Foram encontradas 40 questões.
No uso dos recursos do Windows 7 BR e nas versões
posteriores dos sistemas operacionais da Microsoft, instalado em
um microcomputador Intel, um atalho de teclado tem por função
possibilitar a alternância entre janelas e aplicativos abertos e
em funcionamento no computador, por meio do uso de janelas
de diálogo na interação com o usuário, utilizadas na escolha do
programa de interesse. Esse atalho de teclado é:
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No que diz respeito ao hardware utilizado nos
microcomputadores e notebooks, um dispositivo captura imagens
ou documentos em formato digital, por meio de uma combinação
de tecnologias ópticas e digitais, permitindo que objetos físicos
sejam convertidos em arquivos digitais, preservando seu conteúdo
e permitindo armazenamento e manipulação eletrônicos. São
periféricos usados em uma ampla variedade de aplicações, desde
escritórios até medicina e arte, suportando o uso de códigos
de barras. Esse dispositivo opera na entrada de dados para
processamento, sendo conhecido como:
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Em uma grande empresa, o funcionário Jonas tem a
probabilidade de 0,1 de chegar atrasado P(A) e a probabilidade
de 0,2 de esquecer seu crachá P(C). Considerando que esses
eventos são independentes, qual é a probabilidade de Jonas não
se atrasar nem esquecer o crachá:
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A afirmação 'Se a porta está aberta (P), então a luz está
acesa (Q)' tem como equivalente lógica:
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O próximo número na sequência: (2, 3, 5, 9, 17, 33, ...) é:
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Dona Lúcia é dona de uma pequena loja de artesanato e
utiliza uma política de preços agressiva: ela garante que seu lucro
seja sempre de 40% calculado sobre o preço de venda final de
cada peça. Se um item específico de seu estoque teve um preço
de custo de R$ 300,00, o preço de venda (PV) que Dona Lúcia
deve aplicar para atingir sua meta de lucro é:
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Em uma reunião, 70 pessoas leem o jornal A, 50 leem o jornal
B e 40 leem o jornal C. Sabendo que 25 pessoas leem os jornais A
e B, 20 pessoas leem os jornais A e C e 15 leem os jornais B e C,
e que todas as pessoas presentes leem ao menos um dos jornais
e que exatamente 5 pessoas leem os três jornais, determine o
número total de pessoas na reunião:
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Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A
doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias,
histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia
pode mudar isso
O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no
enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20
anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos
que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo
consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder
desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com
o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a
pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma
combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama,
nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com
ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação
dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram
criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como
suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e
extremamente inovador.
O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo
2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in
vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação
para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o
parênquima cerebral.
Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório
quanto em animais, comprovando que as substâncias
encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar
a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos
comuns nem sempre conseguem.
Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP
em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e
eventual incorporação ao SUS.
A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma
longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e
neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides —
estruturas ligadas ao Alzheimer.
Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios
e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são
comuns em quem tem Alzheimer.
A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica,
contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção
de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a
neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos
indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos
neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda
a manter o cérebro jovem e ativo.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025
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Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A
doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias,
histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia
pode mudar isso
O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no
enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20
anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos
que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo
consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder
desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com
o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a
pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma
combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama,
nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com
ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação
dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram
criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como
suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e
extremamente inovador.
O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo
2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in
vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação
para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o
parênquima cerebral.
Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório
quanto em animais, comprovando que as substâncias
encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar
a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos
comuns nem sempre conseguem.
Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP
em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e
eventual incorporação ao SUS.
A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma
longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e
neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides —
estruturas ligadas ao Alzheimer.
Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios
e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são
comuns em quem tem Alzheimer.
A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica,
contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção
de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a
neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos
indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos
neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda
a manter o cérebro jovem e ativo.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025
“O desenvolvimento de fitoterápicos baseados em espécies nativas contribui para a valorização da Amazônia e para o fortalecimento da ciência brasileira.”
Mantendo-se o sentido e aplicando-se corretamente as regras da norma-padrão, essa frase poderia ser reescrita como:
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A
doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias,
histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia
pode mudar isso
O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no
enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20
anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos
que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo
consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder
desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com
o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a
pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma
combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama,
nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com
ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação
dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram
criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como
suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e
extremamente inovador.
O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo
2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in
vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação
para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o
parênquima cerebral.
Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório
quanto em animais, comprovando que as substâncias
encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar
a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos
comuns nem sempre conseguem.
Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP
em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e
eventual incorporação ao SUS.
A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma
longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e
neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides —
estruturas ligadas ao Alzheimer.
Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios
e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são
comuns em quem tem Alzheimer.
A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica,
contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção
de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a
neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos
indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos
neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda
a manter o cérebro jovem e ativo.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025
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