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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Nem sempre é amor
Por Fabrício Carpinejar
Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço
específico: quando não consegue terminar o relacionamento.
Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.
Mas não é querer terminar, é poder terminar.
Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de
permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.
A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.
A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você
continua na relação.
A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.
Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é
obsessão.
Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.
Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.
Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita
qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,
ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus
se o outro pisar na bola.
Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições
de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.
Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com
quem se revela egoísta.
O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.
Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo
receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Na linha 07, a vírgula hachurada separa um adjunto adverbial deslocado.
II. Na linha 08, a vírgula hachurada separa orações coordenadas.
III. Na linha 17, as quatro ocorrências da vírgula separam uma sequência de termos.
Quais estão corretas?
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Nem sempre é amor
Por Fabrício Carpinejar
Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço
específico: quando não consegue terminar o relacionamento.
Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.
Mas não é querer terminar, é poder terminar.
Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de
permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.
A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.
A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você
continua na relação.
A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.
Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é
obsessão.
Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.
Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.
Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita
qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,
ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus
se o outro pisar na bola.
Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições
de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.
Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com
quem se revela egoísta.
O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.
Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo
receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaAdjetivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Nem sempre é amor
Por Fabrício Carpinejar
Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço
específico: quando não consegue terminar o relacionamento.
Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.
Mas não é querer terminar, é poder terminar.
Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de
permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.
A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.
A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você
continua na relação.
A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.
Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é
obsessão.
Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.
Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.
Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita
qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,
ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus
se o outro pisar na bola.
Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições
de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.
Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com
quem se revela egoísta.
O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.
Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo
receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Trata-se de um adjetivo variável em gênero e número.
II. Na situação de ocorrência do texto, tem a função sintática de predicativo do sujeito.
III. A palavra poderia ser substituída por “importante” sem alteração do sentido original do texto.
Quais estão corretas?
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Nem sempre é amor
Por Fabrício Carpinejar
Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço
específico: quando não consegue terminar o relacionamento.
Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.
Mas não é querer terminar, é poder terminar.
Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de
permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.
A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.
A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você
continua na relação.
A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.
Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é
obsessão.
Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.
Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.
Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita
qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,
ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus
se o outro pisar na bola.
Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições
de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.
Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com
quem se revela egoísta.
O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.
Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo
receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Nem sempre é amor
Por Fabrício Carpinejar
Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço
específico: quando não consegue terminar o relacionamento.
Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.
Mas não é querer terminar, é poder terminar.
Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de
permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.
A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.
A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você
continua na relação.
A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.
Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é
obsessão.
Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.
Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.
Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita
qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,
ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus
se o outro pisar na bola.
Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições
de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.
Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com
quem se revela egoísta.
O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.
Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo
receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Para o autor, a incapacidade de sair de um relacionamento pode tratar-se de uma obsessão e não de amor.
II. Pessoas dependentes visam apenas à manutenção de um relacionamento, sem que nada as faça abandoná-lo.
III. Para o autor, o amor faz com que o fim seja adiado, para que ninguém se sinta solitário.
Quais estão corretas?
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