Foram encontradas 30 questões.
No primeiro parágrafo do texto, o autor
utiliza o vocábulo "críticos" (em: "...formação de cidadãos
críticos e autônomos..."). Assinale a alternativa em que a
palavra retirada do próprio texto apresenta acento gráfico
exatamente pelo mesmo motivo que a palavra destacada:
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Analise as frases abaixo quanto à
colocação dos pronomes átonos e assinale a alternativa que
segue rigorosamente a norma culta:
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Quanto ao uso do acento indicativo de
crase, assinale a alternativa que apresenta a redação
correta, de acordo com a norma-padrão:
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A redação de documentos oficiais exige o
domínio das formas causais e interrogativas. Assinale a
alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"__________ não houve quórum na reunião do conselho? Ninguém soube explicar o __________, talvez __________ os docentes estivessem em semana de provas, fato __________ se justifica a ausência de muitos."
"__________ não houve quórum na reunião do conselho? Ninguém soube explicar o __________, talvez __________ os docentes estivessem em semana de provas, fato __________ se justifica a ausência de muitos."
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins
pedagógicos.
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins
pedagógicos.
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins
pedagógicos.
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins
pedagógicos.
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins
pedagógicos.
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A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na
Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função
tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo
um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e
autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo
digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake
news e a constante exposição a algoritmos de
personalização demandam do indivíduo uma capacidade
de discernimento e análise que vai muito além da
decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a
instituição escolar emerge como um baluarte essencial
contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios
substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes
precária, a formação continuada insuficiente dos docentes
e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são
obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a
própria natureza da interação digital, que por vezes
privilegia a superficialidade e a polarização, exige da
escola estratégias didáticas que estimulem o debate
qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias,
elementos fundamentais para a construção de uma
cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de
uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os
estudantes a questionar as fontes, a compreender os
mecanismos de produção e circulação da informação e a
utilizar as ferramentas digitais de forma ética e
responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é
preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela.
Somente assim será possível formar indivíduos que não
apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado,
mas que atuem proativamente na construção de um espaço
público digital mais democrático e plural, onde o
conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a
bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia
e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à
capacidade da escola de se reinventar nesse contexto
dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da
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