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Foram encontradas 40 questões.

No uso dos recursos do Windows 7 BR e nas versões posteriores dos sistemas operacionais da Microsoft, instalado em um microcomputador Intel, um atalho de teclado tem por função possibilitar a alternância entre janelas e aplicativos abertos e em funcionamento no computador, por meio do uso de janelas de diálogo na interação com o usuário, utilizadas na escolha do programa de interesse. Esse atalho de teclado é:
 

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No que diz respeito ao hardware utilizado nos microcomputadores e notebooks, um dispositivo captura imagens ou documentos em formato digital, por meio de uma combinação de tecnologias ópticas e digitais, permitindo que objetos físicos sejam convertidos em arquivos digitais, preservando seu conteúdo e permitindo armazenamento e manipulação eletrônicos. São periféricos usados em uma ampla variedade de aplicações, desde escritórios até medicina e arte, suportando o uso de códigos de barras. Esse dispositivo opera na entrada de dados para processamento, sendo conhecido como:
 

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3918319 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Marcelândia-MT
Em uma grande empresa, o funcionário Jonas tem a probabilidade de 0,1 de chegar atrasado P(A) e a probabilidade de 0,2 de esquecer seu crachá P(C). Considerando que esses eventos são independentes, qual é a probabilidade de Jonas não se atrasar nem esquecer o crachá:
 

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A afirmação 'Se a porta está aberta (P), então a luz está acesa (Q)' tem como equivalente lógica:
 

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O próximo número na sequência: (2, 3, 5, 9, 17, 33, ...) é:
 

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3918316 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Marcelândia-MT
Dona Lúcia é dona de uma pequena loja de artesanato e utiliza uma política de preços agressiva: ela garante que seu lucro seja sempre de 40% calculado sobre o preço de venda final de cada peça. Se um item específico de seu estoque teve um preço de custo de R$ 300,00, o preço de venda (PV) que Dona Lúcia deve aplicar para atingir sua meta de lucro é:
 

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Em uma reunião, 70 pessoas leem o jornal A, 50 leem o jornal B e 40 leem o jornal C. Sabendo que 25 pessoas leem os jornais A e B, 20 pessoas leem os jornais A e C e 15 leem os jornais B e C, e que todas as pessoas presentes leem ao menos um dos jornais e que exatamente 5 pessoas leem os três jornais, determine o número total de pessoas na reunião:
 

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3918314 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Marcelândia-MT
Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.
     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.
      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.
      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.
     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.
    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.
    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma” (7º parágrafo). Do ponto de vista sintático, o elemento em destaque classifica-se como:
 

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3918313 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Marcelândia-MT
Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.
     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.
      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.
      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.
     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.
    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.
    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Considere o seguinte trecho adaptado:

“O desenvolvimento de fitoterápicos baseados em espécies nativas contribui para a valorização da Amazônia e para o fortalecimento da ciência brasileira.”

Mantendo-se o sentido e aplicando-se corretamente as regras da norma-padrão, essa frase poderia ser reescrita como:
 

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3918312 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Marcelândia-MT
Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.
     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.
      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.
      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.
     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.
    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.
    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico” (6º parágrafo). Se essa frase fosse passada à voz ativa, à luz da norma-padrão, sem alteração significativa de sentido, teríamos:
 

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