Foram encontradas 50 questões.
Roberto Conduru, no livro “Arte
Afro-Brasileira” (2007), destaca as pesquisas
artísticas dedicadas, especialmente, à conexão
entre os princípios da modernidade ocidental e
as questões africanas e afro-descendentes, no
Brasil. O autor cita, então, os seguintes artistas:
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Segundo Roberto Conduru, no livro “Arte
Afro-Brasileira” (2007), as pessoas que vieram
escravizadas do continente africano foram
obrigadas a abandonarem suas vidas na África
para recomeçá-las também como escravas no
Brasil. Contudo, os/as africanos/as puderam e
conseguiram trazer suas crenças, mas tiveram
que lá deixar o aparato físico-simbólico já
constituído para as mesmas.
As restrições a elas impingidas fizeram com que, na maioria das vezes, a cultura material sobrevivesse, sobretudo nas mentes, na memória, no imaginário, já que alguns poucos elementos puderam ser trazidos. Assim, foi necessário refazer, às escondidas, o ambiente religioso, a partir das exigências ritualísticas, de lembranças, e de acordo com as condições locais de produção (material e técnicas) e de uso. Nessa perspectiva, segundo Roberto Conduru, as pessoas que vieram
As restrições a elas impingidas fizeram com que, na maioria das vezes, a cultura material sobrevivesse, sobretudo nas mentes, na memória, no imaginário, já que alguns poucos elementos puderam ser trazidos. Assim, foi necessário refazer, às escondidas, o ambiente religioso, a partir das exigências ritualísticas, de lembranças, e de acordo com as condições locais de produção (material e técnicas) e de uso. Nessa perspectiva, segundo Roberto Conduru, as pessoas que vieram
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No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els
Lagrou (2009), a “dona dos japins” significa:
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No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els
Lagrou (2009), tecer e cantar são duas
atividades produtivas, constitutivas do cotidiano
Kaxinawá, cuja estética consiste em uma arte
de produzir a vida de modo próprio, Kuin, ao
modo dos Kaxinawá. O japim seria o modelo de
artista a emular pelos humanos. Além da
capacidade de tecelão e cantor, o japim
compartilha com os humanos:
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Segundo as autoras Mirian Celeste
Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles
Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a
língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer
arte” (1998), a leitura de uma obra de arte pode
propor as seguintes ações:
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Segundo as autoras Mirian Celeste
Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles
Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a
língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer
arte” (1998), o termo metáfora significa:
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No livro “Didática do ensino de Arte: a
língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer
arte” (1998), sobre o termo poiesis, há a
seguinte descrição:
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O termo Techné, a partir do exposto por
Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M.
Terezinha Telles Guerra, em “Didática do
ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar,
fruir e conhecer arte” (1998), corresponde ao
movimento que:
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Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e
M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do
ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar,
fruir e conhecer arte” (1998, p. 21), escrevem
que o professor deve oferecer aos alunos:
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Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e
M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do
ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar,
fruir e conhecer arte” (1998), escrevem que o
homem, criador de signos, tem uma ferramenta
especial. Essa ferramenta especial do ser
humano que as autoras apresentam na
abertura do livro é:
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