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Caso: Mulher de 25 anos de idade comparece à UBS para acompanhamento. Relata história de tosse seca, dispneia e
opressão torácica aos esforços há cerca de 5 anos, com piora dos sintomas durante o inverno e períodos de remissão em
outras épocas do ano. Refere que, nas últimas semanas, tem apresentado dispneia que limita suas atividades
aproximadamente quatro vezes por semana. Não fuma e não possui outras comorbidades. Ao exame físico, apresenta
murmúrio vesicular universalmente audível sem ruídos adventícios e demais sistemas sem alterações. Traz resultado de
espirometria, solicitada em consulta anterior, que evidenciou distúrbio ventilatório obstrutivo leve com resposta significativa
ao broncodilatador. Foi iniciado tratamento de manutenção com a combinação de formoterol + budesonida 6/200 mcg por
via inalatória, um jato uma vez ao dia.
De acordo com as diretrizes atuais para o manejo da asma (GINA 2024/2025), qual medicação inalatória deve ser preferencialmente prescrita para essa paciente como terapia de alívio (resgate) dos sintomas?
De acordo com as diretrizes atuais para o manejo da asma (GINA 2024/2025), qual medicação inalatória deve ser preferencialmente prescrita para essa paciente como terapia de alívio (resgate) dos sintomas?
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Caso: Mulher de 43 anos de idade, casada, balconista, residente em área urbana de São Paulo, relata que foi mordida por
um cão há três horas. O incidente ocorreu quando tentava capturar o cachorro da vizinha, que estava solto na rua, para
devolvê-lo. O animal a mordeu na mão, fugiu e desapareceu. A vizinha referiu que o cão era vacinado contra a raiva. A
paciente não se recorda de ter recebido vacinação antirrábica prévia e não possui seu cartão de vacinação. Ao exame
físico, observam-se múltiplos ferimentos profundos de mordedura nas mãos.
Em relação à profilaxia antirrábica para essa paciente, marque a alternativa CORRETA.
Em relação à profilaxia antirrábica para essa paciente, marque a alternativa CORRETA.
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Caso: Mulher de 55 anos, com diagnóstico estabelecido de artrite reumatoide (AR) soropositiva há nove anos,
caracterizada por poliartrite simétrica de pequenas e grandes articulações (interfalangianas proximais, tornozelos e
joelhos) com desenvolvimento de deformidades e presença de nódulos subcutâneos em superfícies extensoras, em
acompanhamento regular na Atenção Primária e com a equipe de Reumatologia, relata emagrecimento de
aproximadamente 10% do seu peso corporal nos últimos meses e episódios de febre (até 38 °C), além de fadiga intensa.
Ao exame físico, além das alterações articulares compatíveis com AR de longa data, constata-se esplenomegalia palpável.
Resultados de exames laboratoriais recentes: hemoglobina = 9,5 g/dL; leucócitos totais = 4.500/mm³ (com diferencial:
neutrófilos segmentados 43% [correspondendo a 1.935/mm³], linfócitos 50%, monócitos 5%, eosinófilos 2%); plaquetas =
180.000/mm³.
Para a confirmação diagnóstica de Síndrome de Felty nessa paciente, é necessária a identificação de:
Para a confirmação diagnóstica de Síndrome de Felty nessa paciente, é necessária a identificação de:
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Caso: Paciente de 62 anos, sexo masculino, com diagnóstico prévio de miocardiopatia chagásica, é admitido em serviço
de pronto-socorro apresentando dispneia intensa de início súbito, tosse produtiva com expectoração rósea (hemoptoicos),
sudorese fria e profusa. Ao exame físico, apresenta-se agitado, taquipneico, com tiragem intercostal e estertores
pulmonares crepitantes difusos bilateralmente. Foi estabelecido o diagnóstico de edema agudo pulmonar (EAP).
Considerando o diagnóstico de EAP nesse paciente, assinale a afirmativa CORRETA.
Considerando o diagnóstico de EAP nesse paciente, assinale a afirmativa CORRETA.
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Caso: Gestante de 39 semanas, HIV positiva há três anos, realiza pré-natal de risco habitual na UBS com
acompanhamento conjunto no Serviço de Assistência Especializada (SAE). Está em uso regular de terapia antirretroviral
(TARV) e apresentou carga viral para HIV inferior a 50 cópias/mL na 34ª semana de gestação. Ela comparece à
maternidade referindo perda de líquido amniótico há três horas e contrações uterinas regulares. Ao exame obstétrico,
detecta-se: dilatação cervical de 6 cm, colo uterino esvaecido 60%, bolsa amniótica rota com saída de líquido claro com
grumos, apresentação cefálica, batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm. O plano de parto, discutido e registrado
em cartão de gestante pela equipe da Atenção Primária e SAE, considerou sua carga viral indetectável.
Nesse caso, qual é a conduta mais adequada a ser adotada pela equipe da maternidade?
Nesse caso, qual é a conduta mais adequada a ser adotada pela equipe da maternidade?
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Caso: Adolescente de 15 anos, previamente hígido, refere início de poliartrite migratória e assimétrica de grandes
articulações (joelhos, tornozelos e cotovelos) há uma semana, e relata episódio de faringoamigdalite há aproximadamente
três semanas tratado com sintomáticos. Nega quadros semelhantes anteriores. Ao exame físico cardiovascular, detecta-se um sopro diastólico suave, de baixa frequência, mais audível no foco mitral.
Considerando o quadro clínico-epidemiológico sugestivo de febre reumática aguda, o sopro cardíaco descrito corresponde, mais provavelmente, ao sopro de
Considerando o quadro clínico-epidemiológico sugestivo de febre reumática aguda, o sopro cardíaco descrito corresponde, mais provavelmente, ao sopro de
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Caso: Mulher de 75 anos, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, é admitida no
serviço de emergência com história de início súbito de hemiparesia esquerda completa, proporcionada há uma hora.
Durante a avaliação médica inicial na emergência, o déficit neurológico referido reverte completamente. Ao exame físico
atual (após reversão): pressão arterial de 140x80 mmHg; frequência cardíaca de 98 bpm; frequência respiratória de 20
irpm; saturação de O2 de 98%, em ar ambiente. A tomografia computadorizada (TC) de crânio realizada na admissão não
evidenciou sangramento ou área de isquemia aguda.
Qual alternativa contempla a provável hipótese diagnóstica e a conduta imediata mais adequada nesse caso?
Qual alternativa contempla a provável hipótese diagnóstica e a conduta imediata mais adequada nesse caso?
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Caso: Homem de 62 anos está internado há 2 dias em enfermaria clínica devido à fratura de pé direito. Ele é tabagista e
possui histórico de consumo diário de bebidas alcoólicas em grande quantidade (cerca de 1 litro de destilado/dia), com
último consumo no dia anterior à admissão hospitalar. Evolui, no segundo dia de internação, com agitação psicomotora
importante, tremores grosseiros de extremidades, sudorese profusa, febre baixa (37,8°C axilar), taquicardia (FC 120 bpm),
hipertensão (PA 160x100 mmHg) e refere estar vendo “bichos” no quarto e ouvindo vozes ameaçadoras.
Em relação ao tratamento medicamentoso desse paciente, assinale a conduta farmacológica inicial mais adequada:
Em relação ao tratamento medicamentoso desse paciente, assinale a conduta farmacológica inicial mais adequada:
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Caso: Jovem de 22 anos, estudante, procura a UBS para uma avaliação de rotina. Refere apenas cansaço leve e
esporádico, que atribui à sua rotina de estudos. Exames laboratoriais solicitados revelam: hemoglobina (Hb) = 11,1 g/dL;
volume corpuscular médio (VCM) = 70 fL. Foi realizada suplementação com ferro oral por 60 dias, sem que houvesse
alteração significativa no hemograma. A investigação complementar demonstrou cinética de ferro dentro dos parâmetros
da normalidade e eletroforese de hemoglobinas sem alterações.
Nesse cenário da Atenção Primária, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Nesse cenário da Atenção Primária, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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Caso: Uma equipe de Saúde da Família (eSF) de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) identificou um caso de uma menina
de 3 anos como suspeita de maus-tratos. Seguindo as normativas vigentes, o caso foi devidamente notificado ao Sistema
de Vigilância Epidemiológica. Foi realizada uma investigação ampliada, envolvendo uma abordagem intersetorial com a
cooperação da assistência social, conselho tutelar e a escola da criança. Após cuidadosa apuração, os resultados da
investigação demonstraram que não havia situação de negligência ou violência por parte da família nos cuidados prestados
à criança, e a suspeita inicial foi descartada. Apesar disso, identificou-se a necessidade de suporte psicossocial. A criança
e os seus pais passaram a receber assistência psicológica e continuam em seguimento longitudinal coordenado pela
equipe da UBS.
Considerando a complexidade do caso e a abordagem multiprofissional e intersetorial implementada para o acompanhamento contínuo dessa família na Atenção Primária, qual instrumento de gestão do cuidado foi mais representativo da organização dessa assistência?
Considerando a complexidade do caso e a abordagem multiprofissional e intersetorial implementada para o acompanhamento contínuo dessa família na Atenção Primária, qual instrumento de gestão do cuidado foi mais representativo da organização dessa assistência?
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