Foram encontradas 385 questões.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem ajuda humanitária, não há humanidade
Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida
como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público
ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que
uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização
das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem
no planeta precisam de ajuda humanitária.
Com causas diversas, incluindo desastres climáticos,
doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário
é imprescindível para ajudar coletivos em estado de
vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda
aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo
de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a
Cruz Vermelha.
Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que
financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo
que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem
a segurança social e diluem a extrema pobreza.
Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é
justamente amenizar o sofrimento humano, integrando
em sua logística o planejamento, suprimento, suporte,
armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.
É preciso pensar em políticas sociais que promovam
constantemente a vida, gerando condições reais para a
sobrevivência de toda a sociedade. [...]
CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade.
Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www.
hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024.
[Fragmento adaptado]
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem ajuda humanitária, não há humanidade
Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida
como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público
ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que
uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização
das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem
no planeta precisam de ajuda humanitária.
Com causas diversas, incluindo desastres climáticos,
doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário
é imprescindível para ajudar coletivos em estado de
vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda
aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo
de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a
Cruz Vermelha.
Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que
financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo
que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem
a segurança social e diluem a extrema pobreza.
Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é
justamente amenizar o sofrimento humano, integrando
em sua logística o planejamento, suprimento, suporte,
armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.
É preciso pensar em políticas sociais que promovam
constantemente a vida, gerando condições reais para a
sobrevivência de toda a sociedade. [...]
CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade.
Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www.
hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024.
[Fragmento adaptado]
Releia este trecho:
“Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que financiam as ações por meio de doações financeiras.”
O pronome “que”, apresentado no trecho, tem como função
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Sem ajuda humanitária, não há humanidade
Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida
como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público
ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que
uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização
das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem
no planeta precisam de ajuda humanitária.
Com causas diversas, incluindo desastres climáticos,
doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário
é imprescindível para ajudar coletivos em estado de
vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda
aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo
de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a
Cruz Vermelha.
Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que
financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo
que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem
a segurança social e diluem a extrema pobreza.
Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é
justamente amenizar o sofrimento humano, integrando
em sua logística o planejamento, suprimento, suporte,
armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.
É preciso pensar em políticas sociais que promovam
constantemente a vida, gerando condições reais para a
sobrevivência de toda a sociedade. [...]
CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade.
Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www.
hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024.
[Fragmento adaptado]
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Sem ajuda humanitária, não há humanidade
Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida
como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público
ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que
uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização
das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem
no planeta precisam de ajuda humanitária.
Com causas diversas, incluindo desastres climáticos,
doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário
é imprescindível para ajudar coletivos em estado de
vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda
aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo
de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a
Cruz Vermelha.
Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que
financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo
que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem
a segurança social e diluem a extrema pobreza.
Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é
justamente amenizar o sofrimento humano, integrando
em sua logística o planejamento, suprimento, suporte,
armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.
É preciso pensar em políticas sociais que promovam
constantemente a vida, gerando condições reais para a
sobrevivência de toda a sociedade. [...]
CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade.
Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www.
hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024.
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Sem ajuda humanitária, não há humanidade
Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida
como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público
ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que
uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização
das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem
no planeta precisam de ajuda humanitária.
Com causas diversas, incluindo desastres climáticos,
doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário
é imprescindível para ajudar coletivos em estado de
vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda
aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo
de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a
Cruz Vermelha.
Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que
financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo
que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem
a segurança social e diluem a extrema pobreza.
Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é
justamente amenizar o sofrimento humano, integrando
em sua logística o planejamento, suprimento, suporte,
armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.
É preciso pensar em políticas sociais que promovam
constantemente a vida, gerando condições reais para a
sobrevivência de toda a sociedade. [...]
CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade.
Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www.
hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024.
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Castro e Regattieri (2010), em levantamento realizado para investigar as interações entre a escola e a família,
constataram ser pequeno o número de iniciativas (projetos, programas ou políticas), em curso no Brasil,
desenhadas especificamente para estimular essas interações.
Com base nas informações coletadas nesse levantamento, foram identificados quatro tipos de propostas de interação escola-família.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o tipo de interação com seu respectivo objetivo, conforme descrito pelas autoras no texto “Interação escola-família: subsídios para práticas escolares”.
COLUNA I
1. Educar as famílias
2. Abrir a escola para a participação familiar
3. Interagir com a família para melhorar os indicadores educacionais
4. Incluir o aluno e seu contexto
COLUNA II
( ) Garantir aos alunos o direito a educação de qualidade e a salvo de toda forma de negligência e de discriminação.
( ) Conscientizar os responsáveis sobre seus papéis na educação dos filhos.
( ) Fortalecer as condições para que as famílias participem da gestão da escola.
( ) Reduzir os episódios de indisciplina dos alunos.
( ) Conscientizar os familiares da importância de seu envolvimento para o sucesso escolar do aluno.
Assinale a sequência correta.
Com base nas informações coletadas nesse levantamento, foram identificados quatro tipos de propostas de interação escola-família.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o tipo de interação com seu respectivo objetivo, conforme descrito pelas autoras no texto “Interação escola-família: subsídios para práticas escolares”.
COLUNA I
1. Educar as famílias
2. Abrir a escola para a participação familiar
3. Interagir com a família para melhorar os indicadores educacionais
4. Incluir o aluno e seu contexto
COLUNA II
( ) Garantir aos alunos o direito a educação de qualidade e a salvo de toda forma de negligência e de discriminação.
( ) Conscientizar os responsáveis sobre seus papéis na educação dos filhos.
( ) Fortalecer as condições para que as famílias participem da gestão da escola.
( ) Reduzir os episódios de indisciplina dos alunos.
( ) Conscientizar os familiares da importância de seu envolvimento para o sucesso escolar do aluno.
Assinale a sequência correta.
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Cipriano Carlos Luckesi, em seu texto “Tendências
pedagógicas na prática escolar” (1994), ao falar dos
conteúdos escolares relacionando-os às tendências
pedagógicas, assim se expressa: “Não basta que os
conteúdos sejam ensinados, ainda que bem ensinados;
é preciso que se liguem, de forma indissociável, à sua
significação humana e social.”.
Depreende-se dessa afirmativa que o autor está falando da Pedagogia
Depreende-se dessa afirmativa que o autor está falando da Pedagogia
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O desenvolvimento profissional dos professores que atuam
em instituições de ensino, da educação básica ao ensino
superior, tem sido considerado um desafio nas esferas
pública e privada. Nesse contexto, estudos demonstraram
que a utilização de tecnologias digitais em situações de
ensino e aprendizagem é um movimento gradativo que
ocorre em etapas até que seja possível alcançar uma ação
crítica e criativa por parte do professor na integração das
tecnologias digitais em sua prática.
Sobre as etapas de integração entre as tecnologias digitais e as práticas pedagógicas, analise a figura a seguir.
Fonte: Bacich; Moran, 2017.
Com base na imagem apresentada, a situação prática na qual o professor passa a inserir vídeos ou pequenas simulações em suas apresentações, tornando-as mais interessantes aos estudantes e aproximando-os dos conceitos com os quais devem interagir, refere-se à etapa da:
Sobre as etapas de integração entre as tecnologias digitais e as práticas pedagógicas, analise a figura a seguir.
Fonte: Bacich; Moran, 2017.
Com base na imagem apresentada, a situação prática na qual o professor passa a inserir vídeos ou pequenas simulações em suas apresentações, tornando-as mais interessantes aos estudantes e aproximando-os dos conceitos com os quais devem interagir, refere-se à etapa da:
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O Referencial Curricular do Ensino Fundamental
– Anos Iniciais, da Secretaria Municipal de Educação
de Montes Claros, registra que os estudantes, ao serem
promovidos do 5º para o 6º ano, encontram muitas
dificuldades de adaptação que interferem no processo
de ensino e aprendizagem e podem gerar evasão
e repetência.
Conforme as orientações do Referencial Curricular, analise as ações a seguir, que gestores, supervisores e professores podem implementar para amenizar os impactos dessa transição, e assinale com V as ações verdadeiras e com F as falsas.
( ) Treinar os alunos do 5º ano em relação aos novos comportamentos de estudo e de disciplina que serão exigidos a partir do 6º ano.
( ) Promover visita do pedagogo ou professores do 6º ano às escolas de anos iniciais para falar com os alunos do 5º ano sobre a nova organização.
( ) Encaminhar relatório dos alunos do 5º ano junto com a documentação para matrícula.
( ) Diminuir progressivamente as atividades e os espaços que envolvam a ludicidade no 5º ano visando a preparar os estudantes para a prevalência de conteúdos a partir do 6º ano.
( ) Realizar oficinas com os professores que assumem o 6º ano para auxiliar na compreensão das necessidades do aluno.
( ) Realizar reuniões de pais para solicitar que diminuam o acompanhamento dos estudos dos filhos que estão no 5º e 6º anos ano de modo a aumentar sua autonomia sobre o que e como estudar.
Assinale a sequência correta.
Conforme as orientações do Referencial Curricular, analise as ações a seguir, que gestores, supervisores e professores podem implementar para amenizar os impactos dessa transição, e assinale com V as ações verdadeiras e com F as falsas.
( ) Treinar os alunos do 5º ano em relação aos novos comportamentos de estudo e de disciplina que serão exigidos a partir do 6º ano.
( ) Promover visita do pedagogo ou professores do 6º ano às escolas de anos iniciais para falar com os alunos do 5º ano sobre a nova organização.
( ) Encaminhar relatório dos alunos do 5º ano junto com a documentação para matrícula.
( ) Diminuir progressivamente as atividades e os espaços que envolvam a ludicidade no 5º ano visando a preparar os estudantes para a prevalência de conteúdos a partir do 6º ano.
( ) Realizar oficinas com os professores que assumem o 6º ano para auxiliar na compreensão das necessidades do aluno.
( ) Realizar reuniões de pais para solicitar que diminuam o acompanhamento dos estudos dos filhos que estão no 5º e 6º anos ano de modo a aumentar sua autonomia sobre o que e como estudar.
Assinale a sequência correta.
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O Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) é
um conjunto de instrumentos que permite a produção e a
disseminação de evidências, estatísticas, avaliações e
estudos a respeito da qualidade das etapas que compõem
a Educação Básica.
Em relação ao SAEB, é correto afirmar:
Em relação ao SAEB, é correto afirmar:
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