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Foram encontradas 30 questões.

4057110 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
No primeiro parágrafo do texto, o autor utiliza o vocábulo "críticos" (em: "...formação de cidadãos críticos e autônomos..."). Assinale a alternativa em que a palavra retirada do próprio texto apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo que a palavra destacada:
 

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4057109 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
Analise as frases abaixo quanto à colocação dos pronomes átonos e assinale a alternativa que segue rigorosamente a norma culta:
 

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4057108 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
Quanto ao uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que apresenta a redação correta, de acordo com a norma-padrão:
 

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4057107 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A redação de documentos oficiais exige o domínio das formas causais e interrogativas. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"__________ não houve quórum na reunião do conselho? Ninguém soube explicar o __________, talvez __________ os docentes estivessem em semana de provas, fato __________ se justifica a ausência de muitos."
 

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4057106 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Qual a principal conclusão do texto sobre a relação entre a escola e o mundo digital?
 

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4057105 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Ao afirmar que "Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela", o autor sugere que a literacia digital deve ir além do aspecto instrumental, abrangendo:
 

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4057104 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto enfatiza que a interação digital "por vezes privilegia a superficialidade e a polarização". Para combater isso, a escola é instada a desenvolver estratégias didáticas que estimulem:
 

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4057103 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No segundo parágrafo, ao mencionar "desafios substanciais" para a missão da escola, o autor destaca:
 

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4057102 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto aponta a "proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização" como elementos que demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise. Qual a consequência direta dessa demanda para o papel da escola?
 

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4057101 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Martinópolis-SP
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital
Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.
Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.
É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.
Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No primeiro parágrafo, a afirmação de que a escola "transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo" implica que:
 

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