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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões 06 a 08, que a ele se referem.
Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/hoje-nas-redes-sociais/. Acesso em: 21 maio 2024.
O comportamento das pessoas nas redes sociais que é criticado no texto, por meio das falas da personagem Joana, é o(a)
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No consultório odontológico, o cirurgião-dentista preocupa-se com a parte clínica do atendimento, e cabe ao ASB a responsabilidade com a organização e administração do consultório, assim como nas atividades extramuros, as quais devem ser discutidas com toda a equipe para que sejam adequadas ao desenvolvimento das ações.
Em relação à visita e/ou consulta domiciliar, as seguintes atribuições são de competência do ASB:
I- Separar os materiais e instrumentais necessários para a visita e/ou consulta.
II- Realizar a evolução dos prontuários.
III- Separar a pasta da família a ser visitada.
IV- Coordenar as ações da Equipe de Saúde Bucal.
Está CORRETO o que se afirma em
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As doenças periodontais têm alta prevalência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. É considerada como uma das principais causas de perdas dentais, podendo, desse modo, comprometer a função mastigatória.
Em relação à doença periodontal, analise as assertivas a seguir.
I- A doença periodontal se dá pela placa bacteriana aderida ao dente.
II- A gengivite é um processo inflamatório que ocorre no periodonto de sustentação.
III- Para um efetivo controle de biofilme, é fundamental a compreensão de que sua formação é normal e contínua nas superfícies dentais.
IV- Na saúde pública, todos os procedimentos de controle supragengival e subgengival de menor complexidade devem ser executados nas unidades básicas de saúde (UBS).
Está CORRETO o que se afirma em:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01 a 05, que a ele se referem.
Texto 01
Por onde andam os vagalumes?
Recentemente sonhei com vagalumes. Mais do que tentar entender a relação do sonho com a minha vida ou então tentar captar algum recado urgente vindo do meu inconsciente, fui tomado primeiro por um impulso de memória e, em seguida, por um questionamento. Ainda na cama perguntei para Andréia: Por onde andam os vagalumes?
Passado seu espanto com minha pergunta, antes mesmo de lhe dar um bom dia, meu questionamento ganhou reforço com sua resposta: “Pois é, por onde andam? Eles ainda existem?”. Ah, os vagalumes?.
Minha memória me levou à infância, mais precisamente a Peruíbe, no litoral paulista, nos anos 1980.
Lembrei-me das noites em que muitos vagalumes salpicaram suas luzes entre os galhos das enormes primaveras vermelhas do jardim de minha avó.
Havia muitos outros que também transformavam o terreno pantanoso do outro lado da rua em que morávamos numa pequena constelação de luzes. Que lembrança boa!
Como qualquer ser humano nesses tempos conectados e de respostas na palma da mão, corri para o Google e digitei: “Por onde andam os vagalumes?”
Resposta: “Infelizmente, esses animais estão desaparecendo rapidamente em todo o mundo. Trata-se de uma perda significativa para a biodiversidade, além de ser um alerta para a saúde do nosso ecossistema.”
Quis saber um pouco mais e fiz uma segunda pergunta: Mas por que isso está acontecendo?
“Com o crescente aumento da população humana, mais e mais habitats selvagens estão sendo invadidos para atender às nossas ‘necessidades’. À medida que construímos casas, pavimentamos áreas verdes e drenamos pântanos, estamos destruindo o habitat natural dos vagalumes”.
Minha fase mais reflexiva desses últimos tempos me manteve no jardim de minha avó para além do meu sonho daquela manhã. Tive uma forte intuição – a ponto de querer escrever sobre isso – de que a crise ecológica de que tanto se fala e se discute hoje, não é uma crise técnica em que a geoengenharia resolverá todos os problemas, e nos “salvará” da catástrofe iminente como muitos querem nos fazer crer.
Penso que a natureza também tem morrido em nome de uma falsa sustentabilidade, que hoje virou um negócio também. Deixe-me voltar para o jardim de minha avó para explicar um pouco melhor o que quero dizer com essa breve reflexão. Dona Nena jamais tentaria “salvar” qualquer ecossistema que fosse, como muitos vivem propagando como grandes “salvadores”.
Aliás, dado ao seu jeito muito mais voltado ao universo do sentir do que do falar, desconfio que minha avó jamais cairia na tentação de “salvar” o que quer que fosse nesse mundo. Não que ela ignorasse as causas e os sofrimentos humanos, mas é que ela já intuía que não se “salva” aquilo que já está dentro de nós. O cuidado com o ecossistema já estava subentendido no jardim de sua casa, regado pelo coração.
Tenho certeza de que se a minha avó estivesse viva, ela concordaria com um certo espírito do ambientalista genuíno, que mesmo que o aumento da temperatura parasse ou fosse revertido – como almejam os especialistas e as entidades ao redor do planeta –, valeria a pena continuar cuidando com todo o empenho de nossas florestas e, “consequentemente”, dos nossos vagalumes. Não apenas porque são o epicentro da biodiversidade, vida e beleza, mas porque são sagrados por direito.
Jamais cuidaremos do mundo se não amarmos o mundo. O mundo somos nós. Saudades dos vagalumes. Saudades de Dona Nena.
Disponível em: https://revistavidasimples.com. Acesso em 18 maio 2024. Adaptado.
Quanto ao tipo, é CORRETO afirmar que se trata, predominantemente, de um texto
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01 a 05, que a ele se referem.
Texto 01
Por onde andam os vagalumes?
Recentemente sonhei com vagalumes. Mais do que tentar entender a relação do sonho com a minha vida ou então tentar captar algum recado urgente vindo do meu inconsciente, fui tomado primeiro por um impulso de memória e, em seguida, por um questionamento. Ainda na cama perguntei para Andréia: Por onde andam os vagalumes?
Passado seu espanto com minha pergunta, antes mesmo de lhe dar um bom dia, meu questionamento ganhou reforço com sua resposta: “Pois é, por onde andam? Eles ainda existem?”. Ah, os vagalumes?.
Minha memória me levou à infância, mais precisamente a Peruíbe, no litoral paulista, nos anos 1980.
Lembrei-me das noites em que muitos vagalumes salpicaram suas luzes entre os galhos das enormes primaveras vermelhas do jardim de minha avó.
Havia muitos outros que também transformavam o terreno pantanoso do outro lado da rua em que morávamos numa pequena constelação de luzes. Que lembrança boa!
Como qualquer ser humano nesses tempos conectados e de respostas na palma da mão, corri para o Google e digitei: “Por onde andam os vagalumes?”
Resposta: “Infelizmente, esses animais estão desaparecendo rapidamente em todo o mundo. Trata-se de uma perda significativa para a biodiversidade, além de ser um alerta para a saúde do nosso ecossistema.”
Quis saber um pouco mais e fiz uma segunda pergunta: Mas por que isso está acontecendo?
“Com o crescente aumento da população humana, mais e mais habitats selvagens estão sendo invadidos para atender às nossas ‘necessidades’. À medida que construímos casas, pavimentamos áreas verdes e drenamos pântanos, estamos destruindo o habitat natural dos vagalumes”.
Minha fase mais reflexiva desses últimos tempos me manteve no jardim de minha avó para além do meu sonho daquela manhã. Tive uma forte intuição – a ponto de querer escrever sobre isso – de que a crise ecológica de que tanto se fala e se discute hoje, não é uma crise técnica em que a geoengenharia resolverá todos os problemas, e nos “salvará” da catástrofe iminente como muitos querem nos fazer crer.
Penso que a natureza também tem morrido em nome de uma falsa sustentabilidade, que hoje virou um negócio também. Deixe-me voltar para o jardim de minha avó para explicar um pouco melhor o que quero dizer com essa breve reflexão. Dona Nena jamais tentaria “salvar” qualquer ecossistema que fosse, como muitos vivem propagando como grandes “salvadores”.
Aliás, dado ao seu jeito muito mais voltado ao universo do sentir do que do falar, desconfio que minha avó jamais cairia na tentação de “salvar” o que quer que fosse nesse mundo. Não que ela ignorasse as causas e os sofrimentos humanos, mas é que ela já intuía que não se “salva” aquilo que já está dentro de nós. O cuidado com o ecossistema já estava subentendido no jardim de sua casa, regado pelo coração.
Tenho certeza de que se a minha avó estivesse viva, ela concordaria com um certo espírito do ambientalista genuíno, que mesmo que o aumento da temperatura parasse ou fosse revertido – como almejam os especialistas e as entidades ao redor do planeta –, valeria a pena continuar cuidando com todo o empenho de nossas florestas e, “consequentemente”, dos nossos vagalumes. Não apenas porque são o epicentro da biodiversidade, vida e beleza, mas porque são sagrados por direito.
Jamais cuidaremos do mundo se não amarmos o mundo. O mundo somos nós. Saudades dos vagalumes. Saudades de Dona Nena.
Disponível em: https://revistavidasimples.com. Acesso em 18 maio 2024. Adaptado.
Em “‘Pois é, por onde andam? Eles ainda existem?’. Ah, os vagalumes?”, as aspas assinalam o uso de
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01 a 05, que a ele se referem.
Texto 01
Por onde andam os vagalumes?
Recentemente sonhei com vagalumes. Mais do que tentar entender a relação do sonho com a minha vida ou então tentar captar algum recado urgente vindo do meu inconsciente, fui tomado primeiro por um impulso de memória e, em seguida, por um questionamento. Ainda na cama perguntei para Andréia: Por onde andam os vagalumes?
Passado seu espanto com minha pergunta, antes mesmo de lhe dar um bom dia, meu questionamento ganhou reforço com sua resposta: “Pois é, por onde andam? Eles ainda existem?”. Ah, os vagalumes?.
Minha memória me levou à infância, mais precisamente a Peruíbe, no litoral paulista, nos anos 1980.
Lembrei-me das noites em que muitos vagalumes salpicaram suas luzes entre os galhos das enormes primaveras vermelhas do jardim de minha avó.
Havia muitos outros que também transformavam o terreno pantanoso do outro lado da rua em que morávamos numa pequena constelação de luzes. Que lembrança boa!
Como qualquer ser humano nesses tempos conectados e de respostas na palma da mão, corri para o Google e digitei: “Por onde andam os vagalumes?”
Resposta: “Infelizmente, esses animais estão desaparecendo rapidamente em todo o mundo. Trata-se de uma perda significativa para a biodiversidade, além de ser um alerta para a saúde do nosso ecossistema.”
Quis saber um pouco mais e fiz uma segunda pergunta: Mas por que isso está acontecendo?
“Com o crescente aumento da população humana, mais e mais habitats selvagens estão sendo invadidos para atender às nossas ‘necessidades’. À medida que construímos casas, pavimentamos áreas verdes e drenamos pântanos, estamos destruindo o habitat natural dos vagalumes”.
Minha fase mais reflexiva desses últimos tempos me manteve no jardim de minha avó para além do meu sonho daquela manhã. Tive uma forte intuição – a ponto de querer escrever sobre isso – de que a crise ecológica de que tanto se fala e se discute hoje, não é uma crise técnica em que a geoengenharia resolverá todos os problemas, e nos “salvará” da catástrofe iminente como muitos querem nos fazer crer.
Penso que a natureza também tem morrido em nome de uma falsa sustentabilidade, que hoje virou um negócio também. Deixe-me voltar para o jardim de minha avó para explicar um pouco melhor o que quero dizer com essa breve reflexão. Dona Nena jamais tentaria “salvar” qualquer ecossistema que fosse, como muitos vivem propagando como grandes “salvadores”.
Aliás, dado ao seu jeito muito mais voltado ao universo do sentir do que do falar, desconfio que minha avó jamais cairia na tentação de “salvar” o que quer que fosse nesse mundo. Não que ela ignorasse as causas e os sofrimentos humanos, mas é que ela já intuía que não se “salva” aquilo que já está dentro de nós. O cuidado com o ecossistema já estava subentendido no jardim de sua casa, regado pelo coração.
Tenho certeza de que se a minha avó estivesse viva, ela concordaria com um certo espírito do ambientalista genuíno, que mesmo que o aumento da temperatura parasse ou fosse revertido – como almejam os especialistas e as entidades ao redor do planeta –, valeria a pena continuar cuidando com todo o empenho de nossas florestas e, “consequentemente”, dos nossos vagalumes. Não apenas porque são o epicentro da biodiversidade, vida e beleza, mas porque são sagrados por direito.
Jamais cuidaremos do mundo se não amarmos o mundo. O mundo somos nós. Saudades dos vagalumes. Saudades de Dona Nena.
Disponível em: https://revistavidasimples.com. Acesso em 18 maio 2024. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão usados na construção do texto.
I. Intertextualidade.
II. Coloquialidade.
III. Conotação.
IV. Denotação.
V. Subjetividade.
Estão CORRETOS os itens
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Um dos cuidados do auxiliar de saúde bucal (ASB), na sala de atendimento, é realizar a limpeza e desinfecção das superfícies do consultório e de outros ambientes utilizados pelo paciente antes das atividades clínicas e entre um paciente e outro.
Avalie as afirmativas a seguir, considerando o uso de agentes de desinfecção odontológicos de superfícies inanimadas.
I- O álcool 70% e o hipoclorito de sódio exigem a limpeza das superfícies prévias com toalhas de papel, água e
detergentes dos locais com sujeira visível para posterior desinfecção, que, no caso do álcool, deve ser repetida por, no mínimo, 3 vezes.
II- Tanto o álcool 70% quanto o hipoclorito de sódio são contraindicados para acrílicos, borrachas e plásticos, pois
endurecem e tornam amarelas as superfícies.
III- Ao utilizar o quaternário de amônio e biguanida ou glucoprotamina, a profissional limpa e desinfecta simultaneamente a superfície.
Está CORRETO o que se afirma em
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O cirurgião-dentista é o responsável pelo armazenamento correto dos rejeitos no interior do consultório em que trabalha, seja ele particular ou público, e por garantir o correto acondicionamento e identificação, seguindo as orientações do Manual de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde da ANVISA publicado em 2006.
No mês de agosto, Dr. Renato recebeu um novo ASB em seu consultório e realizou o treinamento do funcionário. Para verificar a aprendizagem do profissional em relação ao gerenciamento de resíduos, ele realizou uma avaliação e solicitou que o ASB associasse a segunda coluna com a primeira:
1 - Resíduos do grupo A.
2 - Resíduos do grupo B.
3 - Resíduos do grupo D.
4 - Resíduos do grupo E.
( ) Agulhas e seringas, lâminas de bisturi, fios de sutura, lixas metálicas, brocas e fresas, pontas diamantadas, fios de aço, instrumentos de vidro e metálicos quebrados ou em desuso.
( ) Cápsulas e sobras de amálgama, resíduos de resina acrílica, película de chumbo, papel preto e filme radiológico, revelador e fixador.
( ) Material de escritório, papel toalha da lavagem das mãos, gesso, papéis e embalagens.
( ) Algodão, guardanapo, gaze, fio dental, luvas cirúrgicas/procedimentos, gorros, máscaras, aventais, propés, barreiras de PVC/plásticas, tártaro, diques de borracha, restos de materiais de moldagem.
A associação CORRETA, considerando-a de cima para baixo, é:
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Em uma loja de brinquedos, um gerente está organizando o estoque e nota que há 345 brinquedos em uma prateleira. Qual é o número de unidades, dezenas e centenas de brinquedos nessa prateleira?
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01 a 05, que a ele se referem.
Texto 01
Por onde andam os vagalumes?
Recentemente sonhei com vagalumes. Mais do que tentar entender a relação do sonho com a minha vida ou então tentar captar algum recado urgente vindo do meu inconsciente, fui tomado primeiro por um impulso de memória e, em seguida, por um questionamento. Ainda na cama perguntei para Andréia: Por onde andam os vagalumes?
Passado seu espanto com minha pergunta, antes mesmo de lhe dar um bom dia, meu questionamento ganhou reforço com sua resposta: “Pois é, por onde andam? Eles ainda existem?”. Ah, os vagalumes?.
Minha memória me levou à infância, mais precisamente a Peruíbe, no litoral paulista, nos anos 1980.
Lembrei-me das noites em que muitos vagalumes salpicaram suas luzes entre os galhos das enormes primaveras vermelhas do jardim de minha avó.
Havia muitos outros que também transformavam o terreno pantanoso do outro lado da rua em que morávamos numa pequena constelação de luzes. Que lembrança boa!
Como qualquer ser humano nesses tempos conectados e de respostas na palma da mão, corri para o Google e digitei: “Por onde andam os vagalumes?”
Resposta: “Infelizmente, esses animais estão desaparecendo rapidamente em todo o mundo. Trata-se de uma perda significativa para a biodiversidade, além de ser um alerta para a saúde do nosso ecossistema.”
Quis saber um pouco mais e fiz uma segunda pergunta: Mas por que isso está acontecendo?
“Com o crescente aumento da população humana, mais e mais habitats selvagens estão sendo invadidos para atender às nossas ‘necessidades’. À medida que construímos casas, pavimentamos áreas verdes e drenamos pântanos, estamos destruindo o habitat natural dos vagalumes”.
Minha fase mais reflexiva desses últimos tempos me manteve no jardim de minha avó para além do meu sonho daquela manhã. Tive uma forte intuição – a ponto de querer escrever sobre isso – de que a crise ecológica de que tanto se fala e se discute hoje, não é uma crise técnica em que a geoengenharia resolverá todos os problemas, e nos “salvará” da catástrofe iminente como muitos querem nos fazer crer.
Penso que a natureza também tem morrido em nome de uma falsa sustentabilidade, que hoje virou um negócio também. Deixe-me voltar para o jardim de minha avó para explicar um pouco melhor o que quero dizer com essa breve reflexão. Dona Nena jamais tentaria “salvar” qualquer ecossistema que fosse, como muitos vivem propagando como grandes “salvadores”.
Aliás, dado ao seu jeito muito mais voltado ao universo do sentir do que do falar, desconfio que minha avó jamais cairia na tentação de “salvar” o que quer que fosse nesse mundo. Não que ela ignorasse as causas e os sofrimentos humanos, mas é que ela já intuía que não se “salva” aquilo que já está dentro de nós. O cuidado com o ecossistema já estava subentendido no jardim de sua casa, regado pelo coração.
Tenho certeza de que se a minha avó estivesse viva, ela concordaria com um certo espírito do ambientalista genuíno, que mesmo que o aumento da temperatura parasse ou fosse revertido – como almejam os especialistas e as entidades ao redor do planeta –, valeria a pena continuar cuidando com todo o empenho de nossas florestas e, “consequentemente”, dos nossos vagalumes. Não apenas porque são o epicentro da biodiversidade, vida e beleza, mas porque são sagrados por direito.
Jamais cuidaremos do mundo se não amarmos o mundo. O mundo somos nós. Saudades dos vagalumes. Saudades de Dona Nena.
Disponível em: https://revistavidasimples.com. Acesso em 18 maio 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.
I. As pessoas que falam em sustentabilidade se preocupam de fato com ela.
II. As ações individuais são muito importantes para a preservação da natureza.
III. O discurso da sustentabilidade hoje é explorado apenas para se obter lucro.
IV. A perda da biodiversidade acontece não só no Brasil, mas em todo o mundo.
V. O sentir é mais importante que o falar quando a questão é cuidar do planeta.
Estão CORRETAS as afirmativas
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