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Foram encontradas 50 questões.

3287637 Ano: 2024
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Roberto Conduru, no livro “Arte Afro-Brasileira” (2007), destaca as pesquisas artísticas dedicadas, especialmente, à conexão entre os princípios da modernidade ocidental e as questões africanas e afro-descendentes, no Brasil. O autor cita, então, os seguintes artistas:
 

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3287636 Ano: 2024
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Segundo Roberto Conduru, no livro “Arte Afro-Brasileira” (2007), as pessoas que vieram escravizadas do continente africano foram obrigadas a abandonarem suas vidas na África para recomeçá-las também como escravas no Brasil. Contudo, os/as africanos/as puderam e conseguiram trazer suas crenças, mas tiveram que lá deixar o aparato físico-simbólico já constituído para as mesmas.
As restrições a elas impingidas fizeram com que, na maioria das vezes, a cultura material sobrevivesse, sobretudo nas mentes, na memória, no imaginário, já que alguns poucos elementos puderam ser trazidos. Assim, foi necessário refazer, às escondidas, o ambiente religioso, a partir das exigências ritualísticas, de lembranças, e de acordo com as condições locais de produção (material e técnicas) e de uso. Nessa perspectiva, segundo Roberto Conduru, as pessoas que vieram
 

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3287635 Ano: 2024
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els Lagrou (2009), a “dona dos japins” significa:
 

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3287634 Ano: 2024
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els Lagrou (2009), tecer e cantar são duas atividades produtivas, constitutivas do cotidiano Kaxinawá, cuja estética consiste em uma arte de produzir a vida de modo próprio, Kuin, ao modo dos Kaxinawá. O japim seria o modelo de artista a emular pelos humanos. Além da capacidade de tecelão e cantor, o japim compartilha com os humanos:
 

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3287633 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Segundo as autoras Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), a leitura de uma obra de arte pode propor as seguintes ações:
 

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3287632 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Segundo as autoras Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), o termo metáfora significa:
 

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3287631 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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No livro “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), sobre o termo poiesis, há a seguinte descrição:
 

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3287630 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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O termo Techné, a partir do exposto por Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), corresponde ao movimento que:
 

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3287629 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998, p. 21), escrevem que o professor deve oferecer aos alunos:
 

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3287628 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), escrevem que o homem, criador de signos, tem uma ferramenta especial. Essa ferramenta especial do ser humano que as autoras apresentam na abertura do livro é:
 

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