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Um serviço de armazenamento de dados em nuvem que
armazena arquivos gerais diversos de usuários em servidores
online é o
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O conjunto de programas e técnicas elaborados com o objetivo
de esconder e assegurar a presença de um invasor ou de
outro código malicioso em um computador comprometido
denomina-se
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- InternetNavegadores (Browsers)Google Chrome
- InternetNavegadores (Browsers)Microsoft Edge
- InternetNavegadores (Browsers)Mozilla Firefox
Nos navegadores Microsoft Edge, Mozilla Firefox e Google
Chrome, a ativação do recurso de sincronização permite
sincronizar
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Nos sistemas operacionais modernos, a ferramenta responsável
por gerenciar automaticamente o uso da memória principal, com
o emprego de dispositivo de armazenamento secundário como
extensão do espaço da memória principal, é a memória
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Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
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Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
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Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
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Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
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Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1
Por muitos séculos, pessoas surdas ao redor do mundo
eram consideradas incapazes de aprender simplesmente por
possuírem uma deficiência. No Brasil, infelizmente, isso não era
diferente. Essa visão capacitista só começou a mudar a partir do
século XVI, com transformações que ocorreram, num primeiro
momento, na Europa, quando educadores, por conta própria,
começaram a se preocupar com esse grupo.
Um dos educadores mais marcantes na luta pela educação
dos surdos foi Ernest Huet, ou Eduard Huet, como também era
conhecido. Huet, acometido por uma doença, perdeu a audição
ainda aos 12 anos; contudo, como era membro de uma família
nobre da França, teve, desde cedo, acesso à melhor educação
possível de sua época e, assim, aprendeu a língua de sinais
francesa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris. No
Brasil, tomando-se como inspiração a iniciativa de Huet, fundouse, em 26 de setembro de 1856, o Imperial Instituto de SurdosMudos, instituição de caráter privado. No seu percurso, o
instituto recebeu diversos nomes, mas a mudança mais
significativa se deu em 1957, quando foi denominado Instituto
Nacional de Educação dos Surdos – INES, que está em
funcionamento até hoje! Essa mudança refletia o princípio de
modernização da década de 1950, pelo qual se guiava o instituto,
com suas discussões sobre educação de surdos.
Dessa forma, Huet e a língua de sinais francesa tiveram
grande influência na língua brasileira de sinais, a Libras, que foi
ganhando espaço aos poucos e logo passou a ser utilizada pelos
surdos brasileiros. Contudo, nesse mesmo período, muitos
educadores ainda defendiam a ideia de que a melhor maneira de
ensinar era pelo método oralizado, ou seja, pessoas surdas seriam
educadas por meio de línguas orais. Nesse caso, a comunicação
acontecia nas modalidades de escrita, leitura, leitura labial e
também oral. No Congresso de Milão, em 11 de setembro de
1880, muitos educadores votaram pela proibição da utilização da
língua de sinais por não acreditarem na efetividade desse método
na educação das pessoas surdas.
Essa decisão prejudicou consideravelmente o ensino da
Língua Brasileira de Sinais, mas, mesmo diante dessa proibição,
a Libras continuou sendo utilizada devido à persistência dos
surdos. Posteriormente, buscou-se a legitimidade da Língua
Brasileira de Sinais, e os surdos continuaram lutando pelo seu
reconhecimento e regulamentação por meio de um projeto de lei
escrito em 1993. Porém, apenas em 2002, foi aprovada a Lei
10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país.
Internet:: <www.ufmg.br>(com adaptações)
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