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Um paciente vítima de acidente automobilístico apresenta fratura exposta de fêmur e sinais de choque hipovolêmico. Marque a conduta prioritária da equipe de enfermagem:
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Durante um procedimento de esterilização no Centro de Material e Esterilização (CME), o enfermeiro responsável identifica que um lote de instrumentos não foi devidamente acondicionado antes da autoclavação. A conduta correta é:
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Marque a alternativa que apresenta um princípio fundamental da vigilância epidemiológica:
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Um paciente idoso acamado, com diagnóstico de pneumonia associada à ventilação mecânica, apresenta secreção pulmonar espessa e sinais de desconforto respiratório. A intervenção prioritária da enfermagem é:
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Marque a ação prioritária do enfermeiro diante de um paciente em pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca, que apresenta pressão arterial de 85/50 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm e extremidades frias:
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Uma gestante de 36 semanas deu entrada na maternidade apresentando cefaleia intensa, edema generalizado e pressão arterial de 170/110 mmHg. Marque a conduta prioritária do enfermeiro:
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Marque a alternativa que representa a medida correta a ser adotada pela equipe de enfermagem no atendimento a um paciente com tuberculose pulmonar internado em precaução respiratória:
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AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Um passatempo
"O melhor disso tudo é saber que não estamos sós em nossos hábitos"
Patrícia Espírito Santo | 26/01/2025
Não que eu tenha horror de fazer supermercado. Não é algo que me incomode muito, mas, ainda assim, não tenho tido muita chance de fazê-lo. Aqui em casa são poucas coisas que conseguimos comprar virtualmente, e supermercado, definitivamente, ainda não entrou no nosso radar on-line.
Não sei se porque somos de gerações que nasceram no tempo em que não existiam hipermercados, só os pequenos de bairro, onde era comum anotar as compras na caderneta para pagar no início do mês. Fato é que gostamos de apreciar as gôndolas e pegar nas mercadorias antes de decidir levá-las, por mais contraproducente que isso possa parecer.
Não tenho a chance de desfrutar desse passeio porque meu marido adora fazê-lo. Ele é do tipo que dá bom dia a cavalo e faz amizade com todo mundo, do gerente aos repositores e operadores de caixa. Não passamos um mês sequer sem que ele chegue em casa com centenas de frutas da época bem maduras que acaba ganhando porque “iam perder”. Viram doces a serem distribuídos aos amigos.
Sempre que o acompanho nas compras, querendo tornar mais leve o enfrentamento de carrinhos cheios e filas, resta-me observar o alheio. Não há como escapar. Sou capaz de duvidar que exista alguém que resista a não fazer um perfil do consumidor, que se encontra à sua frente na fila ou logo atrás, a partir de suas compras.
Aquele ali vai fazer um churrasco e vai beber muito! Meus Deus, só teor alcoólico alto! Aquele outro não gosta de cozinhar, está levando só coisa pronta que não faz bem à saúde. Já aquele outro deve ter uma penca de crianças em casa. Apreciando esse ou aquele, nos lembramos do que está faltando em nossas prateleiras e começa o corre-corre entre os corredores em busca de mais um produto, enquanto o parceiro segura o lugar na fila.
O melhor disso tudo é saber que não estamos sós em nossos hábitos. Assim como1 nessas horas podemos perceber como2 devemos ou não nos comportar em ambientes públicos. Nada como3 uma fila para colocar em prova nossos direitos e deveres, nossa capacidade de sermos pacientes e generosos ou de impor limites.
ESPÍRITO SANTO, Patrícia. Um passatempo. Estado de Minas, 26 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/patricia-espirito-santo/2025/01/7043102-um-passatempo.html. Acesso em: 26 jan. 2025. Adaptado.
A respeito de ir às compras de supermercado como forma de passatempo, percebe-se que a articulista se mostra
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Um paciente diabético tipo 2, com histórico de hipertensão arterial, foi admitido na unidade de emergência apresentando glicemia capilar de 410 mg/dL e pressão arterial de 180/100 mmHg. Durante a avaliação, ele relata episódios recentes de poliúria, polidipsia e perda de peso inexplicada. Marque a conduta prioritária do enfermeiro neste caso:
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AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Um passatempo
"O melhor disso tudo é saber que não estamos sós em nossos hábitos"
Patrícia Espírito Santo | 26/01/2025
Não que eu tenha horror de fazer supermercado. Não é algo que me incomode muito, mas, ainda assim, não tenho tido muita chance de fazê-lo. Aqui em casa são poucas coisas que conseguimos comprar virtualmente, e supermercado, definitivamente, ainda não entrou no nosso radar on-line.
Não sei se porque somos de gerações que nasceram no tempo em que não existiam hipermercados, só os pequenos de bairro, onde era comum anotar as compras na caderneta para pagar no início do mês. Fato é que gostamos de apreciar as gôndolas e pegar nas mercadorias antes de decidir levá-las, por mais contraproducente que isso possa parecer.
Não tenho a chance de desfrutar desse passeio porque meu marido adora fazê-lo. Ele é do tipo que dá bom dia a cavalo e faz amizade com todo mundo, do gerente aos repositores e operadores de caixa. Não passamos um mês sequer sem que ele chegue em casa com centenas de frutas da época bem maduras que acaba ganhando porque “iam perder”. Viram doces a serem distribuídos aos amigos.
Sempre que o acompanho nas compras, querendo tornar mais leve o enfrentamento de carrinhos cheios e filas, resta-me observar o alheio. Não há como escapar. Sou capaz de duvidar que exista alguém que resista a não fazer um perfil do consumidor, que se encontra à sua frente na fila ou logo atrás, a partir de suas compras.
Aquele ali vai fazer um churrasco e vai beber muito! Meus Deus, só teor alcoólico alto! Aquele outro não gosta de cozinhar, está levando só coisa pronta que não faz bem à saúde. Já aquele outro deve ter uma penca de crianças em casa. Apreciando esse ou aquele, nos lembramos do que está faltando em nossas prateleiras e começa o corre-corre entre os corredores em busca de mais um produto, enquanto o parceiro segura o lugar na fila.
O melhor disso tudo é saber que não estamos sós em nossos hábitos. Assim como1 nessas horas podemos perceber como2 devemos ou não nos comportar em ambientes públicos. Nada como3 uma fila para colocar em prova nossos direitos e deveres, nossa capacidade de sermos pacientes e generosos ou de impor limites.
ESPÍRITO SANTO, Patrícia. Um passatempo. Estado de Minas, 26 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/patricia-espirito-santo/2025/01/7043102-um-passatempo.html. Acesso em: 26 jan. 2025. Adaptado.
Analisando-se seu contexto, a palavra “contraproducente”, que se encontra empregada no segundo parágrafo do texto, pode ser sinônima de
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