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Assinale a alternativa que apresenta um número igual a 0,131313...
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Qual alternativa a seguir apresenta a negação da afirmação “José é odontólogo e Maria é sua chefe”?
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Em uma loja, são vendidas apenas banquetas com três pés cada e cadeiras com quatro pés cada. A gerente
verificou que, em determinado período, foram vendidos 58 itens. Ao contar os pés de todos os itens vendidos
nesse período, ela percebeu que somavam 200 pés. Quantas banquetas foram vendidas nessa loja no período
analisado?
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
Súplica por uma árvore
Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus
que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de
conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação
extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares
amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho,
pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse
tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral,
desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e
enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se
encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida,
essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade de sua
vida.
(MEIRELES, Cecília. “Suplica por uma árvore”. In: O que se diz e o que se entende. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.)
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Súplica por uma árvore
Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus
que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de
conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação
extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares
amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho,
pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse
tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral,
desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e
enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se
encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida,
essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade de sua
vida.
(MEIRELES, Cecília. “Suplica por uma árvore”. In: O que se diz e o que se entende. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.)
“O professor comovido TRANSPORTAVA-se a esse tempo de ternura, PENSAVA nesse avô tão sensível, e CONTINUAVA a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática”.
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Súplica por uma árvore
Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus
que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de
conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação
extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares
amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho,
pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse
tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral,
desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e
enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se
encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida,
essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade de sua
vida.
(MEIRELES, Cecília. “Suplica por uma árvore”. In: O que se diz e o que se entende. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.)
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Súplica por uma árvore
Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus
que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de
conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação
extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares
amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho,
pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse
tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral,
desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e
enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se
encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida,
essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade de sua
vida.
(MEIRELES, Cecília. “Suplica por uma árvore”. In: O que se diz e o que se entende. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.)
“A lembrança apresentada no primeiro parágrafo é do fato apresentado no segundo parágrafo”.
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Súplica por uma árvore
Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen, esse pequeno deus
que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de
conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação
extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares
amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho,
pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse
tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral,
desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e
enigmática.
Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não conheço, e cujo tronco há quinze dias se
encontra ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida,
essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade de sua
vida.
(MEIRELES, Cecília. “Suplica por uma árvore”. In: O que se diz e o que se entende. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.)
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Considere um gráfico de Venn com 4 círculos representando os seguintes fatores na progressão da cárie
dentária: (1) Microrganismos, (2) Dieta, (3) Hospedeiro e (4) Tempo. Qual das seguintes alternativas é
verdadeira com relação a tal gráfico e à progressão da cárie dentária?
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Uma paciente de 55 anos, sexo feminino, comparece à clínica odontológica com queixa de dor persistente
na região do segundo molar superior direito. Durante a anamnese, ela relata que a dor começou há cerca de
um mês e tem piorado progressivamente, principalmente à noite. Ela também menciona que sente dor ao
mastigar alimentos duros. No exame físico, observa-se uma restauração de amálgama extensa no dente
afetado. Ao realizar as percussões vertical e horizontal do dente, a paciente refere dor intensa. A radiografia
periapical revela uma lesão radiolúcida na região periapical do dente. Com base nessas informações, qual é o
diagnóstico mais provável e qual é o plano de tratamento mais adequado para esse caso?
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