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Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Uma gestante na 11.ª semana de gestação foi submetida à exérese de ovário direito por ruptura de cisto hemorrágico, não havendo intercorrência clínica materna durante o ato cirúrgico. Nessa situação, é recomendado o emprego de progesterona durante o período pós-operatório da paciente, mantendo-se a medicação até a 12.ª semana de gestação, considerando que esse hormônio é importante nessa fase para a manutenção da gestação.
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Uma mulher com 23 anos de idade, em sua primeira gestação, é portadora de cardiopatia reumática, classificada funcionalmente na classe II, segundo a NYHA (New York Heart Association). O pré-natal está evoluindo sem outras intercorrências. Nessa situação, por ocasião do parto, a via preferencial de parto deverá ser a vaginal, havendo indicação do uso de antibiótico como profilaxia de endocardite bacteriana.
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Uma gestante na 12.ª semana de gestação descobriu que está com toxoplasmose. Nessa situação, considerando a necessidade da investigação da infecção no feto, a gestante deve ser orientada a submeter-se, já a partir da 12.ª semana de gestação, ao exame de reação em cadeia da polimerase (PCR) no sangue fetal obtido por cordocentese, para então iniciar o tratamento com espiramicina se o resultado for positivo.
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Uma gestante na 36.ª semana de sua quarta gestação, soropositiva para o HIV, está assintomática e sendo medicada adequadamente com a terapia anti-retroviral. Os seus partos anteriores foram normais e os seus filhos são sadios. Nesse contexto, deve-se recomendar o parto por via vaginal e amniotomia no momento do parto.
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Para uma gestante portadora de diabete melito gestacional, foram recomendados dieta e exercícios para o controle dos níveis glicêmicos. A paciente seguiu as recomendações e, duas semanas após, seus níveis glicêmicos em jejum e pósprandial eram de 108 mg/dL e de 130 mg/dL, respectivamente. Nessa situação, a melhor opção para a gestante é dar continuidade à dieta e aos exercícios físicos, acrescentar hipoglicemiante oral e fazer perfil glicêmico semanal.
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Uma senhora de 60 anos de idade foi atendida, queixando-se de sangramento transvaginal nos três últimos meses. O toque bimanual não evidenciou alterações e a ecografia pélvica visibilizou o útero com 90 cm3 de volume e o endométrio com 15 mm de espessura. Na citologia cervicovaginal, foram observadas células endometriais com características de malignidade e a histologia do endométrio, obtido por aspiração, foi compatível com adenocarcinoma bem diferenciado. A ressonância nuclear magnética mostrou que o tumor não invadia mais da metade do miométrio. A paciente foi submetida a cirurgia e o diagnóstico final foi de adenocarcinoma de endométrio, estágio 1B — grau de diferenciação 1. Nessa situação, a radioterapia adjuvante e o tratamento com progesterona devem beneficiar a paciente, por aumentarem a sua sobrevida.
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Uma jovem de 15 anos de idade apresenta amenorréia primária, fenótipo feminino, mamas desenvolvidas, não tem as estruturas paramesonéfricas e possui 2 cm de vagina a partir do vestíbulo. Nessa situação, quanto ao diagnóstico diferencial, é correto afirmar que as possíveis patologias compatíveis com essa apresentação clínica são a agenesia mülleriana e a insensibilidade androgênica completa.
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A citologia vaginal, a fresco com solução fisiológica, de secreção vaginal de uma mulher com corrimento de odor forte mostrou ausência de flora lactobacilar, poucos leucócitos e um número aumentado de células indicadoras (clue cells). Nessa situação, o diagnóstico mais provável é o de vaginose bacteriana e o tratamento deve ser feito com metronidazol, secnidazol, tinidazol ou clindamicina, não sendo recomendado o tratamento do parceiro sexual da paciente.
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Uma senhora de 58 anos de idade é histerectomizada, saudável, e faz reposição hormonal com estrogênio conjugado (0,625 mg) há seis anos, para prevenir osteoporose e melhorar os sintomas do climatério (fogachos e secura vaginal). Ela sente-se bem com a medicação e tem dúvida sobre se deve ou não continuar com esse tratamento. Nessa situação, por ser saudável e apresenter boa resposta clínica à medicação, a paciente deve ser estimulada a continuar com a reposição hormonal e com os controles periódicos recomendados, já que não existem evidências quanto aos riscos do uso exclusivo de estrogênio no climatério.
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Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Uma jovem de 30 anos de idade é portadora de dois miomas uterinos com 4 cm de diâmetro cada. Cada um deles está localizado próximo ao orifício da trompa e ambos estão sendo responsáveis pela obstrução tubária bilateral e, em conseqüência, pela infertilidade. Optou-se pelo emprego prévio do análogo do GnRH antes de se considerar a miomectomia, visando aumentar a chance de preservação do útero. Nessa situação, se os miomas responderem ao análogo do GnRH, eles apresentarão redução máxima no seu volume no período de três meses de terapêutica.
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