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Foram encontradas 60 questões.

2932222 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Todas as letras da palavra MORRINHOS foram marcadas em bolas do mesmo peso e tamanho e foram colocadas em uma urna. Duas bolas serão retiradas consecutivamente e sem reposição. Qual a probabilidade de obter uma letra O na primeira extração e uma letra R na segunda?
 

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2932221 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Uma descarga ecológica consiste em um mecanismo de descarga que libera quantidades diferentes de água conforme o tipo de dejeto, sólido ou líquido. Uma determinada marca afirma que suas descargas ecológicas liberam três litros de água para dejetos líquidos e seis para dejetos sólidos. As descargas convencionais liberam seis litros de água, independente do tipo de dejeto. Uma família faz o acionamento do mecanismo 12 vezes ao dia, sendo quatro acionamentos que liberam seis litros e oito acionamentos que liberam três litros. Qual a economia de água obtida durante um ano de 365 dias, quando comparamos o mecanismo convencional e o ecológico?
 

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2932220 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Seja f uma função definida no domínio D. Os pontos x de D para os quais f(x)=x são chamados pontos fixos de f, caso existam. Quais são os pontos fixos da função quadrática f(x)=x2-5x+8?
 

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2932219 Ano: 2023
Disciplina: Estatística
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO

A precipitação, em milímetros, durante os doze meses do ano em Morrinhos, de acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é dada na tabela a seguir.

Enunciado 2932219-1

De acordo com esses dados, a precipitação média anual em Morrinhos, de março a agosto, é de aproximadamente

 

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2932217 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Uma fazendeira decidiu iniciar uma plantação de alface e, para isso, iniciou a compra de sementes para o plantio de forma semanal e em progressão geométrica. Sabendo que na quarta semana ela comprou 9kg de sementes e que na sexta semana ela comprou 16kg de sementes, quantos quilogramas de sementes ela comprou na primeira semana?
 

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2932216 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Sabendo que a parte real e imaginária do número (2 + 3i)4 determinam a abcissa e a ordenada de um ponto p do plano cartesiano, qual é o módulo da diferença entre as coordenadas do ponto p?
 

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2932215 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Uma mãe levou seu filho em uma loja de brinquedos para que ele pudesse escolher 2 carrinhos. Na prateleira havia 9 carrinhos vermelhos, 12 brancos e 17 pretos. Qual é a probabilidade desse garoto escolher ao acaso 2 carrinhos de cores distintas?
 

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2932213 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Texto 3
Recordação
“Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”, ele disse, me olhando pelo retrovisor. Fiquei sem reação: tinha pegado o táxi na Nove de Julho, o trânsito estava ruim, levamos meia hora pra percorrer a Faria Lima e chegar à rua dos Pinheiros, tudo no mais asséptico silêncio. Aí, então, ele me encara pelo espelhinho e, como se fosse a continuação de uma longa conversa, solta essa: “Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”.
Meu espanto não durou muito, pois ele logo emendou: “Nunca vou esquecer: 1° de junho de 1988. A gente se conheceu num barzinho lá em Santos e dali pra frente nunca ficou um dia sem se falar! Até que cinco anos atrás… Fazer o quê, né? Se Deus quis assim…”.
Houve um breve silêncio, enquanto ultrapassávamos um caminhão de lixo, e consegui encaixar um “Sinto muito”. “Brigado. No começo foi complicado, agora tô me acostumando. Mas sabe que que é mais difícil? Não ter foto dela.” “Cê não tem nenhuma?” “Não, tenho foto, sim, eu até fiz um álbum, mas não tem foto dela fazendo as coisas dela, entendeu? Tipo: tem ela no casamento da nossa mais velha, toda arrumada. Mas ela não era daquele jeito, com penteado, com vestido. Sabe o jeito que eu mais lembro dela? De avental. Só que toda vez que tinha almoço lá em casa, festa e alguém aparecia com uma câmera na cozinha, ela tirava correndo o avental, ia arrumar o cabelo, até ficar de um jeito que não era ela. Tenho pensado muito nisso aí, das fotos, falo com os passageiros e tal e descobri que é assim, é do ser humano mesmo. A pessoa, olha só, a pessoa trabalha todo dia numa firma, vamos dizer, todo dia ela vai lá e nunca tira uma foto da portaria, do bebedor, do banheiro, desses lugares que ela fica o tempo inteiro. Aí, num fim de semana ela vai pra uma praia qualquer, leva a câmera, o celular e tchuf, tchuf, tchuf. Não faz sentido, pra que que a pessoa quer gravar as coisas que não são da vida dela e as coisas que são, não? Tá acompanhando? Não tenho uma foto da minha esposa no sofá, assistindo novela, mas tem uma dela no jet ski do meu cunhado, lá na represa de Guarapiranga. Entro aqui na Joaquim?” “Isso.” [...].
PRATA, Antônio. Recordação. In: Trinta e poucos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 12-14.
Considerando a linguagem utilizada na crônica, há a recorrência da variação linguística do tipo
 

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2932212 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Texto 3
Recordação
“Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”, ele disse, me olhando pelo retrovisor. Fiquei sem reação: tinha pegado o táxi na Nove de Julho, o trânsito estava ruim, levamos meia hora pra percorrer a Faria Lima e chegar à rua dos Pinheiros, tudo no mais asséptico silêncio. Aí, então, ele me encara pelo espelhinho e, como se fosse a continuação de uma longa conversa, solta essa: “Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”.
Meu espanto não durou muito, pois ele logo emendou: “Nunca vou esquecer: 1° de junho de 1988. A gente se conheceu num barzinho lá em Santos e dali pra frente nunca ficou um dia sem se falar! Até que cinco anos atrás… Fazer o quê, né? Se Deus quis assim…”.
Houve um breve silêncio, enquanto ultrapassávamos um caminhão de lixo, e consegui encaixar um “Sinto muito”. “Brigado. No começo foi complicado, agora tô me acostumando. Mas sabe que que é mais difícil? Não ter foto dela.” “Cê não tem nenhuma?” “Não, tenho foto, sim, eu até fiz um álbum, mas não tem foto dela fazendo as coisas dela, entendeu? Tipo: tem ela no casamento da nossa mais velha, toda arrumada. Mas ela não era daquele jeito, com penteado, com vestido. Sabe o jeito que eu mais lembro dela? De avental. Só que toda vez que tinha almoço lá em casa, festa e alguém aparecia com uma câmera na cozinha, ela tirava correndo o avental, ia arrumar o cabelo, até ficar de um jeito que não era ela. Tenho pensado muito nisso aí, das fotos, falo com os passageiros e tal e descobri que é assim, é do ser humano mesmo. A pessoa, olha só, a pessoa trabalha todo dia numa firma, vamos dizer, todo dia ela vai lá e nunca tira uma foto da portaria, do bebedor, do banheiro, desses lugares que ela fica o tempo inteiro. Aí, num fim de semana ela vai pra uma praia qualquer, leva a câmera, o celular e tchuf, tchuf, tchuf. Não faz sentido, pra que que a pessoa quer gravar as coisas que não são da vida dela e as coisas que são, não? Tá acompanhando? Não tenho uma foto da minha esposa no sofá, assistindo novela, mas tem uma dela no jet ski do meu cunhado, lá na represa de Guarapiranga. Entro aqui na Joaquim?” “Isso.” [...].
PRATA, Antônio. Recordação. In: Trinta e poucos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 12-14.
A expressão “tchuf, tchuf, tchuf” refere-se ao emprego da
 

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2932211 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Texto 3
Recordação
“Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”, ele disse, me olhando pelo retrovisor. Fiquei sem reação: tinha pegado o táxi na Nove de Julho, o trânsito estava ruim, levamos meia hora pra percorrer a Faria Lima e chegar à rua dos Pinheiros, tudo no mais asséptico silêncio. Aí, então, ele me encara pelo espelhinho e, como se fosse a continuação de uma longa conversa, solta essa: “Hoje a gente ia fazer vinte e cinco anos de casado”.
Meu espanto não durou muito, pois ele logo emendou: “Nunca vou esquecer: 1° de junho de 1988. A gente se conheceu num barzinho lá em Santos e dali pra frente nunca ficou um dia sem se falar! Até que cinco anos atrás… Fazer o quê, né? Se Deus quis assim…”.
Houve um breve silêncio, enquanto ultrapassávamos um caminhão de lixo, e consegui encaixar um “Sinto muito”. “Brigado. No começo foi complicado, agora tô me acostumando. Mas sabe que que é mais difícil? Não ter foto dela.” “Cê não tem nenhuma?” “Não, tenho foto, sim, eu até fiz um álbum, mas não tem foto dela fazendo as coisas dela, entendeu? Tipo: tem ela no casamento da nossa mais velha, toda arrumada. Mas ela não era daquele jeito, com penteado, com vestido. Sabe o jeito que eu mais lembro dela? De avental. Só que toda vez que tinha almoço lá em casa, festa e alguém aparecia com uma câmera na cozinha, ela tirava correndo o avental, ia arrumar o cabelo, até ficar de um jeito que não era ela. Tenho pensado muito nisso aí, das fotos, falo com os passageiros e tal e descobri que é assim, é do ser humano mesmo. A pessoa, olha só, a pessoa trabalha todo dia numa firma, vamos dizer, todo dia ela vai lá e nunca tira uma foto da portaria, do bebedor, do banheiro, desses lugares que ela fica o tempo inteiro. Aí, num fim de semana ela vai pra uma praia qualquer, leva a câmera, o celular e tchuf, tchuf, tchuf. Não faz sentido, pra que que a pessoa quer gravar as coisas que não são da vida dela e as coisas que são, não? Tá acompanhando? Não tenho uma foto da minha esposa no sofá, assistindo novela, mas tem uma dela no jet ski do meu cunhado, lá na represa de Guarapiranga. Entro aqui na Joaquim?” “Isso.” [...].
PRATA, Antônio. Recordação. In: Trinta e poucos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 12-14.
A linguagem utilizada nessa crônica é do tipo
 

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