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Há conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal na frase:
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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.
O tempo que as crianças passam em frente a uma tela pode prejudicar o desenvolvimento e até saúde. No entanto, um novo estudo mostra que esse tipo de atividade também pode trazer benefícios, desde que atenda o que os autores do estudo entenderam como ideal. Uma equipe da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, realizou uma meta-análise de estudos anteriores e descobriu que, não obstante uma criança pequena possa ser prejudicada ao passar muito tempo sozinha com as telas, se um dos pais assiste conteúdo de qualidade com o filho, pode ser algo positivo.
“Estamos acostumados ouvir que a exposição tela é ruim para a criança e pode causar sérios danos ao seu desenvolvimento, se não for limitada a menos de uma hora por dia”, pontuou Eszter Somogyi, do departamento de psicologia de Portsmouth. “Ainda que possa ser prejudicial, nosso estudo sugere que o foco deve estar na qualidade ou no contexto do que uma criança está assistindo, não somente na quantidade”, apontou.
A fim de que pudessem chegar a essas conclusões, os cientistas analisaram 478 estudos, publicados nos últimos 20 anos.
(Tempo de tela também pode ser positivo para as crianças, mostra estudo. https://revistacrescer.globo.com, 22.09.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a ideia introduzida pela expressão destacada está corretamente indicada nos parênteses.
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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.
O tempo que as crianças passam em frente a uma tela pode prejudicar o desenvolvimento e até saúde. No entanto, um novo estudo mostra que esse tipo de atividade também pode trazer benefícios, desde que atenda o que os autores do estudo entenderam como ideal. Uma equipe da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, realizou uma meta-análise de estudos anteriores e descobriu que, não obstante uma criança pequena possa ser prejudicada ao passar muito tempo sozinha com as telas, se um dos pais assiste conteúdo de qualidade com o filho, pode ser algo positivo.
“Estamos acostumados ouvir que a exposição tela é ruim para a criança e pode causar sérios danos ao seu desenvolvimento, se não for limitada a menos de uma hora por dia”, pontuou Eszter Somogyi, do departamento de psicologia de Portsmouth. “Ainda que possa ser prejudicial, nosso estudo sugere que o foco deve estar na qualidade ou no contexto do que uma criança está assistindo, não somente na quantidade”, apontou.
A fim de que pudessem chegar a essas conclusões, os cientistas analisaram 478 estudos, publicados nos últimos 20 anos.
(Tempo de tela também pode ser positivo para as crianças, mostra estudo. https://revistacrescer.globo.com, 22.09.2022. Adaptado)
A expressão em destaque no texto pode ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por:
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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.
O tempo que as crianças passam em frente a uma tela pode prejudicar o desenvolvimento e até saúde. No entanto, um novo estudo mostra que esse tipo de atividade também pode trazer benefícios, desde que atenda o que os autores do estudo entenderam como ideal. Uma equipe da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, realizou uma meta-análise de estudos anteriores e descobriu que, não obstante uma criança pequena possa ser prejudicada ao passar muito tempo sozinha com as telas, se um dos pais assiste conteúdo de qualidade com o filho, pode ser algo positivo.
“Estamos acostumados ouvir que a exposição tela é ruim para a criança e pode causar sérios danos ao seu desenvolvimento, se não for limitada a menos de uma hora por dia”, pontuou Eszter Somogyi, do departamento de psicologia de Portsmouth. “Ainda que possa ser prejudicial, nosso estudo sugere que o foco deve estar na qualidade ou no contexto do que uma criança está assistindo, não somente na quantidade”, apontou.
A fim de que pudessem chegar a essas conclusões, os cientistas analisaram 478 estudos, publicados nos últimos 20 anos.
(Tempo de tela também pode ser positivo para as crianças, mostra estudo. https://revistacrescer.globo.com, 22.09.2022. Adaptado)
No que diz respeito ao emprego do acento indicativo de crase, as lacunas do texto são, correta e respectivamente, completadas por:
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Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de emprego de pronomes.
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Venho percebendo que minha estafa não vem apenas do excesso de compromissos, mas do movimento de uma única parte do meu corpo: o dedo indicador que conduz a rolagem das postagens nas redes. Um único dedo promovendo a anarquia destrutiva dos sentidos. Em um minuto, sinto compaixão, e no outro, cobiça. Um minuto de informação, e no seguinte, espanto. Sentimentos fragmentados pelo vício em consumir tudo sem sentir o gosto.
Pílulas de sabedoria, edição de programas, pedaços de podcasts, frases soltas, conhecimento mastigado. Tudo muito prático, uma bandeja de aperitivos. A integralidade ruiu. A vida rarefeita vai passando pela janela do celular em rapidez supersônica, como as cenas do clássico “Koyaanisqatsi”, filme que há 40 anos já denunciava o nosso colapso diante da pressa.
Alta velocidade gera adrenalina, mas também desespero: em que momento surgirá o muro contra o qual nos chocaremos? O medo se mistura ao desejo de que esse muro exista mesmo e nos pare. Suplica-se por uma via de escape dessa ciranda frenética. De repente, a vontade é de não mais saber, não mais conhecer. Abandonar as redes seria uma opção de livramento, mas um suicídio metafórico: o sujeito desconectado será ainda considerado um ser vivo?
A impaciência tem sido um dos efeitos colaterais desse frenesi. Interrompemos a fala dos outros, amamos e odiamos por impulso e não conseguimos assistir a um vídeo até o fim. E assim, humilhados pela nossa própria inquietação, seguimos fazendo de conta que é possível nos tornarmos mais sábios e atualizados, apenas acelerando o dedo indicador, enquanto reduzimos a zero nossa concentração. Quantos livros você leu este ano?
Sem coragem para desembarcar desse trem-bala, mantenho meus perfis operantes, já que a tecnologia facilita a divulgação do meu trabalho. Mas contra o esgotamento da alma, só a nostalgia me ampara.
(Martha Medeiros. Fartura de estilhaços. https://oglobo.globo.com, 16.12.2023. Adaptado)
O acréscimo de uma vírgula a trecho do texto preserva a correção gramatical em:
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Venho percebendo que minha estafa não vem apenas do excesso de compromissos, mas do movimento de uma única parte do meu corpo: o dedo indicador que conduz a rolagem das postagens nas redes. Um único dedo promovendo a anarquia destrutiva dos sentidos. Em um minuto, sinto compaixão, e no outro, cobiça. Um minuto de informação, e no seguinte, espanto. Sentimentos fragmentados pelo vício em consumir tudo sem sentir o gosto.
Pílulas de sabedoria, edição de programas, pedaços de podcasts, frases soltas, conhecimento mastigado. Tudo muito prático, uma bandeja de aperitivos. A integralidade ruiu. A vida rarefeita vai passando pela janela do celular em rapidez supersônica, como as cenas do clássico “Koyaanisqatsi”, filme que há 40 anos já denunciava o nosso colapso diante da pressa.
Alta velocidade gera adrenalina, mas também desespero: em que momento surgirá o muro contra o qual nos chocaremos? O medo se mistura ao desejo de que esse muro exista mesmo e nos pare. Suplica-se por uma via de escape dessa ciranda frenética. De repente, a vontade é de não mais saber, não mais conhecer. Abandonar as redes seria uma opção de livramento, mas um suicídio metafórico: o sujeito desconectado será ainda considerado um ser vivo?
A impaciência tem sido um dos efeitos colaterais desse frenesi. Interrompemos a fala dos outros, amamos e odiamos por impulso e não conseguimos assistir a um vídeo até o fim. E assim, humilhados pela nossa própria inquietação, seguimos fazendo de conta que é possível nos tornarmos mais sábios e atualizados, apenas acelerando o dedo indicador, enquanto reduzimos a zero nossa concentração. Quantos livros você leu este ano?
Sem coragem para desembarcar desse trem-bala, mantenho meus perfis operantes, já que a tecnologia facilita a divulgação do meu trabalho. Mas contra o esgotamento da alma, só a nostalgia me ampara.
(Martha Medeiros. Fartura de estilhaços. https://oglobo.globo.com, 16.12.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado foi empregado em sentido figurado.
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Venho percebendo que minha estafa não vem apenas do excesso de compromissos, mas do movimento de uma única parte do meu corpo: o dedo indicador que conduz a rolagem das postagens nas redes. Um único dedo promovendo a anarquia destrutiva dos sentidos. Em um minuto, sinto compaixão, e no outro, cobiça. Um minuto de informação, e no seguinte, espanto. Sentimentos fragmentados pelo vício em consumir tudo sem sentir o gosto.
Pílulas de sabedoria, edição de programas, pedaços de podcasts, frases soltas, conhecimento mastigado. Tudo muito prático, uma bandeja de aperitivos. A integralidade ruiu. A vida rarefeita vai passando pela janela do celular em rapidez supersônica, como as cenas do clássico “Koyaanisqatsi”, filme que há 40 anos já denunciava o nosso colapso diante da pressa.
Alta velocidade gera adrenalina, mas também desespero: em que momento surgirá o muro contra o qual nos chocaremos? O medo se mistura ao desejo de que esse muro exista mesmo e nos pare. Suplica-se por uma via de escape dessa ciranda frenética. De repente, a vontade é de não mais saber, não mais conhecer. Abandonar as redes seria uma opção de livramento, mas um suicídio metafórico: o sujeito desconectado será ainda considerado um ser vivo?
A impaciência tem sido um dos efeitos colaterais desse frenesi. Interrompemos a fala dos outros, amamos e odiamos por impulso e não conseguimos assistir a um vídeo até o fim. E assim, humilhados pela nossa própria inquietação, seguimos fazendo de conta que é possível nos tornarmos mais sábios e atualizados, apenas acelerando o dedo indicador, enquanto reduzimos a zero nossa concentração. Quantos livros você leu este ano?
Sem coragem para desembarcar desse trem-bala, mantenho meus perfis operantes, já que a tecnologia facilita a divulgação do meu trabalho. Mas contra o esgotamento da alma, só a nostalgia me ampara.
(Martha Medeiros. Fartura de estilhaços. https://oglobo.globo.com, 16.12.2023. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que a autora
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