: seu cãozinho estava morto! Cãozinho é modo carinhoso de dizer, já que My Friend era um vira-lata de tamanho médio e que crescera bastante devido à boa alimentação e o bom-trato.
Depois de enxugar as lágrimas e vencer o pânico, dona Teresa voltou à realidade prática: e agora? onde vou enterrar o My Friend, meu Deus? As ideias mais disparatadas lhe vieram à cabeça, até mesmo a de embrulhá-lo e deixá-lo num terreno baldio. Não, isso não podia fazer com o coitado... E se o enterrasse ali? Sim, podia comprar uma pá, levá-lo até um terreno baldio à noite, cavar uma cova e enterrá-lo. Não importava se se tratava de um terreno baldio ou um jardim, o fundamental era não deixá-lo apodrecendo ao relento, como se fosse um bicho sem dono, um cão vadio, sem pai nem mãe... Logo se deu conta de que essa era uma solução inviável, pois não tinha carro, não conhecia nenhum terreno baldio e nem teria coragem de sozinha levar a cabo essa missão... Nisto é que dá viver sozinha, sem marido nem filhos... Estava, assim, à beira do desespero, quando se lembrou da Neusinha, sua amiga, antiga companheira de trabalho na prefeitura, que morava numa casa com quintal. Telefonou de imediato para ela e, mal contendo o choro, expôs-lhe seu drama.
- Traz o bichinho aqui pra casa – acudiu-lhe a amiga. A gente enterra ele no quintal.
Maria Teresa ganhou vida nova e tratou de tomar as providências necessárias. Teria que transportar o cadáver de My Friend num táxi e logo viu que não poderia entrar no carro com o bicho morto nos braços. O motorista não iria permitir. Embrulhá-lo numa toalha de banho? Não, ia ficar esquisito... Foi quando se lembrou da caixa de papelão onde viera a sua nova televisão e que era suficientemente grande para caber o corpo do cachorro. Correu ao quarto da empregada onde guardara a caixa, trouxe-a para a área de serviço e pôs o corpo do amigo dentro dela. Para que a caixa não abrisse, recorreu ao rolo de fita gomada e a lacrou. Respirou aliviada, as coisas agora caminhavam para uma solução.
Trocou de roupa, desceu com a caixa pelo elevador e, com a ajuda do porteiro, chegou à beira da calçada onde tomou o primeiro táxi que passava.
- Para o Recreio dos Bandeirantes – disse ao taxista, depois de acomodar-se com a caixa no banco de trás.
O Recreio era longe e as luzes das ruas já estavam acesas. Não se podia dizer que Maria Teresa estivesse feliz mas agradecia a Deus por ter encontrado um jeito de resolver o problema. Perdia-se nesta e outras considerações quando viu que a viagem chegava ao fim.
- Passando a esquina, a terceira casa à direita, informou ao taxista.
O táxi andou mais alguns metros e parou.
- Não é aqui, não, moço, é depois da esquina.
- São vinte reais, madame. Pague e desça do carro.
- Mas...
- Faça o que tou dizendo, antes que eu perca a paciência.
Sem entender nada, ela abriu a bolsa, tirou o dinheiro e entregou ao homem. Ao fazer menção de pegar a caixa, ele falou:
- A televisão fica.
- Moço, nesta caixa...
- Desça logo, sua vaca! – berrou o taxista. A televisão fica!
Tremendo de medo, Maria Teresa desceu do táxi, que se afastou rapidamente levando consigo uma bela surpresa para o motorista ladrão.
GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção,
prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª
ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para
Jovens)
O texto, predominantemente, é:
 

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2529705 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Sozinho no bar
(Aluízio Falcão)
Nove da noite no bar Bohemia. Movimentadíssimo na madrugada este bar, em horas cristãs, tinha um silêncio de mosteiro. Nessa mesa ao lado, um jovem casal ia tocando sua conversinha em voz baixa, mas eu podia ouvir claramente. Ele dizia que era da Mooca e nem precisava dizer, o sotaque revelava. A moça era do interior, informação também desnecessária, dado o erre esticado em certas sílabas, tão presente na fala caipira de São Paulo. Eu acompanhava a conversa discretamente, sem olhar, como quem ouve um programa de rádio. O rapaz se esforçava para impressionar, dizia que gostava de ler, desfiava títulos de best-sellers. A namorada, modesta, nem se lembrava do último livro que lera, comentava a novela das oito. Depois, graças a Deus, abandonaram os temas estéticos. Enveredaram pelos floridos caminhos da intimidade. Ela disse “eu te gosto” com voz trêmula, e senti uma vaga inveja por serem tão jovens e tão felizes. Onde estarão hoje, passados tantos anos? Fico a imaginar quantas pessoas já ocuparam aquelas mesas e se disseram juras e frases perdidas para sempre. Algumas até deveriam ter sido escritas, de tão bonitas que eram. Assim são os bares: museus de conversas que se foram, beijos que os fantasmas beberam pelo caminho, antigas ternuras desfeitas pelo tempo, esse grande filho da puta.
Naquela noite eu esperava retardatários. A presença do jovem casal no bar tornou menos desconfortável a falta de companhia. Ficar sozinho em botequim é a pior forma de solidão. Lembro um episódio que se atribui a Tom Jobim, não sei se real, mas típico do senso de humor do grande músico.
Contam que Jobim chegou ao bar favorito e ficou esperando sua turma: Chico Buarque & Cia. Passavam-se horas, não aparecia ninguém. Toda vez que a porta do bar se abria, o maestro olhava, curioso, e nada. Somente chegavam estranhos, como estranha era toda a freguesia em volta, incluindo moças desacompanhadas que o compositor observava, já depois da terceira dose, com interesse cada vez maior. As moças, porém, continuavam o papo, indiferentes aos seus olhares.
Para tornar ainda mais triste a solidão de Tom Jobim, alguns casais nas mesas próximas caprichavam em cenas românticas. Tudo conspirava para que ele acelerasse o consumo de uísque. Sem ter com quem conversar nos bares as pessoas tendem a beber muito mais. O maestro não fugia a essa regra boêmia. Num dado instante, de copo vazio, espiava com inveja um casal se beijando, quando o garçom aproximou-se: “O senhor quer alguma coisa?” E Jobim, imperativo: “Garçom, beije-me”.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê
Editorial. São Paulo: 1998.
“Tudo conspirava para que ele acelerasse o consumo de uísque.”
Assinale a alternativa que apresenta a correta conjugação do verbo grifado:
 

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2529691 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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De acordo com Caubi et al (2004), os exames complementares se destinam a auxiliar os profissionais da área da saúde no estabelecimento de um diagnóstico preciso, associada a avaliação da sintomatologia do paciente. Sobre a biópsia NÃO se pode afirmar que:
 

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2529670 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Há alguns anos um livro causou grande impacto no universo feminino, vendendo milhões de exemplares e posteriormente transformado em roteiro para o Cinema. Assinale a alternativa que corretamente demonstra quantas tonalidades foram utilizadas em seu Título:
 

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2529669 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Dentre as doenças endêmico-epidêmicas as hepatites virais representam um problema de saúde pública no Brasil. Sobre tal doença pode-se afirmar que:
 

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2529621 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Numa escola, o horário do início das aulas é às 7h 15 min e cada aula tem a duração de 50 minutos. A que horas é o intervalo, se são dadas três aulas seguidas antes do intervalo?
 

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